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Buenos Aires, 04 Jul. 11 / 11:21 am (

A conhecida modelo argentina Natalia Fassi emprestou sua imagem para a exposição contra o aborto titulada “Maldita decisão”, que se realiza hoje (4) no Museu Parlamentario Domingo Faustino Sarmiento e onde se apresentam 40 gigantografias a favor dos não-nascidos.

Conforme informou esta sexta-feira a agência AICA, pessoas próximas da modelo afirmaram que “é a primeira vez que uma celebridade dispõe sua imagem para uma campanha assim, sobre tudo porque o faz durante uma gravidez de verdade. Ela está muito contente com esta campanha que luta a favor da vida“.

Fassi gerou críticas da imprensa secular e de setores minoritários a favor do aborto logo que em sua conta de twitter apresentasse sua foto com oito meses de gravidez, com a palavra “vida” escrita no ventre e duas seringas que se injetam. A imagem está acompanhada pela frase “maldita decisão”.

A deputada Cynthia Hotton destacou o apoio da modelo à exposição organizada por jovens cristãos. Ela destacou “a maneira tão criativa de defender a vida” e que seja uma futura mãe quem protagoniza a campanha.

Nesse sentido recordou que “o aborto é uma prática que prejudica física e psicologicamente a mulher e traz conseqüências que em muitos casos são irreversíveis”.

 
 
 

Em discurso a bispos brasileiros, o papa Bento XVI condenou mais uma vez a Teologia da Libertação. O discurso foi pronunciado neste sábado (05/12/2009) ao grupo de Bispos do sul do país que se encontrava em Roma por ocasião da visita ad limina. Por ocasião desta visita, que acontece a cada cinco anos, os Bispos apresentam ao papa e à cúria romana um relatório a respeito de suas dioceses e ouvem do pontífice as orientações para seu futuro pastoreio.

Bento XVI recorda o aniversário de vinte e cinco anos do documento que ele mesmo assinou, como então Cardeal Ratzinger, condenando esta forma de fazer teologia utilizando “teses e metodologias provenientes do marxismo”.  As palavras usadas pelo papa são duras e fogem do padrão diplomático dos discursos curiais, fazendo uma lista politicamente nada correta das consequências da Teologia da Libertação: “rebelião, divisão, dissenso, ofensa, anarquia”.

O pontífice admite que  a Teologia da Libertação não é um problema do passado quando recorda aos bispos que estas terríveis consequências “fazem-se sentir ainda” e que ainda se encontram em “vossas comunidades diocesanas”. O balanço geral apresentado por Bento XVI a respeito da aventura libertária da Igreja do Brasil parece fechar no vermelho. “Grande sofrimento e grave perda de forças vivas” – conclui o sucessor de Pedro.

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