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VATICANO, 14 Jul. 06 (ACI) .- A Santa Sé condenou hoje tanto os ataques terroristas como as represálias militares que desde a quarta-feira passada têm como cenário o Oriente Médio, especialmente o ataque ao Líbano por parte do exército israelense que cobrou vítimas entre a população civil, e reiterou que a “única via digna de nossa civilização é a do diálogo sincero”.

Em declarações oferecidas à Rádio Vaticano, o Secretário de Estado, Cardeal Angelo Sodano, indicou que “as notícias que nos chegam do Oriente Médio são realmente preocupantes”, referindo-se à escalada bélica iniciada nesta quarta-feira depois que Hizbulá seqüestrou dois soldados israelenses na fronteira.

Segundo o Cardeal, o Papa Bento XVI e seus colaboradores “acompanham com particular atenção os últimos episódios dramáticos que correm o perigo de degenerar em um conflito com repercussões internacionais”.

“A Santa Sé, como fez no passado, condena também tanto os ataques terroristas de uns como as represálias militares de outros. O direito à defesa por parte de um Estado não exime do respeito das normas do direito internacional, sobretudo pelo que concerne à proteção das populações civis”, assinalou o Cardeal.

“Em concreto”, continuou o Cardeal, “a Santa Sé lamenta agora o ataque ao Líbano, uma nação livre e soberana, e assegura sua proximidade àqueles povos, que já sofreram tanto pela defesa da própria independência”.

Os ataques israelenses contra diversos alvos na cidade de Beirut deixaram até agora um saldo de 55 mortos e mais de uma centena de feridos. Por sua vez, o Hizbulá libanês lançou como represália dezenas de mísseis sobre alvos civis e postos militares do norte do Israel causando dois mortos e 30 feridos.

Por último, o Cardeal Sodano destacou a evidência de que “a única via digna de nossa civilização é a do diálogo sincero entre as partes em causa.

 
 
 

Ao receber as cartas credenciais do novo núncio apostólico

JERUSALÉM, terça-feira, 27 de junho de 2006 (ZENIT.org).- O presidente de Israel, Moshe Katzav, nessa segunda-feira, voltou a convidar Bento XVI a visitar seu país, ao receber em Jerusalém as cartas credenciais do novo núncio apostólico em Israel e Chipre, e delegado apostólico em Jerusalém e Palestina, o arcebispo Antonio Franco.

O prelado substituiu o arcebispo Pietro Sambi, nomeado pelo Papa como núncio apostólico em Washington.

«No colóquio, o presidente recordou o encontro com o Santo Padre, que manteve no Vaticano no ano passado em novembro, e o convite que lhe apresentou a vir a Jerusalém, desejando que possa realizar-se», revelou Dom Franco em declarações à «Rádio Vaticano».

Segundo o representante papal em Jerusalém, Katzav «falou depois das relações entre a Santa Sé e Israel, que se encontram em um bom nível. Disse que se estão realizando esforços e compromissos de colaboração».

«Desejou um maior conhecimento e valorização da Declaração do Concílio Vaticano II ?Nostra Aetate?», que marcou um giro decisivo nas relações entre católicos e judeus.

O presidente israelense também mencionou as dificuldades «surgidas com a eleição do governo de Hamas: temos uma situação de emergência».

Neste domingo, um soldado israelense foi feito prisioneiro, e o presidente perguntou no colóquio se «existia a possibilidade de fazer um chamado para a libertação desse militar».

Dom Franco, segundo ele mesmo revela, disse-lhe que «estamos seguindo a situação e que nos mobilizaremos por razões humanitárias».

Pelo que se refere às esperanças de diálogo entre israelenses e palestinos para alcançar a paz, o arcebispo considera que «são muito frágeis, muito, muito pobres».

«Desejo verdadeiramente que este soldado possa ser libertado, pois do contrário poderão estourar essas chamas de repressão e ninguém é capaz de prever o que poderá acontecer», afirma o núncio.

Ao mesmo tempo, Dom Franco recorda que a Santa Sé lançou um chamado à comunidade internacional para que ajude a população palestina, que atravessa graves dificuldades. «Esperemos que se dê uma resposta!».

Pelo que se refere às comunidades cristãs na Terra Santa, o núncio reconhece que «sofrem»: «certamente pagam as conseqüências amargas da situação, mas constituem um fator de moderação, pois a posição dos católicos sempre é a de favorecer a busca da paz através do diálogo, através da mediação».

O delegado pontifício confirma também o êxodo de cristãos da Terra Santa, mas recorda que se trata de um fenômeno devido a «muitos motivos» que «dura desde há muito tempo».

Para que as relações entre Israel e a Santa Sé possam ser definidas como «completamente satisfatórias», o arcebispo revela que «estão sendo elaboradas novas convenções», que buscam aplicar o «fundamental agreement» que permitiu o estabelecimento das relações diplomáticas.

«O presidente desejou que os trabalhos possam acelerar-se para melhorar também alguns aspectos que têm repercussões sobre a Igreja local, sobre os cristãos que vivem aqui. Nós estamos esperando as próximas reuniões», conclui o núncio.

 
 
 
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