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Diante de Vós, Senhor, apresentamos o fardo dos nossos crimes e simultaneamente as feridas que por causa deles recebemos.

Se pensarmos no mal que fizemos, é bem pouco o mal que sofremos e muito maior o que merecemos. Foi grave o que ousamos cometer e leve o que agora sofremos. Sentimos que é dura a pena do pecado e no entanto não nos decidimos deixar a ocasião dele. A nossa fraqueza geme esmagada sob o peso dos castigos com que nos punis justamente, e a nossa maldade não quer se desfazer dos seus caprichos. O espírito anda atormentado, mas a cerviz não se verga.

A nossa vida suspira no meio das dores e não nos corrigimos.

Se contemporizardes conosco, não nos emendamos, e se tirais de nós vingança, gritamos que não podemos. Se nos castigais, sabemos declarar que somos réus, mas se afastais por um pouco a Vossa ira, esquecemos logo o que deploramos.

Se levantardes a mão, logo prometemos a emenda, se retirais aespada, já nos esquecemos da promessa. Se nos feris, gritamos que nos perdoeis, se nos perdoais logo entramos de Vos provocar. Tendes-nos aqui, Senhor, diante de Vós, confessamos os nossos pecados; se Vos não amerceais de nós, aniquilar-nos-á a Vossa justiça.

Concedei-nos Pai onipotente, o que sem merecimento algum de nossa parte Vos pedimos, Vós que nos tirastes do nada. Por Nosso Senhor Jesus Cristo.

Amém.

V. Senhor, não nos trateis segundo os nossos pecados. R. Nem nos castigueis segundo as nossas iniqüidades.

Oremos – Ó Deus, a quem o pecado ofende e a penitência propicia, olhai favoravelmente para as preces do Vosso povo e relegai para longe os vossos castigos da Vossa ira, que merecemos com os nossos pecado. Por Nosso Senhor Jesus Cristo. Amém.

 
 
 

Fonte: Veritatis Splendor Por Pedro Ravazzano

“Quanto a mim, não acreditaria no Evangelho se não me movesse a isso a autoridade da Igreja católica”. Santo Agostinho

O protestantismo vive num círculo vicioso. Vejamos, se hoje os Pais da Reforma ressuscitassem milagrosamente cairiam para trás ao ver a situação das igrejas por eles criadas e, muito provavelmente, seriam chamados de idólatras e pagãos por seus irmãos e filhos. Na verdade não precisamos ir tão longe na imaginação; comparem uma igreja metodista, anglicana, calvinista, luterana dos EUA, da Europa e do Brasil! Os metodistas ingleses e americanos usam imagens – ou ao menos usá-las não é motivo de discussão -, fazem igrejas em estilos góticos, gostam de cantos sacros e apreciam a piedosa devoção. Anglicanos invocam os santos, usam turibulo, seus líderes se paramentam como os Sacerdotes e Bispos católicos, constroem igrejas extremamente belas, usam velas, incensos etc. Já a Catedral Calvinista de Genebra honra a São Pedro, era lá onde Calvino pregava, fica ao lado do Museu da Reforma, quase um Vaticano protestante. Os luteranos do hemisfério norte também seguem diversas tradições católicas que eram respeitadas até mesmo pelos reformadores, se assemelham aos anglicanos quanto a isso. Eu apenas abordei pontos externos, se fosse fazer uma análise teológica as diferenças entre as denominações seriam gritantes. Os Pais da Reforma eram homens, em sua maioria, doutos e cultos, tinham acesso a obras de grande peso na cristandade, dominavam línguas, tinham uma cultura destacada; Lutero era um teólogo com relevo no cenário alemão, Calvino tinha uma formação clássica, Wesley, que apareceu séculos mais tarde, se educou na prestigiosa Universidade de Oxford. A questão que aparece é a seguinte, se esses homens estavam errados na sua hermenêutica bíblica, na compreensão do tal cristianismo primitivo, por que raios um pastor qualquer em pleno mundo moderno se colocaria como o descobridor da verdade cristã? Qual a autoridade que ele usa? Os Pais da Reforma se diziam inspirados pelo Espírito Santo, iluminados por Deus, o mesmo Espírito Santo e o mesmo Deus que “inspira” e “ilumina” os homens que hoje fazem interpretações e chegam a conclusões diferentes das obtidas pelos Luteros e Calvinos da vida – conclusões essas que na época da reforma já não eram nada parecidas! E, muito provavelmente, esses mesmos pastores serão refutados no futuro por outros irmãos seus que enxergaram diferentes verdades na Sagrada Escritura. O mais irônico de tudo isso é que uma das bases fundamentais usadas por eles para endossar essas novas compreensões a respeito do cristianismo e da Bíblia são conhecimentos científicos, ou seja, um respaldo extra-bíblico que influencia no estudo e na hermenêutica dos textos da Sagrada Escritura. Onde foi parar a Sola Scriptura?

Os protestantes consideram a Bíblia auto-sustentável, ou seja, a chave da correta hermenêutica se encontra na própria Escritura. Pois bem, isso deveria confirmar que a hermenêutica bíblica, seja lá de qual tempo, é contínua e inerrante, já que interpreta um Livro eterno e também inerrante, mas não é isso que enxergamos dentro do protestantismo. Existe uma diversidade de análises, uma grande confusão na exegese, na forma de compreender a formação do texto, uma miscelânea de doutrinas oriundas de interpretações bem distintas. Se a Bíblia é auto-sustentável as descobertas históricas e arqueológicas, usadas pelos protestantes atuais como base para um novo olhar – como a defesa do tal cristianismo primitivo -, não se mantém, afinal a ortodoxa hermenêutica independe de fatores externos, se encontra na própria Escritura (Sola Scriptura). Com isso pouco importa se os Pais da Reforma viviam no séc. XVI e hoje vivemos no séc. XXI. Se a Bíblia é de inspiração divina, um Livro Sobrenatural, sua mensagem é para sempre, sua correta interpretação é a mesma ao longo dos séculos, afinal o que muda não é eterno, e o que não é eterno não é divino. Ou seja, um livro escrito por Deus só pode ser compreendido com a assistência de Deus, a ciência humana não seria capaz de entender a riqueza contida nas suas linhas. Ora, sem essa inspiração interpretar a Bíblia é quase como um jogo de sorte. Aí entra um ponto crucial; como conciliar, dentro do protestantismo, diversas interpretações de um único texto? Se a Escritura é divina ela não erra nem se contradiz – ou se descansa no sábado ou no domingo, ou se batiza crianças ou não, ou se usa imagens ou as considera idolatria, ou acredita nos santos ou acha que são deuses pagãos etc etc etc. Não pode haver uma diversidade hermenêutica para uma mesma frase contida no texto bíblico!

Percebam que no protestantismo não há uma continuidade na vivência da mensagem cristã interpretada pelos seus pastores, bispos, reverendos, missionários, apostólos e “bispas”, a todo o momento há ruptura e o surgimento de novas óticas, óticas essas que, como já foi dito, lançam mão de conteúdos extra-bíblicos, colocando de lado um dos pontos essenciais da Reforma Protestante; Somente a Escritura.

Talvez a saída mais natural do protestantismo tenha sido o desenvolvimento de doutrinas liberais, que depois deram origem ao modernismo. Considerar a Escritura um livro Sobrenatural pede, da mesma forma, uma interpretação sobrenatural, ou seja, uma interpretação inspirada. Como haver inspiração quando pululam o número de hermenêuticas tão diferentes e contraditórias? Esse foi o motivo que ajudou, entre alguns outros, na consolidação da corrente liberal dentro do pensamento reformado; se baseiam num arcabouço histórico, arqueológico, literário e filológico para compreender o texto bíblico, execrando tudo que seja contrário ao entendimento da razão humana. De uma maneira ou de outra esse método cria uma hermenêutica mais homogênea, já que acaba com a argumentação de inspiração divina; a medida é a ciência, se passou dela não serve. Entretanto dois problemas surgem; a destruição da origem Divina do texto – ele fica preso aos conhecimentos humanos – e a oposição a Sola Scriptura – na verdade não é lá da preocupação desses protestantes a fidelidade a nada. Ademais, a ciência nessa caso ocupa o espaço que todas as igrejas de origem apostólica dão ao que se chama Tradição, de origem divina e em plena sintonia com a Revelação contida na Escritura.

Um dos fundamentos básicos, quiçá o maior, que distancia o protestantismo da verdadeira religião é a não-aceitação da Sagrada Tradição. Os “reformados” acreditam que a Sagrada Escritura é a única regra da fé, não sendo necessária nenhum outra para viver de forma plena os ensinamentos cristãos, conhecer todo o legado deixado por Nosso Senhor Jesus Cristo. Antes de algum Evangelista pensar em escrever, sob a inspiração do Espírito Santo, os Apóstolos já pregavam e difundiam a Boa Nova. Foram necessárias décadas, depois do Pentecostes, para se iniciar a redação dos livros do Novo Testamento! Como havia comunidades cristãs num período onde não havia a Bíblia? Simples, por meio da pregação oral que trazia consigo a Tradição cristã. Como disse David Goldstein, judeu convertido ao catolicismo “S. Pedro converteu 3000 judeus; o Concílio de Jerusalém foi reunido e a lei judaica foi ab-rogada, antes que uma única linha do Novo Testamento fosse escrita. Antes que S. João escrevesse seu Evangelho, a Igreja católica celebrou seu jubileu de ouro; e S. Paulo poderia dizer que a fé de Cristo tinha sido proclamada por toda parte no mundo”

A primeira referência ao cânon bíblico, como o temos hoje, foi em 367 d.C, numa epístola de Santo Atanásio de Alexandria; santo que escreveu o credo que leva seu nome – credo atanasiano – reconhecido até mesmo por Lutero como grande autoridade doutrinal e incluído pela Igreja Anglicana no ‘Livro de Oração Comum’. Até o séc. IV não havia a mínima concordância de quais seriam os Livros inspirados. Os verdadeiros Evangelhos dividiam espaço com textos gnósticos e heréticos. Além disso raras eram as comunidades que tinham acesso a esses documentos. Todos se confirmavam na fé por meio da adesão oral, conheciam a doutrina cristã através dos ensinamentos proferidos pelos Apóstolos e seus sucessores. Quais os livros eram legitimamente cristãos? Dependiam de onde estivessem. As localidades divergiam na definição das escrituras, algumas acreditavam em livros que depois foram vistos como apócrifos, outras sequer tinham textos dos livros hoje considerados canônicos. Quem duvidaria da apostolicidade e inspiração divina do Pastor de Hermas, Epístola de Barnabé e da Didaché? A leitura desses livros, e de vários outros não-canônicos, era muito comum nas assembléias e nas pregações.

Ora, como então se definiu, se atestou, quais livros eram, de fato, inspirados? Foi uma autoridade externa e extra-bíblica. A lista definitiva dos livros canônicos apareceu no Concílio de Roma (382) e, posteriormente, confirmada nos Concílios de Hipona (393) e Cartago (397). A Sagrada Escritura não veio com um índice, nem o surgimento do seu cânon foi um ato de milagre divino. Os Padres conciliares apenas lançaram mão da Tradição apostólica, aquela que já confirmava os cristãos na fé, a usando como a medida para que assim pudessem endossar a inspiração dos escritos, ao mesmo tempo em que rechaçavam aqueles livros que contradiziam os ensinamentos orais. O próprio Lutero confirmou: “Somos obrigados a reconhecer muitas coisas aos católicos – (como por exemplo), que eles possuem a Palavra de Deus, que nós recebemos deles; de outro modo, não saberíamos nada sobre ela.” [1] Nosso Senhor nos ensinou “Ide, e pregai o Evangelho a toda criatura” (cf. Mt 28,19-20) e não “Ide e difundi as Escrituras”.

Prof. Alessandro Lima, no seu livro Cânon Bíblico, falou que a “atribuição de autoridade divina a um livro, isto é, a definição de sua canonicidade sempre dependeu da autoridade de algo que é exterior ao livro: a Tradição que lhe deu origem (e que portanto lhe é anterior) e o Magistério legitimamente estabelecido por Deus, reconhecido como seu legítimo guardião e difusor.” [2] De fato, o que os protestantes esquecem é que a Sagrada Escritura não fez o cristianismo, foi a Igreja, inspirada pelo Espírito Santo, que criou a Sagrada Escritura. Assim como os israelitas escreviam os textos sagrados quando já viviam a fé monoteísta, os cristãos escreveram os Evangelhos quando já eram crentes. Corinto e Tessalônica já eram cristãs quando São Paulo escreveu suas cartas, Teófilo já professava a fé em Nosso Senhor quando São Lucas o endereçou o Evangelho. A equação feita pelos protestantes é contrária; não foi a Bíblia que criou o cristianismo – afinal quando ainda não havia Escritura já havia fé cristã – mas foi o cristianismo, iluminado com as bençãos do Senhor, que escreveu a Bíblia. A Bíblia não caiu do céu; os livros do Novo Testamento foram escolhidos num Concílio da Igreja Católica, poder magisterial, composto por Padres que acreditavam na Tradição. Os protestantes aceitam esse cânon do Novo Testamento e seguem o cânon do Antigo Testamento definido por um sínodo de fariseus depois da morte de Cristo.

Existem dois grandes intervalos nos primórdios do cristianismo que devem ser levados em conta:

1 – Da ascensão de Cristo aos Céus até o fim da redação da Escritura

2 – Do fim da redação da Escritura até a estruturação do cânon bíblico

No primeiro momento transcorreram 65 anos para que o último livro da Bíblia fosse acabado em meados do ano 100 d.C. Cristo morreu e ressuscitou por volta do ano 30, já os livros do Novo Testamento foram escritos bem depois; o Evangelho de São Marcos no ano 64; o Evangelho de São Lucas e de São Mateus entre os anos 65 e 80; as cartas de São Paulo entre os anos 51 e 67; o Apocalipse entre os anos 70 e 95. Como os cristãos teriam se mantido até lá? Ademais, mesmo que houvesse Evangelho seria humanante impossível, dentro da realidade tecnológica da época, fazer com que todas as comunidades cristãs – que já existiam mesmo sem Bíblia – tivessem acesso aos textos. O que manteve a fé desse povo senão a Tradição oral?

A outra lacuna ainda é maior. Se trata de uma período de séculos onde textos inspirados dividiam espaço com outros que eram produtos da gnose e da heresia. Até mesmo pensadores do quilate de Santo Atanásio (297-373), São Jerônimo (342-420) e Santo Agostinho (354-430) se fiavam em listas de canonicidade que partiam das crenças especificas de suas localidades – claro que até a definição magisterial. Ou seja, houve uma confusão instaurada na Igreja primordial a respeito da inspiração dos textos. Se a Sagrada Escritura se mantém por si mesma por que a disputa, por que a definição do cânon não ocorreu logo no início, desde que o último texto inspirado foi escrito? Simples, a Sagrada Escritura não era auto-autenticável! Não havia nada nela que sancionasse quais os livros que eram inspirados ou não. Nem mesmo havia assinatura nos Evangelhos. Por exemplo, como saber que foi São Mateus quem escreveu o seu Evangelho? Para nós católicos a Tradição sempre nos informou dessa verdade, por isso sempre acreditamos. Protestantes não só rejeitam a Tradição como acreditam na Sola Scriptura. Ora, apenas a Tradição ou o estudo bíblico-histórico poderiam afirmar que Mateus foi o redator do Evangelho que leva seu nome. As duas formas tratam de conclusões extra-bíblicas e, logicamente, se opõe a doutrina da Sola Scriptura.

O fato é que, na ausência da Tradição e do Magistério, simplesmente não há limites para a imaginação no que concerne à interpretação da Bíblia. Se não existe nenhuma autoridade, para além do indivíduo, que estabeleça qual o verdadeiro sentido e qual a verdadeira interpretação da Escritura Sagrada, então é instaurado o “vale tudo”. Em outras palavras, a teologia liberal (da qual o maior expoente foi o alemão Rudolf Bultmann) é uma conseqüência natural do Sola Scriptura. A pessoa, diante do texto bíblico, na prática se sente à vontade para seguir a interpretação que mais lhe aprouver. E quando perguntamos, por exemplo, a um calvinista “por que é assim e não assado, como ensinam os luteranos?”, ficamos sem resposta… Mas nós podemos dizer, como S. Agostinho diria: “É assim porque a Igreja Católica, com a autoridade que recebeu de Seu Fundador, Nosso Senhor Jesus Cristo, nos ensina que é assim!”. Não é a minha interpretação, nem a de fulano, nem a de beltrano que importa. É a interpretação da Igreja!

Como foi dito no começo do texto, a Sola Scriptura descamba para a teologia liberal, afinal a diversidade de interpretações e compreensões do texto bíblico é incompatível com o caráter inerrante e eterno da própria Escritura. Ora, o relevo que hoje os protestantes dão a ciência é o resultado da incapacidade de estipular uma hermenêutica comum. E por que? Simplesmente a Sagrada Escritura não se sustenta sozinha, a Tradição é essencial para o conhecimento pleno da revelação cristã e para a compreensão dos verdadeiros e perenes ensinos contidos no texto sagrado. O Magistério, por sua vez, tem a incumbência de, sustentado na Sagrada Escritura e na Sagrada Tradição, indicar a única e infalível interpretação da Bíblia. Sem a Tradição a Escritura fica confusa e sem o Magistério seu entendimento é impossível. O protestantismo acreditou na Sola Scriptura como forma de renegar a Tradição, colocaram no lugar desses valiosos e preciosos ensinamentos de Cristo o entendimento humano, com isso carrega em seu âmago um princípio genuinamente subjetivo e individual, desde já fadado ao erro e a confusão. A teologia liberal, se sustentando na ciência e renegando a sobrenaturalidade da Bíblia, apenas surge por ser fruto da Sola Scriptura! Com isso concluímos que o protestantismo, desde as suas origens, fincou as bases do relativismo hermenêutico, relativismo esse que é incompatível com um Livro de caráter Divino e, conseqüentemente, eterno e imutável; o triunfo da interpretação individual, no pensamento reformado, se opõe drasticamente a perenidade da mensagem cristã. O que cremos hoje é o que foi crido ontem e é o que será crido amanhã! No protestantismo o que é crido hoje é diferente do que foi crido ontem e é diferente do que será crido amanhã – além, é claro, das diversas formas de se entender o que crê e no que se crê. [1] 21. Commentary on John, cap. 16, como citado em Paul Stenhouse, Catholic Ansewrs to “Bible” Christians (Kensington: Chevalier Press, 1993), p. 31. [2] LIMA, Alessandro. O Cânon Bíblico – A Origem da Lista dos Livros Sagrados. São José dos Campos-SP: Editora COMDEUS, 2007, p. 17


Catedral Anglicana de Cristo e de Santa Maria, em Liverpool, Reino Unido

Visão externa

Nave

Altar-mor, com muitas imagens e santos

Detalhe do altar-mor, em destaque a imagem de Cristo na Última Ceia

Catedral Calvinista de São Pedro, Genebra, Suíça

Visão externa

Vitrais com imagens de santos

Nave

Catedral de Santo Egídio Igreja Mãe do Presbiterianismo, Edimburgo, Reino Unido

Visão externa

Nave

Vitral com imagens de santos

Imagens no pórtico de entrada; santos, heróis e reformadores

Detalhe das imagens

Imagem de John Knox

Imagem de um anjo segurando água benta

Catedral Luterana de São Nicolau, Helsinque, Finlândia

Visão externa

Detalhe das imagens dos Apostólos

Imagem de Lutero

Altar da Catedral

Catedral Metodista de São Paulo, Houston, EUA

Visão externa

Imagem de Cristo

Qual é o verdadeiro protestantismo vindo da verdadeira hermenêutica bíblica? O protestantismo que usa imagens ou o que as considera idolatria? O protestantismo que venera os santos ou o que acha que são deuses pagãos? O protestantismo que celebra a Ceia – mesmo que simbólica – ou o que acredita que não passa de invenção romana? O protestantismo que valoriza algumas tradições ou aquele que diz vivenciar o tal cristianismo primitivo? São muitos protestantismos originados de um mesmo Livro, um Livro eterno e inerrante que não pode ser interpretado, em hipótese alguma, de diversas maneiras. A Verdade é única, se é contraditória não é Verdade, e se não é Verdade não é Deus!

 
 
 
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Por Bob Stanley Fonte: Veritatis Splendor

“A Verdade sempre incomodou as pessoas e nunca é confortável.” (Cardeal Ratzinger, 9 de outubro de 2000) “O Novo Testamento está escondido no Antigo, e o Antigo é revelado no Novo.” (Santo Agostinho)

A Bíblia é composta de muitos livros e, ao mesmo tempo, é um livro só. Tem muitas histórias e, ao mesmo tempo, uma só história. É a história da História da Salvação do Homem por DEUS. Usando tipologia, uma ferramenta muito útil para a exegese bíblica, tantas prefiguras ou símbolos, no Antigo Testamento, apontam para realidades do Novo Testamento. Regras estritas devem ser seguidas e uma delas é que a prefigura do Antigo Testamento é sempre inferior à realidade do Novo Testamento. Outra regra é que um símbolo do Antigo Testamento nunca aponta para outro símbolo do Novo Testamento, mas sempre para uma realidade muito maior.

Salmos 127,1, uma prefigura:

“Se o Senhor não edificar a casa, em vão trabalham os que a constroem. Se o Senhor não guardar a cidade, debalde vigiam as sentinelas.”

Só existe uma Igreja de DEUS. Todo as restantes foram construídas pelo homem.

Todas as igrejas na terra – a não ser uma! – são negadas pelo versículo. Então parece que, a menos que você possa provar que Jesus Cristo fundou a sua igreja, você tem trabalhado em vão.

1Timóteo 3,15, a realidade:

“Todavia, se eu tardar, quero que saibas como deves portar-te na casa de Deus, que é a Igreja de Deus vivo, coluna e sustentáculo da verdade.”

A casa citada no Salmo 127,1 está explicada aqui. Perceba que a palavra usada neste versículo é “Igreja” e não “igrejas”. Note também que a Bíblia diz que é a Igreja que é a coluna e sustentáculo da verdade. Não-Católicos parecem ignorar este versículo, pois quando pergunto a eles, a resposta que me dão é que “a coluna e o sustentáculo da verdade é a Bíblia”.

Agora a maior e mais importante pergunta é: “Qual é essa Igreja?”

Não tema, pois a Bíblia nos diz qual é a Igreja, se seguimos e acreditamos na Palavra de DEUS. Mateus 16,18-19:

“E eu te declaro: tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja; as portas do inferno não prevalecerão contra ela. Eu te darei as chaves do Reino dos céus: tudo o que ligares na terra será ligado nos céus, e tudo o que desligares na terra será desligado nos céus.”

Jesus Cristo fundou uma Igreja. Note que Ele realmente disse “Igreja” (no singular) e não “igrejas” [no plural]. As portas do inferno não prevalecerem é uma promessa que aponta que a Sua Igreja será protegida por Ele Mesmo, por dentro e por fora, por toda a eternidade. Para aqueles que insistem que a Igreja que Jesus Cristo fundou apostatou logo depois da morte do último Apóstolo, estão realmente dizendo que as portas do inferno prevaleceram contra ela, e desta maneira eles O chamam de mentiroso por esta Sua promessa.

Mateus 28,18-20:

“Toda autoridade me foi dada no céu e na terra. Ide, pois, e ensinai a todas as nações; batizai-as em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Ensinai-as a observar tudo o que vos prescrevi. Eis que estou convosco todos os dias, até o fim do mundo.”

Esta é a promessa feita por Jesus Cristo de estar com Sua Igreja todos os dias, em todos os séculos, até o fim do mundo; e sem 1500 anos de intervalos, nem mesmo de um só dia. Aqueles que alegam que a Igreja que Jesus Cristo fundou apostatou logo depois que o último Apóstolo morreu, O chamam de mentiroso por esta Sua promessa.

“E eu rogarei ao Pai, e ele vos dará outro Paráclito, para que fique eternamente convosco. É o Espírito da Verdade, que o mundo não pode receber, porque não o vê nem o conhece, mas vós o conhecereis, porque permanecerá convosco e estará em vós.”

Aqui está a promessa de que o Espírito Santo estará para sempre com a única Igreja que Jesus Cristo fundou. Aqueles que alegam que a Igreja que Jesus Cristo fundou apostatou logo após a morte do último Apóstolo, mais uma vez O chamam de mentiroso por esta Sua promessa.

“Muitas coisas ainda tenho a dizer-vos, mas não as podeis suportar agora. Quando vier o Paráclito, o Espírito da Verdade, ensinar-vos-á toda a verdade, porque não falará por si mesmo, mas dirá o que ouvir, e anunciar-vos-á as coisas que virão.”

Perceba o tempo futuro em: “[Ele] ensinar-vos-á” e “anunciar-vos-á as coisas que virão”.

Aqueles que dizem que a Igreja que Jesus Cristo fundou apostatou logo depois que o último Apóstolo morreu, O chamam de mentiroso ainda mais uma vez por esta Sua promessa.

Efésios 3,20-21:

“Àquele que, pela virtude que opera em nós, pode fazer infinitamente mais do que tudo quanto pedirmos ou entendemos, a ele seja dada glória na Igreja, e em Cristo Jesus, por todas as gerações de eternidade. “

Aqui está ainda outra promessa da Sagrada Escritura de que a Igreja que Jesus Cristo fundou duraria para sempre. Aqueles que dizem que a Igreja que Jesus Cristo fundou apostatou logo depois que o último Apóstolo morreu estão julgando a Santa Palavra de DEUS e, portanto, julgando também ao Próprio DEUS.

“Aquele que não crê em Deus, o faz mentiroso, porque não crê no testemunho que DEUS deu a respeito de seu Filho.”

Se você não acredita nesses versículos das promessas de Jesus Cristo e de Paulo, conforme listado acima, então você chama a ambos de mentirosos.

Efésios 5,23:

“As mulheres sejam submissas a seus maridos, como ao Senhor, pois o marido é o chefe da mulher, como Cristo é o chefe da Igreja, seu corpo, da qual ele é o Salvador.”

Já que a Igreja que Jesus Cristo fundou é Seu Corpo (Efésios 1,22-23), então Ele é o Salvador de Seu Corpo. É por isso que a única Igreja que Ele fundou ainda está aí depois de 2000 anos de ataques incessantes, vindos tanto de dentro quanto de fora.

Atos 5,38-39:

“Agora, pois, eu vos aconselho: não vos metais com estes homens. Deixai-os! Se o seu projeto ou a sua obra provém de homens, por si mesma se destruirá; mas se provier de Deus, não podereis desfazê-la. Vós vos arriscaríeis a entrar em luta contra o próprio Deus!”

Aqui está ainda outra razão pela qual a única Igreja que Jesus Cristo fundou ainda está conosco depois de 200 anos de ataques constantes. Aqueles que não acreditam na Sua palavra não estão “lutando contra Deus”, conforme mostrei aqui? Aqueles que atacam a única Igreja que Jesus Cristo fundou, deveriam perceber que quando a atacam, eles atacam o Próprio Jesus Cristo. É exatamente como mostrado em Atos 9,4, quando Jesus disse a Saulo, que vinha perseguindo sua Igreja: “Saulo, Saulo, por quê me persegues?”

Se você ler os capítulos 7 e 8 dos Atos dos Apóstolos, vai ver que Saulo perseguia sem piedade a recém-fundada Igreja Cristã, enviando Cristãos para a prisão e até mesmo assassinando Santo Estêvão (Atos 7,58-59). Por que Jesus Cristo não disse então: “Por que persegues a Minha Igreja”?

Então a grande questão é “Qual é essa Igreja?”

Há literalmente dezenas de milhares[*] de seitas diferentes atualmente no mundo para escolher. Para eliminar todas as seitas e encontrar a verdadeira Igreja, por que então você simplesmente não faz um teste?

Aqui está o teste do bom senso, histórico, e “o que a Sagrada Escritura nos diz, ou não nos diz”:

1. A Sagrada Escritura nos diz que tinha que ser fundada por DEUS.

“Se o SENHOR não edificar a casa, em vão trabalham os que a constroem. Se o SENHOR não guardar a cidade, debalde vigiam as sentinelas.” (Salmo 127,1)
“E Eu te declaro: tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei minha Igreja; as portas do inferno não prevalecerão contra ela.” (Mateus 16,18)

2. A Sagrada Escritura nos diz que só há uma igreja: Salmos 127,1, Efésios 1,22-23; 4,3-6.

3. O bom senso nos diz que ela ainda tem que estar aqui hoje, pois foi promessa de Jesus ficar com Sua Igreja todos os dias, de todos os séculos, até o fim dos tempos, conforme indicado em Mateus 28,20.

4. O bom senso nos diz que tem que ser capaz de fornecer documentos históricos genuínos atestando sua existência e continuidade em cada século pelos últimos 20 séculos.

Por quê tantos se recusam a até mesmo ler esses documentos ou então negam que eles existam? Eles têm medo do que podem encontrar?

“Aprofundar-se na história é cessar de ser Protestante”, disse o Cardeal John Henry Newman, ex-protestante…

Aqueles que se recusam a aprender com os erros da história estão condenados a repetí-los novamente!

5. O bom senso nos diz que tem que ser capaz de fornecer uma linha ininterrupta de liderança hierárquica pelos últimos 20 séculos. Somente UMA Igreja pode fornecer isto.

6. O bom senso nos diz que tem que ser capaz de encontrar sua imagem na Sagrada Escritura.

7. A Sagrada Escritura nos diz que o Espírito Santo estará com Sua Igreja para sempre: João 14,16-17.

8. A Escritura nos diz que o Espírito Santo ensinará toda a verdade com o tempo: João 16,12-13.

9. O bom senso e a Sagrada Escritura nos dizem que o Espírito Santo não poderia estar ensinando e guiando uma igreja que não aquela que Jesus Cristo fundou. Simplesmente porque a verdade é uma só e aquelas seitas que não foram fundadas pelo Senhor têm todas pontos de vista conflitantes entre si. Excetuando a existência de DEUS, toda doutrina ensinada por uma é negada por outra. Seus ensinamentos são baseados apenas em opiniões pessoais, que não têm nenhum peso na verdade doutrinal.

DEUS não quer saber da opinião pessoal do homem, mas somente da verdade doutrinal:

“Aproximaram-se dele e disseram-lhe: Mestre, sabemos que és sincero e que não te preocupas com a opinião de ninguém; porque não não olhas para as aparências dos homens, mas ensinas o caminho de Deus segundo a verdade.” (Marcos 12,14, Mateus 22,16).

São Pedro enfatizou a rejeição da opinião pessoal quando ele respondeu ao sumo sacerdote dizendo:

“Importa obedecer antes a Deus do que aos homens.” (Atos 5,29)

Os fatos falam por si próprios, sem deixar lugar para opiniões pessoais conflitantes:

“Rogo-vos, irmãos, em nome de nosso Senhor Jesus Cristo, que todos estejais em pleno acordo e que não haja entre vós divisões. Vivei em boa harmonia, no mesmo espírito e no mesmo sentimento.” (1Coríntios 1,10)

Como podem dezenas de milhares de seitas individuais com milhões de membros não entenderem este versículo tão claro e simples?

Aqui está outro do mesmo tema, também ignorado por tantos:

“Se me é possível, pois, alguma consolação em Cristo, algum caridoso estímulo, alguma comunhão no Espírito, alguma ternura e compaixão, completai a minha alegria permanecendo unidos. Tende um mesmo amor, uma só alma e os mesmos pensamentos.” (Filipenses 2,1-2. Leia também Filipenses 1,27.)

É razoável pensar que se todas aquelas várias seitas ensinassem a mesma coisa, então só haveria uma igreja, exatamente como a Sagrada Escritura ordena.

“Tenho ainda outras ovelhas que não são deste aprisco. Preciso conduzí-las também, e ouvirão a minha voz e haverá um só rebanho e um só pastor.” (João 10,16) “E Eu rogarei ao Pai, e Ele vos dará outro Paráclito, para que fique eternamente convosco. É o Espírito da Verdade, que o mundo não pode receber, porque não o vê nem o conhece, mas vós o conhecereis, porque permanecerá convosco e estará em vós.” (João 14,16-17. Leia também Atos 20,28)

O que significa que o mundo não pode receber? A quem Jesus dirige estas palavras? Está claro que o Espírito Santo está guiando a única Igreja que Jesus Cristo fundou.

10. A Sagrada Escritura nos diz que haverá muitas facções dentro da única Igreja de DEUS.

“Em primeiro lugar, ouço dizer que, quando se reúne a vossa assembléia, há desarmonias entre vós. E em parte eu acredito. É necessário que entre vós haja partidos para que possam manifestar-se os que são realmente virtuosos.” (1Coríntios 11,18-19).

O fato de que existem facções (seitas), faz com que aqueles que têm a luz da verdade brilhem em separado daqueles que estão em erro. Aqueles que pertencem à única Igreja que Jesus Cristo fundou têm a luz da verdade.

11. A Sagrada Escritura nos diz que a única Igreja que Jesus Cristo fundou será submissa a Cristo e somente a Ele. A Escritura não diz que Sua Igreja se sujeitará ao homem. Isso a torna uma teogracia governada por uma hierarquia. O regulamento vem de cima para baixo e não de baixo para cima como numa democracia. Quantas seitas são controladas pela vontade coletiva das pessoas?

Na Igreja que Jesus Cristo fundou, se 99% das pessoas quisessem que algo mudasse não seria e nem poderia ser mudado a menos que fosse pela vontade de DEUS. Atos 5,29, Efésios 5,24-25.29, Colossences 1,18

12. A Escritura nos diz que a Sua Igreja permanecerá para sempre: Efésios 3,21, e Mateus 28,20.

Por que, então, alguns dizem que ela apostatou num ponto ou noutro, mesmo que não consigam indicar o tempo exato, nem o lugar, nem fornecer documentação autêntica como “prova” da tal apostasia?

13. A Sagrada Escritura nos diz que é a Igreja e não a Bíblia que é a coluna e o sustentáculo da verdade. 1Timóteo 3,15. Veja também Efésios 3,10.

Por que, então, alguns dizem que é a Bíblia e não a Igreja? Onde isto está dito na Escritura?

14. A Sagrada Escritura nos diz que foi dada à Igreja de Cristo o encargo de guardar aquela verdade: “Guarda o precioso depósito, pela virtude do Espirito Santo que habita em nós.” (2Timóteo 1,14)

A verdade ficou sem quem a guardasse por 1500 anos até que Martinho Lutero aparecesse?

15. A Sagrada Escritura nos diz que a Tradição Apostólica será transferida de geração a geração. 2Tessalonicenses 2,15.

16. A Sagrada Escitura nos diz que a Igreja que Jesus Cristo fundou é a autoridade na terra. Mateus 18,15-18.

17. A Sagrada Escritura nos diz que a Igreja verdadeira não aceitará nenhuma interpretação privada da Sagrada Escritura. Atos 8,26-35, 2Pedro 1,20-21.

18. A Sagrada Escritura nos diz que a Igreja verdadeira deve ser encontrada no mundo inteiro. Malaquias 1,11, Mateus 28,19, Atos 1,8.

19. A Sagrada Escritura nos diz que a verdadeira Igreja oferecerá sacrifício, uma oblação pura, todos os dias em todo lugar, Malaquias 1,11.

Uma oblação pura não poderia de jeito nenhum significar os sacrifícios sangrentos de animais do Antigo Testamento, mas o sacrifício Santo Eucarístico conforme Jesus ordenou quando disse: “Isto é o meu corpo, que é dado por vós; fazei isto em memória de mim” (Lucas 22,19).

Qual das dezenas de milhares de seitas oferece sacrifício todo dia, ou toda semana, ou todo mês, ou de quinze em quinze dias, ou anualmente, ou não oferece nunca? A Escritura diz claramente para oferecer uma oblação pura todo dia: “O pão nosso de cada dia nos dai hoje.” (Mateus 6,11)

“Eu sou o pão vivo que desceu do céu. Quem comer deste pão viverá eternamente. E o pão, que eu hei de dar, é a minha carne para a salvação do mundo.” (João 6,51)

Qual das milhares de seitas, se existir alguma, é fiel a estas Palavras de DEUS? A verdadeira Igreja que Jesus Cristo fundou é fiel.

20. É a Igreja que Jesus Cristo fundou que deu a Bíblia ao mundo.

21. Bom senso, história, e a Sagrada Escritura nos dizem que há mais de 135 fatos bem fundamentados que apontam para a única Igreja verdadeira que Jesus Cristo fundou, e para nenhuma outra.

22. Onde está a autoridade? A Sagrada Escritura silencia quando uma pessoa procura por um versículo nela que lhe dê autoridade para fundar uma outra igreja diferente daquela que Jesus Cristo fundou. Ninguém pode simplesmente erguer uma Bíblia e dizer “Esta é a minha autoridade”, se eles não podem encontrar o versículo que os autoriza a dar esta declaração. A falta de autoridade Bíblica, junto com o Salmo 127,1 negam todas as igrejas na terra, salvo uma: a única fundada por DEUS.

Aqui está onde Jesus deu autoridade à Sua única Igreja: “Quem vos ouve, a mim ouve; e quem vos rejeita, a mim rejeita; e quem me rejeita, rejeita aquele que me enviou.” (Lucas 10,16).

“Jesus disse a eles novamente: “A paz esteja convosco. Como o Pai me enviou, assim também eu vos envio a vós.” E quando ele disse isso, soprou sobre eles e lhes disse: “Recebei o Espírito Santo. Àqueles a quem perdoardes os pecados, ser-lhe-ão perdoados; àqueles a quem os retiverdes, ser-lhe-ão retidos.” (João 20,20-23, veja também Mateus 16,18-19; 18,15-18; 28,18-20).

23. A Sagrada Escrituda nos diz que as portas do inferno não prevalecerão contra ela. Entretanto, hereges, tanto de dentro quanto de fora, de todos os tipos, têm tentado derrubá-la por quase 2000 anos (Gálatas 1,13, Filipenses 3,6), e todos falharam.

Nenhum deles percebeu que a razão de sua derrota é porque Sua Igreja é protegida pelo Próprio Jesus Cristo, que é o Salvador de Seu Corpo: Efésios 5,23, Atos 5,38-39.

Agora é a sua vez de dar o nome de uma igreja que se encaixe em todos os critérios perfeitamente. Você sabe que ela tem que estar ainda aqui, conforme a promessa Dele.

Aqueles que não acreditam no que Ele disse O chamam de mentiroso: 1João 5,10. “Aquele que crê no Filho tem a vida eterna; quem não crê no Filho não verá a vida, mas sobre ele pesa a ira de Deus.” (João 3,36).

Só há uma Igreja na terra que cumpre TODAS as condições acima.

De mais de 33.820[**] seitas não-Católicas no mundo hoje em dia, pouquíssimas podem cumprir até mesmo SÓ UM desses critérios.

“Pois a ira de Deus se manifesta do alto do céu contra toda a impiedade e perversidade dos homens, que pela injustiça aprisionam a verdade de DEUS.” (Romanos 1,18). “Ele retribuirá a cada um segundo as suas obras: a vida eterna aos que, perseverando em fazer o bem, buscam a glória, a honra e a imortalidade; mas ira e indignação aos contumazes, rebeldes à verdade e seguidores do mal.” (Romanos 2,6-8). “A manifestação do ímpio será acompanhada, graças ao poder de Satanás, de toda a sorte de portentos, sinais e prodígios enganadores. Ele usará de todas as seduções do mal com aqueles que se perdem, por não terem cultivado o amor à verdade que os teria podido salvar. Por isso, Deus lhes enviará um poder que os enganará e os induzirá a acreditar no erro. Desse modo, serão julgados e condenados todos os que não deram crédito à veredade, mas consentiram no mal. Nós, porém, sentimo-nos na obrigação de incessantemente dar graças a Deus a respeito de vós, irmãos queridos de Deus, porque desde o princípio vos escolheu Deus para vos dar a salvação, pela santificação do Espírito e pela fé na verdade.” (2Tessalonicenses 2,9-13). “Quem ensina de outra forma e discorda das salutares palavras de nosso Senhor Jesus Cristo , bem como da doutrina conforme à piedade, é um obcecado pelo orgulho, um ignorante ; doentio por questões ociosas e contendas de palavras. Daí se originam a inveja, a discórdia, os insultos, as suspeitas injustas, os vãos conflitos entre homens de coração corrompido e privados da verdade, que só vêem na piedade uma fonte de lucro.” (1Timóteo 6,3-6). “Aquele que não raciocina é um intolerante. Aquele que não pode raciocinar é um tolo. Aquele que não ousa raciocinar é um escravo.” (William Drummond).

Notas: [*] Enciclopédia Cristã Mundial, abril de 2003 (uma publicação protestante). [**] Enciclopédia Cristã Mundial, abril de 2001 (uma publicação Protestante).

 
 
 
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