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Papa Francisco

VATICANO, 10 Out. 13 / 02:12 pm (ACI/EWTN Noticias).- Ao celebrar a Missa na Capela da Casa Santa Marta hoje, o Papa Francisco assegurou que é preciso ter coragem para pedir ao Senhor na oração, pois “uma oração que não seja corajosa não é uma verdadeira oração”.

O Santo Padre perguntou “Como nós rezamos? Rezamos assim, por costume, piedosamente, mas tranquilos, ou nos colocamos com coragem diante do Senhor para pedir a graça, para pedir por aquilo pelo qual rezamos?”.

“A coragem na oração: uma oração que não seja corajosa não é uma verdadeira oração. A coragem de ter confiança de que o Senhor nos ouça, a coragem de bater à porta… O Senhor diz: ‘Quem pede, recebe; quem procura, encontra; e quem bate, a porta se abre’. É preciso pedir, procurar e bater”.

“Nós, nos envolvemos na oração? Sabemos chamar o coração de Deus?”.

O Papa indicou que “no Evangelho, Jesus diz: ‘se vós que sois maus,?sabeis dar coisas boas aos vossos filhos,?quanto mais o Pai do Céu dará o Espírito Santo?aos que o pedirem!?’”, o qual “é uma grande coisa”.

“Quando rezamos com coragem, o Senhor nos concede a graça, e também se dá a si mesmo na graça: o Espírito Santo, ou seja, a si mesmo! O Senhor nunca concede ou manda uma graça por correio. Nunca! Ele a concede! Ele é a graça!”.

“O que nós pedimos é na verdade como um papel que embrulha a graça. Mas a verdadeira graça é Ele que vem para entrega-la. A nossa oração, se for corajosa, recebe aquilo que pedimos, mas também aquilo que é mais importante: o Senhor”.

O Papa assinalou que às vezes “pedimos a graça, e não nos atrevemos a dizer: ‘Que o Senhor me traga’. Sabemos que a graça é sempre trazida por Ele: é Ele quem vem e nos entrega”.

“Não façamos a desfeita de receber a graça e não reconhecer Quem a dá: o Senhor. Que o Senhor nos dê a graça de doar-se a si mesmo, sempre, em toda graça. E que nós O reconheçamos, e que O louvemos como aqueles doentes curados do Evangelho. Porque naquela graça, encontramos o Senhor”.

 
 
 

Vaticano, 10 Set. 12 / 07:50 pm (ACI/EWTN Noticias).- Assim afirmou o Santo Padre em uma mensagem de vídeo exibida no sábado, na Piazza del Popolo, em Roma, por ocasião do evento “Dez Praças para Dez Mandamentos” promovido pelo movimento Renovação no Espírito Santo. Trata-se de uma série de encontros de evangelização que serão realizadas ao longo do ano em várias cidades italianas.

Na mensagem, o Papa pergunta: “Qual é o desempenho destas 10 palavras, no contexto cultural de hoje no qual o secularismo e o relativismo podem tornar-se os critérios para cada eleição e em nossa sociedade que parece viver como se Deus não existisse? Respondemos que Deus nos deu os mandamentos para nos educar para a verdadeira liberdade e o amor verdadeiro, para que possamos ser verdadeiramente felizes”.

Bento XVI também observa que os Mandamentos “são um sinal do amor de Deus, do seu desejo de ensinar o discernimento adequado entre o bem e o mal, entre a verdade e a mentira, entre o certo e o errado.”

Os Mandamentos da Lei de Deus, diz o Santo Padre, “são compreensíveis para todos, precisamente porque estabelecem os valores fundamentais em normas e regras”. “Quando o homem põe em prática pode caminhar rumo à verdadeira liberdade (…) que conduz à vida e à felicidade”.

Pelo contrário, diz o Papa, “quando, na sua existência, o ser humano ignora os mandamentos, não só se afasta de Deus e abandona a aliança com ele: também se afasta da vida e da felicidade duradoura”.

“O homem deixado a si mesmo, indiferente a Deus, orgulhoso de sua autonomia absoluta, acaba seguindo os ídolos do egoísmo, do poder, da dominação, contaminando a relação consigo mesmo e com os demais percorrendo, não os caminhos da vida mas da morte”.

Bento XVI disse que “as tristes experiências da história, especialmente do século passado, são um aviso para toda a humanidade (…). Jesus leva à plenitude o caminho dos mandamentos com a sua Cruz e Ressurreição, leva à superação radical do egoísmo, do pecado, e da morte, com o dom de si mesmo por amor”.

“Somente a acolhida do infinito amor de Deus, a confiança n’Ele, o seguir o caminho que ele traçou, dão um significado mais profundo à vida e inauguram um futuro de esperança”, concluiu a vídeo-mensagem do Papa.

 
 
 

Cidade do Vaticano (Gaudium Press) Antes da recitação do Ângelus, na manhã de domingo, Bento XVI agradeceu aos fiéis pelas orações na ocasião da festa de seu nome que acontece hoje na memória litúrgica de São José.

Durante a reflexão feita aos fiéis presentes na Praça São Pedro, o Papa fez comentários sobre o significado do quarto domingo da Quaresma. É aquele domingo no qual a liturgia apresenta ao mundo a Cruz – auge da missão de Jesus e fonte de seu amor e da salvação. Mostra a verdade preanunciada no episódio no deserto, durante o êxodo do Egito quando “os judeus foram atacados por serpentes venenosas e muitos morreram; então Deus mandou Moisés fazer uma serpente de bronze e colocá-la sobre uma haste: se alguém era mordido por uma serpente, olhando a serpente de bronze era curado”, recordou o Santo Padre.

Jesus é médico para nós, Ele “vem para curar o doente” e o pecado. Mas, salientou o Santo Padre, “grande também é a nossa responsabilidade” pois, “cada um, de fato, deve reconhecer que está doente para poder ser curado; cada um de nós deve confessar o próprio pecado, para que o perdão de Deus, já concedido na Cruz, possa ter efetivado no seu coração e na sua vida”.

“Às vezes, afirmou Bento XVI – o homem ama mais as trevas do que a luz, porque é apegado a seus pecados. Mas é somente abrindo-se à luz, é somente confessando sinceramente as próprias culpas a Deus, que se encontra a verdadeira paz e a verdadeira alegria”.

Para concluir, o Santo Padre ainda reafirmou para os milhares de fiéis a importância de “recorrer com regularidade ao Sacramento da Penitência, em particular na Quaresma, para receber o perdão do Senhor e intensificar o nosso caminho de conversão”.

 
 
 
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