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D. José Policarpo ordena padres e diáconos na abertura do Ano Paulino

Por Alexandre Ribeiro

LISBOA, segunda-feira, 30 de junho de 2008 (ZENIT.org).- O Cardeal-Patriarca de Lisboa apresentou nesse domingo o exemplo de Paulo aos presbíteros recém-ordenados, destacando que o sacerdote tem de aprender a acreditar em Jesus Cristo e na Igreja.

D. José Policarpo presidiu à missa de abertura do Ano Paulino no Mosteiro dos Jerónimos, em Lisboa, ocasião em que ordenou sete padres e quatro diáconos.

Segundo o cardeal, «o apóstolo Paulo e o seu itinerário de fidelidade» impõem-se como «modelo inspirador do vosso ministério».

D. José Policarpo afirma que Paulo está seguro de que o Senhor é capaz de o manter fiel na fé.

«Cristo vivo é o fundamento sólido da fé de Paulo, desde o início, a sua conversão na Estrada de Damasco, até ao fim, quando lhe será atribuída a coroa de justiça que o Senhor lhe dará naquele dia, o dia da plena manifestação de Cristo.»

«Entre estes dois momentos situa-se a sua vida, o palco do grande combate, em que reconhece: “o Senhor esteve a meu lado e deu-me força” (2Tim. 4,17)», afirma.

De acordo com o cardeal, a fé foi para Paulo «uma aventura de amor e de fidelidade a Jesus Cristo. “Para mim viver é Cristo” (Fil. 1,21), é o desabafo que o define».

«É através da fé que mergulha em Jesus Cristo e usufrui da Sua fecundidade redentora. A fé é um mergulho em Jesus Cristo, que leva a mergulhar em Deus.»

O testemunho de vida de Paulo prova que «a evangelização não é um programa humano, é uma paixão por Jesus Cristo».

«Paulo está de tal maneira consciente de que é na fé que se ama Jesus Cristo, que se nos revela como Salvador, que a maior urgência é comunicar a fé, que nasce da Palavra que é Cristo vivo, porque Ele é a Palavra encarnada.»

«Evangelizar é proporcionar aos homens a relação vital com Jesus Cristo». «Evangelizar é fazer ouvir Jesus Cristo, levar a entregar-se a Ele na fé, na certeza de que a fé é uma experiência de amor», enfatiza o cardeal.

D. José Policarpo falou então aos ordinandos que São Paulo os ajudaria «a descobrir a centralidade decisiva da fé, na vossa vida cristã e no exercício do vosso ministério».

«Cultivai a vossa fé, nunca esquecendo que ela é um dom de Deus, fruto da ação de Deus em nós, nos atrai, nos escolhe e nos consagra.»

«Não esqueçais também que a fé é um combate que há-de dar forma à vossa fidelidade a Cristo, à Igreja, ao Povo que Ele ama e a quem vos confia», afirmou.

De acordo com o patriarca de Lisboa, o sacerdote «tem de aprender a acreditar em Jesus Cristo, na Igreja e a amar Jesus Cristo, amando a Igreja».

«Saúdo neste momento todos: os que começam, os que há 25, 50, 60 anos procuraram amar a Cristo, amando a Igreja. Oxalá todos possam exclamar à chegada: “Combati o bom combate, guardei a fé” (2Tim. 4,7)», destacou o cardeal.

 
 
 

Destaca o cardeal Saraiva Martins na celebração de 13 de maio em Fátima


Por Alexandre Ribeiro

FÁTIMA, terça-feira, 13 de maio de 2008 (ZENIT.org).- O cardeal José Saraiva Martins considera que Maria continua a falar à sociedade também hoje, uma época «saturada e desesperada».

Na homilia da peregrinação deste 13 de maio ao Santuário de Fátima, onde a Virgem apareceu aos pastorinhos Lúcia, Francisco e Jacinta há 91 anos, o prefeito da Congregação para as Causas dos Santos afirmou que Maria convida os fiéis a contemplarem as coisas de Deus.

Segundo o cardeal, a Virgem, «com solicitude maternal previa as feridas e contradições da nossa época».

«Não foi por acaso que apareceu nos começos de um século ensanguentado pela loucura de duas Guerras Mundiais, marcado por nacionalismos exasperados, por ideologias ateias e materialistas, que procuraram sufocar a luz da Fé no coração dos homens, no decorrer de sucessivas gerações.»

Dom Saraiva Martins afirma que se estende até os nossos dias «esta sombra escura de suspeita acerca de Deus e da sua obra».

«Até ao presente continua esta ‘apostasia da Fé’ – como a definiu o Papa João Paulo II – que progressivamente comprometeu e contagiou a nossa Europa cristã, que sempre ofereceu ao mundo, ao longo dos séculos, uma cultura rica em humanidade, criativa, respeitadora do Homem e da sua altíssima dignidade de filho de Deus e irmão de Cristo.»

De acordo com o purpurado português, «é precisamente à nossa época, saturada e desesperada, que continua a falar o Coração desta Mãe, traduzindo as coisas de Deus numa linguagem familiar, simples, facilmente compreensível por todos».

«À silenciosa ou manifesta ‘apostasia da Fé’ – há também a ‘apostasia da razão’ – a Virgem Maria não contrapõe as vazias palavras do mundo ou a mentira de uma nova ideologia, mas propõe novamente Cristo», afirma o cardeal.

O homem de hoje, «iludido e desiludido da vida» –prossegue Dom Saraiva Martins–, «por vezes parece ter desistido de esperar».

«Caíram as consideradas certezas das ideologias; o bem-estar e o consumismo – que aparentemente satisfazem as nossas necessidades e exigências. Caíram todos estes sistemas que revelam de fato, cada vez mais, a sua inconsistência. A radical incapacidade de fazer o homem feliz.»

Nesse contexto, «só em Deus o homem se encontra plenamente a si mesmo».

Segundo o cardeal, diante da perda do sentido dos valores e a desorientação das consciências, «Nossa Senhora indica os princípios não negociáveis, dos quais inevitavelmente se deve partir para fundar uma correta convivência, civil e cristã».

«A vida; a família; o matrimônio, como união estável e fiel de um homem e de uma mulher, e não de qualquer outro modo; a caridade concreta; a dignidade pessoal, estendida a todos os momentos e a todas as dimensões da existência.»

«Este é o fundo e o ambiente – humano e cristão – no qual se colocam a Mensagem e os acontecimentos da Cova da Iria», afirma Dom Saraiva Martins.

 
 
 

Dom Geraldo Lyrio Rocha presidiu missa de encerramento de assembléia da CNBB


Por Alexandre Ribeiro

INDAIATUBA, sexta-feira, 11 de abril de 2008 (ZENIT.org).- A narração da conversão de Paulo é exemplo de encontro com Cristo e remete à Conferência de Aparecida e suas indicações sobre discípulos e missionários, afirma o presidente da CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil).

Na missa de encerramento da 46ª Assembléia Geral do episcopado, esta manhã, Dom Geraldo Lyrio Rocha, no contexto da primeira leitura (At 9, 1-20), explicou que «o sempre comovente relato da conversão de Paulo» se constrói em dois pólos.

Primeiro, «o diálogo da aparição» e, conseqüentemente, «a missão confiada àquele que de perseguidor dos cristãos se torna ‘um instrumento escolhido para levar o nome de Jesus aos pagãos, aos reis e ao povo de Israel’».

Segundo o arcebispo de Mariana (Minas Gerais), no caminho de Damasco, Saulo «reconhece Jesus de Nazaré e descobre a identidade entre Jesus que agora encontrou e os cristãos que tanto havia perseguido».

«Revela-se a Paulo o mistério de Cristo Cabeça e seu corpo que é a Igreja. Esse duplo reconhecimento é que vai motivar Paulo para a urgência da missão: “Depois de passar alguns dias com os discípulos em Damasco, ele logo começou a pregar nas sinagogas, afirmando que Jesus é Filho de Deus”.»

De acordo com Dom Geraldo Lyrio, a narração da conversão de Saulo traz consigo a apresentação de sua vocação apostólica.

«Como os demais Apóstolos também Paulo viu o Ressuscitado e foi por ele enviado a pregar.»

Entretanto –prossegue o arcebispo–, de acordo com a narração de Lucas, «o chamado que Cristo dirigiu a Saulo deveria ser ratificado pela Igreja. Cristo manda Paulo à Igreja que, por Ananias, o batiza e lhe abre os olhos».

«A experiência do encontro pessoal com o Ressuscitado transformou Saulo em discípulo e missionário de Jesus Cristo», afirma.

Ao recordar que «essa verdade logo nos remete à Conferência de Aparecida», o arcebispo lembrou que o esforço da 46ª assembléia plenária da CNBB foi justamente traduzir as reflexões da Quinta Conferência em indicações pastorais concretas para o país, tendo como eixo central «o acontecimento de Cristo».

 
 
 
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