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Dom Raymundo Damasceno Assis abre Ano Sacerdotal em Aparecida

APARECIDA, sexta-feira, 19 de junho de 2009 (ZENIT.org).- O arcebispo de Aparecida, Dom Raymundo Damasceno Assis, abriu hoje, no Santuário Nacional, o Ano Sacerdotal, pedindo que este seja um tempo de orar com os padres e na intenção deles.

Dom Damasceno presidiu à missa das 9h na Basílica do Santuário de Aparecida, que contou com a presença dos bispos e padres da região.

O arcebispo recordou, no início de sua homilia, que o Ano Sacerdotal, proposto por Bento XVI, celebra-se no contexto dos 150 anos da morte São João Maria Vianney, patrono dos párocos e, a partir de agora, também padroeiro de todos os sacerdotes.

“Este ano deve ser tempo de graça para toda Igreja e especialmente para nós, sacerdotes”, disse o arcebispo, que pediu um esforço de todos para configurar a vida a Cristo.

Trata-se, segundo Dom Damasceno, de um “ano de renovação da espiritualidade de cada presbítero e de todo presbitério”. Este “deve ser um ano de oração dos sacerdotes e por eles”, disse.

Na solenidade do Sagrado Coração de Jesus, dia de oração pela santificação dos sacerdotes, o arcebispo convidou as comunidades a “intensificar” as orações pelos padres “em todo mundo”, e também intensificar as preces “pelo aumento das vocações sacerdotais”.

O coração de Jesus aberto é “manifestação suprema do amor de Deus”, coração que “ama profundamente, até o fim”. “Que fazer para responder a este amor imenso?”.

Dom Damasceno indicou, citando palavras de Santa Margarida Maria Alacoque, que se deve aproximar do coração de Jesus “sem temor”, mas com “amorosa confiança”.

Os presbíteros devem ser “cheios de misericórdia”, sobretudo na administração do sacramento do perdão.

Devemos “conformar nossa vida a Jesus”. Ser padre significa ser “exemplo do Bom Pastor”, “homens de misericórdia e compaixão, de coração pleno e solidário com os que sofrem todas as formas de pobreza”.

O arcebispo convidou a que este ano seja um “chamado à conversão”, para que “Cristo Bom Pastor viva em nós e atue por meio de nós”.

Após a homilia, Dom Damasceno dirigiu-se aos sacerdotes e se procedeu à renovação das promessas sacerdotais.

 
 
 

Cardeal Errázuriz, um ano após a Conferência Geral do Episcopado Latino-Americano


Por Bernardita M. Cubillos

SANTIAGO, quarta-feira, 28 de maio de 2008 (ZENIT.org).- A resposta da Conferência Geral do Episcopado Latino-Americano, celebrada há um ano em Aparecida (Brasil), à perda de católicos é um impulso sem precedentes a sair para evangelizar, afirma um dos co-presidentes daquela reunião eclesial.

«O número dos católicos diminuiu na última década como nunca antes na história, uma vez que se multiplicam as comunidades pentecostais e as seitas. Aumentou a indiferença e a descrença; esta última, em vários países, entre muitos jovens. A urgência de sair a evangelizar se tornou imperiosa», afirma o cardeal Francisco Javier Errázuriz, na última edição (50) da revista «HUMANITAS», da Universidade Católica do Chile.

Com o objetivo de prolongar as horas de graça da conferência celebrada na cidade brasileira, o arcebispo faz uma recontagem de suas impressões e dos frutos recolhidos um ano depois dos acontecimentos.

Afirma o fato de que voltar a Aparecida supõe reencontrar-se com sua mensagem central, o chamado a seguir «Jesus Cristo vivo, que nos faz seus discípulos missionários», uma vocação da qual, segundo declarou, participam todos os cristãos.

«Ser cristãos não consiste meramente em ser batizado e participar ocasional ou freqüentemente das celebrações do Povo de Deus. Ser cristão é ser sempre discípulo missionário de Jesus Cristo, na comunhão dos seus, enviados a construir seu Reino», expressa.

O cardeal Errázuriz constata em seu artigo o progressivo desaparecimento do espírito cristão na cultura dos povos latino-americanos.

«Em muitos países carregamos sobre nossos ombros a cruz pesada de estar perdendo no âmbito público, no discurso político e em muitos meios de comunicação a evidência do sentido de nossa vida como cristãos, a memória das contribuições do cristianismo aos nossos povos», assinala.

Frente a este contexto, ele fez um convite a impulsionar a evangelização da cultura. Manifestou que é necessário «apontar para a evangelização de nossas convicções, de nossos comportamentos e costumes, para a maneira como cultivamos a relação com a natureza, entre nós e com Deus».

Relendo a mensagem de Aparecida, o cardeal resume a situação continental nestes termos: «a Conferência de Aparecida constatou na América Latina e no Caribe grandes vacilações no âmbito das convicções e nos valores, o desconcerto que produz quem quer suplantar o substrato católico de nossa cultura por outros modelos de vida, de família e de convivência social, a incoerência com a fé de inumeráveis batizados, a incapacidade que demonstraram tantos construtores da sociedade de optar preferentemente pelos pobres na hora de tomar incisivas decisões».

Dessa forma, destaca a responsabilidade universal de todo cristão nesta missão, dirigindo-se particularmente aos fiéis leigos presentes nas realidades temporais: «A busca do bem de nossos povos em todas as suas dimensões leigas e a transformação das estruturas da sociedade, de maneira que sejam favoráveis à vida, é uma tarefa que implica uma opção pela missão específica dos fiéis leigos em meio às realidades temporais, presença responsável e ativa nos novos e antigos areópagos, nas cidades e nos campos, nas periferias e nos centros de decisão».

Com relação ao papel fundamental da família na sociedade e do direito essencial à vida, recorda a imperiosa exigência de defendê-los: «A opção pela vida de Jesus Cristo para nossos povos é desta forma uma opção pela família, pela cultura da vida e pela própria vida. Sobre a pastoral familiar, depois de constatar as ameaças sobre a família como realidade viva e como instituição, pede (o Documento de Aparecida) que, dado que a família é o valor mais querido por nossos povos, deve assumir-se a preocupação por ela como um dos eixos transversais de toda a ação evangelizadora da Igreja».

 
 
 

APARECIDA, domingo, 23 de dezembro de 2007 (ZENIT.org).- O presépio instalado dentro do Santuário Nacional, por ocasião das festividades do Natal, tem sido a grande atração nos últimos dias no Santuário de Nossa Senhora Aparecida.

A cena de adoração ao Menino Jesus na manjedoura de Belém, conta no total, com 11 peças de resina no tamanho de 1,70m. A grande atração fica ainda por conta da dimensão de todo o contexto do presépio, que possui cascata e animais vivos.

Segundo informa a assessoria de imprensa do Santuário, o presépio fica dentro da Capela São José, localizada entre as naves Leste e Sul, no interior do Santuário Nacional.

De acordo com o administrador do Santuário, padre Hélcio Vicente Testa, a representação quer levar os visitantes da Casa da Mãe Aparecida à reflexão para uma vida nova, à luz do nascimento de Jesus.

«É quando o Cristo nos vem para dar novo sentido às nossas vidas», disse.

Essa é a primeira vez que o Santuário Nacional monta um presépio nessas dimensões.

«Preparar um presépio realmente é muito especial. O presépio é uma catequese, um rito aberto onde as famílias se enxergam, gerando uma grande reflexão sobre esse momento tão importante que é o natal», enfatizou.

A desmontagem do presépio está prevista para o dia 6 de janeiro de 2008.

 
 
 
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