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“Expulsar-vos-ão das sinagogas, e virá a hora em que todo aquele que vos tirar a vida julgará prestar culto [“latreian”] a Deus.” (João 16,2).

O verso em comento testemunha o ódio ferrenho dos edificadores judeus em relação aos filhos de DEUS, posto que rejeitaram JESUS CRISTO como O MESSIAS prometido. O texto é um alerta de que os seguidores de JESUS CRISTO seriam expulsos (“aposunagogo”) das sinagogas, seriam excluídos da vida social/religiosa de Israel.

Os edificadores judeus chegariam ao ponto de matar os discípulos de YESHUA aduzindo, neste caso, que estariam prestando “SERVIÇO/OFERTA DE ADORAÇÃO” (“LATREIA”) A YHWH.

Sabemos perfeitamente que os pastores judeus do tempo de CRISTO optaram por CÉSAR (João 19,15) e, interpretando particularmente as ESCRITURAS PROFÉTICAS de então (João 5,39-40; 19,7), condenaram e mataram o próprio JESUS como ato de fidelidade ao ETERNO. Agindo assim, com base exclusivamente na sabedoria humana (carne e sangue) independente do desatar profético de Deus, a elite intelectual de Israel queria desvendar os tempos que YHWH reservou só para Ele.

Sim! Os edificadores judeus estudavam as Escrituras minuciosa e profundamente, porém não estavam abertos nem conheciam a DEUS, nem a CRISTO e muito menos O PODER DE YHWH (cf. João 16,3).

Com tal comportamento, as lideranças judaicas rejeitaram o principal dos “ORÁCULO DE DEUS” – A PEDRA FUNDAMENTAL DA IGREJA DO DEUS VIVO (Atos 4,11-12). Desprezaram A PESSOA ÚNICA DO VERBO ENCARNADO: JESUS CRISTO: verdadeiro DEUS e verdadeiro HOMEM, nascido no tempo, na história através do seio de MARIA VIRGEM.

Ora, se YHWH é o único DEUS, como pode JESUS se dizer DEUS feito HOMEM?! Isto é blasfêmia e, neste caso, a morte é a pena a ser aplicada.

Eis o princípio dos judeus: “DERRAMAR SANGUE DE BLASFEMADOR/PERVERSO É O MESMO QUE OFERECER SERVIÇO DE ADORAÇÃO (SACRIFÍCIO) A DEUS.” De início, eis aí o preceito seguido pelo apóstolo Paulo: época em que perseguia, inclusive, a Igreja Neotestamentária com ódio e violência.

“E Jesus, respondendo, disse-lhes: Porventura não errais vós em razão de não saberdes as Escrituras nem o poder de Deus?” (Marcos 12:24).

Como os edificadores judeus não conheciam as ESCRITURAS, se eles viviam a estudá-las dia e noite, conforme denunciou o próprio JESUS (João 5,39-40)?!

O apóstolo Pedro explica-nos com inspiração divina que O DESATAR DAS PROFECIAS é uma ação particular do próprio AUTOR DAS ESCRITURAS. Ou seja, DEUS mesmo é quem desata e abre as Suas profecias (2 Pedro 1,20) para nós e isso só acontece no tempo certo de DEUS (Gálatas 4,4-5). E DEUS assim age e faz tão somente por meio de seus verdadeiros comissionados e à luz do Espírito Santo.

O episódio do eunuco de Candace nos ensina que pode existir um abismo enorme entre O ATO DE LER e O ATO DE COMPREENDER AS SAGRADAS LETRAS (Atos 8,26-35). A compreensão é um dom revelador do ESPÍRITO SANTO.

Os saduceus [“tz’dukim”] se julgavam doutores/mestres na Lei [aceitavam como autoridade somente o Pentateuco] e, tentando ridicularizar A FÉ NA RESSURREIÇÃO DA CARNE, armaram uma “pegadinha” para JESUS com base na regra do LEVIRATO (Deuteronômio 25,5-6).

JESUS vai respondê-los dizendo que eles não conhecem duas coisas básicas na vivência da verdadeira fé: nem as ESCRITURAS (PENTATEUCO); nem O PODER DE DEUS (Marcos 12,24). Jesus ensinará que a morte não é um entrar na inexistência. Assim, não obstante a morte física ser uma realidade, YHWH sempre será O DEUS DE VIVOS E JAMAIS DE MORTOS, pois para Ele vivem todos os seus amigos: justos e santos (cf. Lucas 20,38). O doutor de Hipona nos assevera: “Quando a alma abandona o corpo, acontece a morte física. Quando a alma abandona a Deus, dá-se a morte espiritual.” (Santo Agostinho).

JESUS vai demonstrar que o estado matrimonial (realidade do debaixo do Sol) não perpetuará após a ressurreição. A ressurreição não será uma simples volta à realidade social desde mundo físico. A partir de um episódio da Lei (Êxodo 3; Marcos 12, 26-27), CRISTO defenderá a doutrina da ressurreição. Ou seja, Jesus deixará claro que Deuteronômio 25,5-6 (levirato) não se aplica à vida futura. Destarte, CRISTO DEIXA EVIDENTE QUE A ESCRITURA (LEI) É UM TODO ORGÂNICO.

O Poder de Deus atesta que YHWH pode ressuscitar a carne sem o empecilho do casamento (Marcos 12,25). Ora, os saduceus queriam limitar o PODER DE DEUS por meio de uma leitura caolha de um trecho da ESCRITURA (PENTATEUCO). Como eram enviesados estes saduceus! A Escritura existe como elemento que testifica o ministério salvífico de CRISTO JESUS, não como um objeto de dominação e escravização que nos afasta do SENHOR, pois este é o único que nos pode dar a vida eterna.

O CRISTIANISMO CRÊ NA RESSURREIÇÃO DOS JUSTOS/SANTOS DENTRE OS MORTOS.

Ademais, podemos afirmar ainda que a fé na ressurreição da carne, além de Êxodo 3, citado por CRISTO JESUS em Lucas 20,27-39), é também ensinada em Deuteronômio 32,39: “Reconhecei agora: eu só, somente eu sou Deus, e não há outro além de mim. Eu extermino [mato] e chamo à vida, eu firo e curo, e não há quem o arranque da minha mão.” Observem as expressões: “eu mato e chamo à vida” e “eu firo e curo”. Tudo isso só pode se referir a um único ser ou pessoa. “YHWH É DEUS DE ALMAS VIVENTES, PORQUE PARA ELE VIVEM TODOS! (cf. Lucas 20,38)” “VIVEM” = presente do indicativo.

 
 
 

REDAÇÃO CENTRAL, 02 Fev. 18 / 05:00 am (ACI).- Em uma recente entrevista, o ator Jim Caviezel afirmou que a sequência de A Paixão de Cristo, na qual trabalha com o diretor Mel Gibson, será “o maior filme da história”.

Caviezel confirmou que interpretará Jesus de Nazaré neste novo filme de Gibson que tratará sobre a ressurreição do Senhor.

Sobre isso, o ator disse a ‘USA Today’ que “existem coisas que não posso dizer, pois chocarão a audiência. É ótimo, fiquem ligados”.

“Não vou dizer aonde ele [Gibson] vai com isso, mas posso revelar que o filme será o maior da história. É bom nesse nível”, acrescentou.

‘USA Today’ assinalou que Gibson e Caviezel não revelaram os detalhes sobre o andamento do novo filme, embora o ator tenha dito que estava inspirado em suas conversas com o diretor sobre o rumo que o projeto está tomando.

Em 2016, Gibson indicou a esse mesmo jornal que a sequência de ‘A Paixão de Cristo’ seria sobre “a ressurreição. Grande tema. Oh, meu Deus. Estamos tentado criar isso de uma maneira cinematográfica convincente e esclarecedora para que brilhe nova luz, se é possível, sem criar algo estranho”.

Caviezel disse que o diretor tinha “decifrado” essa história e que tinham feito uma programação tentativa de filmagem, que se negou a revelar.

Por sua parte, Randall Wallace confirmou a “The Hollywood Reporter” que ele já estava escrevendo o roteiro do novo longa-metragem.

Em setembro do mesmo ano, durante o festival religioso evangélico ‘SoCal Harvest’, Gibson revelou que o seu novo filme “não será intitulado a Paixão de Cristo 2, mas ‘A Ressurreição’”.

Dois meses depois, Gibson apareceu no programa ‘The Late Show’, apresentado por Stephen Colbert, onde explicou que a ressurreição de Cristo “é mais do que um simples acontecimento, é um evento incrível. E ao respaldá-lo com coisas ao redor da sua história, ilustra o que isso significa”.

Nesse sentido, Colbert perguntou-lhe se havia vilões no filme e Gibson respondeu: “Eles estão em outro reino”. “O que aconteceu em três dias?”, perguntou o diretor do filme, Cristo desceu aos infernos.

Então, vão fazer um pequeno inferno”, comentou Colbert, ao que Gibson manifestou: “Não tenho certeza, mas vale a pena pensar nisso, não é? Fazer com que a imaginação flua”.

‘A paixão de Cristo’, que estreou em 2004, contou com um orçamento de 30 milhões de dólares e arrecadou mais de 611 milhões em todo o mundo.

O roteiro foi baseado nos diários da mística Anna Catarina Emmerich, apresentados no livro ‘A Dolorosa Paixão de Nosso Senhor Jesus Cristo’, que foi traduzido ao latim, hebraico e aramaico por linguistas jesuítas de Los Angeles para o filme.

 
 
 
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Vamos falar sobre 5 Fatos históricos sobre a ressurreição de Cristo.

Após análise das evidências poderemos concluir com muita confiança que a ressurreição de Jesus está muito bem fundamentada.

Fato #1 Jesus foi morto por crucificação

Mesmo teólogos liberais como Dominic Crossan afirmam: “ Que ele foi crucificado é tão certo quanto qualquer coisa histórica pode ser.”1

O cético James Tabor diz:” Acho que não podemos ter dúvidas dada a crucificação de Jesus pelos romanos, que ele [Jesus], estava verdadeiramente morto.”2

Ambos Gerd Ludermann, crítico ateu do Novo Testamento, e Ehrman, agnóstico, dizem que a crucificação é um fato indisputável. E por quê? Está escrito em todos os 4 evangelhos.

E além dos quatro evangelhos, temos um número de fontes não-cristãs que corroboram a crucificação. Por exemplo, o historiador Tácito, diz que Jesus sofreu pena extrema durante o reinado de Tibério.”3 O historiador judeu Josefo, reporta que Pilatos “o condenou para ser crucificado.”4

Luciano de Samosata, que era um satirista grego menciona a crucificação, e Mara Bar-Serapião, escritor pagão, confirma que Jesus foi crucificado. Pelas evidências, temos completa segurança em crer na morte por crucificação de Jesus, inclusive contrariando a visão islâmica, que afirma o contrário.

1 John Dominic Crossan, Jesus: A Revolutionary Biography (San Francisco: HarperCollins,

1991), 145.

2  James D. Tabor, The Jesus Dynasty (New York: Simon & Schuster, 2006), 230 (emphasis

in original).

3 Tacitus, Annals 15.44.

4 Josephus, Antiquities 18.64.

Fato #2 Os discípulos de Jesus realmente acreditaram que ele ressusciou dos mortos

Os discípulos de Jesus realmente acreditaram que ele ressuscitou dos mortos

Os discípulos de fato acreditaram que Jesus ressuscitou e apareceu a eles. Existem três pontos de evidência para isso: O testemunho de Paulo sobre os apóstolos, tradições orais passadas pela igreja primitiva e as obras escritas pelos pais da igreja. Paulo é importante porque ele diz conhecer os apóstolos pessoalmente, incluindo Pedro, Tiago e João. Paulo conhecia os apóstolos e a afirmação que eles faziam, de que Jesus havia ressuscitado dos mortos. Então temos a tradição oral. Naquela época obviamente não havia gravadores, e poucos sabiam ler, então a fonte de transmissão mais confiável de informação era verbal. Estudiosos identificaram vários lugares em que a tradição oral foi copiada para o Novo Testamento em forma de hinos, credos e sermões, isso é extremamente significante, porque a tradição oral á existia antes dos escritos do Novo Testamento, então possibilitou os autores a incluírem nos escritos. Por exemplo, temos credos que remontam as doutrinas básicas do cristianismo e são facilmente memorizadas. Um dos mais antigos e mais importantes credos, está na carta aos Coríntios, escritos por volta de 55 d.C, que diz:

” Pois o que primeiramente lhes transmiti foi o que recebi: que Cristo morreu pelos nossos pecados, segundo as Escrituras, foi sepultado e ressuscitou no terceiro dia, segundo as Escrituras, e apareceu a Pedro e depois aos Doze. Depois disso apareceu a mais de quinhentos irmãos de uma só vez, a maioria dos quais ainda vive, embora alguns já tenham adormecido. Depois apareceu a Tiago e, então, a todos os apóstolos; depois destes apareceu também a mim, como a um que nasceu fora de tempo.”

Muitos estudiosos acreditam que Paulo recebeu esse credo de Pedro e Tiago, enquanto esteve com eles em Jeruslém três anos após sua conversão, o que seria cinco anos após a cruificação de Cristo.

Finalmente, nos temos as fontes escritas como Mateus, Marcos,Lucas e João. É amplamente aceito, mesmo entre estudiosos céticos que os evangelhos foram escritos no primeiro século. Mesmo alguns estudiosos liberais concordam que os evangelhos foram escritos até 70 anos após a morte de Jesus e todos reportam a ressurreição. Nós temos os escritos da geração pós-apostólica, pessoas que conheceram os apóstolos, ou eram próximas de quem conhecia. Há fortes possibilidades que seus escritos refletem a doutrina dos apóstolos. Eles claramente afirmam que os apóstolos foram dramaticamente impactados pela ressurreição de Jesus. Consideremos Policarpo por exemplo. Os escritos de Irineu relatam que Policarpo “ era instruído e versado com muitos que haviam visto a Cristo, incluindo João, e ele sempre ensinava o que tinha aprendido com os apóstolos.”1 Tertuliano confirma que João indicou Policarpo como bispo da igreja em Esmirna. Por volta de 110 d.C, Policarpo escreveu um carta aos Filipenses na qual ele menciona a ressurreição de Jesus não menos de cinco vezes. Ele estava se referindo a Paulo e outros apóstolos quando disse:”Eles não amaram a presente era, mas ele que morreu em nosso benefício e pelo nosso bem, foi ressuscitado por Deus.”2,

Então, temos bastante evidências até agora, a conversão de Paulo, a tradição oral e os escritos antigos. Em todas, temos nove fontes múltiplas que refletem fontes muito antigas e testemunhos oculares dos apóstolos. A ressurreição era algo que eles acreditavam do fundo da alma. Lendo o livros de Atos, podemos ver os discípulos dispostos a morrer e sofrer para pregar a ressurreição, eles tinham convicção do fato. Os pais da igreja, Clemente, Policarpo, Inácio, Tertuliano e Orígenes, todos confirmam isso. De fato, temos pelo menos sete fontes antigas que testificam isso, e se incluirmos os martírios de Paulo e Tiago, irmão de Jesus, temos onze fontes que afirmam que todos eles estavam dispostos a morrer simplesmente para dizer que Jesus havia ressuscitado. Isso é diferente dos terroristas islâmicos por exemplo, eles [terroristas ], tem fé de que sua crença esteja certa, mas eles não tem como saber de certeza. Os discípulos no entanto, sabiam do que estavam falando, eles estavam lá, viveram naquela época, viram o que aconteceu, e por isso tinham tanta certeza do que viram, que preferiram morrer, do que negar o fato. Mesmo o ateu Gerd Ludermann conclui:” Pode ser tomado como historicamente certo que Pedro e os outros discípulos tiveram experiências depois da morte de Jesus, em que o Cristo apareceu a eles ressuscitado.”3

1 Irenaeus, Against Heresies, 3.3.4. 2 Polycarp’s letter to the Philippians 9:2. Translation by Gary Habermas and Michael Licona. 3 Gerd Lüdemann, What Really Happened to Jesus? trans. John Bowden (Louisville: Westminster John Knox, 1995), 80.

Fato 3 # A conversão do perseguidor da igreja primitiva: Paulo

Nós sabemos de múltiplas fontes que Paulo – antes conhecido como Saulo de Tarso – era um inimigo da igreja e perseguia os fiéis. Mas o próprio Paulo diz que ele se converteu de perseguidor a um seguidor de Jesus porque ele encontrou com o próprio Cristo ressuscitado. Então temos a ressurreição de Cristo atestada por seus amigos (como mostrado ontem) e inimigos, fato que é bem significante e um critério importante segundo historiadores na determinação da veracidade de fatos históricos. Além do mais, temos seis fonte antigas em adição a Paulo, como Lucas, Clemente de Roma, Policarpo, Tertuliano, Dionísio de Corinto e Orígenes, que reportam que Paulo estava disposto a sofrer e mesmo morrer pela sua crença. E como os historiadores sabem, mentirosos não servem para mártires.

Então sabemos que Paulo não apenas disse que Jesus apareceu a ele, mas ele de fato acreditava com toda sua alma nesse fato. Paulo seria a pessoa mais improvável para a conversão, ele era totalmente oposto ao movimento cristão, ele era um judeu ortodoxo, estudioso e muito fiel as suas próprias convicções judaicas, sua transformação de perseguidor a missionário cristão exige uma explicação racional, e a melhor explicação é a do que o próprio Paulo diz, que Jesus apareceu a ele na estrada de Damasco. Paulo não tinha nada a ganhar ao inventar isso, muito pelo contrário. Foi rejeitado pelos seus amigos e família, perdeu sua reputação como mestre da lei, sofreu inúmeras tentativas de morte, agressão, prisões, naufrágios, apedrejamentos…Tudo isso pelo simples fato de dizer que tinha visto o Cristo ressuscitado e que agora ensinava sua doutrina. Até finalmente ser levado a Roma e ser decapitado durantes as perseguições de Nero. Quem morreria dessa forma por alguma mentira que ele mesmo tivesse inventado? Em troca de que? Fama? Poder? Mulheres? Dinheiro? Paulo morreu sem nada disso. Sua conversão só pode ser explicada a luz da ressurreição de Jesus, somente um fato dessa magnitude poderia transformar uma vida, e como os fatos mostram, foi exatamente isso que aconteceu.

Fato 4 # A conversão do cético Tiago, meio-irmão de Jesus.

Temos muitas evidências que Tiago não foi um seguidor de Jesus durante seu ministério. Marcos e João relatam que nenhum dos ‘irmãos’ de Jesus acreditavam nele. De fato, a passagem em João é interessante, pois sugere que os irmãos de Jesus tinham ouvido falar sobre os supostos milagres, mas não acreditaram, e estavam até mesmo duvidando que seu irmão poderia realizar tais atos. É tão notório que a família de Jesus não cria nele, que no evangelho de Marcos é relatado que seus parentes diziam que Jesus estava “fora de si”. Um exemplo mais claro, é que durante a crucificação de Jesus, ele encarrega os cuidados da sua mãe ao seu discípulo e amigo mais próximo, João, e não aos seus irmãos e parentes, como seria de se esperar.

No entanto, algo crucial acontece, em 1 Corintios 5:7, diz que Jesus ressurrecto apareceu a Tiago. Outra vez, esse é um relato muito antigo, que tem todos os traços de confiabilidade histórica segundo os estudos sobre a epístola aos Coríntios. E como resultado desse encontro, Tiago não apenas passa ser um cristão, mas o líder da igreja de Jerusalém. Os relatos dos livros de Atos e Gálatas nos confirmam isso, e na verdade Tiago estava tão convencido que Jesus era o Messias, que ele morreu como um mártir, como as fontes cristãs e não-cristãs afirmam. 1 Como sabemos, mentirosos não são bons mártires, se Tiago estivesse mentindo sobre a ressurreição, porque morreria por ela?

Então temos mais um caso de um cético que se converteu após um encontro pessoal com o Cristo ressurrecto, e estava disposto a morrer por suas convicções. De fato, o crítico e professor Reginald Fuller, diz que mesmo que não tivéssemos os relatos de 1 Coríntios 15 onde nos é relatada uma lista de testemunhas oculares das aparições de Jesus, nós teríamos que inventar, pois a ressurreição de Cristo é o único fato que explica a conversão de Tiago e sua subida ao pastorado da igreja de Jerusalém, que foi o centro do cristianismo primitivo.”2 Portanto, assim como a conversão de Paulo, a conversão de Tiago exige uma explicação lógica, e de acordo com o próprio Tiago e diversas outras evidências, a ressurreição de Jesus é a melhor explicação com certeza.

* Sei que há divergências entre católicos e protestantes quanto a questão dos irmãos de Jesus, por isso usei entre aspas, já que não é esse o foco do estudo. 1 See Josephus (Antiquities 20:200); Hegesippus (quoted by Eusebius in EH 2:23); Clement of Alexandria (quoted by Eusebius in EH 2:1, 23). 2 Reginald Fuller, The Formation of the Resurrection Narratives (New York: Macmillan, 1971), 37.

Fato 5 # O túmulo de Jesus estava vazio

Basicamente, existem três partes de evidências para afirmar isso: O fator Jerusalém, a atestação do inimigo e o testemunho das mulheres.

O fator Jerusalém se refere que Jesus foi publicamente executado e enterrado em Jerusalém , e sua ressurreição começou a ser proclamada nessa mesma cidade. De fato, muitas semanas após a crucificação, Pedro declara a uma multidão em Jerusalém, que “Deus ressuscitou Jesus, e todos nós fomos testemunhas desse fato.”1 Francamente, teria sido impossível para o cristianismo crescer nas terras de Jerusalém se o corpo de Jesus ainda estivesse no túmulo. As autoridades romanas e judias, teriam simplesmente ido ao túmulo e visto o corpo e todo esse fervor teria acabado na hora. Mas historicamente não há indícios de que isso tenha acontecido. Ao invés disso, nós temos a atestação do inimigo de que o túmulo estava de fato vazio. Em outras palavras, o que seus inimigos estavam dizendo? Que os discípulos roubaram o corpo. Isso não é somente reportado no evangelho de Mateus, mas os escritores Tertuliano e Justino Mártir também relatam a mesma coisa em seu tempo. Aqui está a questão: Porque eles diriam que alguém roubou o corpo se o corpo ainda estivesse lá? Isso é uma confissão explícita de que o túmulo estava vazio.

Além do mais, a ideia de que os discípulos roubaram o corpo é uma explicação pobre. É sério que temos que acreditar que eles enfrentaram a guarda romana, removeram uma pedra pesada, roubaram o corpo e esconderam e estavam dispostos a sofrer e morrer voluntariamente por algo que eles sabiam que era mentira? Isso é um absurdo! É uma explicação que não se baseia nas evidências e os estudiosos de hoje a rejeitam por completo.

Para reforçar o caso, temos os testemunho das mulheres de que o túmulo estava vazio. Não somente as mulheres foram as primeiras a descobrir o túmulo vazio, mas elas são mencionadas nos quatro evangelhos, e as testemunhas masculinas só aparecem depois e somente dois deles. E porque isso é importante? Porque no mundo Romano e Judaico do primeiro século, as mulheres não eram estimadas na sociedade, e seus testemunhos não eram muito aceitos.Eles eram considerados menos credíveis do que os dos homens. Por exemplo, o Talmud judaico diz:” Antes, deixe que as palavras da Lei seja queimada do que entregue por mulheres.”2 “E qualquer evidência que uma mulher der não é válida a oferecer.”3 O historiador judeu Flavio Josefo ainda diz: “Não deixe o testemunho de mulheres ser aceito.”4 O ponto é, se os apóstolos fossem inventar um história para enganar os outros, eles nunca colocariam mulheres para relatar o fato mais importante da história. Portanto, esse simples fato mostra como os escritores dos evangelhos estavam preocupados em relatar a verdade dos fatos, e não inventar uma história para convencer alguém. A melhor hipótese do porquê os apóstolos incluiriam testemunhos embaraçosos desse tipo, é porque realmente eles são verdadeiros.

Então o que os fatos mostram? Tanto amigos e inimigos afirmaram que o túmulo estava vazio. Os inimigos dizem que o corpo foi roubado, o que não há evidência e não faz o menor sentido lógico diante dos fatos. Os amigos relataram que viram Jesus ressuscitado. Há diversos relatos históricos confiáveis, evidências muito fortes, testemunhas que deram a vida por isso, e a própria história da igreja cristã que começou devido a isso, no mesmo local, apesar de todas as adversidades.

1 Atos. 2:32. 2 Talmud, Sotah 19a. 3Talmud, Rosh Hashannah 1.8 4 Josephus, Antiquities 4.8.15.

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Traduzido e adaptado do livro The Case for Real Jesus – Lee Strobel, em entrevista com o Dr Mike Licona.

Tradução: Ramon Serrano

# Conclusão

Nós olhamos todas as fontes relevantes e aplicamos um método histórico responsável. Olhamos as evidências e análises histórica dos fatos e buscamos a melhor explicação de acordo com que as evidências apontam. A conclusão mais racional para mim é: Jesus ressuscitou dos mortos. Não somente eu, mas alguns estudiosos e especialistas no assunto também chegaram a mesma conclusão, como vemos:

Thomas Arnold, ex-professor de História em Rugby e Oxford, e um dos maiores historiadores do mundo, fez a seguinte declaração sobre a evidência histórica para a ressurreição de Jesus Cristo:

“Não sei de nenhum um fato na história da humanidade que é mais bem provado, ou tenha evidências mais plenas de qualquer espécie, para a compreensão de um inquiridor justo, do que o grande sinal que Deus nos tem dado que Cristo morreu e ressuscitou dentre os mortos”. 1

T. Wright, um eminente estudioso britânico, conclui, “Esta é a razão porque, como um historiador, eu não consigo explicar o surgimento do cristianismo primitivo a não ser por Jesus ressuscitando, deixando uma tumba vazia para trás.2 Luke Johnson, um estudioso do Novo Testamento na Emory University, comenta, “Alguma espécie de experiência poderosa e transformativa é necessária para gerar o tipo de movimento como o do cristianismo primitivo”3

O Dr. Paul L. Maier, conclui que: “o túmulo em que Jesus foi colocado, estava vazio na manhã da primeira Páscoa. E não foi descoberto nenhum vestígio de evidência… que refute essa declaração.Por várias razões, o Cristianismo deveria ter morrido na cruz quando os discípulos voltaram às suas vidas. Porém os apóstolos foram capazes de estabelecer um movimento Cristão crescente.”

J.N. D. Anderson escreveu: “Pense no absurdo psicológico de imaginar um pequeno bando de covardes derrotados, num sótão, em um dia e, poucos dias depois, transformados numa companhia que nenhuma perseguição podia silenciar—e depois tente atribuir essa mudança dramática a uma mera farsa elaborada nada convincente. … Isso não faz nenhum sentido.”4

1 Thomas Arnold, Sermons on Christian Life (London, 1854), p. 324.

2 N. T. Wright, “The New Unimproved Jesus”, Christianity Today (September 13, 1993), p. 26.

3Luke Timothy Johnson, The Real Jesus (San Francisco: Harper San Francismo, 1996), p. 136.

4 J. N. D. Anderson, “The Resurrection of Jesus Christ,” Christianity Today, 12. April, 1968.

Bem, após tudo isso, não podemos fechar os olhos, as evidências apontam firmemente para o mesmo fato, Cristo ressuscitou, e nossa fé é muito bem colocada.

Muitas pessoas tem medo de aceitar esse fato, pois isso é algo que mudaria suas vidas para sempre, por isso vivem em negação inventado teorias mirabolantes. Mas a conclusão mais lógica baseada em evidências históricas, é que de fato Jesus ressuscitou. Então, assim como Paulo, Tiago e outros que foram transformados após a ressurreição, seja a sua vida também mudada após ter a certeza que Cristo ainda vive.

 
 
 
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