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ROMA, 06 Set. 13 / 04:20 pm (ACI).- O Papa Francisco telefonou à italiana Anna Romano (35), uma mulher que considerou abortar o seu filho e enviou uma carta ao Papa contando a sua história. O Santo Padre respondeu-lhe com um telefonema e disse para ela que o cristão não perde a esperança e que, se ela não encontrar outro sacerdote, ele mesmo batizará o seu bebê quando nascer.

Anna escreveu em junho uma carta ao Pontífice contando que estava grávida, e que tinha sido abandonada pelo seu namorado depois que ele lhe revelou que já era casado e que tinha um filho e não ia se responsabilizar por outro bebê. Este homem lhe sugeriu abortar.

Na terça-feira passada por volta das quatro da tarde, Anna que atualmente mora e trabalha em Arezzo (Itália), recebeu um telefonema de um número desconhecido de Roma. Ao atender “fiquei sem palavras”, disse.

O jornal italiano Corriere della Sera, publicou no dia 5 de setembro, que a ligação foi breve e emotiva e que Anna ao princípio pensou que fosse uma brincadeira, mas quando o Papa lhe disse que tinha lido a sua carta, não duvidou porque apenas os seus pais e a sua melhor amiga sabiam da carta.

“Disse para ele que queria batizar o meu filho, mas tinha medo, porque sou mãe solteira e já divorciada uma vez, e me disse que se não encontrasse um padre para o batismo, ele mesmo tinha pensado em batizar o meu pequeno”, relatou Anna.

“Aquela ligação de poucos minutos mudou a minha vida. O Papa me disse que sou corajosa e forte por ter decidido ter o bebê, mesmo depois de seu pai ter me abandonado… -e ressaltou que o Santo Padre- prometeu-me que o batizará pessoalmente”.

Anna leva agora a promessa do Pontífice “no coração, não sei se terá o tempo de batizar o meu bebê que nascerá em primeiro de abril e se for homem o chamarei Francisco. O que sim sei, é que me fez feliz, me deu força”.

Assinalou que quando o pai de seu bebê lhe disse que abortasse, ela pensou em fazê-lo porque “estava sozinha e infeliz”, mas “agora só a ideia (de abortar) me dá calafrios”.

Adicionou que conta sua história “porque quero que seja exemplo para tantas mulheres que se sentem longe da Igreja, só porque encontraram o homem errado, são divorciadas ou porque encontraram homens que não são dignos de serem pais”.

Anna nunca imaginou o que aconteceria com aquela carta dirigida a “Sua Santidade Francisco, Cidade do Vaticano”, agora escreverá novamente ao Santo Padre para dizer que já conta com a ajuda de sua família para continuar com a gravidez.

 
 
 
Lionel Messi na conferência de imprensa em Roma (foto Grupo ACI)

ROMA, 13 Ago. 13 / 03:20 pm (ACI/EWTN Noticias).- O Papa Francisco recebeu nesta manhã na Sala Clementina do Palácio Apostólico o melhor jogador de futebol do mundo, Lionel Messi, quem assegurou ter vivido nesta manhã um dos momentos mais especiais de sua vida ao cumprimentar o Pontífice.

“Sem dúvida foi um momento muito especial, certamente um dos mais especiais que já tive na vida”, explicou Messi emocionado na conferência de imprensa com os jornalistas, celebrada na Casina Pio VI do Vaticano, sede da Pontifícia Academia das Ciências, poucos minutos depois do encontro com o Papa.

“Tive oportunidade de me aproximar, cumprimenta-lo, foi rápido, havia muita gente… o momento foi lindo, mas não tive a oportunidade de falar muito mais”.

“Foi um dia muito especial para nós e tê-lo tão perto foi um momento muito lindo, e muito significativo para nós os argentinos, que ele seja do nosso país. Para nós é muito especial e a verdade é que foi um momento inesquecível e estamos muito contentes”, assegurou Messi.

O jogador argentino chegou a Roma acompanhado pela seleção argentina de futebol, que disputará nesta quarta-feira, 14 de agosto, um amistoso contra a Seleção Italiana em homenagem ao Papa Francisco.

Messi não participará da partida devido a alguns problemas musculares e volta para Barcelona esta mesma tarde. O jogador viajou a Roma exclusivamente para cumprimentar o Santo Padre e apresentar desde o Vaticano um novo projeto solidário: a Rede Mundial de Escolas para o Encontro, cujo objetivo é promover a formação das crianças a todos os níveis educativos.

Embora muitos esperem receber o Pontífice como o convidado de honra no campo do jogo nesta quarta-feira, o diretor do Escritório de Imprensa da Santa Sé, Padre Federico Lombardi, confirmou que o Santo Padre não assistirá ao amistoso.

Na conferência de imprensa também participaram o Chanceler argentino da Pontifícia Academia das Ciências, Dom Marcelo Sánchez Sorondo; os responsáveis pela Rede Mundial de Escolas para o Encontro, José María del Corral e Enrique Palmeyro; o secretário das Seleções Nacionais da Associação do Futebol Argentino, Germán Lerche; o treinador da Seleção Argentina de Futebol (AFA), Alejandro Sabella.

Também estiveram presentes o treinador da seleção italiana de futebol, Cesare Prandelli e o capitão da Seleção Nacional Italiana, Gianluigi Buffon, cuja seleção também foi recebida pelo Papa nesta manhã e que também apoia este novo projeto solidário.

 
 
 

Vaticano, 10 Nov. 12 / 11:22 am (

ACI).- Ao receber cerca de seis mil participantes no encontro promovido pela Associação Italiana de Santa Cecilia, o Papa Bento XVI assegurou que “a música sacra pode, acima de tudo favorecer a fé e, além disso, ajudar na nova evangelização”.

O Santo Padre assinalou que o encontro promovido por esta associação “se coloca intencionalmente na comemoração do 50º aniversário da abertura do Concílio Vaticano II. E com prazer vejo que a Associação Santa Cecilia quer voltar a propor à atenção de todos o ensino da Constituição conciliar sobre a liturgia, em particular o artigo VI, sobre a música sacra”.

“Nesta comemoração, como bem sabem, quis para toda a Igreja um especial Ano da Fé, com o fim de promover o aprofundamento da fé em todos os batizados e o compromisso comum para a nova evangelização”.

O Papa sublinhou que “a tradição musical da Igreja universal constitui um tesouro de valor inestimável, que sobressai entre as demais expressões artísticas, principalmente porque o canto sagrado, unido às palavras, constitui uma parte necessária ou integral da Liturgia solene”.

“Vocês ajudam toda a Assembléia a louvar Deus e a fazer que descenda sua Palavra até o mais profundo do coração: com o canto vocês rezam e fazem rezar, participando do canto e na oração da liturgia que abraça toda a criação ao glorificar o Criador”.

Bento XVI também remarcou que “a participação ativa de todo o Povo de Deus na liturgia não consiste apenas em falar, mas também em escutar, em receber a Palavra com os sentidos e com o espírito”.

“Isto vale também para a música litúrgica. Vocês, que têm o dom do canto, podem fazer cantar o coração de tantas pessoas nas celebrações litúrgicas”.

 
 
 
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