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A ideologia pode atrair os entediados da classe culta, que se desligaram da religião e da comunidade, e que desejam exercer o poder. A ideologia pode encantar jovens, parcamente educados, que, em sua solidão, se mostram prontos a projetar um entusiasmo latente em qualquer causa excitante e violenta. E as promessas dos ideólogos pode arregimentar seguidores dentre os grupos sociais postos contra a parede, ainda que tais recrutas possam não entender quase nada das doutrinas dos ideólogos.”

(KIRK, Russell. A Política da Prudência.)

Muitas são as pessoas que se propõem a salvar o mundo, os pobres, a natureza e o trabalhador. Elas desejam algo pelo qual lutar e, consequentemente, dar sentido a sua vida.

Um dos pilares das ideologias é fornecer esse sentido aos indivíduos que a aderem. Para elas, o processo de redenção virá por meio dessas causas. Como o escritor Russell Kirk nos apresenta, “a ideologia nada mais é que uma religião invertida”. Enquanto a religião fala sobre a redenção vindoura, a ideologia fala sobre o aqui e o agora. O paraíso que seria celestial torna-se terreno.

Com essa base, diversos movimentos ideológicos surgiram com o discurso de “mudar o mundo” e de “combater o mal” — seja lá o que for que essas coisas de fato significam.

O mundo é uma estrutura complexa, com seres humanos organizados em sociedades ainda mais complexas, com problemas que não são de fácil solução. A poluição, a pobreza, a injustiça e opressão são graves problemas que nos assolam há tempos, mas não será fechando todas as fábricas, saqueando os cofres dos ricos que iremos resolver tais coisas.

Temos de ser extremamente cautelosos com movimentos que buscam mudar o mundo sem entendê-lo e, principalmente, esquivando-se de quaisquer responsabilidades com a atual situação. Uma típica coisa do jovem moderno é a pressa, o despreparo e a ânsia de se envolver em algo que irá causar impacto; e as ideologias da moda são um grande atrativo para isso. Eles são ávidos por mudanças, mesmo que as mudanças signifiquem destruição das bases sólidas das quais eles mesmos se utilizam.

Nessa esteira de movimentos revolucionários, um que tem ficado em voga nos últimos meses é um autodenominado ANTIFA (Antifascista).

O fascismo, assim como o nazismo e o comunismo, são uma das piores moléstias do século XX, que ainda — infelizmente — possuem muitos aderentes de suas estúpidas, ultrapassadas e putrefatas ideias.

Mas uma coisa que todo movimento revolucionário tem em comum é um projeto de mudança — para melhor, é claro. E ao se autodenominar o agente do bem desse processo, classificando seus opositores como agentes do mal, fica fácil saber contra quem se deve lutar. Assim foi com o surgimento do nazifascismo e do comunismo. Na Alemanha, os judeus eram os problemas, na Rússia, os burgueses, os kulaks e todo e qualquer opositor do regime. Então, Hitler, Mussolini, Lenin e seus seguidores, em suas mentes insanas e dominadas por impulsos ideológicos de transformação, fizeram todo o necessário para alcançar a mudança desejada, pois em suas mentes eles estavam do lado do bem no combate ao mal, lutando por um mundo melhor e mais justo.

O perigo de se autoproclamar um “agente do bem” nesse processo de mudança, com conhecimentos rasos sobre a natureza humana e do mundo, é que isso cega o seu julgamento moral. Com essa mentalidade de que estão a serviço do bem, tudo é válido na eliminação do que eles classificam como mal. Dos campos de extermínio poloneses aos gulags siberianos, tudo estava a serviço da justiça e da paz na suposta luta pelo bem.

A mentalidade ANTIFA segue pela mesma via. Se denominam agentes do bem na luta contra o mal do fascismo. Afinal, quem se oporia a essa luta? O fascismo é um grande mal que deve ser combatido.

Todo ANTIFA se manifesta em favor da democracia e das liberdades, mas na verdade pouco importa o que eles dizem ser em favor, mas sim o que eles são contra. Isso sim mostra seus reais intentos. Mesmo os maiores tiranos como Hitler e Stalin, faziam belos discursos em prol da liberdade do povo e de sua libertação das garras do opressor.

A dialética do negativo pertencente aos movimentos revolucionários importa mais do que suas afirmações, não são seus discursos sobre direitos humanos, sobre democracia e diversidade que mostram sua verdadeira face. Afinal, nenhum político corrupto durante sua campanha promete que irá roubar, mas sempre fazem uso do mesmo discurso vazio de investir em saúde e educação.

Se não são suas afirmações que importam, então o que? O que eles querem destruir?

Se para implementar a sua diversidade tiverem que promover a dissolução de todo o conceito moral relacionado ao cristianismo, assim o será. Se em nome da democracia grupos opositores tiverem de ser expurgados, o farão com gosto. Seus discursos são apenas atrativos que encobrem seus reais e perversos objetivos.

Um ANTIFA geralmente é um jovem desiludido, que se vê como agente do bem na luta contra todo tipo de mal. A sua luta contra o fascismo é uma luta pela vida, pelo mundo. Mas o fato é que, assim como Kirk afirma, não entendem nada sobre as doutrinas pelas quais lutam. Um ANTIFA de hoje possui basicamente as mesmas crenças de um fascista original, embora nunca tenha se dado conta disso.

ANTIFAS são anticapitalistas, em favor de um Estado grande e interventor. Odeiam os Estados Unidos, embora amem produtos americanos. Amam todo tipo de coletivismo, como sindicalismo e outras organizações de classe. Sem mencionar suas propostas de solução, todas de viés socialista/comunista. Eles apenas vão mais longe em algumas questões, principalmente morais.

Não podemos nos esquecer que o fascismo tem suas raízes no comunismo, tendo o próprio Mussolini sido um militante comunista antes de sua conversão aos ideais fascistas.

O que me espanta no mundo moderno é essa esquizofrenia intelectual. Querem lutar pela justiça, enquanto defendem o relativismo. Lutam por liberdade, enquanto defendem pautas totalitaristas. Acabam vítimas da própria confusão.

O ANTIFA, assim como outros movimentos revolucionários, luta por meras abstrações enquanto ignora o mundo real. Divinizam o proletário, mas desprezam suas crenças conservadoras, seu apego a família, a sua religião e a propriedade privada.

A única preocupação que esses movimentos deveriam ter é salvar o mundo do mal que eles mesmo fazem. Mas nem isso.

Como lutar pela justiça, sem entender o que isso significa? Como salvar o mundo enquanto nós ainda estamos perdidos? O problema do mundo não é o fascismo, nazismo ou comunismo, eles são apenas efeitos, e não causas da miséria do mundo. São vermes que brotam em madeira podre, sinais de um mundo apóstata, que há muito tempo abandonou sua fé em Deus. Trocaram a redenção cristã pelo messianismo das causas político-sociais. Querem seu paraíso, não o celeste, mas o terreno.

O problema do mundo é o pecado, é o mal que corrompe nossos pensamentos, nossas ações, e nos transforma em inimigos de Deus.

A redenção do mundo passa pela redenção do homem, não através de ideias e abstrações, mas através de Jesus Cristo.

Esse mundo caído não é perfeito e nunca será, já que nosso paraíso não é aqui. Todo reinado nessa terra teve seu ápice e seu fim, mas há de vir Aquele, que reinará eternamente, Jesus Cristo, o Rei dos Reis.

 
 
 

De 8 de julho a 10 de setembro

ROMA, segunda-feira, 17 de julho de 2006 (ZENIT.org).- Após um delicado trabalho de restauração, o afresco anônimo do século XVII «A samaritana no poço» é exposto pela primeira vez ao público de 8 de julho a 10 de setembro, no Museu Palazzo Braschi de Roma (Itália).

A obra corresponde à segunda metade do século XVII, entre 1654 e 1661.

Sua origem está no refeitório do Mosteiro de Santa Eufêmia, na igreja de Santo Urbano, um mosteiro destruído durante os trabalhos de escavação dos Foros Imperiais na época do fascismo.

O afresco representa o encontro entre Jesus e a Samaritana no poço de Sicar, narrado no Evangelho de João.

Foi separado da parede na qual estava colocado antes que a igreja fosse derrubada.

Desde 1993, o afresco se conserva no Museu de Roma — Palazzo Braschi.

«A violenta retirada que a obra sofreu comprometeu seriamente seu estado de conservação, mas hoje a obra que reproduz o encontro entre Jesus e a mulher samaritana, a quem Ele reconduziu a um estilo de vida mais sóbrio, voltou a seu aspecto original», expressou Isabella Colucci, da Sala de Restauração, Exposições e Empréstimos de Roma, durante a coletiva de imprensa de apresentação.

Por sua parte, Carla Tomasi, autora da restauração, ilustrou as condições do fragmento: «Quase 20% da superfície pictórica se havia perdido»; «a qualidade material era boa, apesar do dramático trato que sofreu na retirada em 1933».

«É uma obra belíssima, restituída ao público depois de um trabalho atento» — declarou Gianni Borgna, assessor das Políticas Culturais da Prefeitura de Roma, na apresentação aos jornalistas –, «realizado com competência, paixão, generosidade e sensibilidade, graças também à Fundação Droghetti e à sua importante ajuda à Prefeitura».

A iniciativa de restauração foi promovida pela Assessoria de Políticas Culturais e pela Superintendência de Bens Culturais municipal.

 
 
 

Será mais bem compreendida a relação com o comunismo, o nazismo e o fascismo

CIDADE DO VATICANO, domingo, 2 de julho de 2006 (ZENIT.org).- Bento XVI deu indicações para que se abra toda a documentação que os arquivos vaticanos contêm, inclusive o Arquivo Secreto, sobre o pontificado de Pio XI, que envolve o complicado período que vai desde 6 de fevereiro de 1922 a 10 de fevereiro de 1939.

Graças a esta decisão, anunciada pela Santa Sé em 30 de junho, os pesquisadores poderão consultar todas as fontes documentais relativas a esse período, «conservadas nas diversas séries dos arquivos da Santa Sé e principalmente no Arquivo Secreto Vaticano e no Arquivo da Segunda Seção da Secretaria de Estado (antigamente Congregação dos Assuntos Eclesiásticos Extraordinários)».

O anúncio foi feito através de um comunicado assinado pelos padres Marcel Chappin, S.I., e Sergio Pagano, B., respectivamente responsável do Arquivo Histórico da Secretaria de Estado e prefeito do Arquivo Secreto Vaticano.

Os pesquisadores credenciados poderão consultar toda a documentação no Arquivo Secreto Vaticano, segundo declara o anúncio.

Trata-se de um anúncio sumamente esperado, já desejado por João Paulo II, pois o pontificado de Pio XI foi testemunha de alguns dos fatos mais dramáticos do século XX, caracterizados pelos totalitarismos: comunismo, nazismo e fascismo.

Os arquivos permitirão compreender melhor a atitude do Papa ante estes totalitarismos, que levou à publicação de alguns de seus mais importantes documentos.

–Será aclarada a relação entre a Igreja e o fascismo de Benito Mussolini na Itália. Na encíclica «Non abbiamo bisogno» (29 de junho de 1931), Pio XI qualificou o fascismo de «doutrina totalitária», «autêntica ?estatolatria?» (culto ao Estado).

–Será analisada a relação entre a Igreja e a subida ao poder do nazismo na Alemanha. Em 14 de março de 1937, o Papa que havia afirmado: «todos somos semitas», publicou a encíclica «Mit Brennender Sorge» contra o nazismo, e em particular contra sua exaltação da raça.

–Será ilustrada mais em detalhe a relação da Igreja com o comunismo, «intrinsecamente perverso», como afirmou na encíclica «Divini Redemptoris» (19 de março de 1937).

–A relação da Igreja com a perseguição religiosa mexicana é outro dos dossiês desses anos. O Papa exaltou a fidelidade dos católicos mexicanos na carta «Firmissiamam constantiam» (28 de março de 1937).

–Os arquivos mostrarão também os novos documentos da relação da Santa Sé com a Espanha antes e durante a guerra civil espanhola, e a chegada ao poder do general Francisco Franco.

 
 
 
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