top of page

TODOS OS PRODUTOS

Eventos futuros

Os bispos e religiosos do país da Europa Central abrirão seus arquivos a uma comissão liderada por dois pesquisadores da Universidade de Zurique




Alemanha, França… E também Suíça. Esta Igreja da Europa Central decidiu aderir à iniciativa de outros países europeus e irá realizar uma auditoria retrospectiva dos abusos sexuais cometidos dentro da Igreja. O país tem cerca de 2,5 milhões de católicos, o que representa pouco menos de 40% da população total.

É uma iniciativa conjunta promovida pela Conferência Episcopal Suíça (CES), a Conferência das Uniões das Ordens e Outras Comunidades de Vida Consagrada (KOVOS) e a Conferência Católica Romana Central da Suíça (RKZ). “Estamos determinados a fazer justiça às vítimas”, dizem eles em um comunicado conjunto, cientes de que “inúmeras pessoas passaram por um sofrimento profundo”.

As três instituições decidiram apresentar este relatório de duas professoras de história da Universidade de Zurique, Monika Dommann e Marietta Maier. Embora já tivessem começado os trabalhos de investigação, o lançamento formal do projeto só será feito em março próximo.

Abrir arquivos

Do Episcopado Suíço confirmaram que abrirão amplamente os arquivos eclesiásticos para facilitar o trabalho de consulta e verificação dos dados. Aparentemente, esse olhar para o passado remontaria a meados do século 20 até os dias atuais.

“Este mandato é um passo importante para o trabalho de memória sobre a questão do abuso sexual no contexto da Igreja Católica”, afirmam em comunicado bispos e religiosos que detalham que se trata de “um projeto piloto” que visa avaliar de uma forma Preliminar o estado da questão para depois aprofundar os aspectos que requerem mais atenção. O desejo dos católicos suíços de colocar o preto no branco é tal que haverá também um comitê científico nomeado pela Sociedade Histórica Suíça que “garantirá a qualidade científica e a independência do projeto”.

FONTE: Vida Nueva Digital



<a href="https://youtu.be/D35jlyo2WgE"><img src="https://i.ytimg.com/vi/D35jlyo2WgE/0.jpg" alt="" width="420" height="295" /></a>

Watch this video on YouTube.

 
 
 
Miss Mundo 2013: Sou pró-vida e as relações sexuais são para o matrimônio

WASHINGTON DC, 17 Out. 13 / 11:05 am (ACI/EWTN Noticias).- A candidata das Filipinas, Megan Lynn Young, de 23 anos que foi coroada como Miss Mundo 2013 em 28 de setembro em Bali (Indonésia), deixou clara durante a sua participação no concurso a sua postura pró-vida e a favor do matrimônio.

Young nasceu nos Estados Unidos, mas aos 10 anos de idade foi morar nas Filipinas, que é um dos poucos países de maioria católica da região do Oriente onde se localiza.

Em uma entrevista com o canal ANC, Megan assegurou que “sou pró-vida, e se isso significa matar alguém que já está aí –disse, assinalando o seu corpo-, estou contra isso, é obvio”.

“Sou contra o aborto“, remarcou.

Megan também foi clara para assinalar que não concorda com as relações sexuais antes do casamento, pois “o sexo é para o matrimônio, é o que acredito”, e também revelou que “sou contra o divórcio”.

Para a jovem Miss Mundo, “se você casa com alguém, essa deve ser a pessoa com a qual estará para sempre, na doença e na saúde, nas coisas boas e ruins”.

A entrevistadora, surpreendida, perguntou-lhe como era possível para uma mulher “tão bela como você” negar-se às relações sexuais pré-matrimoniais, ao que Megan respondeu que simplesmente “diz não”.

“Se tentam pressionar, retira-te, porque essa pessoa não te valoriza, não valoriza tanto a relação”, indicou.

Para a Miss Mundo 2013, antes Miss Filipinas, “se o rapaz estiver disposto a sacrificar isso, significa muito”.

 
 
 
CONTATO
Avalie-nosRuimNão muito bomBomMuito bomÓtimoAvalie-nos

Agradecemos pelo envio !

© 2019 - 2023. INTERVENÇÃO DIVINA - Criado por Divino Design.

Esta obra é inteiramente dedicada à Santíssima Virgem Maria!

bottom of page
ConveyThis