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Não restam duvidas: A Coreia do Sul , de fato, desperta para a verdade e plenitude do evangelho.

Com a chegada de Sua Santidade Francisco à Coreia do Sul,os holofotes do mundo se voltam para o  catolicismo por lá. Contudo, a grande mídia tende a mostrar apenas o pontífice como um fenômeno em cenário confortável, o que não é verdade.Mas em breve, a que tudo indica, será. Com uma população de cerca de 49 milhões de pessoas, 10,4% se declara católica, ou seja, 5.442,996 pessoas dizem pertencer a Igreja de Cristo. As noticias são muito animadoras e apontam que mais do que um simples movimento atrás de uma “celebridade da fé”, o povo coreano está se incorporando no corpo mistico de Cristo sob a guia de Seu pontífice.  Os últimos dados apontam que em 2013 A Igreja Católica na Coreia do Sul cresceu 1,5% em 2013, de acordo com as estatísticas oficiais da Conferência Nacional dos Bispos, superando largamente o crescimento vegetativo da população. Isso incluí 118.830 catecúmenos, na sua maioria homens adultos (63.285) e  25.589 crianças batizadas . Alem disso, ainda em 2013, foram ordenados 117 sacerdotes, 2,6% a mais do que o ano passado. O número de sacerdotes chegou a 4.901, com 36 bispos, dois Cardeais, 1.564 religiosos regulares e 10.173 freiras. Os fiéis totalizam 5.442.996 e foram atendidas 4.665.194 confissões. Sendo assim, a Coreia do Sul já pode ser considerada como um dos maiores histórias de sucesso da evangelização. Principalmente se levarmos em conta que a Igreja está por lá há apenas 230 anos., uma das evangelizações mais tardias da história da Igreja. As imagens e dados da visita do Papa à Coreia não deixam duvidas: Levando cerca de 800 mil fiéis as ruas, a igreja da Coreia não apenas incha em números de fiéis, mas os incluí verdadeiramente na vida da Igreja, seja nos seus pilares da ação do Espírito Santo (Os sacramentos e o depósito da fé), seja nas tradições que o povo parece querer aprender.

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Fonte: Fidespress

 
 
 
Papa Francisco

VATICANO, 06 Jan. 14 / 09:33 am (ACI/EWTN Noticias).- “A Igreja deve ser atrativa, deve despertar o mundo!”, foi o chamado que o Papa Francisco lançou em seu encontro com a União de Superiores Gerais ocorrido no último 29 de novembro, no qual afirmou que reconhecer-se fracos e pecadores não contradiz o testemunho ao que estão chamados a dar, mas o reforça.

Na sua primeira edição de 2014, a revista Civiltà Cattolica publicou um texto de seu diretor, o P. Antonio Spadaro,S.J que recolhe os mais importantes momentos do diálogo entre o Papa e os superiores religiosos em Roma.

No encontro que durou cerca de três horas, o Santo Padre recordou que seu antecessor, Bento XVI, tinha afirmado sempre que “a Igreja cresce por testemunho, não por proselitismo”.

“O testemunho que pode atrair verdadeiramente é aquele relacionado com as atitudes que não são as habituais: a generosidade, o desapego, o sacrifício, o esquecer-se de si para ocupar-se dos outros. Esse é o testemunho, o ‘martírio’ da vida religiosa”. E para as pessoas é um ‘sinal de alarme’. Os religiosos, com sua vida, dizem às pessoas: ‘O que está acontecendo?, estas pessoas me dizem algo’ Estas pessoas vão além do horizonte mundano! Quer dizer – continuou o Papa, citando Bento XVI-, a vida religiosa deve permitir o crescimento da Igreja pelo caminho da atração”.

“A Igreja deve ser atrativa. Deve despertar o mundo! Sejam testemunhas de um modo distinto de fazer, de atuar, de viver! É possível viver de um modo distinto neste mundo”, expressou.

Francisco insistiu ante a União de Superiores Gerais que “devem ser verdadeiramente testemunhas de um modo distinto de fazer e portar-se. Mas na vida é difícil que tudo seja claro, preciso, desenhado de maneira nítida. A vida é complexa, é feita de graça e de pecado. Se alguém não peca, não é homem. Todos nos equivocamos e temos que reconhecer nossa debilidade”.

“Um religioso que se reconhece fraco e pecador, não contradiz o testemunho que está chamado a dar, mas sobre tudo o reforça, e isto faz bem a todos. portanto, o que espero é o testemunho. Desejo dos religiosos este testemunho especial”, culminou.

Este extenso diálogo foi difundido esta sexta-feira pela revista da Companhia de Jesus em inglês, italiano e espanhol e pode ser descarregado emhttp://www.laciviltacattolica.it/articoli_download/extra/Despierten_al_mundo.pdf

 
 
 

JERUSALÉM, 24 Ago. 13 / 01:00 am (ACI/EWTN Noticias).- Os Patriarcas e os chefes das Igrejas e comunidades religiosas de Jerusalém (Terra Santa), chamaram a comunidade internacional a opor-se à violência e ao terrorismo e a ajudar o povo do Egito a superar a violência para chegar à paz.

“Nós, patriarcas e chefes das Igrejas de Jerusalém –se lê na declaração– acompanhamos com grande preocupação a terrível situação do Egito, que sofre por causa das divisões internas, atos terroristas e deliberada violência contra pessoas inocentes, tanto cristãs como muçulmanas”.

“Foram atacadas instituições governamentais, e um grande número de soldados egípcios e policiais foram assassinados; propriedades públicas foram destruídas e Igrejas cristãs foram profanadas”, denunciaram.

“As profanações e o incêndio das Igrejas -prossegue o documento- foram um escândalo sem precedentes e vai contra os valores da tolerância, que durante séculos animaram o Egito. Apreciamos o fato de que muitos muçulmanos se uniram aos compatriotas cristãos na defesa de Igrejas e instituições”.

Condenando com força “estes atos de vandalismo perpetrados por alguns extremistas”, os líderes religiosos fizeram um chamado “a todas as partes para deter a violência e as matanças e trabalhar a favor da unidade nacional, sem a qual o Egito corre o risco de chegar a uma guerra civil”.

“Estamos junto ao povo egípcio em sua luta contra o terrorismo e as facções contrapostas, tanto localmente como a nível internacional. Expressamos nossa solidariedade e proximidade a todas as vítimas e oramos pela cura dos feridos e de quem sofre”, comunicaram.

“Oramos ao único Deus –concluem– para que ilumine os líderes egípcios, a fim de que se salvaguardem os valores da democracia, a dignidade de todos e a liberdade religiosa”.

O documento está assinado pelos representantes católicos, ortodoxos, protestantes e da Custódia da Terra Santa.

 
 
 
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