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Cidade do Vaticano (RV) – O cristão deve vencer a tentação de se envolver na vida dos outros: foi o que disse o Papa Francisco na missa celebrada esta manhã na capela da Casa Santa Marta, na presença de líderes do Caminho Neocatecumenal e de Comunhão e Libertação.

Francisco destacou que fofocas e invejas fazem muito mal à comunidade cristã e que não se pode “dizer somente a metade que nos convém”.

“Que te importa?”: o Papa desenvolveu a sua homilia partindo desta pergunta feita por Jesus a Pedro, que tinha se envolvido na vida de outra pessoa, na vida do discípulo João. Primeiramente, o que perturba é comparação, compararmo-nos com os outros. Com isso, “acabamos na inveja, e a inveja enferruja a comunidade cristã” – disse o Pontífice. Em segundo lugar, o que prejudica são as fofocas:

“Quantas fofocas na Igreja! Quanto falamos, nós os cristãos! A fofoca é fazer-nos mal, ferir um ao outro… É como querer diminuir o outro: ao invés de crescer, faço com que o outro fique menor e eu me sinto maior. Isso não é bom. São como as balas de mel. Depois de muitas, vem a dor de barriga. A fofoca é assim. É doce no início e depois destrói, destrói a alma. As fofocas são destrutivas na Igreja!”

Ao falar mal dos outros, fazemos três coisas: a desinformação, a difamação e a calúnia. “Todas as três são pecado”, disse o Papa. E o próprio Jesus nos indica o caminho, ao dizer a Pedro: O que te importa? Segue-me:

“‘É bela esta palavra de Jesus, tão clara, tão amorosa para nós. A salvação está em seguir Jesus. Peçamos hoje ao Senhor que nos dê esta graça de não nos envolver na vida dos outros e de seguir Jesus e o seu caminho”.

(BF)

 
 
 

VATICANO, 16 Mai. 13 / 02:29 pm (ACI/EWTN Noticias).- O Papa Francisco assinalou nesta manhã que a Igreja precisa de cristãos com fervor apostólico e não cristãos de salão que não o vivem, a exemplo de São Paulo que anunciou o Evangelho sempre com coragem.

Na Missa, que concelebrou com o Cardeal Peter Turkson e Dom Mario Tusso, presidente e secretário do Pontifício Conselho Justiça e Paz, o Papa recordou que a vida de São Paulo foi “uma batalha campal” e uma “vida com muitas provações” ante as que não se desalenta “porque sempre vê o Senhor ao final pelo que não deixa de ir adiante”.

“Paulo incomodava: com sua pregação, com seu trabalho e com o seu comportamento, porque anunciava Jesus Cristo ante nossas comodidades, tantas vezes ante nossas estruturas cômodas, também cristãs. O Senhor quer que nós sigamos adiante, que não nos refugiemos numa vida tranquila, em estruturas caducas”.

Depois de assinalar que São Paulo era um homem ardoroso e de grande fervor apostólico, o Papa explicou que este zelo “é algo que vem de dentro, que o mesmo Senhor quer de nós (…) E de onde vem? Vem do conhecimento de Jesus Cristo. Paulo encontrou-se com Jesus, mas não em um conhecimento intelectual ou científico – isso é importante porque nos ajuda – mas encontrou-se com esse conhecimento do coração, do conhecimento pessoal”.

O Papa disse logo que “Paulo esteve sempre em problemas, mas não em problemas pelos problemas, mas sim por Jesus” porque anunciá-lo “tem estas consequências”. O fervor apostólico se compreende sozinho “em uma atmosfera de amor”. Este zelo “tem um pouco de loucura, uma loucura espiritual, uma loucura sadia” que São Paulo também tinha.

“Existem também os cristãos de salão, né? Aqueles educados, que fazem tudo bem, mas que não sabem fazer filhos da Igreja com o anúncio e com o ardor apostólico. Hoje peçamos ao Espírito Santo que nos dê este fervor apostólico a todos nós e que nos dê a graça de incomodar as coisas que estão muito tranquilas na Igreja, a graça de avançar para as periferias existenciais. A Igreja precisa muito disto!”

“Não só em terras longínquas, nas Igrejas jovens, nos povos que ainda não conhecem Jesus Cristo, mas também aqui nas cidades (…) Adiante, como diz o Senhor a Paulo ‘Coragem!’”.

 
 
 

Habemus papam”! Coube ao protodiácono, o cardeal francês Jean-Louis Tauran, fazer o anúncio oficial. Foi eleito Jorge Mario Bergoglio, de 76 anos, arcebispo emérito de Buenos Aires, que será desiganado Francisco I. Às 19.14 horas da varanda da Basílica de S. Pedro foi anunciada oficialmente a eleição do sucessor de Bento XVI. Habemus papam”! Coube ao protodiácono, o cardeal francês Jean-Louis Tauran, fazer o anúncio oficial. Foi eleito Jorge Mario Bergoglio, de 76 anos, arcebispo emérito de Buenos Aires, que será desiganado Francisco I. Às 19.14 horas da varanda da Basílica de S. Pedro foi anunciada oficialmente a eleição do sucessor de Bento XVI.

O argentino Jorge Mario Bergoglio, arcebispo emérito de Buenos Aires, Argentina, é um sacerdote de origem jesuíta. As suas primeiras palavras na varanda da basílica de S. Pedro simples: “Os cardeais foram buscar-me ao fim do mundo”. De seguida dirigiu palavras de saudação a Bento XVI.

Antes da benção “urbi et orbi”, Francisco I pediu um período de silêncio, “um favor”, para que o povo pedisse que o Senhor o abençoasse e dirigiu um apelo à fraternidade no seio da Igreja.

A fumaça branca saiu da chaminé da Capela Sistina à 19.07 horas (hora de Portugal continental) assinalando a eleição de um novo papa pelos 115 cardeais eleitores para suceder a Bento XVI.

Para conhecer o nome do novo Papa foi necessário esperar que o novo líder da Igreja Católica aceitasse a nomeação e escolhesse um nome antes que o protodiácono, o cardeal francês Jean-Louis Tauran, se apresentasse para o anúncio oficial (“habemus papam”). Só então o novo Papa se apresenta na varanda da Basílica de S. Pedro.

O sinal de fumaça branca foi aclamado após alguns instantes de hesitação pela multidão que enche a Praça de S. Pedro, no Vaticano, já que inicialmente a fumaça não era suficientemente branca.

 
 
 
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