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Erasto, procurador de Corinto.

Erasto é mencionado em três ocasiões, na Bíblia: “E, enviando à Macedônia dois daqueles que o serviam, Timóteo e Erasto, ficou ele por algum tempo na Ásia” – Atos 16.21-22. “Erasto ficou em Corinto, e deixei Trófimo doente em Mileto” Timóteo 4.20. “Saúda-vos Gaio, meu hospedeiro, e de toda a igreja. Saúda-vos Erasto, administrador da cidade, e também o irmão Quarto” – Romanos 16.23. [Paulo escreveu a cartas aos Romanos enquanto estava em Corinto.]


Em 1929, entre as ruínas escavadas da Corinto antiga foi descoberta uma inscrição em um bloco de mármore usado para calçamento de uma praça, contendo uma inscrição em latim que declara ser ele [Erasto] o encarregado de obra pública. Está escrito “ERASTVS. PRO. AED. SP STRAVIT”, uma abreviatura de “Erasto PRO AEDILITATE SUA pecunia STRAVIT”. Traduzido: “Erasto, comissário de obras públicas, custeou as despesas dessa pavimentação”. A pedra, doada por Erasto, possivelmente foi assentada com muitas outras nos anos da década de 50 do primeiro século. Erasto teria doado fundos para projetos como a construção de prédios e ruas públicas. O termo grego usado por Paulo para administrador (oikonomos), é o termo apropriado para descrever o “aedile”, ou magistrado supervisor de obras públicas.[1] Vemos que Paulo descreve corretamente a função que Erasto possuía em Corinto, fato que foi comprovado pela arqueologia, demonstrando a confiabilidade histórica do relato do apóstolo. E essa é mais uma, dentre as várias evidências de como a Bíblia, muito mais do que qualquer livro religioso do mundo, é sustentada também pelas evidências históricas e arqueológicas.

[1] John McRay, ‘Archaeological Evidence for the New Testament’ in John Ashton & Michael Westacott

Ramon Serrano

 
 
 

Os fatos mínimos da ressurreição de Cristo – Uma defesa apologética

Apresentar evidências para a nossa fé (1 Pedro 3:15) constitui um componente importante para o evangelismo. Às vezes, dada a nossa cultura secular, temos que fornecer provas e argumentos para demonstrar que nossa fé é credível e digna de discussão. Aqui devemos nos concentrar na hipótese da ressurreição, a saber, que Deus ressuscitou Jesus dentre os mortos.

Evidências históricas e abordagem dos fatos mínimos.Quando os historiadores desejam aprender sobre Jesus, eles recorrem ao Novo Testamento. Isto, explica Bart Ehrman, “não é por razões religiosas ou teológicas … É por razões históricas, pura e simples” (Ehrman, 2000: 229). Quando olhamos para essa evidência, não assumimos que seja a palavra inspirada de Deus, mas simplesmente os abordamos como documentos históricos.

O consenso acadêmico afirma quatro fatos sobre Jesus que precisamos rever. O exegeta Gary Habermas analisou mais de 3000 artigos acadêmicos e, assim, encontrou vários fatos que “são tão fortemente atestados historicamente que são concedidos por quase todos os estudiosos … mesmo os mais céticos” (Habermas & Licona, 2004: 44). Estes fatos são conhecidos como os Fatos Mínimos. São eles:• A crucificação de Jesus. • O enterro de Jesus. • Tumba vazia de Jesus. • Aparições post-mortem de Jesus.Sobre o Fato (1), explica o professor James Dunn, “é um consentimento quase universal” (Dunn, 2003: 339), enquanto, de acordo com o professor ateu Ludemann, a “crucificação é indiscutível” (Ludemann, 2004: 50). Mesmo teólogos extremamente liberais como Dominic Crossan afirmam: “ Que ele foi crucificado é tão certo quanto qualquer coisa histórica pode ser.” É comprovado em ao menos de 11 fontes históricas independentes. Quanto mais fontes temos sobre um evento histórico, mais provável é que tenha ocorrido. “Os historiadores geralmente ficam bastante felizes em ter duas fontes independentes para tais eventos” (Craig, 2009), imagina diversas delas?

O fato (2) diz respeito ao enterro de Jesus, que é comprovado em fontes muito antigas (um credo em 1 Cor. 15 e a narrativa de Pre-Marcos). Além disso, é independente atestada em Mateus e Lucas, Atos e João. John Robi

nson explica que o enterro é um dos “fatos mais antigos e melhor atestados sobre Jesus” (Robinson, 1973: 131).

O fato (3) diz respeito ao túmulo vazio. Ao contrário desses outros fatos que comandam o consenso universal acadêmico (1, 2 e 4), o túmulo vazio é afirmado por 75% dos historiadores. No entanto, o sepultamento é atestado de forma independente em um credo pré-paulino (1 Cor. 15: 1-11), a Narrativa da Paixão em pre-Marcos e nos sinópticos (Marcos, Mateus, Lucas) e João. Habermas explica que “pelo menos três, se não quatro, dessas fontes evangélicas” atestam o túmulo vazio, por isso, porque é “levado tão a sério pelos estudiosos críticos contemporâneos” (Habermas, 2005). Além disso, nós temos a atestação do inimigo de que o túmulo estava de fato vazio. Em outras palavras, o que os judeus estavam dizendo? Que os discípulos roubaram o corpo. Isso não é somente reportado no evangelho de Mateus, mas os escritores Tertuliano e Justino Mártir também relatam isso como sendo uma acusação frequente por parte da comunidade judaica.

Quanto ao fato (4), o consenso sustenta que Tiago, Paulo e os discípulos tiveram experiências da ressurreição de Jesus. O historiador James Crossley diz que essas aparências da ressurreição são “as mais fortes, e melhores evidências que temos” (Crossley, 2015). Nove fontes independentes atestam a aparição da ressurreição de Jesus para Paulo, Tiago e seus discípulos. Somente um evento desse porte poderia também explicar a mudança repentina de vida dos apóstolos. Tiago não cria em Jesus, de acaba virando bispo da igreja em Jerusalém. Pedro e os outros tinham fugido, e após ver Cristo ressurrecto, mudam completamente e passam a correr risco de vida para propagar essa mensagem. Paulo era um perseguidor da Igreja, e teve a vida transformada.A Hipótese da Ressurreição.Então, o que melhor explica os Fatos Mínimos (3) e (4)? Tradicionalmente, os críticos propuseram hipóteses, mas das quais são insuficientes. A hipótese de Swoon diz que Jesus nunca morreu, mas apenas desmaiou. Isso, no entanto, não explica o fato (4), como uma pessoa gravemente ferida, Jesus jamais convenceria os primeiros discípulos de sua ressurreição corporal. A hipótese da alucinação, a saber, que os discípulos alucinavam o Jesus ressuscitado, não explicam o fato (3), o túmulo vazio. Alternativamente, a hipótese de ressurreição explica adequadamente os fatos (3) e (4), e, portanto, é mais abrangente no escopo explicativo com sólida base histórica.

Por fim, devemos considerar a probabilidade. Agora, considerando os fatos mínimos, é altamente improvável que tenhamos fatos (3) e (4) se Jesus nunca tivesse ressuscitado dos mortos. Em outras palavras, dados os fatos (3) e (4) é mais provável que Jesus ressuscitou do que ele não ressuscitou, o que certa

mente dá credibilidade à hipótese da ressurreição.

Conclusão:Mesmo numa análise superficial dos fatos históricos, podemos ver que as evidências apontam para a verdade da ressurreição. Numa análise fria dos dados, é muito mais coerente e provável crer que Jesus de fato ressuscitou corporalmente dos mortos, do que jogar fora toda a evidência histórica. As pessoas geralmente partem de pressuposições e preconceitos ao negar a ressurreição, e não se preocupam com o que dizem as evidências.

Sem a ressurreição o cristianismo nunca teria sobrevivido, até mesmo o apóstolo Paulo diz: “Se Cristo não ressuscitou, em vã é a vossa fé.” Mas temos a fé, a história, a análise crítica e as evidências ao nosso favor.Traduzido e adaptado de Jamesbishopblog.com[ O CAMINHO ]

 
 
 

Maior joia da literatura cristã primitiva, a Carta a Diogneto nos conta como viviam os primeiros cristãos

Durante muitos e longos séculos, um elegante manuscrito composto em grego permaneceu ignorado no mais abissal dos silêncios. O texto, de origens até hoje misteriosas, só foi encontrado, e por acaso, no longínquo ano de 1436, em Constantinopla, junto com vários outros manuscritos endereçados a um certo “Diogneto”.

Se não há certeza sobre o seu autor, sabe-se que o destinatário do escrito era um pagão culto, interessado em saber mais sobre ocristianismo, aquela nova religião que se espalhava com força e vigor pelo Império Romano e que chamava a atenção do mundo pela coragem com que os seus seguidores enfrentavam os suplícios de uma vida de perseguições e pelo amor intenso com que amavam a Deus e uns aos outros.

O documento que passou para a posteridade como “a Carta a Diogneto” descreve quem eram e como viviam os cristãos dos primeiros séculos. Trata-se, para grande parte dos estudiosos, da “joia mais preciosa da literatura cristã primitiva”.

Confira a seguir os seus parágrafos V e VI, que compõem o trecho mais célebre deste tesouro da história cristã:

“Os cristãos não se distinguem dos outros homens nem por sua terra, nem por sua língua, nem por seus costumes. Eles não moram em cidades separadas, nem falam línguas estranhas, nem têm qualquer modo especial de viver. Sua doutrina não foi inventada por eles, nem se deve ao talento e à especulação de homens curiosos; eles não professam, como outros, nenhum ensinamento humano. Pelo contrário: mesmo vivendo em cidades gregas e bárbaras, conforme a sorte de cada um, e adaptando-se aos costumes de cada lugar quanto à roupa, ao alimento e a todo o resto, eles testemunham um modo de vida admirável e, sem dúvida, paradoxal.

Vivem na sua pátria, mas como se fossem forasteiros; participam de tudo como cristãos, e suportam tudo como estrangeiros. Toda pátria estrangeira é sua pátria, e cada pátria é para eles estrangeira. Casam-se como todos e geram filhos, mas não abandonam os recém-nascidos. Compartilham a mesa, mas não o leito; vivem na carne, mas não vivem segundo a carne; moram na terra, mas têm a sua cidadania no céu; obedecem às leis estabelecidas, mas, com a sua vida, superam todas as leis; amam a todos e são perseguidos por todos; são desconhecidos e, ainda assim, condenados; são assassinados, e, deste modo, recebem a vida; são pobres, mas enriquecem a muitos; carecem de tudo, mas têm abundância de tudo; são desprezados e, no desprezo, recebem a glória; são amaldiçoados, mas, depois, proclamados justos; são injuriados e, no entanto, bendizem; são maltratados e, apesar disso, prestam tributo; fazem o bem e são punidos como malfeitores; são condenados, mas se alegram como se recebessem a vida. Os judeus os combatem como estrangeiros; os gregos os perseguem; e quem os odeia não sabe dizer o motivo desse ódio.

Assim como a alma está no corpo, assim os cristãos estão no mundo. A alma está espalhada por todas as partes do corpo; os cristãos, por todas as partes do mundo. A alma habita no corpo, mas não procede do corpo; os cristãos habitam no mundo, mas não pertencem ao mundo. A alma invisível está contida num corpo visível; os cristãos são visíveis no mundo, mas a sua religião é invisível. A carne odeia e combate a alma, mesmo não tendo recebido dela nenhuma ofensa, porque a alma a impede de gozar dos prazeres mundanos; embora não tenha recebido injustiça por parte dos cristãos, o mundo os odeia, porque eles se opõem aos seus prazeres desordenados. A alma ama a carne e os membros que a odeiam; os cristãos também amam aqueles que os odeiam. A alma está contida no corpo, mas é ela que sustenta o corpo; os cristãos estão no mundo, como numa prisão, mas são eles que sustentam o mundo. A alma imortal habita em uma tenda mortal; os cristãos também habitam, como estrangeiros, em moradas que se corrompem, esperando a incorruptibilidade nos céus. Maltratada no comer e no beber, a alma se aprimora; também os cristãos, maltratados, se multiplicam mais a cada dia. Esta é a posição que Deus lhes determinou; e a eles não é lícito rejeitá-la”.





Fonte: ALETEIA

 
 
 
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