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A manifestação das feministas ocorreu durante a missa dominical presidida pelo arcebispo local.


 No dia 31 de outubro, um grupo de feministas vandalizaram a Catedral de Santa Cruz de la Sierra, na Bolivia.

“Elas vieram com tintas e faixas para protestar na porta da Igreja, e com tinta spray picharam a Igreja”, informou uma das mulheres indígenas.

Quando elas viram que as manifestantes interromperam o ato religioso, querendo pichar o interior da igreja resolveram enfrentá-las.

“Estávamos na primeira missa e como ninguém reagiu nós corremos e buscamos nossos chicotes para defender a igreja das coisas ruins que estavam acontecendo”, declarou a mulher à mídia local.

Quando questionada sobre como expulsaram as feministas, a mulher mostrou seu chicote e disse: “Com isso e assim vamos fazer com todas as pessoas que vierem desrespeitar este local, fazer coisas ruins, porque esse é o costume”.

Outra indígena que ajudou a expulsar as feministas enfatizou que, com os chicotes, vão “fazer respeitar a nossa Igreja. Com isso nossos pais nos ensinaram quando éramos pequenas”.

“E assim vamos nos fazer respeitar, para que aprendam como é aqui em Santa Cruz e em toda a Bolívia”, concluiu.

FONTE: GAUDIUM PRESS

SUGESTÃO DE LEITURA:


 
 
 

LA PAZ, 24 Jul. 06 (ACI) .- Em insólitas declarações, a Ministra de Governo e interina de Relações Exteriores da Bolívia, Alicia Muñoz, afirmou que os bispos católicos chilenos apoiaram “a quem matava e faziam desaparecer pessoas” depois do golpe de estado de 1973 contra Salvador Allende.

Muñoz participou do foro “O estado e a religião na nova constituição política do estado” celebrado em Santiago do Chile. O jornal La Prensa publicou que recordando seus anos de estudante nos anos 70 na capital chilena, sem sustento algum a Ministra disse: “Eu me lembro de como os bispos da hierarquia da Igreja Católica davam seu apoio a quem matava e faziam desaparecer pessoas”.

Reação

Neste contexto, o Departamento de Imprensa do Episcopado Boliviano publicou hoje uma “elucidação pública” que reúne as declarações do Presidente da Conferência Episcopal do Chile e Bispo de Rancágua, Dom Alejandro Goic.

Em alusão a este episódio, Dom Goic afirmou que “as expressões da Sra. Muñoz são totalmente alheias à verdade do ocorrido” e lamentou muito este “profundo e grave equívoco“. “O povo do Chile e a comunidade internacional são testemunhas do sacrificado trabalho de defesa e promoção dos direitos humanos que a Igreja realizou em nosso país”, acrescentou.

O Bispo lembrou que “o comitê de Refugiados, dos dias seguintes a 11 de setembro (de 1973), a tarefa do Comitê pró Paz e então, quando este último teve que fechar a instâncias do governo militar, pela Pastoral da Solidariedade, permanecem na memória histórica como testemunhos do compromisso da Igreja no Chile com a defesa dos perseguidos“.

Do mesmo modo, indicou que “são incontáveis os exemplos de pessoas que, sem discriminação, receberam ajuda destes organismos que lhes permitiram salvar suas vidas, proteger sua integridade física e psíquica, recuperar sua liberdade e encontrar um espaço para iniciar a incansável busca de seus familiares desaparecidos”.

“Os numerosos reconhecimentos nacionais e internacionais de diversa índole e provenientes de amplos setores recebidos pela Pastoral da Solidariedade e outras instituições da Igreja, testemunham também o que assinalo”, precisou.

 
 
 
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