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Inaugurada nova página sobre atualidades

CIDADE DO VATICANO, domingo, 21 de março de 2010 (ZENIT.org). – Desde o sábado, o Vaticano ingressou na rede social de mensagens breves Twitter, inaugurando ainda uma nova página na web, www.resources.va, na qual disponibiliza informação multimídia abordando questões da atualidade.

A chegada do Vaticano à rede Twitter se dá através de seis canais – um para cada idioma. O endereço do canal de língua portuguesa é “news_va_pt”.

O Twitter é um serviço gratuito de microblogging que permite que seus usuários recebam em tempo real micro-mensagens de texto – as “tweets” – cuja extensão máxima é de 140 caracteres.

Além do português, estão disponíveis canais nos idiomas italiano, francês, alemão, inglês e espanhol.

Através destes canais no Twitter, a Rádio Vaticana e outros órgãos de comunicação do Vaticano divulgarão informações, notícias e conteúdos multimídia de particular relevância para a vida da Igreja.

Além disso, por ocasião da publicação da carta de Bento XVI aos católicos da Irlanda, o Vaticano lançou o website www.resources.va , no qual serão publicados artigos completos, além de materiais em vídeo e áudio relacionados com o magistério do Santo Padre sobre abusos sexuais cometidos por sacerdotes.

O Vaticano conta ainda, há mais de um ano, com um canal oficial no Youtube (www.youtube.com/vatican), em quatro idiomas.

 
 
 

MADRI, terça-feira, 9 de março de 2010 (ZENIT.org).- Três de cada quatro alunos escolheram voluntariamente estudar, nas escolas espanholas, a disciplina de ensino religioso e moral católica, durante o curso atual, 2009-2010.

Isso é demonstrado pelo relatório anual sobre o número de alunos que recebem esta formação, da Comissão Episcopal de Educação e Catequese da Conferência Episcopal Espanhola (CEE), que foi divulgado na sexta-feira.

Segundo a CEE, atualmente, 3.430.654 de alunos estudam a matéteria de religião, em um total de 4.759.190, o que representa 72,1%.

Por tipos de escola, a porcentagem de alunos que estudam religião em escolas católicas aumentou para 99,5%.

Em escolas estaduais, a média percentual entre todas as etapas é de 64,1% e nas escolas particulares a média é de 71%.

Para os bispos, “os dados são significativos se levarmos em conta as dificuldades que são enfrentadas no ambiente de ensino”.

O episcopado denunciou várias vezes que a Lei Orgânica de Educação (LOE) introduziu novas barreiras para a escolha da disciplina de religião.

Entre elas, destaca “a configuração da matéria de religião como um peso desnecessário ao currículo escolar”, segundo um comunicado da CEE.

Os bispos agradecem a confiança de professores e alunos, que, “apesar das graves dificuldades, exercem a cada ano, voluntariamente, seu direito fundamental de escolher a formação religiosa e moral católica”.

Também a dedicação dos professores de religião que “em meio de tantos obstáculos jurídicos, acadêmicos e sociais, servem com empenho e dedicação para a formação religiosa de seus alunos”.

 
 
 

Intervenção antes da oração mariana do Ângelus

CIDADE DO VATICANO, domingo, 14 de fevereiro de 2010 (ZENIT.org).- Apresentamos, a seguir, as palavras do Papa hoje, ao introduzir a oração do Ângelus na Praça de São Pedro, com peregrinos procedentes dos cinco continentes.

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Queridos irmãos e irmãs:

O ano litúrgico é um grande caminho de fé, que a Igreja realiza sempre precedida pela Virgem Mãe Maria. Neste ano, nos domingos do Tempo Comum, este itinerário está marcado pela leitura do Evangelho de Lucas, que hoje nos acompanha “num lugar plano” (Lc 6, 17), onde Jesus para com os Doze e onde se reúne uma grande multidão de outros discípulos e de pessoas vindas de todos os lugares para escutá-lo.

É neste contexto que se insere o anúncio das “bem-aventuranças” (Lc 6,20-26; cf. Mt 5,1-12). Jesus, levantando os olhos para os seus discípulos, diz: “Bem-aventurados vós, que agora tendes fome (…). Bem-aventurados vós, que agora chorais (…). Bem-aventurados sereis, quando os homens (…) amaldiçoarem o vosso nome” por minha causa.

Por que os proclama bem-aventurados? Porque a justiça de Deus fará que estes sejam saciados, ressarcidos de toda falsa acusação, enfim, porque os acolhe desde já em seu reino. As bem-aventuranças se baseiam no fato de que existe uma justiça divina, que exalta quem for humilhado e humilha quem se exaltar (cf. Lc 14,11).

De fato, o evangelista Lucas, depois dos quatro “bem-aventurados vós”, acrescenta quatro admoestações: “Ai de vós, os ricos (…). Ai de vós, que agora tendes fartura (…). Ai de vós, que agora rides (…). E “ai de vós quando todos vos elogiam”, porque, como afirma Jesus, as coisas se inverterão, os últimos serão os primeiros e os primeiros serão os últimos” (cf. Lc 13, 30).

Esta justiça e esta bem-aventurança se realizarão no “Reino de Deus” ou “Reino dos céus”, que terá seu cumprimento no final dos tempos, mas que já está presente na história. Onde os pobres são consolados e admitidos no banquete da vida, lá se manifesta a justiça de Deus.

Esta é a tarefa que os discípulos do Senhor estão chamados a levar a cabo também na sociedade atual. Penso na realidade do Albergue da Cáritas de Roma, na Estação Termini, que visitei nesta manhã: incentivo de coração os que trabalham nesta benemérita instituição e todos que, no mundo inteiro, se empenham gratuitamente em obras similares de justiça e de amor.

O tema da justiça é precisamente o centro da Mensagem para a Quaresma, que começará na próxima quarta-feira, chamada de Cinzas. Hoje desejo, portanto, entregá-la idealmente a todos, convidando-os a lê-la e meditá-la.

O Evangelho de Cristo responde positivamente à sede de justiça do homem, mas de maneira inesperada e surpreendente. Jesus não propõe uma revolução de cunho social ou político, mas a do amor, que realizou com sua cruz e ressurreição. Nela se baseiam as bem-aventuranças, que propõem um novo horizonte de justiça, inaugurado pela Páscoa, graças à qual podemos ser justos e construir um mundo melhor.

Queridos amigos: dirijamo-nos agora a Nossa Senhora. Todas as gerações a proclamarão “bem-aventurada”, porque Ela acreditou na boa notícia que o Senhor anunciou (cf. Lc 1, 45.48). Deixemo-nos guiar por Ela no caminho da Quaresma, para ser libertados da ilusão da autossuficiência, reconhecer que temos necessidade de Deus, da sua misericórdia, e entrar assim em seu Reino de justiça, de amor e de paz.

[Depois o Ângelus, o Papa cumprimentou os diversos grupos de fiéis e peregrinos presentes, saudou os poloneses, recordando a festa de hoje dos santos Cirilo e Metódio, padroeiros da Europa, e disse em Português:]

A minha saudação estende-se também aos peregrinos de língua portuguesa, nomeadamente ao Senhor Cardeal Dom José Policarpo com os seus fiéis do Patriarcado de Lisboa, a quem agradeço a visita de hoje e a oração diária pelo Sucessor de Pedro. Possam irradiar a santidade de Cristo pelos caminhos da vida, particularmente no seio da família e comunidade cristã, que de coração abençoo. [Tradução: Aline Banchieri

©Libreria Editrice Vaticana]

 
 
 
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Esta obra é inteiramente dedicada à Santíssima Virgem Maria!

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