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Consumo de drogas

Vaticano, 20 Jun. 14 / 03:38 pm (ACI/EWTN Noticias).- “A droga é um mal e ante o mal não se pode ceder nem ter compromissos”, expressou nesta sexta-feira o Papa Francisco aos participantes da 31ª Conferência Internacional contra o Narcotráfico, reunida em Roma (Itália), de 17 a 19 de junho, onde reiterou seu chamado a dizer “não a qualquer tipo de droga”, e assegurou a todos os dependentes químicos que a Igreja não os abandona.

O Papa fez este chamado no meio do debate internacional no qual alguns governos e legisladores afirmam que legalizar as drogas permitirá combater o narcotráfico. Uruguai legalizou o cultivo e consumo da maconha em dezembro de 2013.

“Gostaria de dizer com muita clareza: a droga não se vence com a droga! A droga é um mal, e com o mal não podem haver relaxamento ou compromissos. Pensar em poder reduzir o dano permitindo o uso de psicofármacos àquelas pessoas que continuam a usar droga, não resolve de fato o problema.”, expressou.

Francisco acrescentou que “a legalização das chamadas ‘drogas leves’, mesmo de modo parcial, além de ser, pelo menos, questionável em termos de legislação, não produz os efeitos que foram pré-fixados. As drogas substitutivas, então, não são uma terapia suficiente, mas uma forma velada de se render ao fenômeno”.

“Quero reafirmar o que eu já disse em outra ocasião: ‘não a qualquer tipo de droga. Simplesmente. Não a qualquer tipo de droga. Mas para dizer este ‘não’, é preciso dizer sim à vida, sim ao amor, sim aos outros, sim à educação, sim ao esporte, sim ao trabalho, sim a mais oportunidades de trabalho”, afirmou.

Em seu discurso, Francisco disse que é trágico que as ações do tráfico de drogas sejam provavelmente as que mais rendem no mercado. “O flagelo das drogas continua a fazer estragos em formas e dimensões impressionantes, alimentado por um mercado vergonhoso que atravessa as fronteiras nacionais e continentais. Desta forma, continua a crescer o perigo para os jovens e adolescentes. Diante deste fenômeno, sinto a necessidade de expressar a minha tristeza e a minha preocupação”, assinalou.

Nesse sentido, exortou a enfrentar o problema do desemprego juvenil, que afeta a 75 milhões de jovens na Europa e que, ao não poder estudar nem trabalhar, entram “nesta falta de horizonte, de esperança a primeira oferta são as dependências, entre as quais, a droga”.

“As oportunidades de trabalho, a educação, o esporte, a vida sadia; este é o caminho que leva à prevenção da droga. Se estes caminhos se fazem verdades não há espaço para as drogas, para o abuso do álcool, para outros vícios”, assegurou.

Nesse sentido, afirmou que “a Igreja, fiel ao mandato de Jesus de ir a todos os lugares onde há um ser humano que sofre, não abandonou aqueles que caíram na espiral da droga, mas com o seu amor criativo foi ao encontro deles. O exemplo dos muitos jovens que, desejosos de escapar da dependência da droga, se empenham em reconstruir as suas vidas, é um incentivo para olhar para frente com confiança”.

“Vocês foram tomados pela mão, através do trabalho de muitos trabalhadores e voluntários para que pudessem voltar a descobrir a sua dignidade, ajudando-os a ressuscitar esses recursos, esses talentos pessoais que a droga tinha enterrado, mas que não pôde cancelar porque cada homem está criado a imagem e semelhança de Deus. Mas este trabalho de recuperação é muito limitado. É preciso trabalhar na prevenção. Fará muito bem”.

Francisco convidou os delegados a tomar o exemplo de tantos jovens que procuram escapar da dependência das drogas e reconstruir as suas vidas como “um incentivo para olhar o futuro com confiança” e continuar seu trabalho “sempre com uma grande esperança”.

Ontem, durante o encerramento da Conferência Internacional contra o Narcotráfico, o presidente do Senado italiano, Pietro Grasso, denunciou que o narcotráfico e o crime organizado transnacional colocam em jogo a estabilidade do planeta e a sobrevivência da democracia. “Estão em jogo o futuro dos nossos filhos e seus direitos”, expressou ante as 129 delegações, por isso chamou a adotar um enfoque geopolítico no estudo e o combate do narcotráfico e do crime internacional.

 
 
 
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Vaticano, 12 Mai. 14 / 02:26 pm (ACI/EWTN Noticias).- Durante a missamatutina celebrada na Casa Santa Marta, o Papa Francisco recordou que é o Espírito Santo quem atualiza a Igreja e a faz caminhar para frente, por isso, exortou a não colocar impedimentos, mas ser dóceis à sua ação.

“O Espírito Santo é a presença viva de Deus na Igreja. É ele que conduz a Igreja, que faz caminhar a Igreja. Sempre mais, para além dos limites, mais em frente. O Espírito Santo com os seus dons guia a Igreja”, expressou o Papa ao refletir sobre uma das passagens dos Atos dos Apóstolos.

Uma comunidade de pagãos –recordou o Papa- acolhe o anúncio do Evangelho e Pedro é testemunha ocular da descida do Espírito Santo sobre eles, mas primeiro duvida em ter contato com o que sempre tinha considerado “impuro”. E logo recebe duras críticas de parte dos cristãos de Jerusalém, escandalizados pelo fato de que seu chefe tinha comido com gente “não circuncidada” e até os tinha batizado. Um momento de crise interna..

O Santo Padre assinalou que o Espírito sopra onde quer, mas uma das tentações mais frequentes de quem tem fé é bloquear-lhe o caminho e pilotá-lo numa direção ou noutra. Uma tentação que surgiu já nos alvores da Igreja.

Entretanto, explicou o Papa, Pedro compreende o erro quando uma visão o ilumina sobre uma verdade fundamental: o que foi purificado por Deus ninguém o pode classificar de “profano”. E ao narrar estes fatos à multidão que o critica, o Apóstolo tranquiliza todos com esta afirmação: “Se, portanto, Deus lhes deu o mesmo dom que a nós, por terem acreditado no Senhor Jesus Cristo, quem sou eu para por impedimento a Deus?”

“Quando o Senhor nos faz ver o caminho, quem somos nós para dizer: ‘Não, senhor, não é prudente! Não, façamos assim’… E Pedro naquela primeira diocese – a primeira diocese foi Antioquia – toma esta decisão: ‘Quem sou eu para pôr impedimentos?’”, expressou o Papa.

Conforme informou a Rádio Vaticano, o Santo Padre indicou que esta é uma bela palavra “para os bispos, os sacerdotes e também para os cristãos. Mas quem somos nós para fechar portas? Na Igreja primitiva, e mesmo hoje, existe aquele ministério do Ostiário. E o que fazia o Ostiário? Abria a porta, recebia a gente, fazia-as passar. Mas nunca foi o ministério de quem fecha a porta, nunca”.

Deus deixou a liderança da Igreja “nas mãos do Espírito Santo”, que nos ensinará tudo e “nos ajudará a recordar o que Jesus nos ensinou”.

“Não se pode compreender a Igreja de Jesus sem este Paráclito, que o Senhor nos envia para isso. E faz estas opções impensáveis, mas impensáveis! Para usar uma palavra de São João XXIII: é mesmo o Espírito Santo que atualiza a Igreja: na verdade, ele a atualiza e a faz caminhar para frente. E nós cristãos devemos pedir ao Senhor a graça da docilidade ao Espírito Santo. A docilidade a este Espírito, que nos fala no coração, nos fala nas circunstâncias da vida, nos fala na vida eclesial, nas comunidades cristãs, nos fala sempre”, concluiu o Papa.

 
 
 
O Papa Francisco escreve a sua primeira exortação apostólica Evangelii Gaudium

Vaticano, 18 Nov. 13 / 03:00 pm (ACI/EWTN Noticias).- O diretor do Escritório de Imprensa da Santa Sé, Padre Federico Lombardi, anunciou nesta manhã que no próximo dia 24 de novembro, dia de encerramento do Ano da Fé, o Papa Francisco entregará ao povo de Deus a sua primeira Exortação Apostólica intitulada: Evangelii Gaudium (O Gozo do Evangelho, tradução livre).

O documento será apresentado à imprensa, no dia 26 na Sala João Paulo IIdo Vaticano, em uma conferência na qual participarão o Presidente do Conselho Pontifício para a promoção da Nova Evangelização, o Arcebispo Rino Fisichella; o Secretário Geral do Sínodo dos Bispos, Dom Lorenzo Baldisseri; e o Presidente do Pontifício Conselho das Comunicações Sociais, Dom Claudio Maria Celli.

Em declarações ao grupo ACI nesta segunda-feira, Dom Fisichella explicou que o Papa Francisco fará a entrega do documento durante a Missa de clausura do Ano da Fé ao povo de Deus representado por “um Bispo, um sacerdote, um diácono, religiosos e religiosas, noviças, uma família, catequistas, artistas, jornalistas, jovens, idosos, doentes… quer dizer, de alguma maneira a entregará a todos aqueles que nos diversos momentos davida, sendo cristãos, estão chamados a ser evangelizadores”.

O Ano da Fé, explicou o Arcebispo Fisichella, converte-se assim “em um compromisso que a Igreja assume mais uma vez como um dever de levar o Evangelho a toda criatura”.

Serão, no total, 36 pessoas de 18 países dos cinco continentes os que receberão a primeira exortação apostólica escrita pelo Papa Francisco.

O Vaticano anunciou que o Bispo, o sacerdote e o diácono aos que o Papa entregará a Exortação são oriundos da Letônia, Tanzânia e Austrália respectivamente.

Por outro lado, os artistas que representarão a arte católica e receberão a Exortação serão o arquiteto japonês Etsuro Sotoo, que se converteu enquanto trabalhava na Basílica da Sagrada Família de Barcelona, e a pintora polonesa Anna Gulak.

Neste grupo também haverá dois jornalistas, um é Joan Lewis, norte-americano do maior canal católico do mundo, EWTN.

 
 
 
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