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AS CRUZADAS E A JIHAD

PARTE II

1. AS CRUZADAS FORAM AÇÕES DE DEFESA E NÃO DE IMPOSIÇÃO DO IMPÉRIO OCIDENTAL

2. O pesquisador moderno se tiver um mínimo de honestidade, e buscar as palavras do Papa Urbano II, que ao convocar a primeira cruzada no Concílio de clermont, em 1095, clamava pela defesa da honra e da dignidade dos cristãos tanto os ocidentais quanto os orientais, ele não fazia distinção entre latinos e orientais, na verdade esta atitude já estava atrasado em muitos séculos. Nas próprias palavras de Urbano II ele convocou A Cruzada Porque sem uma ação defensiva os fiéis de Deus serão atacados […] com cada vez mais dureza pelos turcos e outras forças muçulmanas. Após advertir seu rebanho de que mantivesse a paz entre si, voltou a atenção dos congregados para o Oriente.

3. “Vossos irmãos do oriente necessitam da vossa ajuda com urgência, e deveis apressar-vos a dar-lhe o auxílio que lhe foi prometido. Porque, como muitos de vós já sabeis, Os turcos e Árabes atacaram e conquistaram Os territórios da România [o império grego], avançando a Oeste até a costa do Mediterrâneo e o Hesponto, também chamado braço de São Jorge. Vão eles ocupando terras após terras desses cristãos. Já venceram 7 batalhas. Andam matando e aprisionando aos montes, destruindo e devastando o império. E, E se nós lhes permitirmos seguir em frente com impunidade, os fiéis de Deus serão atacados por eles com cada vez mais dureza. Por isso eu, ou antes o senhor rouba a vós, como Arautos de Cristo, que repassem essas palavras e persuadam toda a gente, de qualquer classe, peões e cavaleiros, pobres e ricos, aí pronto a mente socorrer esses cristãos e destruir a raça viu investida nas terras dos nossos amigos. […] Ademais Cristo ordena.

4. É bem nítido que o Papa Urbano II não diz nada em relação sobre conversões nem de conquistas. A parte do destruir a raça vil pode escandalizar os ouvidos modernos sensíveis a justiça; mas a exortação não era para cometer nenhuma extermínio em massa, e sim para remover a regência islâmicas de terras que tinham sido cristãs. Outro resumo do discurso papal em clermont relata que Urbano falou de “um perigo iminente a ameaçar você e a todos os fiéis”.

5. “Desde os confins de Jerusalém e de Constantinopla vem circulando, e chega a repetidamente aos ouvidos, uma notícia mortificante: a saber que uma raça do reino persa, uma raça amaldiçoada, uma raça rompida com Deus, Uma Geração de coração desacertado e espírito avesso ao Senhor, invadiu com violência as terras desses cristãos e Ilhas desse povo ou mediante incêndios e pilhagens. Uma parte dos cativos eles levaram embora para as próprias terras, e outra parte mataram compro as torturas. Das igrejas de Deus depredaram algumas e ocuparam outras para as práticas de sua religião. Eles destruíram os Altares depois de os terem profanado com suas fezes […] o reino dos gregos foi por eles desmembrado, el despojado de um território tão vasto que não se atravessa em 2 meses de jornada […] essa cidade Régia, situado no centro do mundo, agora é mantida em cativeiro pelos Inimigos de Cristo, e é sujeitada ao culto Pagão por aqueles que não conhecem Deus. Ela, portanto, deseja e procura libertar-se, e não se cansa de implorar o vosso auxílio. A vós sobretudo é que ela suplica Socorro, Porque, como já dissemos, foi por Deus concedida a vós, acima de todas as demais Nações, a Glória das Armas.

6. As palavras do Papa foram motivadas devido à destruição da igreja do Santo sepulcro pelos muçulmanos: eu vou servir de estímulo o santo sepulcro de nosso senhor e salvador, ora em poder de nações sórdidas, e os demais lugares sagrados hoje tratados com ignomínia e ireverentemente maculados com as imundices dos sórdidos.

7. Formaram-se cruzadas com peregrinações: os cristãos da Europa tomar um caminho da Terra Santa por propósitos religiosos e com a intenção de se defender em caso força em bloqueados ou atacados. Muitos fizeram votos religiosos. Como particular prontidão, saiu na frente rumo à Terra Santa uma quantidade de soldados extraoficial conhecida como cruzada popular — Esses foram quase todos massacrados sem cerimônia pelos turcos na Ásia menor ocidental em agosto de 1096.

8. Devemos entender que no direito islâmico, a Jihade é obrigatória sempre que um território muçulmano seja atacado: quando não muçulmanos invadem um país islâmico, ou região próxima.

9. O chamado à Jihade faz parte de toda a história do Islã. Quando o Regente Hamdanida Ceife Aldaulá lançou campanhas anuais de Jihade contra os bizantinos, em meados do século X, muçulmanos dos mais longínquos países foram participar. Foram porque, na visão deles, os bizantinos estavam empreendendo guerras ofensivas para usurpar terras muçulmanas. Mais tarde durante a primeira cruzada, um poeta incitou os muçulmanos a responder: “não tendes vós obrigação para com Deus e islã de defender os jovens e os velhos? Respondei a Deus! Ai de vós! respondei!”, Ibn Taymiya (1263 – 1328), Esta é a jurisprudência islâmica tão querida dos jihadistas atuais.

10. OS CRUZADOS ENTRAVAM EM GUERRA POR GANÂNCIA?

11. Isto não é verdade, mas é evidente que entre os cruzados Nem todas as pessoas tinham motivações puras, mais de uma vez, muitos caíram dos Altos ideais em geral. Seguidos pelos peregrinos cristãos. No entanto, o dogma do Politicamente correto de que as cruzadas consistiram em ações não provocadas e imperialistas contra uma pacífica população mulçumana e autóctone simplesmente carece de honestidade e exatidão histórica e refletir antes a versão pela civilização ocidental do que exame histórico Genuíno.

12. O Papa Urbano não concedeu as cruzadas como uma oportunidade para ganhos. Ele decretou que as terras retomadas das mãos muçulmanas pertenceriam a Aleixo comendo e o Império Bizantino. O Papa via nas Cruzadas um ato de sacrifício, e não uma chance de lucro.

13. A empreitada era, na verdade, proibitivamente dispendiosa. Cruzados vendiam suas propriedades a fim de levantar fundos para sua longa jornada à terra santa, e faziam-no sabendo bem que podiam não voltar.

14. Antisséptico cruzado era Godofredo de bouillon, Duque da Baixa Lorena e um dos mais proeminentes Lords a tomar a cruz (Como se chamava o ato de ingressar numa cruzada). Godofredo desfez-se de muitas propriedades para financiar a viagem, mas sabe-se que ele planejava regressar, e não se estabelecer no Oriente Médio, porque não abriu mão do seu título nem de seus arrendamentos.

15. AS CRUZADAS FORAM REALIZADAS PARA O CRISTIANISMO AOS MUÇULMANOS?

16. A História contada pelas mentes raivosas da civilização ocidental, que tem esses historiadores modernos, que podemos dizer modernistas, na concepção desse tipo de historiador os cruzados saíram pelo oriente médio de espada na mão e foram matando todos os infiéis que se deparavam, exceto os que eles coagiam a converter-se ao cristianismo. Isto é uma mentira. Invenção dessa dentes que parecem que vivem no Oriente Médio ou na Ásia Central mulçumana, um afegão não poderia fazer melhor discurso contra o ocidente do que esses tolos, porque odeiam tanto a civilização ocidental em que eles vivem, e que eles foram criados e que gozam de todas as descobertas que o mundo ocidental trouxe? Seria bom que ao invés de usar um iPhone, trocassem mensagens por cartas escritas a mão, pois a tecnologia que usam é fruto do método científico ocidental, não usem carros americanos, comprem mulas da Arábia saudita pra se locomover, seria um bom exemplo de politicamente correto. É fácil de desmentir essas bobagens, é só juntar Todos Os relatos dos discursos do Papa em clermont, o somatório das menções ao dever de converter muçulmanos é igual a zero. Defender os peregrinos cristãos e reaver terras cristãs: Esse era o objetivo único que deixou o Papa Urbano preocupado, esta foi a única intenção. Sabemos que passaram-se mais de 100 anos, somente no século XVIII que cristãos europeus vieram a fazer qualquer esforço organizado para converter muçulmanos ao cristianismo — foi quando os franciscanos deram início ao trabalho missionário entre os muçulmanos em terras tomadas pelos cruzados. O empreendimento fracassou em grande medida.

17. Quando os cruzados saíram vitoriosos estabeleciam reinos e principados no Oriente Médio, Em geral deixavam os muçulmanos dos seus domínios viver em paz, praticar a própria religião com Liberdade, construir mesquitas e escolas e manter os próprios tribunais religiosos. Alguns compraram a condição deles à dos dímis em terras muçulmanas. E tinham certa autonomia, mas ficavam sujeitos a tributações desfavoráveis e outras restrições. É provável que os cruzados tem adotado algumas das leis vigentes para os dímis, mas eles nunca submeteram judeus e muçulmanos a códigos de vestuário. Assim, estas populações ficavam Livres da discriminação e do assédio no dia a dia — o oposto da prática muçulmana. A diferença fundamental é que a dima jamais fez parte da doutrina e do direito cristão, ao passo que fez e continua a fazer parte do Islã.

18. E, o que é mais, o Muçulmano espanhol Ibn Jubayr (1145-1217), quando atravessava o mediterrâneo com destino a meca na década de 1180, constatou que os muçulmanos passavam melhor nas terras controladas pelos cruzados do que nas terras islâmicas. Aquelas eram bem mais organizadas e administradas que estas, de tal maneira que os próprios muçulmanos preferiam viver nos domínios cruzados:

19. “Ao deixarmos de Tibnine (perto de tiro), percorremos uma série ininterrupta de fazendas e Vilas com terras eficientemente cultivadas. Os habitantes dali são todos os muçulmanos, mas vivem à vontade entre os Francos ou cruzados — preserve-os Deus da Tentação! Suas moradas eles pertencem e suas Posses seguem íntegras. Todas as regiões da Síria controladas pelos Francos estão sujeitas ao mesmo sistema: as terras, vilas e fazendas permanecem nas mãos dos muçulmanos. Agora a dúvida vem quebrar o coração de muitos e muitos desses homens quando eles comparam a própria sorte com a dos seus irmãos fixados em território muçulmano. Esses últimos sofrem com a injustiça de seus correligionários, enquando os Francos procedem com equidade.

 
 
 

1. AS CRUZADAS E A JIHAD ISLÂMICA

(Parte I)

2. Segundo os apologistas islâmicos os aqui dois cruzados a Jerusalém em 1099, usando as palavras do jornalista Amin maalouf no livro as cruzadas vistas pelos olhos árabes, foi o ponto de partida da hostilidade milenar entre o Islã e o ocidente. O intelectual e apologista islâmico John Esposito vai mais longe — culpa as cruzadas todas as guerras ditas Santos de trans tornar uma civilização pluralista: jogo de correr cinco séculos de convivência pacífica, até que acontecimentos políticos e um jogo de poder Imperial-papal desencadearam uma série de guerras ditas Santos que, por séculos, a fio, acirraram a cristandade contra o Islã e deixaram um legado de desentendimento e desconfiança.

3. Vamos entender se eles estão falando a verdade, em primeiro lugar as cruzadas não foram ataques gratuitos da Europa contra o mundo islâmico, e-sim respostas tardias a séculos de agressão muçulmana, que se mostrava mais feroz do que nunca no século XI. Não foram guerras de imperialismo religioso, elas visavam a recuperação de terras cristãs e a defesa dos cristãos, não foram convocadas para impor o cristianismo aos muçulmanos ou a quem mais fosse.

4. Maloouf parece que não considera essas hipóteses, ou desconhece a história, de que houve um austeridade milenar que começou com a ameaça velada que o Profeta Maomé lançou os líderes não muçulmanos vizinhos, imagens de 450 anos antes do saque cruzado a Jerusalém: “abraçai e o Islã e estareis a salvo”. Não vemos nenhum Muçulmano discutir a possibilidade de que os muçulmanos foram quem atiçaram essa hostilidade milenar ao tomarem pela força, séculos antes das Cruzadas, terras cristãs que chegaram a somar dois terços do que foi o Mundo Cristão. Podemos ver em mapas antigos que todo o norte da África era Cristão, até a mauritânia. Grandes centros cristãos estavam ali no norte da África, como Alexandria, hipona, Cartago entre outras cidades menores, além de várias regiões do Oriente Médio, da Pérsia até a Ásia Central, todos territórios cristãos atacados sucessivamente pelos muçulmanos. Os muçulmanos têm que entender que a sua origem e Cristã os seus antepassados são cristãos. Eles se renderam ao Islã por medo de morrer, pelas altas taxas de impostos, pelas humilhações, coisas que veremos com mais detalhes mais na frente, os cinco séculos de convivência pacífica que se refere Esposito foram ilustrados, segundo ele, pela Conquista muçulmana de Jerusalém em 638: “as igrejas e a população Cristã foram deixadas em paz”. Não se lembrou ele de mencionar o sermão de Sofrônio que pregou no natal de 634 queixando-se de como era “selvagem, Bárbara e Sangrenta a espada dos muçulmanos” e quão penosa aquela espada tornara vida dos cristãos.

5. AS CRUZADAS FORAM GUERRAS DEFENSIVAS DE ATAQUE SIMPLESMENTE?

6. A conquista de Jerusalém em 638 marca o início de século de agressão muçulmana. Entravam os cristãos na Terra Santa uma agitação de perseguição cada vez mais brutal. Vamos para alguns exemplos: no começo do século VIII, 60 peregrinos cristãos de Amório foram crucificados; pela mesma época, o governante muçulmano de cesareia aprisionou um grupo de peregrinos de Cônia e mandou executar todos eles por espionagem, exceto Uns poucos que se converteram ao Islamismo, muçulmanos exigiam dinheiro aos peregrinos, ameaçando pilhar a Igreja da Ressurreição caso eles não pagassem. Mais adiante, ainda no século VIII, um regedor muçulmano baniu exibições da Cruz em Jerusalém; além disso, aumentou o imposto anti-religioso cobrado aos cristão a jízia e proibiu-os de dar orientação religiosa, mesmo aos próprios filhos.

7. A humilhação e o rebaixamento dos cristãos virou norma geral na Terra Santa. Em 722 o Califa Almançor ordenou estampar a mão dos cristãos e judeus de Jerusalém com um símbolo distintivo. Cuidou-se das conversões ao cristianismo com particular severidade. Em 789 os muçulmanos decapitaram um monge convertido do Islã e fizeram a limpa no Monastério belemita de São Teodósio, matando aí mais uma porção de monges. Outros monastérios da região sofreram o mesmo destino. Em Inícios do século IX as perseguições agravaram-se tanto, que enormes quantidades de cristãos fugiram para Constantinopla e outras cidades cristãs. No ano 923 os muçulmanos procederam ã destruição de igrejas, e no domingo de Ramos de 937, para prestar seu respeito à data, fizeram um grande destruição em Jerusalém brilhando e depredando a Igreja do Calvário e a da Ressurreição.

8. Em reação contra a perseguição anticristã, os bizantinos passaram da postura defensiva ante os muçulmanos para a ofensiva, na tentativa de reaver alguns dos territórios perdidos. Durante a década de 960, o General nicéforo Focas( futuro Imperador Bizantino) comandou uma série de bem-sucedidas campanhas contra os muçulmanos, recuperando Creta, silícia, Chipre e parte da Síria; retomou ainda, em 969, a antiga cidade Cristã de Antioquia. Na década seguinte, os bizantinos estenderam essa campanha a toda a Síria.

9. Na teologia islâmica, qualquer Terra Que Chegou algum dia a pertencer a casa do Islã pertence-lhe para sempre, cabendo aos muçulmanos guerrear até reassumir o controle sobre ela. No ano 974, em Bagdá, confrontado com uma sequência de derrotas para os bizantinos, o Califa abássida (sunita) declarou JIHAD. Isto vinha em seguida a campanhas jihadistas anuais lançadas contra os bizantinos por Ceife Aldaulá, soberano da dinastia xiita hamdamida em Aleppo de 944 a 967. CEI Aldaulá solicitou aos muçulmanos que combatessem os bizantinos sob o pretexto de que eles estariam ocupando terras pertencentes a casa do Islã. Tão eficaz foi o apelo, que ocorreram às jihades com guerreiros muçulmanos vindo de terras tão remotas quanto a Ásia Central.

10. Todavia a desunião entre sunitas e xiitas acabou dificultando as jihades islâmicas, e em 1001 o Imperador Bizantino Basílio II assinou um armistício de 10 anos com o Califa fatímida (xiita).

11. Basílio, porém, logo descobreria como ela em vão assinar tais acordo de paz. Em 1004 o sexto califa fatímida, Aláqueme (985-1021), a todo pulso se voltou contra a fé cristã, que era a de sua mãe e de seus tios (dois deles patriarcas), ordenando a depredação de igrejas, a queima de cruzes e confisco de bens eclesiástico. Aos judeus também atacou-os com violência similar. No período de 10 anos seguintes, 30 mil igreja foram destruídas e um número incalculável de cristãos se converteram ao Islã um pelo único e exclusivo motivo de salvar a própria vida. Em 1009 o califa dá a mais espetacular de suas ordens anti-cristãs: manda destruir a igreja dos santo sepulcro, em jerusalém, junto com outras tantas, inclusive com a igreja da ressurreição. A igreja do santo sepulcro, reconstruida pelos de bizantinos no século VII depois de ter sido incendiada pelos persas, é aqui em serra o tradicional sítio do sepultamento de jesus (além disso, serviu de modelo para a mesquita de Al-Aqsa). O califa Aláqueme ordenou triturar o túmulo lá dentro até virar pó. Decretou que os cristãos usasem pendurada ao pescoço uma pesada cruz — e os judeus, um pesado toco de madeira em forma de bezerro. Foi expedindo um decreto mais humilhante que o outro, até chegar na determinação de que eles aceitassem o islã ou então deixassem aquelas terras”.

12. Mais tarde, o vagabundo Califa terminou por abrandar a perseguição aos não-muçulmanos, chegando mesmo a restituir à igreja muitos dos bens que havia confiscado. Essa mudança de atitude provavelmente se explica por uma relação mais tênue do cigano errante Califa com a Ortodoxia islâmica. Em 1021 ele desapareceu sob circunstâncias misteriosas; alguns do seu seguidores proclamaram-no divino e fundaram a seita baseada no mistério do desaparecimento e outros ensinamentos de esotéricos de um clérigo mulçumano, muhammad ibin Isma’il al-Darazi (a quem a denominação da seita drusa homenageia). Foi graças à mudança política de Alàqueme, continuada após sua morte, que os bizantinos tiveram permissão para reconstruir a igreja do santo sepulcro em 1027.

13. Ainda assim permaneciam cristãos em condição precária, e os peregrinos sob ameaça. Em 1056 os muçulmanos expulsaram 300 cristãos de jerusalém e proibiram a entrada de cristãos europeus na igreja do santo sepulcro. Quando os ferozes e fanáticos turcos seljútitas vieram levando saqueando tudo desde a Ásia central, impuseram um novo Rigor islâmico por onde passaram, tornando mais e mais difícil é árdua a vida tanto dos cristãos nativos como dos peregrinos (cujas peregrinações iam sendo bloqueadas). Após esmagarem os bizantino na batalha de Manziquerta e aprisionarem o imperador Romano IV Diógenes em 1071, a Ásia menor intereira foi aberta, é o avanço foi implacável. Em 1076 conquistaram a Síria; em 1077, jerusalém. O emitente seljúcida Atsiz bin Uwaq prometeu não fazer mal aos habitantes de jerusalém, mas os seus homens, tão logo adentraram a cidade, assinaram 3.000 pessoas. No mesmo ano, os seljúcidas criaram o sultanato de Rum (Roma, em referência à nova Roma, isto é, constantinopla) na cidade de Nicéia, perigosamente pertode constantinopla. Daí em diante não cessaram nada de ameaçar os Bizantinos e molestar os cristãos por toda a extensão dos seus novos domínios.

14. O império cristão de Bizâncio, que antes das guerras expasionistas do islã havia governado grandes territórios, incluindo a itália, áfrica setentrional, oriente médio e Arábia, ficou reduzido a pouco mais que a Grécia, e a sua morte nas mãos dos seljúcidas parecia iminente. A igreja ortodoxa de constantinopla considerava os Papas cismáticos e vinha e vinha evitando contato com eles já fazia séculos, mas o novo imperador Aleixo I Commeno (1081-1118) teve que engolir o orgulho e suplicou ajuda. Assim surgiu a primeira cruzada: foi um atendimento ao pedido de socorro do imperador bizantino.

 
 
 

1. ISLÃ UMA RELIGIÃO SEM PIEDADE E SEM CARIDADE

2. A cultura ocidental, e até mesmo outras culturas e civilizações, têm princípios adotados por pessoas numa ampla e variada Gama, que entendemos por civilização, citando o Apologista Cristão C.S. Lewis, no seu fundamental trabalho a abolição do homem, nos traz exemplos do que ele chama de o Tao, ou a lei natural que é exatamente esses princípios fundamentais e universais que como vamos ver são inexistentes no mundo islâmico: “deveres para com os pais, os mais velhos e os ancestrais” “deveres para com os filhos e a posteridade”, “a lei da boa-fé e da veracidade”, “a lei da magnanimidade”, o autor ilustra a universalidade destes princípios mediante situações das mais diversas Fontes, indo desde o velho e o Novo Testamento até escritos de aborígenes australianos, passando pela Eneida de Virgílio, indo para o bhagavad Gita, visitando os analectos de Confúcio e por aí vai. Do Alcorão e outras fontes muçulmanas, nem sombra.

3. Podemos questionar Será que Lewis nada soube do Islã, e por isso tem essa opinião ou omissão? Quem conhece Lewis, sabe que foi um grande erudito. Então seria no mínimo improvável que ele não conhecesse o Alcorão, podemos notar pela época em que Ele viveu e o papel que seu país, o Reino Unido, desempenhou no oriente médio e na Ásia. Certamente seria de esperar que Lewis, ao coletar as suas ilustrações de princípios, fosse pescar algumas no Alcorão. O grande problema dele terá sido o outro: é que o Islã simplesmente não dá sustentação para o que ele chama a lei da beneficência geral — na moral islâmica, não se deve ser caridoso senão com os irmãos de fé. O desagradável fato é que o Islã, tão somente, não ensina a regra de ouro. A máxima de Jesus “tudo o que quereis que os homens vos façam, fazei-o vós a eles” (Mateus 7, 12) aparece em praticamente todas as tradições religiosas do planeta — exceto o Islã. O Corão e o hádice traçam uma tão rígida distinção entre os Crentes e o descrentes, queria não sobra nenhuma brecha para o mandamento de beneficência geral. Aos descrentes deve-se questionar, suspeitar, resistir e combater. Nada mais. Tolerá-los, não. Amá-los, jamais.

4. Vejamos uma comparação entre o que Jesus ensinou e o que Maomé ensinou:

5. Jesus: ouviste O que foi dito aos antigos: não matarás, Quem matar será condenado em juízo. Pois eu digo-vos que todo aquele que se irar contra seu irmão será condenado em juízo. E o que chamar raca a seu irmão será condenado no conselho. E o que chamar louco será condenado ao fogo da geena Mateus 5, 21-22.

6. Maomé: quando, no campo de batalha, enfrentar diz os que descreem, golpeai-os no pescoço. Depois quando os tiverdes prostado, apertai os grilhões. Depois, outorgai-lhes a liberdade ou exige deles um resgate Até que a guerra descarregue seus fardos. […] e Alá não deixará perder-se o mérito dos que morrerem por sua causa. Corão 47: 4.

7. Isso é o que separa de forma bem marcante o Islã de todas as outras tradições religiosas. Em nenhum outro lugar podemos imaginar encontrar uma justificação tão descarada do xeique Tabandeh para uma pena menos severa ao assassino de um descrente que ao assassino de um crente em qualquer ensino religioso moderno, e em qualquer parte do mundo —somente no Islã isto é lei.

8. O ISLÃ PROÍBE A MATANÇA DE INOCENTES? NÃO

9. Lembrando o 11 de setembro, porta-vozes muçulmanos no ocidente e analistas de política internacional nos asseguram que o Islã proíbe tirar vidas inocentes e que, para a vasta maioria dos muçulmanos espalhados pelo mundo, o assassinato de 3.000 pessoas comandados por Bin Laden não era o cumprimento de um requisito da jihad islâmica, mas um crime contra a humanidade.

10. Como já vimos o Islã permite mentir, por esse motivo, você que está lendo este texto e mora na Europa ou em qualquer outro país em que está recebendo uma imigração grande de mulçumanos, tenha cuidado, pois você poderá perder sua liberdade em poucos anos, se puder compartilhe esse texto com seus compatriotas, veja que os termos em que o direito islâmico condena a matança de não-combatentes. Ele proíbe tirar a vida de mulheres e crianças “a não ser que estejam em luta com os muçulmanos”, ressalva amplamente interpretada como uma Permissão Para Matar civis que possam estar auxiliando em qualquer sentido o esforço de guerra”. Daí a afirmação corrente de que não há civis em Israel. Alguns líderes muçulmanos defendem essa tese com argumentos de que toda a gente dali, pela simples razão de se encontrar ali, está invadindo terras muçulmanas e, portanto, guerreando o Islã. Outros como o mundialmente famoso Xeique Yusuf al-Qaradawi, já são mais sutis: “as mulheres israelenses diferem das nossas porque são militarizadas. Em segundo lugar, considero esse tipo de operação-martírio uma indicação da Justiça do todo poderoso Alá. Alá é justo. Em sua infinita sabedoria ele deu aos fracos porque os fortes não possuem: a capacidade de transformar seus corpos em bombas, como fazem os palestinos”.

11. Bibliografia: Reliance of The traveller (Amanda publications, 1994).

 
 
 
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