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Fonte: padrepauloricardo.org [youtube]http://www.youtube.com/watch?v=hvFc7OFtGFo[/youtube]


Embora não seja desejável, a distração é uma realidade na vida de todo cristão. Já se sabe que mesmo a oração feita de maneira distraída possui valor diante de Deus. Contudo, ela não propicia que a pessoa avance na vida de santidade e adentre outras moradas. A luta de todos deve ser, portanto, para combater a distração e assim auferir dela a refeição da alma, como ensina Santa Teresa d’Ávila.

Em primeiro lugar é preciso definir o que é essa ‘atenção’ que se quer alcançar. Santo Tomás de Aquino ensina que existem três tipos: a. a atenção das palavras; b. a atenção dos sentidos; c. a atenção da presença. A primeira é quando a pessoa pronuncia as palavras com alguma concentração, mas sem se deter no que elas significam. Quando isso acontece, ou seja, quando a pessoa medita no sentido do que está dizendo, é evidente que está no segundo caso. Apesar de já ter sido grande o progresso ainda existe uma outra distração a ser vencida: a do terceiro caso. É preciso estar atento ao fato de que existe uma presença, existe uma Pessoa com a qual se está falando na oração. Se isso não é percebido, a pessoa ainda está dispersa.

A distração pode ser voluntária ou involuntária, segundo o frade dominicano Frei Antonio Royo Marin, em sua obra Teologia de la perfeccion cristiana”. A distração involuntária pode ser causada pela própria índole (temperamento) do indivíduo, por fadiga mental, por culpa do diretor espiritual (que pode determinar um tipo de oração para a qual a pessoa ainda não está preparada) e, por fim, por culpa do demônio (nesse caso, o remédio é o uso de água benta durante os momentos de oração).

As causas voluntárias da distração, segundo Frei Antonio Royo Marin, são: a. a falta de uma preparação próxima (rezar sem preparar o local, sem determinar o tempo, não ter postura de oração); b. a falta de preparação remota (quando a pessoa vive uma vida dispersa por culpa pessoal).

O frade ensina o remédio para lutar contra a distração, salientando que é realmente um combate e esse combate também tem o seu mérito diante de Deus. É um meio de santificação também a luta para a concentração. Se as causas são involuntárias o frade explica que é possível livrar-se dos influxos do temperamento com o uso de alguns auxílios: ler e falar em voz alta, rezar por escrito, fazer atos de devoção (fixar os olhos no sacrário, em uma imagem, etc.), escolher matérias de oração mais concretas e menos abstratas, propiciando o entendimento e a concentração, humilhar-se diante de Deus, quantas vezes forem necessárias.

Para as distrações voluntárias os remédios são: a preparação próxima (preparar o local, determinar o tempo e adotar uma postura), e a preparação remota (cultivar o silêncio, fugir da curiosidade vã).

O cultivo do silêncio, diz ele, ajuda a ‘ouvir’ melhor a Deus, faz com que a pessoa se encontre consigo mesma, além disso, produz uma higiene (saúde) psíquica. Já a curiosidade vã leva a pessoa a sair do foco da vida e se não tem foco na vida, terá na oração? Dificilmente.

Tudo isso pode ser resumido em guardar os sentidos, a imaginação e o coração. O homem não é uma lata de lixo que pode ver tudo, ouvir tudo, experimentar tudo e ainda achar que sairá ileso disso tudo. As imagens e os sons armazenados podem se transformar em lixo. Assim, quando a pessoa se põe em oração é impedida por todo esse lixo que está entulhando o seu coração.

A concentração na oração é uma luta, uma batalha. Hoje foram oferecidas algumas dicas, alguma armas para ajudar nesse combate. Mas, mesmo lutando, seja humilde, lembre-se que a oração com distração também tem valor. Não desista de lutar. Deus aprecia todo o esforço. Com a luta o homem pode se tornar mais forte, mais santo, mais filho de Deus.

 
 
 

Roma, 08 Abr. 13 / 10:34 am (ACI/EWTN Noticias).- O gigante da internet Google entrou em contato com a Companhia de Jesus para incluir em seu serviço de livros gratuitos todos os números e fascículos publicados desde 1850 até 2007 pela revista “Civiltà Cattolica”, “Civilização Católica”, a revista dos Jesuítas.

Para o Google, a revista jesuíta “contribui com valores à discussão no mundo virtual e na vida real, porque fala de temas de cultura geral a um nível mundial”, disse em uma entrevista concedida ao grupo ACI em 5 de abril, Giorgia Abeltino, a conselheira de Política Pública do Google na Itália.

Abeltino, que é responsável pelas relações institucionais do Google na Itália, entre as que se incluem diversos projetos culturais sem fins lucrativos, assinalou que “é uma honra colaborar com uma revista tão conhecida como Civiltà Cattolica”.

Conforme explica, a ideia de colaborar com uma revista católica nasceu do projeto “Google Livros”, a ferramenta do Google que permite descarregar de maneira gratuita os principais livros – sem direitos autorais-, das bibliotecas mundiais.

Google se deu conta de que a revista dos jesuítas aparecia em um grande número de bibliotecas e esse foi o fator principal para entrar em contato com eles. “Chamou-nos muito a atenção”, afirma.

Para colaborar com o Google, os jesuítas tiveram que eliminar os direitos autorais de muitos dos seus conteúdos, um gesto, que para o Google “foi realmente importante… –a revista católica- sempre manteve sua política de intercâmbio, diálogo, colaboração e de partilha”.

“Compartilhar, a final das contas, é o que caracteriza o mundo virtual, assim que sua contribuição é fantástica para nós”.

Ao falar da presença do conteúdo católico no mundo da Web, a representante do Google, explicou que ficou impressionada com o crescimento particular da circulação no canal de vídeo do Vaticano no YouTube.

“É realmente incrível o número de visualizações que tiveram no último mês, assim como a participação, o intercâmbio e os comentários, significam que o mundo quer estar presente!”, exclamou.

“Como não podem estar fisicamente presente, estão através da rede, e isto levou a um crescimento das buscas”, concluiu.

A revista Civiltà Cattolica se pode encontrar na Web em língua italiana. No futuro se espera sua tradução a outros idiomas. Nela, os jesuítas escrevem de diversos temas como cultura, teologia, filosofia, história, sociologia, economia, política, ciência, literatura, arte e cinema.

 
 
 

Habemus papam”! Coube ao protodiácono, o cardeal francês Jean-Louis Tauran, fazer o anúncio oficial. Foi eleito Jorge Mario Bergoglio, de 76 anos, arcebispo emérito de Buenos Aires, que será desiganado Francisco I. Às 19.14 horas da varanda da Basílica de S. Pedro foi anunciada oficialmente a eleição do sucessor de Bento XVI. Habemus papam”! Coube ao protodiácono, o cardeal francês Jean-Louis Tauran, fazer o anúncio oficial. Foi eleito Jorge Mario Bergoglio, de 76 anos, arcebispo emérito de Buenos Aires, que será desiganado Francisco I. Às 19.14 horas da varanda da Basílica de S. Pedro foi anunciada oficialmente a eleição do sucessor de Bento XVI.

O argentino Jorge Mario Bergoglio, arcebispo emérito de Buenos Aires, Argentina, é um sacerdote de origem jesuíta. As suas primeiras palavras na varanda da basílica de S. Pedro simples: “Os cardeais foram buscar-me ao fim do mundo”. De seguida dirigiu palavras de saudação a Bento XVI.

Antes da benção “urbi et orbi”, Francisco I pediu um período de silêncio, “um favor”, para que o povo pedisse que o Senhor o abençoasse e dirigiu um apelo à fraternidade no seio da Igreja.

A fumaça branca saiu da chaminé da Capela Sistina à 19.07 horas (hora de Portugal continental) assinalando a eleição de um novo papa pelos 115 cardeais eleitores para suceder a Bento XVI.

Para conhecer o nome do novo Papa foi necessário esperar que o novo líder da Igreja Católica aceitasse a nomeação e escolhesse um nome antes que o protodiácono, o cardeal francês Jean-Louis Tauran, se apresentasse para o anúncio oficial (“habemus papam”). Só então o novo Papa se apresenta na varanda da Basílica de S. Pedro.

O sinal de fumaça branca foi aclamado após alguns instantes de hesitação pela multidão que enche a Praça de S. Pedro, no Vaticano, já que inicialmente a fumaça não era suficientemente branca.

 
 
 
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