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Em discurso a bispos brasileiros, o papa Bento XVI condenou mais uma vez a Teologia da Libertação. O discurso foi pronunciado neste sábado (05/12/2009) ao grupo de Bispos do sul do país que se encontrava em Roma por ocasião da visita ad limina. Por ocasião desta visita, que acontece a cada cinco anos, os Bispos apresentam ao papa e à cúria romana um relatório a respeito de suas dioceses e ouvem do pontífice as orientações para seu futuro pastoreio.

Bento XVI recorda o aniversário de vinte e cinco anos do documento que ele mesmo assinou, como então Cardeal Ratzinger, condenando esta forma de fazer teologia utilizando “teses e metodologias provenientes do marxismo”.  As palavras usadas pelo papa são duras e fogem do padrão diplomático dos discursos curiais, fazendo uma lista politicamente nada correta das consequências da Teologia da Libertação: “rebelião, divisão, dissenso, ofensa, anarquia”.

O pontífice admite que  a Teologia da Libertação não é um problema do passado quando recorda aos bispos que estas terríveis consequências “fazem-se sentir ainda” e que ainda se encontram em “vossas comunidades diocesanas”. O balanço geral apresentado por Bento XVI a respeito da aventura libertária da Igreja do Brasil parece fechar no vermelho. “Grande sofrimento e grave perda de forças vivas” – conclui o sucessor de Pedro.

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Reflexão do Pe. Federico Lombardi

CIDADE DO VATICANO, segunda-feira, 25 de maio de 2009 (ZENIT.org).- O atual desafio da Igreja na época do Facebook e do Twitter consiste em apresentar a profunda mensagem de Jesus sem deixar-se atrair pelos aspectos superficiais, considera o porta-voz da Santa Sé.

O Pe. Federico Lombardi S.J., diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé, oferece esta reflexão no último editorial deOctava Dies, semanário do Centro Televisivo Vaticano, por ocasião da Jornada Mundial das Comunicações Sociais, celebrada neste domingo, que tem por tema, segundo dispôs o Papa em sua mensagem, “Novas tecnologias, novas relações. Promover uma cultura de respeito, de diálogo, de amizade”.

“Bento XVI – ou melhor B16, como costuma ser chamado neste mundo particular –dirige-se antes de tudo aos jovens, à denominada ‘geração digital’, animando-a no desafio de viver seu próprio crescimento e seu próprio compromisso humano e espiritual, também na dimensão comunicativa, caracterizada pelas novas tecnologias.”

Tal dimensão ocupa muito espaço na vida da “geração digital” (os que cresceram com os novos meios de comunicação), recorda o Pe. Lombardi, algo que implica a necessidade de acompanhar os jovens na inculturação do Evangelho no mundo das novas tecnologias.

“Também neste campo, a fé cristã deve ser ‘inculturada’, presente como anúncio e estilo de vida e de relações. Ainda que não seja fácil. O risco de limitar-se ao jogo, de perder tempo, de fugir da realidade e de ficar no superficial é grande.”

“Por sua parte, B16, quando fala aos jovens, por exemplo nas Jornadas Mundiais da Juventude, insiste em querer comunicar à juventude conteúdos firmes, consistentes e articulados, que requerem empenho para ser assimilados, ainda antes de ser traduzidos na vida de cada dia.”

Portanto, pergunta-se o Pe. Lombardi, “fazer passar o substancial por meio do virtual é um grande desafio. Nossos jovens conseguirão? Conseguiremos acompanhá-los nesta aventura? Verdadeiramente, esperamos que sim”.

“Mas não devemos ser vítimas da fascinação dos extraordinários êxitos tecnológicos, devemos continuar distinguindo possibilidades e limites – adverte. E prosseguir buscando, ao mesmo tempo, a profundidade do sólido terreno da relação vital com Deus e com os demais, para edificar verdadeiramente uma cultura de respeito, de diálogo e de amizade.”

 
 
 

SAN JOSÉ, 09 Set. 08 / 09:26 am (

ACI).- O Arcebispo de São José, Dom Hugo Barrantes Ureña, fez um chamado aos legisladores da Costa Rica que estudam a legalização das uniões entre pessoas do mesmo sexo, a defender a instituição matrimonial e não ir “contra a reta razão”.

Dom Barrantes compareceu ante a Comissão de Internacionais da Assembléia Legislativa que tramita o projeto titulado “Lei de união civil entre pessoas do mesmo sexo”.

Em seu discurso breve advertiu que “a legalização das uniões de pessoas homossexuais estaria destinada a obscurecer a percepção geral de valores morais fundamentais e provocaria a desvalorização da instituição matrimonial”.

O Arcebispo propôs  “da doutrina da Igreja, alguns elementos que iluminem a discussão sobre o tema do reconhecimento jurídico das uniões entre pessoas homossexuais”.

Neste sentido, precisou que “a Igreja Católica considera que toda pessoa humana, criada a imagem de Deus, é digna de todo respeito, e rechaça toda discriminação contrária à dignidade da pessoa. Assim, a Igreja distingue entre o respeito a toda pessoa, independentemente, de sua orientação sexual, e o rechaço ao ato sexual homossexual, como ato objetivamente contrário ao plano de Deus para o ser humano”.

Também lembrou que “os legisladores civis não podem nem devem legislar contra a reta razão, pois de fazê-lo, a norma que emitem perderia a força de obrigar em consciência”.

O Arcebispo esclareceu que “a Igreja valora favoravelmente o matrimônio instituição natural, além de qualquer simples união de pessoas, como fundamento da família. Esta instituição natural é reconhecida pelas grandes culturas da humanidade, como uma verdade posta em evidencia pela reta razão, apoiada na complementariedade antropológica dos sexos”.

“Esta verdade natural, vê-se notavelmente enriquecida pela revelação cristã, a qual nos transmite o dado da dignidade da pessoa humana: homem e mulher, a sexualidade do ser humano além de somente sua esfera biológica, pois o ser humano é um ser com corpo e alma, e o matrimônio como forma de vida, em que se vive a comunhão pessoal”, indicou.

Do mesmo modo, lembrou que a favor das uniões homossexuais “se invocam argumentos como o princípio de respeito e a não-discriminação das pessoas” mas precisou que “atribuir o reconhecimento de matrimônio a uma relação de pessoas homossexuais ou bem outorgar prerrogativas e direitos idênticos a este, é em si mesmo uma injustiça maior, pois se vulnera o bem comum da comunidade social”.

O Arcebispo lembrou aos congressistas, particularmente aos católicos, que “como Igreja, vemos na família um valor muito importante, que tem que ser defendido de todo ataque orientado a diminuir sua solidez e a pôr em dúvida sua mesma existência. Por isso vos exorto a consagrar-se com sinceridade, retidão, com caridade e fortaleza à missão a vós confiada pelo Povo, ou seja, legislar sobre a base dos princípios éticos e em benefício do bem comum”.

 
 
 
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