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O canal do YouTube do maior site católico de notícias sobre a vida, fé e família dos EUA foi excluido.

Nesta quarta-feira (10) o site americano de notícias católico, pró-vida, LifeSiteNews comunicou que tiveram seu canal completamente removido do YouTube.

Ao que parece esta atividade de censura das grandes redes sociais contra os conservadores está se tornando cada vez mais recorrente. Na semana passada um importante canal de notícias conservador/católico brasileiro, Terça Livre, também foi removido pela plataforma de vídeos que alegou descumprimento dos Termos de Serviço.

Outro caso que ficou mundialmente conhecido, foi a censura praticada pela plataforma Twitter na conta do ex-presidente norte-americano. Após restringirem por diversas vezes suas postagens, no início deste ano, decidiram banir definitivamente Donald Trump da plataforma de mensagens. Após a censura, o presidente Donald Trump sugeriu que teria rede social própria.

Veja o comunicado do LifeSiteNews:

“O YouTube removeu completamente o canal LifeSiteNews no YouTube. Esta não é uma proibição temporária; cada um de nossos vídeos se foi completamente.

Felizmente, temos backups de todos os nossos vídeos, mas isso significa que centenas de milhares de pessoas perderam o acesso ao nosso conteúdo revelador. Assine a manchetes diárias de LifeSiteSE INSCREVERNOS Canadá Mundo católico

Você pode assistir nossos vídeos atuais no Rumble aqui: https://rumble.com/user/LifeSiteNews

Ou em nosso canal LifeSiteNews Catholic Rumble, aqui: https://rumble.com/user/LifeSiteNewsCatholic

Você também pode se inscrever para receber alertas por e-mail sobre nossos vídeos recentes aqui: https://bit.ly/LifeSiteVideoSub

 
 
 

O canal do YouTube do maior site católico de notícias sobre a vida, fé e família dos EUA foi excluido.

Nesta quarta-feira (10) o site americano de notícias católico, pró-vida, LifeSiteNews comunicou que tiveram seu canal completamente removido do YouTube.

Ao que parece esta atividade de censura das grandes redes sociais contra os conservadores está se tornando cada vez mais recorrente. Na semana passada um importante canal de notícias conservador/católico brasileiro, Terça Livre, também foi removido pela plataforma de vídeos que alegou descumprimento dos Termos de Serviço.

Outro caso que ficou mundialmente conhecido, foi a censura praticada pela plataforma Twitter na conta do ex-presidente norte-americano. Após restringirem por diversas vezes suas postagens, no início deste ano, decidiram banir definitivamente Donald Trump da plataforma de mensagens. Após a censura, o presidente Donald Trump sugeriu que teria rede social própria.

Veja o comunicado do LifeSiteNews:

“O YouTube removeu completamente o canal LifeSiteNews no YouTube. Esta não é uma proibição temporária; cada um de nossos vídeos se foi completamente.

Felizmente, temos backups de todos os nossos vídeos, mas isso significa que centenas de milhares de pessoas perderam o acesso ao nosso conteúdo revelador. Assine a manchetes diárias de LifeSiteSE INSCREVERNOS Canadá Mundo católico

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WASHINGTON DC, 04 Dez. 14 / 12:02 pm (ACI/EWTN Noticias).- As redes sociais e diversos meios de comunicação criticaram a rede de notícias CNN por cortar ao vivo -alegando um problema técnico- uma entrevista com o jogador de futebol americano Benjamin Watson, que estava falando sobre Jesus Cristo.

Benjamin Watson, o craque dos New Orleans Saints na NFL (Liga de Futebol Americano Nacional), concedeu no dia 28 de novembro uma entrevista ao vivo à apresentadora Brooke Baldwin na CNN sobre os protestos violentos em Ferguson e uma publicação que fez em sua página do Facebook sobre o tema do racismo.

Watson estava explicando para Baldwin que a salvação para o “pecado” que está por trás do racismo e dos protestos em Ferguson, Missouri (Estados Unidos) é “o Evangelho”.

“A única forma de realmente curar o que está no interior é entender que Jesus Cristo morreu pelos nossos pecados”, disse Watson alguns segundos antes da comunicação ter sido cortada.

“Do nada nós perdemos o contato com ele”, essa foi a explicação dada por Baldwin para o corte inesperado da entrevista.

Diversos jornalistas e blogueiros questionaram o corte da CNN e não acreditaram que realmente tenha acontecido um problema técnico. Tom Blumer, no site NewsBuster.org, assinalou que “a manipulação que a CNN fez da entrevista a Watson foi terrivelmente torpe, no melhor dos casos, e grosseiro no pior”.

Independente do que tenha acontecido “acho que precisam dar uma desculpa, mas até onde eu sei ainda não deram nenhuma”, disse.

Dan Calabrese no CainTV.com assinala que “honestamente, não tenho certeza” se o corte foi intencional por parte da CNN, mas se realmente quis calar o entrevistado “o enfoque correto seria informar-lhe de forma educada, mas firmemente, que o tempo acabou e agradecer-lhe”.

“Brooke Baldwin certamente sabe como fazer isso, e não há razão para que não pudesse fazê-lo se realmente sentia que a entrevista saia de suas mãos”, indicou Calabrese.

Diversos usuários das redes sociais, particularmente no Twitter, repetiram a crítica “Benjamin Watson é cortado na CNN anunciando Jesus Cristo”.

Pecado, racismo e Facebook

Watson recebeu a atenção da imprensa dos Estados Unidos, depois de escrever um breve, mas comovedor ensaio sobre a que ele considera que seja a verdadeira razão para as revoltas raciais em Ferguson, estado de Missouri (Estados Unidos).

Em 9 de agosto deste ano, um policial atirou e matou um jovem afro-americano, Michael Brown, de 18 anos, suspeito de um roubo ocorrido minutos antes. Enquanto o Departamento de Justiça dos Estados Unidos está investigando a polícia de Ferguson por má conduta ou discriminação, o Grande Jurado que viu o caso de Brown decidiu recentemente não começar nenhum processo contra o oficial que atirou.

A publicação de Watson no Facebook, que já tem mais de 845 mil “curtir” e foi compartilhada mais de 467 mil vezes, expressa a irritação, frustração, tristeza e confusão de Watson tanto pelos confrontos como pelas reações da mídia.

Entretanto, destacou que, para ele, o problema em Ferguson “não é um problema de pele, é um problema de pecado”.

“O pecado –assinalou o jogador norte-americano– é a razão pela qual nos rebelamos contra a autoridade. O pecado é a razão pela qual abusamos da nossa autoridade”.

O pecado, continuou, “é a razão pela qual somos racistas, preconceituosos e mentimos para nos esconder. O pecado é a razão pela qual nos amotinamos, saqueamos e queimamos”.

Entretanto, concluiu o seu escrito, “estou animado porque Deus deu uma solução para o pecado através de seu filho Jesus” e porque “o Evangelho dá esperança à humanidade”.

 
 
 
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