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Um documentário inclui comentários do cardeal Arinze

ROMA, sexta-feira, 5 de maio de 2006 (ZENIT.org).- Em um novo documentário, autoridades vaticanas, como o cardeal Francis Arinze, comentam publicamente a novela que afirma que Jesus teve filhos com Maria Madalena.

«Há algumas outras religiões que, se tu insultas o seu fundador, não se limitariam a falar. Deixariam dolorosamente claro», constata o cardeal Arinze, ao comentar a novela de Dan Brown «O Código da Vinci».

O purpurado nigeriano fez este comentário no documentátio «The Da Vinci Code: A Masterful Deception» («O Código da Vinci. Um engano espetacular»), realizado pelo premiado jornalista Mario Biasetti.

O documentário, produzido pela agência de televisão «Rome Reports», trata das questões suscitadas pela novela e o filme a estrear baseado neste best-seller.

Entre as questões estão: «Leonardo Da Vinci usou sua arte para revelar segredos sobre o Santo Graal?». «É o Opus Dei uma organização secreta que tem assassinos entre seus membros?». «O cristianismo é o maior enganador da história?».

Biasetti realizou documentários sobre o Vaticano durante décadas. Sua obra inclui entre outros um documentário de uma hora sobre a história da Guarda Suíça, para o qual conseguiu uma entrada sem precedentes nas dependências vaticanas.

Seu último documentário inclui pontos de vista de teólogos como o jesuíta Gerald O?Collins, da Universidade Pontifícia Gregoriana, o ministro da Cultura italiano Rocco Buttiglione e a historiadora de Arte Elizabeth Lev, cuja entrevista foi filmada ante a «Última Ceia» de Leonardo, na igreja de Santa Maria das Graças, em Milão.

«A descrição que Dan Brown faz de Leonardo Da Vinci e sua arte é muito superficial –explica Lev, colaboradora de Zenit, assinalando a mundialmente famosa interpretação da última ceia de Jesus–. É um rápido olhar, um baralhar as cartas que tinha na mão para fazer uma história de êxito».

O documentário examina criticamente o livro que vendeu 40 milhões de exemplares em todo o mundo. Está realizado desde uma perspectiva multiconfessional, com representantes do islã e um comentário acadêmico de Marc Ellis, professor de Estudos Judeus na Universidade de Baylor.

O filme analisa também o impacto de um livro que, em poucos anos, desde sua publicação em 2003, revolucionou a cultura popular.

[Para mais informações: http://www.romereports.com]

 
 
 

MURCIA, sexta-feira, 5 de maio de 2006 (ZENIT.orgVeritas).- O congresso «Europa pela Vida», que se celebra de 4 a 7 de maio na Universidade Católica Santo Antonio de Murcia (UCAM), converteu-se em uma articulada defesa do embrião humano.

O encontro foi inaugurado esta quinta-feira com uma conferência do cardeal Alfonso López Trujillo, presidente do Conselho Pontifício para a Família, na qual reconheceu que o homem «não pode se tornar objeto das aventuras da ciência, por muito arrogante que esta seja».

Segundo o purpurado, a discussão sobre se o embrião é ou não pessoa é uma discussão que já havia encerrado há muitos anos, e indicou que a reabertura deste «dilema superado pela ciência» deve-se a uma série de interesses «que não têm nada de científico».

«Não há um Estado que possa encomendar o direito sobre a vida de uma criança, porque o homem não é uma coisa, mas uma imagem que vem de Deus», acrescentou, constatando que a família e a defesa da vida humana são «um selo» do pontificado de Bento XVI.

Neste sentido se expressou também o bispo de Cartagena e presidente da Subcomissão para a Família e a Vida da Conferência Episcopal Espanhola, Dom Juan Antonio Reig Pla, que afirmou que «a Igreja sempre ensinou que o ser humano deve ser tratado como pessoa desde o momento da concepção e, portanto, deve-se reconhecer a ele os mesmos direitos que a toda pessoa, especialmente o direito inviolável à vida».

Direitos assassinos Em seu discurso inaugural, o presidente da UCAM e consultor do Conselho Pontifício para a Família, José Luis Mendoza, centrou a atenção do congresso «naqueles atentados que fazem referência à vida nascente e em fase terminal, que suscitam graves problemas pelo fato de que na consciência coletiva tendem a perder o caráter de ?delito?, para passar a ser um direito, até o ponto de obter seu reconhecimento por parte dos Estados, e sua execução mediante a intervenção gratuita dos próprios agentes sanitários».

Mendoza criticou o «investimento de grandes somas para a obtenção de produtos farmacêuticos que fazem possível a morte do embrião no seio materno, sem necessidade de recorrer à ajuda do médico», assim como «a política antinatalista dirigida contra os países pobres».

«Não menos graves são as ameaças que afetam também os enfermos incuráveis e os terminais, em um contexto social e cultural que, fazendo mais difícil suportar o sofrimento, aumenta a tentação de resolver o problema do sofrimento eliminando-o em sua raiz», acrescentou.

Referiu-se também à aprovação do «matrimônio homossexual»: «Esta medida gerou uma grave desordem social e moral por parte dos governos que o impuseram de maneira ditatorial; fato que na Espanha foi rejeitado por milhões de espanhóis em diversas manifestações».

Censura na imprensa Por sua parte, o sacerdote e jornalista Santiago Martín, consultor do Conselho Pontifício para a Família, denunciou que se dá uma censura nos meios de comunicação, baseada no silêncio, na humilhação ou ridicularização dos argumentos das instituições que defendem a vida e a família.

A família, patrimônio da humanidade Por sua parte, o cardeal Ricardo Maria Carles, arcebispo emérito de Barcelona, afirmou esta sexta-feira que «se quer desestruturar uma sociedade, há que começar por desestruturar o matrimônio».

Para o purpurado, «a decadência de estabilidade da vida familiar está intrinsecamente ligada à decadência da democracia, entendida no sentido filosófico, como um sistema de governo que reconhece o valor soberano do homem».

Por este motivo, perguntou se chegou o momento de pedir que «o matrimônio seja patrimônio da humanidade».

 
 
 

Com confissão e absolvição individual

CIDADE DO VATICANO, terça-feira, 11 de abril de 2006 (ZENIT.org).- Na tarde desta terça-feira reviveu-se no Vaticano o antigo costume da celebração da Penitência, por ocasião da Semana Santa, que aconteceu segundo o rito para a reconciliação comunitária, com confissão e absolvição individual.

Em nome de Bento XVI, no ato na basílica de São Pedro, o cardeal James Francis Stafford, penitenciário maior, em sua homilia explicou que «a escuridão do pecado não poderá suprimir nunca a luz da misericórdia divina».

O purpurado norte-americano reconheceu que esta é a resposta para as muitas pessoas que hoje se perguntam se é possível perdoar, sobretudo quando se trata de crimes malvados, como a violência contra as crianças ou os assassinatos em massa de inocentes.

Segundo havia explicado o arcebispo Piero Marini, mestre de celebrações litúrgicas pontifícias, tratava-se de um rito que era tradicional em Roma na Quinta-Feira Santa até o Renascimento.

Após a sóbria procissão em silêncio e a oração ante o Crucifixo, a celebração continuou com a Liturgia da Palavra e a homilia do cardeal Stafford.

Em seguida aconteceu o «Rito da reconciliação», com a fórmula da confissão geral dos pecados, seguida por algumas invocações de perdão e o Pai Nosso.

Ato seguido se deu a confissão e absolvição sacramental individual, para a qual se puseram à disposição 60 confessores que administraram o sacramento em 26 idiomas.

Durante esse longo tempo, os fiéis cantavam salmos e invocações de perdão.

O ato concluiu com uma breve exortação do cardeal Stafford a cumprir obras boas, com a ação de graças e a benção.

 
 
 
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