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HAVANA, 13 Mai. 08 / 07:00 pm (

ACI).- As autoridades sanitárias cubanas anunciaram a introdução do aborto químico na ilha, seguindo desta maneira os planos de organismos abortistas internacionais que fazem de Cuba um país cobáia na América Latina, ao ser a única nação onde o aborto é legal.

O presidente da Sociedade Cubana de Desenvolvimento da Família, Miguel Sosa, informou que se “começou, de forma limitada ainda, a introdução do aborto medicamentoso”, o qual “irá-se estendendo escaladamente aos 96 hospitais autorizados” para praticar abortos.

Em declarações ao jornal oficial Granma, Sosa indicou que o objetivo é que 80 por cento dos abortos se realizem com métodos químicos “sob rigoroso controle médico”. O médico cubano admitiu que na ilha o volume de abortos “é elevado”.

O aborto químico consiste em induzir o consumo de um fármaco que inicia o processo abortivo, para logo terminá-lo como atenção de um aborto incompleto.

A fins do ano passado, Gynuity, a ONG que dirige a estratégia mundial do aborto químico, publicou um documento que introduz a prática do aborto de maneira maciça e ensina a driblar as legislações nacionais que o proibem.

Diante disso, Janet Ramos Barrientos, do Comitê Legal de Aliança Latino-americana para a Família (ALAFA), explicou a ACI Prensa que Gynuity está a cargo de dirigir esta estratégia mundial desde 2003.

Indicou que o projeto desenhado então para introduzir este tipo de aborto no Brasil, Colômbia, México e Peru, foi desenvolvido a pedido da International Planned Parenthood Federation (IPPF), o maior promotor de abortos cirúrgicos do mundo.

 
 
 

BARCELONA, segunda-feira, 3 de junho de 2007 (ZENIT.orgVeritas).- O congresso internacional «Cor Iesu, Fons Vitae» («Coração de Jesus, fonte de vida») aprofundou na essência e na formação do amor de Cristo e a Cristo.

De 1º a 3 de junho, o encontro reuniu em Barcelona cerca de 400 inscritos na parte acadêmica — conferências e mesas redondas –, assim como centenas de jovens na vigília noturna da noite no Mosteiro da Visitação e aproximadamente mil pessoas na Eucaristia de encerramento e na consagração das famílias ao Sagrado Coração, celebradas no Tibidabo.

Antes da Eucaristia conclusiva, a palestra do cardeal Salvatore De Giorgi, membro do Conselho Pontifício da Família, sobre o Coração de Jesus como fonte de vida para a família, recebeu uma calorosa acolhida por parte dos assistentes, que o interromperam com aplausos em várias ocasiões, por sua defesa da família e da liberdade da família na sociedade atual, frente aos ataques que recebe.

«Parece-me oportuno precisar que o matrimônio, ainda como simples instituição natural, dimanou do amor de Deus Criador, segundo palavras que não admitem equívocos: ‘Por isso o homem deixará seu pai e sua mãe e se unirá à sua mulher, e serão os dois uma só carne’», disse, segundo refere a agência Veritas.

E continuou: «Considerei oportuno fazer esta precisão, porque com relação à família está acontecendo uma crescente agressão de forças culturais, sociais e políticas que tentam arrancá-la de seu fundamento natural, o matrimônio, equiparando-a a outras formas de convivência, como as uniões de fato e inclusive às não naturais».

O cardeal afirmou que «é especialmente eficaz a oração ao Coração de Jesus, como também o é a consagração da família, além da pessoa».

Explicou que «o amor de Jesus, simbolizado por seu Sacratíssimo Coração, é fonte e modelo do amor conjugal, que deve por isso ver-se no espelho do Amor de Cristo à Igreja e imitá-lo, ainda com todas as limitações da condição humana».

Para aspirar a esse modelo, a família conta — assinalou o cardeal — com a graça do Sacramento e com «a oração em família, isto é, feita em comum, marido e mulher juntos, pais e filhos juntos, em todas as situações e vicissitudes alegres e tristes da vida familiar».

Dom De Giorgi também disse que «o amor conjugal deve ser fiel na alegria e na tristeza, no plano do corpo e no do espírito e, portanto, totalmente contrário ao adultério e ao divórcio, que são a negação do verdadeiro amor, sendo este por sua natureza irreversível e indissolúvel».

Com relação ao divórcio, afirmou que «não só atenta contra a Aliança de salvação, da qual o sacramento do matrimônio é sinal, mas também introduz na família e na sociedade uma desordem incalculavelmente danosa» e acrescentou que o problema se agrava quando os divorciados se casam de novo no civil.

Bento XVI dirigiu uma mensagem aos participantes do Congresso, que foi lida pelo arcebispo de Barcelona, Dom Luís Martinez Sistach, no Tibidabo, depois da Eucaristia, presidida pelo Núncio Apostólico na Espanha, Dom Manuel Monteiro de Castro.

O Papa convidou em sua mensagem a aceitar o amor de Cristo, antepondo-o a todas as coisas, e a corresponder-lhe. «Frente à cultura da morte, está o coração de Jesus, fonte de vida», questões que Dom Monteiro desenvolveu em sua homilia, na qual convidou a refletir o amor de Jesus e a fazer o propósito de «ser fiéis, de dar testemunho de nossa fé na vida privada e na vida pública, sem medo».

Entre os palestrantes do congresso se encontrava o postulador da causa de canonização do beato Pio IX, Dom Brunero Gherardini, que destacou seu impulso da devoção ao Sagrado Coração de Jesus e da entronização do Sagrado Coração na sociedade e nas famílias.

Também interveio o diretor do Departamento de Filologia Semítica da Universidade de Barcelona, o passionista Luis Díez-Merino, que assinalou que os documentos pontifícios mostram três aspectos do coração de Jesus: «o coração de carne enquanto Cristo humano, o coração ético, como vida interior e, por último, como símbolo do amor de Jesus Cristo». Também destacou que «na Bíblia, o coração de Jesus aparece 600 vezes com múltiplos significados».

O Pe. Edoard Glotin afirmou que a espiritualidade do Coração de Jesus é a espiritualidade central da Igreja, porque governa toda a vida sacramental. Cada um dos sete sacramentos deriva do coração transpassado de Jesus, recordou.

O secretário-geral da Conferência Episcopal Espanhola, Pe. José Antonio Martinez Camino, destacou em sua intervenção que Bento XVI fala cinco vezes, em passagens-chave da encíclica «Deus caritas est», do lado aberto ou do coração transpassado de Cristo, destacando como «Deus se fez visível, mostrou seu coração».

 
 
 

Intervenção por ocasião do Angelus

CIDADE DO VATICANO, domingo, 25 de março de 2007 (ZENIT.org).- Publicamos as palavras que Bento XVI pronunciou este domingo ao rezar a oração mariana do Angelus junto a milhares de peregrinos congregados na praça de São Pedro, no Vaticano.

* * *

Queridos irmãos e irmãs:

Em 25 de março se celebra a solenidade da Anunciação da Virgem Maria. Este ano, coincide com um domingo de Quaresma e por este motivo se celebrará amanhã. De qualquer forma, quero deter-me a refletir sobre este estupendo mistério da fé, que contemplamos cada dia ao rezar o Angelus.

A Anunciação, narrada ao início do Evangelho de São Lucas, é um acontecimento humilde, escondido — ninguém o viu, só o presenciou Maria –, mas ao mesmo tempo decisivo para a história da humanidade. Quando a Virgem pronunciou seu «sim» ao anúncio do anjo, Jesus foi concebido e com Ele começou a nova era da história, que depois seria sancionada na Páscoa como «nova e eterna Aliança».

Na realidade, o «sim» de Maria é o reflexo perfeito do «sim» de Cristo, quando entrou no mundo, como escreve a Carta aos Hebreus interpretando o Salmo 39: «Eis aqui que venho — pois de mim está escrito no livro — a fazer, oh Deus tua vontade!» (10, 7). A obediência do Filho se reflete na obediência da Mãe e deste modo, graças ao encontro destas duas proclamações do «sim», Deus pôde assumir um rosto de homem. Por este motivo a Anunciação é também uma festa cristológica, pois celebra um mistério central de Cristo: sua Encarnação.

«Eis aqui a escrava do Senhor, faça-se em mim segundo a tua palavra». A resposta de Maria ao anjo continua na Igreja, chamada a fazer presente a Cristo na história, oferecendo sua própria disponibilidade para que Deus siga visitando a humanidade com sua misericórdia.

O «sim» de Jesus e de Maria se renova deste modo no «sim» dos santos, especialmente dos mártires, que são assassinados por causa do Evangelho. Sublinho isso recordando que ontem, 24 de março, aniversário do assassinato de Dom Oscar Romero, arcebispo de San Salvador, celebrou-se a Jornada de Oração e de Jejum pelos Missionários Mártires: bispos, sacerdotes, religiosos, religiosas e leigos, assassinados no cumprimento de sua missão de evangelização e de promoção humana. Eles, os missionários mártires, como diz o tema deste ano, são «esperança para o mundo», pois testemunham que o amor de Cristo é mais forte que a violência e o ódio. Não buscaram o martírio, mas estiveram dispostos a dar a vida para serem fiéis ao Evangelho. O martírio cristão só se justifica como supremo ato de amor a Deus e aos irmãos.

Neste período de Quaresma contemplamos mais freqüentemente a Virgem, que no Calvário sela o «sim» pronunciando em Nazaré. Unida a Jesus, testemunha do amor do Pai, Maria viveu o martírio da alma. Invoquemos com confiança sua intercessão para que a Igreja, fiel a sua missão, dê ao mundo inteiro testemunho valente do amor de Deus.

[Traduzido por Zenit]

 
 
 
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