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Lionel Messi na conferência de imprensa em Roma (foto Grupo ACI)

ROMA, 13 Ago. 13 / 03:20 pm (ACI/EWTN Noticias).- O Papa Francisco recebeu nesta manhã na Sala Clementina do Palácio Apostólico o melhor jogador de futebol do mundo, Lionel Messi, quem assegurou ter vivido nesta manhã um dos momentos mais especiais de sua vida ao cumprimentar o Pontífice.

“Sem dúvida foi um momento muito especial, certamente um dos mais especiais que já tive na vida”, explicou Messi emocionado na conferência de imprensa com os jornalistas, celebrada na Casina Pio VI do Vaticano, sede da Pontifícia Academia das Ciências, poucos minutos depois do encontro com o Papa.

“Tive oportunidade de me aproximar, cumprimenta-lo, foi rápido, havia muita gente… o momento foi lindo, mas não tive a oportunidade de falar muito mais”.

“Foi um dia muito especial para nós e tê-lo tão perto foi um momento muito lindo, e muito significativo para nós os argentinos, que ele seja do nosso país. Para nós é muito especial e a verdade é que foi um momento inesquecível e estamos muito contentes”, assegurou Messi.

O jogador argentino chegou a Roma acompanhado pela seleção argentina de futebol, que disputará nesta quarta-feira, 14 de agosto, um amistoso contra a Seleção Italiana em homenagem ao Papa Francisco.

Messi não participará da partida devido a alguns problemas musculares e volta para Barcelona esta mesma tarde. O jogador viajou a Roma exclusivamente para cumprimentar o Santo Padre e apresentar desde o Vaticano um novo projeto solidário: a Rede Mundial de Escolas para o Encontro, cujo objetivo é promover a formação das crianças a todos os níveis educativos.

Embora muitos esperem receber o Pontífice como o convidado de honra no campo do jogo nesta quarta-feira, o diretor do Escritório de Imprensa da Santa Sé, Padre Federico Lombardi, confirmou que o Santo Padre não assistirá ao amistoso.

Na conferência de imprensa também participaram o Chanceler argentino da Pontifícia Academia das Ciências, Dom Marcelo Sánchez Sorondo; os responsáveis pela Rede Mundial de Escolas para o Encontro, José María del Corral e Enrique Palmeyro; o secretário das Seleções Nacionais da Associação do Futebol Argentino, Germán Lerche; o treinador da Seleção Argentina de Futebol (AFA), Alejandro Sabella.

Também estiveram presentes o treinador da seleção italiana de futebol, Cesare Prandelli e o capitão da Seleção Nacional Italiana, Gianluigi Buffon, cuja seleção também foi recebida pelo Papa nesta manhã e que também apoia este novo projeto solidário.

 
 
 

VATICANO, 12 Ago. 13 / 01:00 pm (ACI/EWTN Noticias).- A vida humana deve ser defendida “sempre”, desde o ventre materno, reconhecendo nela um dom de Deus e uma “garantia do futuro da humanidade”, afirmou o Papa Francisco em uma mensagem para a Semana Nacional da Família, que começou ontem no Brasil.

Conforme assinala a Rádio Vaticano, o Papa inicia sua mensagem afirmando que ainda conserva “vivas no coração as alegrias que me foram proporcionadas” durante a viagem ao Brasil pela Jornada Mundial da Juventude celebrada faz uns dias no Rio de Janeiro.

O Papa animou os pais na “nobre e exigente missão que possuem de ser os primeiros colaboradores de Deus na orientação fundamental da existência e a segurança de um bom futuro. Para isso, ‘é importante que os pais cultivem as práticas comuns de fé na família, que acompanhem o amadurecimento de fé dos filhos’”?”.

Os pais, prosseguiu o Papa, foram chamados “a transmitir, tanto por palavras como, sobretudo pelas obras, as verdades fundamentais sobre a vida e o amor humano, que recebem uma nova luz da Revelação de Deus”.

“De modo particular, diante da cultura do descartável, que relativiza o valor da vida humana, os pais são chamados a transmitir aos seus filhos a consciência de que esta deva sempre ser defendida, já desde o ventre materno, reconhecendo ali um dom de Deus e garantia do futuro da humanidade, mas também na atenção aos mais velhos, especialmente aos avós, que são a memória viva de um povo e transmissores da sabedoria da vida”.

Para concluir, invocando a intercessão de Nossa Senhora Aparecida, o Papa pediu que as famílias possam chegar a ser “os mais convincentes arautos da beleza do amor sustentado e alimentado pela fé”.

A Semana Nacional da Família é uma iniciativa da Conferência Episcopal do Brasil, e este ano gira em torno do tema “A transmissão e a educação da fé cristã na família”. Os bispos brasileiros, retomando o documento de Aparecida, recordaram em uma nota que a família “é um dos tesouros mais importantes da América Latina e é um patrimônio de toda a humanidade”.

 
 
 

Texto foi divulgado pelo Vaticano nesta terça. Discurso foi escrito por ocasião da Jornada Mundial das Missões 2013.

Discurso do Papa Francisco divulgado nesta terça-feira (6) pelo Vaticano afirma que a Igreja não é uma organização assistencial, uma empresa ou uma ONG, mas “uma comunidade de pessoas encorajadas pela ação do Espírito Santo, que viveram e vivem a maravilha do encontro com Jesus Cristo e desejam compartilhar esta experiência de profunda alegria”.

Vaticano publicou o discurso do pontífice em vários idiomas em função da Jornada Mundial das Missões 2013, que será realizada no dia 20 de outubro como conclusão do Ano da Fé.

“A fé é um dom precioso de Deus, que abre nossa mente para que possamos conhecê-lo e amá-lo. Ele quer se relacionar conosco para tornar-nos partícipes de sua própria vida e fazer com que a nossa esteja mais cheia de significado, que seja melhor, mais bonita. Deus nos ama”, disse o Papa, que esteve recentemente no Brasil para a Jornada Mundial da Juventude.

O Papa Francisco chega a igreja para celebrar missa nesta quarta-feira (31) em Roma (Foto: Alberto Pizzoli/AFP)

Cinquenta anos depois do início do Concílio Vaticano II, o Ano da Fé ‘é um estímulo para que toda a Igreja receba uma consciência renovada de sua presença no mundo contemporâneo, de sua missão entre os povos e as nações’, afirmou.

O Papa Francisco indicou que o anúncio do Evangelho é parte do ato de ser discípulo de Cristo, um compromisso constante que encoraja toda a vida da Igreja, e citou seu antecessor Bento XVI ao dizer que “o impulso missionário é um sinal claro da maturidade de uma comunidade eclesial”.

O pontífice convidou bispos, sacerdotes, conselhos presbiterais e pastorais, cada pessoa e grupo responsável na Igreja, a dar destaque à dimensão missionária nos programas pastorais e formativos.

O papa explicou que hoje em dia a mobilidade generalizada e a facilidade de comunicação através das novas mídias misturaram os povos, o conhecimento e as experiências e reconheceu que às vezes “é difícil”, inclusive para comunidades paroquiais, “conhecer de forma segura e profunda quem está de passagem e quem vive permanentemente no território”.

Além disso, alertou sobre o alto “número dos que são alheios à fé, indiferentes à dimensão religiosa ou encorajados por outras crenças” em áreas cada vez maiores de regiões tradicionalmente cristãs.

Portanto, em sua opinião, não é raro que alguns batizados escolham estilos de vida que lhes afastam da fé, convertendo-se em necessitados de uma “nova evangelização”.

Nesta situação complexa, “onde o horizonte do presente e do futuro parece estar coberto por nuvens ameaçadoras”, faz-se ainda mais urgente levar com coragem todas as realidades do Evangelho de Cristo, que é anúncio de esperança, reconciliação e comunhão, afirmou.

O Papa disse também que “a natureza missionária da Igreja não é proselitista, mas um testemunho de vida que ilumina o caminho, que traz esperança e amor” e agradeceu especialmente aos missionários, presbíteros, religiosos e fiéis laicos que, acolhendo a chamada do Senhor, deixam sua pátria para servir ao Evangelho em terras e culturas distantes das suas.

Francisco ressaltou que as igrejas jovens trabalham generosamente no envio de missionários às que se encontram em dificuldade, levando o frescor e o entusiasmo com o qual essas pessoas vivem a fé que renova a vida e dá esperança.

O papa fez ainda uma chamada a todos aqueles que sentem uma ligação para que respondam com generosidade à voz do Espírito Santo e que não tenham medo de ser generosos com o Senhor.

Francisco mencionou também os cristãos que, em diversas partes do mundo, se deparam com dificuldades na hora de professar abertamente sua fé e ver reconhecido o direito de vivê-la com dignidade e afirmou que eles são testemunhas valentes que suportam as diversas formas de perseguição atuais com perseverança apostólica.

Fonte: G1

 
 
 
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