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Através da publicidade e de respostas a perguntas de fé

Por Nieves San Martín

PHOENIX, terça-feira, 29 de abril de 2008 (ZENIT.org).- Cerca de três mil católicos voltaram à Igreja Católica na diocese americana de Phoenix, graças ao trabalho do site www.CatholicsComeHome.org, que explica de maneira atrativa e simples, e através de uma série de propagandas e de respostas, a graça de pertencer à Igreja fundada por Cristo. O site tem uma versão em espanhol: www.CatolicosRegresen.org.

«Católicos, Regressem a Casa – explica o site –, é um ministério dirigido a todos os que deixaram a Igreja Católica, por qualquer motivo. Seja por ressentimento, irritação, divórcio, isolamento, apatia, rebelião ou falta de entendimento da fé, regressar a casa nunca foi mais fácil.»

«Nossa meta é proporcionar uma variedade de recursos que ajudarão a entender mais claramente a Igreja Católica e seus ensinamentos», informa o site em sua página inicial.

«Em Católicos, Regressem – acrescenta –, nós lhes prometemos que honestamente sempre diremos a verdade, sem ocultar nada. Não fugiremos de temas difíceis, nem hesitaremos em assinalar as muitas maravilhas e os aspectos milagrosos da Igreja Católica.»

«Também – explica o site – sinceramente rezamos para que vocês não deixem de examinar a Bíblia cuidadosamente e seus fatos históricos e que considerem sinceramente que o catolicismo é muito mais do que conheceram.»

Em uma entrevista concedida a CatholicNewsAgency, o presidente e fundador de Catholics Come Home, Inc., Tom Peterson, explicou que as informações permitem às pessoas que encontrem respostas às perguntas sobre alguns ensinamentos da Igreja e também as colocam em contato com sua paróquia local «para voltar para casa, para a Igreja Católica».

Peterson explica que a diocese de Phoenix o contratou para que fizesse uma campanha, lançada no mês passado, de propagandas que já foram transmitidas em grandes redes como Fox News, ESPN, Lifetime, entre outras, para conseguir que mais católicos voltassem à Igreja.

Após a campanha, explica Peterson, mais de «31.000 visitantes entraram no site de Phoenix» para apresentar «perguntas, inquietudes, para averiguar horários de missas, ler sobre assuntos relacionados com o matrimônio ou para pedir o livro de Matthew Kelly, ‘Redescobrindo o catolicismo’».

Os informes publicitários foram produzidas também por CatholicsComeHome.org. A primeira delas, «Épico», mostra uma breve resenha da história, espiritualidade e beleza da Igreja Católica que «Jesus iniciou há dois mil anos».

Peterson comenta que «muitas pessoas não conhecem a história da Igreja. Não sabem que Pedro foi o primeiro Papa. Não têm idéia das grandes conquistas que a Igreja fez ao longo dos séculos».

Com o segundo informe publicitário, «Filme», «muitas pessoas chegam inclusive a chorar. Este vídeo mostra a misericórdia de Deus, sem importar o que tenhamos feito, podemos aceitar a misericórdia de Jesus, que nos ajudará a criar o final perfeito para cada uma de nossas vidas».

«O site proporciona respostas a perguntas sobre os ensinamentos da Igreja; e explica por que uma fé sólida é importante no mundo de hoje, que anda ocupado em meio à confusão. Também oferece um olhar geral à fé, com recursos adicionais, assim como um localizador de paróquias», informa Peterson.

A meta da organização é lançar os informes publicitários em todo o mundo quando forem aperfeiçoados.

 
 
 

Roma, 18 Abr. 08 / 07:00 pm (

ACI).- A missiva, publicada no fim de semana pelo L’Osservatore Romano, foi escrita em ocasião da Jornada Mundial pela Santificação dos sacerdotes, que se celebra em 30 de maio, Solenidade do Sagrado Coração do Jesus.

Depois de destacar a “prioridade da oração em relação à ação, enquanto que da primeira depende a incessante atividade”, o Cardeal Hummes explica que “da relação pessoal de cada um com o Senhor Jesus depende enormemente a missão da Igreja“.

“A missão, então, deve ser nutrida pela oração. ‘Chegou o momento de reafirmar a importância da oração frente ao activismo e ao secularismo‘ (Bento XVI, Deus caritas est, n° 37). Não nos estanquemos de procurar a sua misericórdia, de deixá-lo olhar e curar as feridas dolorosas de nosso pecado e assombremo-nos frente ao milagre, sempre novo, de nossa humanidade redimida”, prossegue o Cardeal.

Logo de encorajar que os sacerdotes sejam “peritos da misericórdia de Deus em nós, para que assim sejamos instrumentos no abraço, de modo sempre renovado, da humanidade ferida”, o Cardeal sublinhou que “somos, enfim, presbíteros graças ao ato mais alto da misericórdia de Deus e à contemplação de sua predileção: o sacramento da Ordem”.

Seguidamente, assinalou que “a dimensão mais autêntica de nosso sacerdócio é a mendicidade, a oração simples e contínua, que se aprende na oração silenciosa que sempre caracterizou a vida dos santos e é solicitada insistentemente”.

O Prefeito da Congregação para o Clero remarcou que “a única medida adequada, frente a nossa Santa vocação, é a radicalidade. Esta total dedicação, na consciência de nossa infidelidade, pode aparecer somente como uma renovada decisão em oração que, logo, Cristo realiza dia a dia”.

Depois de reconhecer que “o mesmo dom do celibato sacerdotal surge do acolher e viver nesta dimensão de radicalidade e plena configuração a Cristo”, o Cardeal Hummes advertiu energicamente que “qualquer outra posição, em relação à realidade da relação com Ele, corre o risco de converter-se em ideologia”.

“Sejamos fiéis, queridíssimos irmãos, à celebração cotidiana da Santíssima Eucaristia, não para cumprir um esforço pastoral ou um ensino da comunidade confiada a nós, mas sim pela absoluta necessidade pessoal que advertimos em nós, como a respiração, como a luz para nossa vida, como a única razão adequada para uma existência sacerdotal adequada”, alentou.

Ao colocar de relevo a necessidade dos sacerdotes da adoração eucarística cotidiana, o Prefeito assegurou que “como o fato de ser missionária é intrínseco à natureza mesma da Igreja, do mesmo modo a nossa missão está inscrita na identidade sacerdotal, e assim a urgência missionária é uma questão de consciência de nós mesmos”.

“Fundamente imprescindível da inteira vida sacerdotal é a Santa Mãe de Deus. A relação com ela não pode se resolver em uma piedosa prática devocional, mas sim está nutrida pelo contínua entrega, entre os braços da sempre Virgem, de toda a nossa vida, de nosso ministério em sua totalidade”, disse.

“Confiamo-nos à intercessão da Virgem Santa Reina dos Apóstolos, Mãe muito doce, olhamos com ela a Cristo, na contínua tensão de ser totalmente, radicalmente seus. Esta é nossa identidade!”, continuou.

“O Senhor nos guie e proteja a todos e cada um, de maneira especial aos doentes e o que sofrem, na constante oferenda de nossa vida por amor”, finalizou o Cardeal.

 
 
 

CASTEL GANDOLFO, domingo, 16 de setembro de 2007 (ZENIT.org).- O perdão de Deus restitui ao homem sua dignidade plena, afirmou Bento XVI neste domingo, por ocasião da oração mariana do Ângelus, recitada no Palácio Apostólico de Castel Gandolfo, onde está transcorrendo esses últimos dias do verão boreal.

A liturgia de hoje propõe o capítulo 15 do Evangelho de Lucas, «uma das páginas mais profundas e comoventes de toda Sagrada Escritura».

São propostas, recordou o Papa, três parábolas sobre a misericórdia divina: as duas mais breves – em comum com os Evangelhos de Mateus e Marcos – são aquelas da ovelha desgarrada e da moeda perdida; a terceira, «longa, articulada» e trazida só por Lucas, é a famosa parábola do Pai misericordioso, conhecida habitualmente como a do «filho pródigo».

«Nesta página evangélica – recordou o Pontífice – parece quase se sentir a voz de Jesus, que nos revela o rosto de seu Pai e nosso Pai.»

É por isso, explicou, que Cristo veio ao mundo: «para falar-nos do Pai; para dá-lo a conhecer a nós, filhos desgarrados, e ressuscitar em nossos corações a alegria de pertencer-lhe, a esperança de ser perdoados e restituídos à nossa plena dignidade, o desejo de habitar para sempre em sua casa, que é também nossa casa».

«Deus não quer que se perca nenhum de seus filhos e transborda de alegria quando um pecador se converte», observou Bento XVI.

«A verdadeira religião consiste agora em entrar em sintonia com esse Coração ‘rico de misericórdia’, que nos pede para amar todos, também os distantes e os inimigos, imitando o Pai celeste que respeita a liberdade de todos e atrai todos a si com a força invencível de sua fidelidade.»

É este, prosseguiu o Bispo de Roma, «o caminho que Jesus mostra aos que querem ser seus discípulos»: «Não julgueis… Não condeneis… Perdoai e vos será perdoado; dai e vos será dado… Sede misericordiosos como vosso Pai é misericordioso» (Lc 6, 36-38).

Nestas palavras, «encontramos indicações muito concretas para o nosso comportamento diário de crentes».

Segundo o Papa, em nossa época «a humanidade necessita que a misericórdia de Deus seja proclamada e testemunhada com vigor».

«Quem intuiu esta urgência pastoral, de modo profético», foi João Paulo II, «grande apóstolo da divina Misericórdia», e por isso foi, durante todo o seu pontificado, um «missionário do amor de Deus a todos os povos».

O falecido pontífice, depois dos trágicos acontecimentos de 11 de setembro de 2001, «que obscureceram o alvorecer do terceiro milênio, convidou os cristãos e os homens de boa vontade a crer que a Misericórdia de Deus é mais forte que todo mal, e que só na Cruz de Cristo se encontra a salvação do mundo», recordou o Papa.

«Que a Virgem Maria, Mãe de Misericórdia, que ontem contemplamos como Nossa Senhora das Dores aos pés da Cruz, nos obtenha o dom de confiar sempre no amor de Deus e nos ajude a ser misericordiosos como o nosso Pai que está nos céus», concluiu.

 
 
 
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