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VATICANO, 07 Jun. 13 / 02:20 pm (ACI/EWTN Noticias).- O Papa Francisco explicou nesta manhã que é um dever, uma obrigação do cristão, envolver-se com a política embora seja “muito suja”, porque estando nesse âmbito se pode trabalhar pelo bem comum.

Assim o explicou o Santo Padre ao responder uma das perguntas feitas por um dos jovens que recebeu na Sala Paulo VI, no encontro de alunos e ex-alunos dos colégios jesuítas da Itália e Albânia com o Pontífice.

No encontro, Francisco decidiu não ler o discurso que tinha preparado para a ocasião e dialogar espontaneamente com os assistentes o que gerou um clima de maior alegria e festa.

Sobre o tema da participação dos leigos na esfera pública, o Papa explicou que “envolver-se na política é uma obrigação para um cristão. Nós não podemos fazer como Pilatos e lavar as mãos, não podemos”.

“Devemos participar na vida política porque a política é uma das formas mais altas da caridade, porque busca o bem comum. E os leigos cristãos devem trabalhar na política”, assegurou o Santo Padre ante os milhares de crianças e jovens presentes.

“Alguém me dirá: ‘mas não é fácil’. Tampouco é fácil chegar a ser sacerdote. Não são coisas fáceis porque a vida não é fácil. A política é muito suja, mas eu me pergunto: Por que é suja? Por que os cristãos não estão revestidos do espírito evangélico”.

O Santo Padre assinalou também que “é fácil dizer ‘a culpa é dele’… mas e eu, o que faço? É um dever! Trabalhar pelo bem comum é dever de um cristão! E muitas vezes para trabalhar o caminho a seguir é a política”.

 
 
 

VATICANO, 27 Mai. 13 / 02:08 pm (ACI/EWTN Noticias).- Em sua habitual homilia da Missa que celebrou nesta manhã na Casa Santa Marta, o Papa Francisco advertiu que a cultura do bem-estar e do fascínio pelo provisório deixa o homem preguiçoso e pouco corajoso para seguir Jesus.

Meditando na passagem do jovem rico, que se entristece porque Jesus lhe pede deixar tudo, o Papa alentou fazer um exame de consciência sobre as “riquezas” que hoje em dia nos impedem de aproximar-nos do Senhor.

O Santo Padre disse que “as riquezas são um obstáculo” que “não faz fácil o caminho para o Reino de Deus”. Também advertiu que, “cada um de nós tem suas ‘riquezas’”. Existe sempre, explicou, uma riqueza que nos “impede de nos aproximar de Jesus”. E temos que detectar isto. Todos, continuou, “temos que fazer um exame de consciência sobre quais são as nossas riquezas, porque nos impedem de nos aproximar a Jesus no caminho da vida“.

Francisco se referiu a duas “riquezas culturais”: acima de tudo a “cultura do bem-estar, que nos deixa pouco corajosos, preguiçosos e também egoístas”. O bem-estar, constatou o Bispo de Roma, “nos adormece, é uma anestesia”.

“‘Não, não, mais de um filho não, porque não poderemos ir de férias, não poderemos ir a tal lugar, não poderemos comprar a casa’. Podemos seguir o Senhor, mas até certo ponto. Isto é o que faz o bem-estar: todos sabemos bem como é o bem-estar, mas isto nos destrói, despoja-nos daquele valor, daquela coragem forte que nos aproxima de Jesus. Esta é hoje a primeira riqueza da nossa cultura, a cultura do bem-estar”.

Existe, além disso, “outra riqueza na nossa cultura”, uma riqueza que nos “impede de nos aproximar de Jesus: é a fascinação do provisório”. Nós, observou o Papa, estamos “apaixonados pelo provisório”. As “propostas definitivas” que nos faz Jesus, particularizou, “nós não gostamos”. Em troca nós gostamos do passageiro, porque “temos medo do tempo de Deus” que é definitivo.

“Ele é o Senhor do tempo, nós somos os senhores do momento. Por quê? Porque nesse instante somos os que mandam: até aqui sigo o Senhor, depois já veremos… Uma vez, conheci uma pessoa que queria ser sacerdote, mas só por dez anos, não mais… Quantos casais, quantos casais se casam, sem dizê-lo, mas pensando com o coração: ‘até que dure o amor e depois veremos…’ A fascinação do provisório: esta é uma riqueza”.

O Papa Francisco afirmou que “devemos nos converter em donos do tempo, fazemos breve o tempo reduzindo-o ao momento. Estas duas riquezas são aquelas que neste momento nos impedem de ir para frente. Penso em tantos, tantos homens e mulheres que deixaram a própria terra para serem missionários por toda a vida: isso é o definitivo!”.

“Mas também, assegurou, penso em tantos homens e mulheres que ‘deixaram a própria casa para um matrimônio por toda a vida’; isso é ‘seguir Jesus de perto! É o definitivo!’. O provisório, repetiu o Papa Francisco, ‘é não seguir Jesus’, esse é ‘nosso território’”.

“Ante o convite de Jesus, diante destas duas riquezas culturais pensemos nos discípulos: estavam desconcertados. Também nós podemos estar desconcertados por estas palavras de Jesus. Quando Jesus explicava alguma coisa ficavam ainda mais desconcertados”.

Para concluir o Santo Padre animou pedir “ao Senhor que nos dê o valor de ir adiante, despojando-nos desta cultura do bem-estar, com a esperança – ao final do caminho, onde Ele nos espera – no tempo. Não com a pequena esperança do momento que não serve mais. Assim seja”.

 
 
 

Segundo Padre Federico Lombardi, “o Santo Padre não pretendeu fazer nenhum exorcismo”

A decisão do Papa Francisco de impôr suas mãos na cabeça de uma pessoa enferma e rezar por ela no Domingo de Pentecostes gerou especulações de que ele poderia ter realizado um exorcismo. O Diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé, pe. Federico Lombardi, SJ, esclareceu nesta terça-feira que o Santo Padre não realizou um exorcismo na ocasião. “O Santo Padre não pretendia realizar qualquer exorcismo”, disse pe. Lombardi. “Antes”, explicou, “como ele frequentemente faz com os doentes e sofredores que estão em seu caminho, ele pretendia simplesmente rezar por uma pessoa que sofre e que fora trazida diante dele”. Exorcismo é, em senso estrito, a “expulsão” de maus espíritos. O poder de exorcizar foi conferido por Jesus aos apóstolos, e entende-se que este poder passa aos bispos que são sucessores dos apóstolos e a seus padres colaboradores. Dito isso, a Igreja tem — por muitos séculos, acrescente-se — um ritual muito preciso de exorcismo: não há um reavivamento teatral de estilo evangélico, mas atenção cuidadosa e mesmo metódica e fiel seguimento das orações, gestos e uso de sacramentais prescritos, como a água benta e o crucifixo. O Pe. Bernd Hagenkord, SJ, esclarece:

CRA: Quem pode realizar exorcismos?

BHSJ: Embora todo sacerdote possa realizar exorcismos — de fato, há um exorcismo que é parte do Rito do Batismo, então os padres podem realizar exorcismos regularmente — a lei da Igreja requer que toda diocese tenha ao menos um exorcista especialmente formado, que saiba distinguir os sinais de possessão demoníaca das doenças mentais ou psíquicas. De fato, mesmo hoje, quando algumas vozes afirmam que a possessão demoníaca está numa crescente, o exorcismo permanece muito, muito raro. A vasta maioria dos casos investigados se revelam casos de doenças mentais.

CRA: Então, há um ritual prescrito: o exorcismo é um sacramento?

BHSJ: Não, o exorcismo indubitavelmente não é um sacramento.

CRA: E quanto ao gesto do Papa no domingo?

BHSJ: Bem, eu não estava lá, mas posso dizer que a “imposição de mãos” é uma prática antiquíssima. Ela remonta ao Antigo Testamento, onde podia significar a eleição de um herdeiro — pense em Isaac abençoando Jacó, ou ordenação — como quando Moisés ordenou Josué. Na tradição Cristã, ela permanece sendo um ato de benção, e é parte dos ritos de ordenação sacerdotal e episcopal. Ela tem o sentido de um ato de cura — espiritual, fundamentalmente, mas também de cura do corpo (há precedentes de milagres). Novamente, todavia, é algo comumente feito por um padre ou bispo — e “silenciosamente”, se preferir — sem espetáculo. O gesto em si também pode ser usado por pais ao abençoar seus filhos. – Pe. Bernd Hagenkord, SJ, é chefe da sessão alemã da Rádio Vaticano. Ele falou com Chris Altieri, da Rádio Vaticano.

Fonte: Radio Vaticano | Tradução: fratresinunum.com

 
 
 
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