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• A MAÇONARIA REVOLUCIONÁRIA NA EUROPA

• PORTUGAL

• “Em Portugal, a liberdade de pensamento, a República e a maçonaria andam de mãos dadas, mas, dos três a que se dirige é a maçonaria que antes de tudo, protege a liberdade de pensamento e difunde o seu ensino”.

• À frente da maçonaria portuguesa está o Grão-Mestre Magalhaes Lima, jornalista, advogado, político, livre pensador, republicano, revolucionário e um dos personagens dirigentes da maçonaria universal.

• Em dezembro de 1907, esteve em Paris e realizou nas Lojas da capital francesa, uma série de conferências sob o título de: Portugal, Destruição da Monarquia, necessidade da República.

• Algumas semanas depois, el-rei D. Carlos e seu filho mais velho eram assassinados. D. Manuel subia ao trono, mas, como era inofensivo, limitaram-se a envia-lo para o exílio.

• Os maçons nem se dignaram ocultar que eram os autores da revolução portuguesa. Na seção de 12 de fevereiro de 1911, o maçom Furnemont, grande orador do Grande Oriente da Bélgica, dizia:

• “Lembrai-vos do profundo sentimento de altivez que todos experimentamos, ao sabermos da rápida revolução portuguesa? Em poucas horas, ruía o trono, o povo triunfava e a república era proclamada. Para os profanos, foi um raio no céu sereno. Mas nós meus irmãos, nós sabíamos, conhecíamos a maravilhosa organização dos nossos irmãos portugueses, o seu zelo infatigável, a sua atividade incessante. Conhecíamos o segredo desse glorioso acontecimento”.

• Citando essa passagem, Wichtl acrescenta:

• “Quereis outra prova? Vede o Bundesblatt, órgão oficial da Grande Loja prussiana Zu den derei Weltkügeln. Esse jornal fala de um livro do professor português Jorge Graínha sobre a história da maçonaria em Portugal, de 1733 a 1912, e cita as primeiras palavras do prefácio:

• “A maioria dos homens que se distinguiram no decorrer das convulsões políticas, religiosas e literárias de Portugal, nos dois últimos séculos, pertencia a maçonaria. ”

• “E o Dr. Grainha acrescenta:

• Todos os chefes importantes da revolução política de 5 de outubro de 1910 eram maçons”

• Os que auxiliaram a queda da monarquia pertenciam as famílias seguintes: Castro, Costa, Cohenn, Pereira, Ferreira, Teixeira, Fonseca, etc; famílias poderosas, ocupando postos importantes na Espanha, na Holanda, na Inglaterra, na América, unidas pela maçonaria e pela aliança israelita universal.

• Espanha

• Na Espanha, como em toda parte, o fim principal da maçonaria é a destruição da Monarquia e da Religião. O Grão-Mestre Morayta disse-o claramente, no congresso maçônico internacional de Madri (julho de 1894):

• “O povo seguiu sempre a política do rei; esse tempo passou; na Espanha, a república é um progresso próximo e necessário”.

• Se não conseguiram assassinar Afonso XIII, não foi por faltas de tentativas. O número de atentados contra o rei é impressionante. Todavia, falaremos apenas do caso Ferrer que é interessante, porque revela a organização mundial da maçonaria:

• “Sob um vão pretexto, ouve em Barcelona uma revolta e os incêndios e os massacres obrigaram o governo a estabelecer, na cidade, o estado de sitio. O agitador Ferrer foi preso. Em lugar de ser fuzilado imediatamente, foi entregue ao tribunal militar que o condenou à morte. E, logo, despachos mentirosos foram enviados a todos os jornais do mundo: Ferrer não julgado conforme as leis, seu defensor foi preso. O clero e o próprio Papa foram responsabilizados pelo fato. ‘A mão sangrenta da igreja, que é parte no processo, escrevia a lanterna, dirigiu tudo e os esbirros do rei da Espanha cumpriram apenas as suas determinações. Todos os povos se devem insurgir contra essa religião de assassínio e de sangue’. E para reforçar o efeito de tais palavras, uma caricatura representava um padre com um punhal nas mãos. Ameaças de represálias, de assassínios do Rei e do Papa choveram em Madri e em Roma. Petições circulavam de Paris a Roma, a Bruxelas a Londres e a Berlim, para protestar contra o julgamento. Ferrer foi executado. Imediatamente, se realizaram em todas as principais cidades da França e de todos os países europeus, numerosas e sangrentas manifestações. Para cúmulo, armou-se, nas ruas de Paris, uma espécie de Triunfo em que, sob a proteção da polícia e com a participação do exército, Ferrer foi glorificado, ao som das estrofes da Internacional.

• “Os governos foram interpelados, nos diversos parlamentos, conselhos departamentais e municipais assinaram protestos. 57 cidades da França resolveram dar o nome de Ferrer a uma de suas ruas.

• “A espontaneidade e o número prodigioso dessas manifestações, por uma causa estranha aos interesses dos diversos países indicam uma organização extensiva a todos os povos atuando até nas suas localidades menos importantes.

• “O conselho da Ordem do Grande Oriente de Paris enviou a todas as suas Lojas e a todos os poderes maçônicos do mundo um protesto contra a execução de Ferrer, no qual reivindicavam o agitador como um dos seus membros: ‘Ferrer foi um dos nossos. Sentiu que na obra maçônica, se concentra o mais sublime ideal que o homem pode realizar. Afirmou os nossos princípios, até a morte. O que procuraram ferir nele foi o ideal maçônico. Diante da marcha do Indefinido Progresso da humanidade, eleva-se uma força retrógrada que, com seus princípios e sua ação, visa rejeitar nos nas trevas da Idade Média’

• “A maçonaria declarou, portanto, com palavras e atos, que considerava e defendia Ferrer como a Encarnação do seu ideal. Por uma carta do próprio ser a um dos seus amigos conheceremos uma parte desse ideal: “para não alarmar o povo e não oferecer ao governo o protesto de fechar os meus estabelecimentos, denomino-os Escola Moderna, em lugar de Escola de Anarquistas. Porque o fim da minha propaganda, confesso-o francamente, é formar nas minhas escolas anarquistas convictos. O meu voto é atrair a revolução. Momentaneamente, todavia, devemos limitar-nos inculcar aos cérebros da Mocidade o princípio da revolução violenta. Ela deve aprender que, contra os esbirros e a tonsura, existe um único meio: a bomba e o veneno”.

• Eis o homem que a Maçonaria apresentou ao mundo, como um dos Apóstolos do seu ideal.

• Alguns dias depois da execução de Ferrer, o ministério de Madri foi obrigado a apresentar sua demissão; os chefes dos partidos liberal e democrático, obedecendo, sem dúvida, as injunções das Lojas, comunicarão ao presidente Maura que se oporiam implacavelmente a qualquer projeto ou medida apresentados por ele. A sua retirada encheu de alegria todos os adeptos da liberdade de pensamento, na Europa. O jornal Acácia escreveu:

• “Não é verdade que no mundo inteiro se travou um duelo formidável, o mesmo em toda parte, entre as religiões e o pensamento Livre, entre a autocracia e a Democracia, entre o absolutismo e a revolução? A fronteiras para a igreja e tenho Vaticano para? Não se encontra o drama da humanidade, não se encontra o drama da humanidade, ao redor das forças internacionais que são a convenção e a escola? A queda do gabinete Maura e a execução de Ferrer são apenas episódios desse grande e infinito drama”.

• Itália

• As revoluções que, a partir de 1821, se desencadearam, na Itália, foram obra da maçonaria, segundo afirmou o maçom Chiossone, em uma conferência realizada, em 1907, na loja parisiense solidariedade.

• O mais célebre revolucionário italiano é Mazzini, cuja atividade Europeia, entre 1830 e 1872, é tão conhecida, que não há necessidade de evocar nestas páginas. Seu intuito era a revolução universal e ele mantinha relações com os revolucionários do mundo inteiro. Mazzini e Garibaldi são considerados as estrelas de primeira grandeza da maçonaria italiana.

• Mazzine for nomeado grão-mestre em 1875. Como seria necessário dedicar um livro inteiro para mencionar os nomes dos revolucionários italianos, vou apenas mencionar alguns, com poucas palavras sobre os documentos da Alta Venda Romana de que já foi falado em outros textos. Essas cartas, de cujo conteúdo foi enviada, naquela época, uma cópia a todas as cortes da Europa, tem uma importância capital, pois provém de um dos grandes Supremos da Maçonaria; foram publicadas em parte, no livro de Crétineau-Joly, L’Église Romaine em face de la révolution, e revelam a organização secreta geral do movimento revolucionário, na Itália. Na base, estavam as lojas maçônicas; acima destas, as associações ou vendas ou carbonários que eram, segundo Louis Blanc, a parte militante da maçonaria.

• À frente de todas, ficava a Alta Venda, composta de 40 membros, todos Escolhidos cuidadosamente, entre os revolucionários de eleição das lojas e das vendas. o chefe era Nubius, cujo verdadeiro nome não foi revelado pelo Vaticano. Nubius dirigiu a Alta Venda até 1844. Tornou-se então, repentinamente fraco de espírito e morreu quatro anos depois.

• Entre esses 40 adeptos, muitos eram membros das mais importantes famílias de Roma; outros haviam sido admitidos pelo seu valor pessoal, outros, finalmente, eram judeus, pois Como já vimos e veremos em outros textos posteriormente, que os judeus constituem sempre a maioria nos conselhos superiores das sociedades secretas.

• Diversos membros da alta renda frequentavam continuamente a corte de Roma, eram íntimos dos Cardeais e do Papa, sem que ninguém tivesse qualquer suspeita, nem pudesse desconfiar deles. Foi só mais tarde que se descobriu o seu verdadeiro papel, quando os documentos caíram em poder do Papa; entretanto, não se pôde saber como o Vaticano os conseguiu obter.

• A existência da alta venda era ignorada de todas as vendas inferiores e, portanto, da Maçonaria inferior. Contudo, acima dela, havia outro grupo ainda mais secreto, desconhecido dos próprios membros da Alta Venda que lhes obedeciam cegamente, sem saber de onde provinha a ordem. Prova-o a carta de um deles, Melegari, dirigido ao doutor Breintenstein em 1836.

• “Queremos sacudir todo jugo e a um que não se vê, que apenas se sente e pesa sobre nós. Donde vem? Onde está? Ninguém o sabe ou, pelo menos, ninguém o diz. A sociedade é secreta, até para nós veteranos das sociedades secretas. Exigem de nós, às vezes, coisas de arrepiar os cabelos; e acreditareis que me informam, de Roma, de que dois dos nossos, bem conhecidos pelo seu ódio ao fanatismo, foram obrigados, por ordem do Chefe Supremo, a ajoelhar e a comungar, pela última Páscoa? Não discuto a minha obediência, mas quisera saber o objeto de Tais falsas provas de devoção”.

• Essas cartas são, sem dúvida, documentos extraordinários, como eram trocadas entre confrades, os 40 membros não se constrangiam e manifestavam claramente os seus verdadeiros pensamentos, dando provas de um cinismo frio e tranquilo e diversidade impressionante.

• Infelizmente, a maior parte dos textos originais foram queimadas e Crétineau-joly compôs o seu livro, baseando-se em notas e borrões que haviam sido conservados. Foi, portanto, acusado de não ter publicado o texto original e de ter feito Literatura. Embora a parte essencial da obra seja exata, pois, do contrário, o Vaticano não autorizaria a sua publicação, não é possível garantir a autenticidade literal do texto. Transcrevo, a título de amostra, a carta de Vindice, escrita de Castellamare a Núbius, a 9 de agosto de 1838, na qual se desenvolve o plano da Alta Venda:

• “Os assassínios que os nossos comentem, ora na França, ora na Suíça e sempre na Itália, causa-nos vergonha e remorso. É o apólogo de Cain e de Abel, explicando a origem do mundo, e nós progredimos tanto que tais meios já não nos podem satisfazer. De que serve matar o homem? Só para amedrontar os tímidos e afastar de nós os corações valentes. Os carbonários, nossos predecessores, não compreendiam o seu poder. Não é no sangue de um homem isolado ou de um traidor que deve ser exercido, mas sobre as massas. Não individualizemos o crime; para emgrandecê-lo até às proporções do patriotismo e do ódio contra a Igreja, devemos generalizá-lo. Uma punhalada não tem significação nem consequência. Que resulta, para o mundo, de alguns cadáveres desconhecidos, semeados nas ruas pela vingança das Sociedades Secretas? Que importa ao povo que o sangue de um operário, de um artista, de um fidalgo e até de um príncipe seja derramado, em virtude de uma sentença de Mazzini ou de algum dos seus sicários”? O mundo não tem tempo de prestar ouvidos aos gritos das vítimas; passa esquece. Somos nós, meu Nubius, os únicos que podem suspender-lhe a marcha. O catolicismo não teme mais do que a monarquia, mas estas duas bases da ordem social podem desmoronar, pela corrupção; logo, não cessemos de corromper. Tertuliano dizia, com razão, que o sangue dos Mártires gerava cristãos. ficou assentado, em nossos Concílios, que não queremos mais crostãos; logo, não façamos novos mártires, mas vulgarizemos o vício entre as multidões. Respirem-no estas, pelos cinco sentidos, até à saturação; esta terra, em que caiu a sementeira de Arentino, está sempre disposta a receber ensinamentos lúbricos. Formai corações de viciosos e não tereis mais católicos. Afastai o sacerdote do trabalho, do altar e da virtude, procurai habilmente dar outra ocupação ao seu tempo e aos seus pensamentos, tornai-o ocioso, guloso e patriota, e ele será ambicioso, intrigante e perverso. Alcançareis um resultado mil vezes melhor do que matando e estilhaçando os ossos de alguns pobres coitados.

• Eu não quero e vós também não desejais — não é verdade, amigo Nubius? — dedicar a minha vida aos conspiradores, para continuarmos a trilhar a senda antiga. • Empreendamos a corrupção em larga escala, a corrupção do povo pelo clero e a corrupção do clero por nós; a corrupção nos levará, um dia, a enterrar a Igreja. • Ouvi, ultimamente um dos nossos amigos rir-se filosoficamente dos nossos projetos, observando: “Para abater o catolicismo seria preciso suprimir, primeiro a mulher. O conceito é verdadeiro, mas, como não podemos suprimir a mulher, corrompamo-la com a Igreja. Corruptio optime pessima. O fim tem bastante atrativos, para tentar homens da nossa têmpera. Não nos desviemos dele, pela satisfação de algumas míseras vinganças pessoais. O punhal mais apropriado, para ferir o coração da Igreja, é a corrupção. Mãos à obra, pois, e até o fim!”

• Após a morte de Mazzine, seus discípulos melhores e mais fiéis assumiram a direção da Maçonaria. Foi nomeado então o primeiro conselho da ordem dos maçons italianos, com 33 membros. No decorrer de 1872, fundou-se a unidade Maçônica italiana que, em 1887 consolidou as suas posições. • A Maçonaria italiana foi sempre unicamente revolucionária e, assumindo o poder, o fascismo a dissolveu. • A este respeito, Popolo d’itália publicou:

• “Pela primeira vez, um partido no poder tem a coragem de quebrar o obscuro abraço envolvente e sufocante da maçonaria. Pela primeira vez, uma coalisão governamental ousa lançar um desafio irreparável e essa velha seita secreta, cujos tentáculos, se haviam insinuado em todas as organizações do Estado e que, até há pouco tempo, costumava impor uma espécie de investidura a todos os gabinetes derivados do temeroso e vacilante liberalismo italiano. Desde que era necessário resolver o problema, toda tergiversação reforçaria o oculto poder do Palácio Giustiniani e confirmaria mais uma vez, a invulnerabilidade da seita que se julgava um governo dos governos, um Estado acima do Estado. O ato corajoso do Grande Conselho demonstrou, pelo contrário, que o fascismo, partido de mocidade e de reforma, possui um poder tão seguro e mediato, que ousa desafiar a maçonaria e afrontar, com iluminada energia, todo risco de desordens interiores. • “Uma vida nova se inicia para a Itália”.

• COMENTANDO ESTE MANIFESTO, ALBERT LANTOINE, ESCREVEU:

• “Obrigada, por assim dizer, a retroceder sobre si mesma, a Maçonaria vai consagrar-se a trabalhos espirituais, evitar toda tentativa de manifestação, que seria muito mal recebida, e, chegada a hora da possibilidade de represália, saberá vingar-se da afronta que lhe foi infligida”.

Bibliografia: A conjuração anticristã, Monsenhor Delassus.

As forças secretas da revolução, Léon de poncis.

 
 
 

• A INQUISIÇÃO E O NÚMERO DE MORTOS EM TODA À SUA HISTÓRIA, E A CONCLUSÃO DE VINTE OITO HISTORIADORES E O DOCUMENTÁRIO DA BBC DE LONDRES. • Depois de ler e ouvir as palestras de protestantes extremamente desonestas, onde podemos verificar um nível de desonestidade intelectual e desconhecimento sobre o tema muito elevados, e podemos falar dos nossos professores com um nível de influência marxista muito grande, são extremamente mentirosos como os protestantes anticatólicos, através desse material quero compartilhar uma pesquisa historiográfica sem anacronismo. Vamos ao tema que é o verdadeiro número de condenados à morte pela Inquisição Espanhola e, que o documentário realizado pela BBC de Londres, que não sei porque é um documento pouquíssimo difundido – intitulado (o mito da inquisição espanhola). Vale ressaltar que, para uma surpresa de muitos, foi feita uma defesa da Inquisição espanhola. A surpresa, pois, veio de uma organização televisiva que era tradicionalmente hostil à Espanha e à Igreja católica. O documentário, com duração de 50 minutos, foi co-produzido pelo historiador e hispanista Nigel Towson. Foram vários meios de comunicação que reuniram esta notícia, entre eles o periódico espanhol El país, de Madrid (11/07/1994). Entre as séries mais procuradas, e destacadas como cifras de execução: 3.000 e 5.000 pessoas que foram executadas pelo Estado nas instâncias da inquisição espanhola. Isto soma-se, e confirma, o que foi afirmado por Charles Lea: Os Protestantes assassinaram 150 mil pessoas por suspeita de bruxaria. No final, conclui: “Mais pessoas foram assassinadas na revolução francesa do que a inquisição em todo o século XVI”. (Se uma das partes confessa …)> termo espanhol. • Stephen Haliczer: professor da universidade de illinois nos estados unidos, afirma que em 350 anos de história repressiva, e enquanto fala de milhões de assassinos, uma cifra real do socorro situa entre 5.000 e 7.000 pessoas. • Bernardino Llorca: “Vimos inclusive que em alguns tribunais, durante o século XVI, se conhecerá o apogeu da inquisição”. poder secular “. No entanto, é preciso esclarecê – lo no momento de escrever seu livro – o segundo terço do século XX – os arquivos em inquisitoriais ainda não foram completamente limpos completamente estudados. • Agostino barromeo: afirma este reconhecido historiador que “a inquisição espanhola – muito ativa, e que não foi abolida até 1834 – uma mil e uma pessoas atrás das 130 mil pessoas, das quais foram condenados à morte menos de dois por cento”. Inclusive, Que Entre os Séculos XVI e XVIII, de um número entre 45 mil ou 50 casos, apenas 1,8% dos acusados foram condenados à morte, e cerca de 1,7% dos processos terminaram com condenação em consequência (esta cifra). varia um pouco: os especialistas J. Contreras e G. Henningsen indicam que cerca de 19% foram condenados à fogueira). Você pode levar uma conta com os dados de início da Inquisição (1478) e da sua abolição (1834), com uma base de condenados à morte ainda maior: cerca de 1,2%. Embora não haja estatísticas importantes para uma inquisição romana, os escassos são elementos de que se dispõem, em vez disso, os tribunais foram incluídos em casos de pena de morte. Por exemplo, de casos apresentados ao tribunal de Aquileia-concórdia entre 1551 e 1647 apenas cerca de 0, 5% encontrado para a pena de morte. O número de execuções da inquisição portuguesa é de 13,255 processos, de 1540 a 1629, como condenações no caso de 5,7%. Sobre este dado, deve-se ter em conta duas coisas: as fontes não distinguem entre as condenações em vez da carne, por outro lado, e os casos de repressão em Portugal foram muito mais severas no início da sua instituição do que depois. A inquisição na Espanha é o tribunal mais conhecido. Celebrou, entre 1540 e 1700, 44.674 julgamentos. Os acusados foram condenados à morte em cerca de 1,8% e destes, 1,7% foram condenados em contumácia, • Henry Kamen: este historiador protestante britânico de origem judia, conhecido Historiador é estudioso da Inquisição espanhola, calculou um total de 2.000 vítimas ao longo de seus quase quatro séculos de existência. Kamen acrescenta que “é interessante comparar as estatísticas sobre as condenações à morte dos tribunais civis e Inquisitoriais entre os séculos XV e XVIII na Europa: por cada cem penas de morte decididas por tribunais ordinários, a Inquisição (católica) emitia uma”. Acrescenta: “se as cifras bastassem para classificar como intolerante uma instituição ou pessoa, poderia muito bem alegar que em atos simples de furor religioso no exterior, tal como a matança de são bartolomeu na frança, ou qualquer outras autoridades religiosas cometidos nos países baixos sou na Alemanha, eliminaram-se mais pessoas em uma única noite do que as que Inquisição espanhola executou em toda a sua história. Já vimos que só por bruxaria ouve vítimas na alemanha do que as que há intolerância causou na Espanha. • Ricardo Garcia Cárcel: crítico da inquisição estima que o total de processados por ela ao longo de toda a sua história foi de cerca de 150 mil. Aplicando a porcentagem de executados que aparece nas causas de 1560 a 1700, cerca de 2%, pode-se afirmar que, no pior dos casos a cifra de pessoas executadas aproxima-se 3.000. • Thomas Walsh: assinala, em seu personagem da inquisição, que durante todo o mandato de Torquemada como inquisidor (1483-1498) passaram 100.000 réus pelos tribunais da Espanha. Menos de 2% foi executado. Em Barcelona, entre 1488 e 1498, apenas um prisioneiro em cada 20 era executados sendo 23 no total. • Filipe wayne powell: segundo este professor, foram executadas pouco mais de 100 pessoas nos 250 anos que a inquisição funcionou na américa. • Ernest Schafer: reconhecido Historiador protestante, quem recorremos insistentemente durante toda a investigação, afirma que “o número de protestantes condenados à morte pela inquisição católica, desde 1520 até 1820, quando foi suprimida, ou seja, em 300, foi de 220; destes só 12 foram queimados. • Henningsen e Jaime Contreras: provavelmente dois dos maiores especialistas sobre o tribunal, afirmam que 2.000 pessoas foram executadas. “Se temos em conta, como se diz, que apenas na Alemanha foram muitas mais as que morreram por bruxaria no século XVII, esse dado relativiza a inquisição com respeito à outra situações”. As profundas pesquisas de ambos os historiadores dizem que em todo o território do Império espanhol, entre 1540 e 1700 sobre 44.674 causas iniciadas por suposta Heresia, apenas 1,8% dos réus foram condenados à pena capital. A respeito dos processos por bruxaria, durante o século XVI a XVIII, a inquisição espanhola condenou à fogueira 59 bruxas, a portuguesa 4, e a italiana 36. • Jean Dummont: dá as seguintes cifras: “dos 50 mil processados por inquisição entre 1560 e 1700, o número de condenados à última não chegou a 1 em 100”. Segundo as pesquisas do historiador francês, apenas 400 réus foram entregues ao poder secular em todo o reinado de Isabel a católica. • Jean Pierre Dedieu: referindo-se à inquisição medieval, assegura que durante o século XIII, por exemplo, no tribunal Inquisitorial de Toulouse, França, só foi condenado 1% à morte dos processados. • Stanley Payne: o reconhecido hipanista inglês afirma que a documentação existente permite dizer que não mais do que 3.000 pessoas foram executadas a instâncias de inquisição espanhola. • Jackson: historiador britânico, judeófilo e protestante: “E, por último, última petição para evitar petições melodramáticas, não foi um “holocausto”. Duas mil mortes na fogueira e vários milhares de confiscos de propriedade por crime de pensamentos constitui um histórico de extraordinário crueldade, mas não são equivalentes a seis milhões de assassinatos sem o menor pretexto de atividade criminosa, simplesmente morte por delito da ascendência judia. Antes e depois da criação da inquisição ouve uma elevada proporção de matrimônios entre conversos e cristãos velhos. Havia conversos entre os inquisidores (não é que se proponha isto como elogio), mas grande parte da comunidade conversa permaneceu intacta, literalmente, no que se referia às atividade da inquisição. • Benzion Netanyahu: historiador judeu, um dos mais a acirrados inimigos do tribunal, da igreja e Espanha, pai do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu, diz em seu origens da inquisição: “A comunidade conversa estava, em geral, cristianizada”. De forma que “a verdade é que a inquisição queimou a cristãos e a muito pouco judeus. • William Cobbet: historiador protestantes do século XVIII, em sua história da reforma protestante afirma que Elizabeth I (protestante) causou mais mortes de católicos em um ano do que a inquisição espanhola em toda a sua história. • William Prescott: historiador protestantes anglo-americano, inimigo da Inquisição, assinala em sua história do reinado dos reis católicos: “por piores que tenham sidos os efeitos que a Inquisição tenha podido produzir na Espanha, o principio seguido no seu estabelecimento não foi pior que de outras medidas aprovadas sem sofrer tão forte censuras, e que se adotaram em tempos posteriores e mais civilizados”. “quase emprego as mesmas palavras de Mr.Hallam, o qual, falando das leis penais dadas contra os católicos no tempo de Elizabeth I na inglaterra, diz: “Estabeleceram uma perseguição que não foi em seu princípio em nada inferior aquela pela qual a inquisição tornar-se tão odiosa”. • César Cantú: observa que apenas em 11 anos (1641-1652) os protestantes ingleses mataram mais católicos do que os hereges que a inquisição executou em todo o mundo. • Sanches Martinez: este historiador e professor universitário espanhol aponta que a inquisição, em seus 356 anos de existência, executou cerca de 2 mil indivíduos (alguns arquivos se perderam), a maioria dos quais juadaizantes, e nos primeiros anos. Também foi executados (deixando de lado os queimados em efígie) cerca de 280 mouriscos,150 protestantes, 130 acusados de sodomia ou bestialismo e apenas umas 30 bruxas (superstição). • Antonio Domínguez Ortiz: este historiador espanhol conclui que a inquisição produziu – direta ou indiretamente – 10.000 vítimas mortais, “que são uma cifra terrível, mas muito distante das 100 mil bruxas queimadas na Europa – entenda-se protestante – nos séculos XVI e XVII, para não falar de outros holocaustos mais cruéis e recentes”. Não obstante, algum tempo depois, ele vai rever esses números da Inquisição Católica e calculará em 5 mil o número total de executados a instâncias do tribunal (mudança que com certeza deveu-se à análise da nova documentação disponível). Citando Klaus Wagner, calcula em menos de 400 o número de vítima durante o reinado de Isabel em toda a Espanha (24 anos). O historiador Azcona sugere cifras menores para este período. • Museu da Inquisição de Lima (Peru): pesquisadores deste museu nacional oferecem a seguinte informação (publicada em seu site oficial): “Em seus dois séculos e meio de existência (1569- 1820), o tribunal processou 1.447 pessoas em 1.526 julgamentos. O número de julgamentos é maior porque várias pessoas foram processadas em mais de uma oportunidade. O tribunal de Lima sentenciou à morte 32 pessoas, a metade delas queimadas vivas e outras tantas condenadas ao garrote. Dos condenados à morte, 23 (71,88%) foram por ser judaizantes (15 portugueses, 7 espanhóis – dos quais 4 eram filhos de portugueses); 6 (18,75%) por serem luteranos (3 ingleses, 2 flamencos e 1 francês); 2 (6,25%) por afirmar e defender publicamente proposições heréticas [um deles foi o limenho Juan bautista del castilho (1608). • Enciclopédia católica 1910: “quantas pessoas foram entregues ao poder civil é o que não pode ser declarado nem sequer de forma aproximada. Há, no entanto, uma valiosa informação acerca de alguns tribunais da inquisição, e suas estatísticas não são desprovida de interesse. em Palmiers, de 1318 a 1324, das 24 pessoas condenadas apenas cinco for entregues ao poder civil, e em Toulouse de 1308 a 1323, apenas 42 de 930 receberam a terrível nota ‘relictus culiae saeculari’. Assim, em Palmiers, um em cada treze e em Toulouse um em cada quarenta e dois parecem ter sido queimados por heresia, embora estes lugares eram sedes dos focos de heresia, e portanto sedes principais da inquisição. Também se pode acrescentar que este foi o período mais ativo da instituição. • Adriano Prosperi: leigo, italiano, docente de história moderna na universidade de pisa e grande estudioso da inquisição: “De acordo com os cálculos dos conhecidos estudiosos William Monter e Jonh Tedeschi (este último é um judeu, e não pode ser suspeitado como indulgente), as condenações à morte emanadas da inquisição são claramente mais raras do que aquelas prorrogadas porque o que é tribunal penal ordinário”. • James Hitchcock: este professor de história da universidade de Saint Louis, nos estados unidos, aponta que, com base na documentação disponível, apenas 2% do total de processados em cada região eram executados. Afirma por sua vez que, entre 1540 e 1700, menos de 2% dos processados foram executados. • Andrew Land: comenta este conhecido Historiador escocês protestante: por que tanto de rebuliço entre os protestantes acerca da inquisição, quando eles queimaram mais bruxas no século XVII em único país – Escócia ou Alemanha, escolham o que quiserem – do que os executados pela inquisição espanhola em 300 anos? • Thomas Madden: este grande Historiador americano, professor e catedrático da universidade de Saint Louis, Missouri, depois de mencionar as dezenas de milhares de mulheres queimadas vivas nas fogueiras protestantes por supostos delitos de bruxaria, conclui que nos 350 anos de existência do tribunal foram executadas não mais do que 4.000 pessoas na Espanha. • Ecandall Bonet: que foi junto de Pérez Villanueva o coordenador da obra mais importante que existe até hoje sobre o tribunal (História da Inquisição na Espanha e América), afirma que a porcentagem de condenados à morte foi de 1,2% sobre o total de julgados. • Joseph Pérez: autor pouco simpático ao tribunal, conclui que durante o reinado de Felipe II (justamente o rei considerado mas rigoroso) “morreu menos gente pela inquisição do que em qualquer outro país. • John Tedeschi: segundo seus meticulosos estudos processos, principalmente da inquisição romana, dos primeiros mil acusados que compareceram perante o tribunal inquisitorial de aquileia-concórdia, em Fruili, ao longo dos anos de 1551 e 1647, registram-se apenas 14 execuções, e em Roma, de 1555 a 1593, apenas 4. • Francisco Javier García rodrigo: este erudito apologista católico do século XIX aponta que não mais do que 400 pessoas foram executadas a instâncias da Inquisição em seus 350 anos de existência. • Com relação à inquisição portuguesa, quase idêntica à espanhola em sua organização, e que muitos consideraram bem mais rigorosa que esta, segundo os cálculos (sempre exagerados)de Cecil Roth, dos 40 mil processados por este tribunal, 10.000 foram absolvidos (ou as denúncias rejeitadas), e quase 30 mil foram punidos com penas leves. Somente 1.175 hereges receberam a pena capital; ou seja, só 2,9% do total de processados. • No sul da frança, o tribunal inquisitorial de Toulouse (região onde funcionou mais ativamente a Inquisição medieval), segundos cálculos de bernard Gui, entregou ao poder secular 41 a pessoas (dentre as quais 30 Cátaros) entre 1308 e 1323. • Sobre uma inquisição romana, uma cifra não é muito precisas, embora exista uma certeza de que as cidades de Roma, Veneza e Aquiléia-concórdia de total foram 128. • Na América, nos seus três tribunais, segundo os estudos dos Simpósio de 1988, as cifras são as seguintes: em Lima (1569 -1820) morreram 32 pessoas; na cidade do méxico (1571 -1820), 20 pessoas; em cartagena (1610 -1819) só 5 mortes.

 
 
 







A REVOLUÇÃO FRANCESA E A REFORMA PROTESTANTE, ERA DAS LUZES OU TREVAS?

• PARTE II

• (A maçonaria e o terror) • Os maçons, apóstolos da grande revolução, conseguiram separar, na opinião pública, os três Imortais princípios de 1789 dos excessos do terror. Explicam, portanto, os massacres de 1792 como fatos reprováveis, devidos unicamente a um excesso de entusiasmo na aplicação dos referidos princípios (principalmente os da Fraternidade!).

• Contudo, a Maçonaria, sociedade filantrópica e humanitária, teve a sua parte de responsabilidade na organização do terror.

• Possuímos sobre este ponto testemunhos formais: o de Bertrand de Molleville, Ministro de Luís XVI, o do maçom Marmontel e também o de Duporte, o mais cruel e encarniçado de todos, o autor do plano revolucionário do terror e cujos crimes foram preparados, principalmente pela comissão de propaganda da loja dos “amigos reunidos”.

• OS ESCRITOS DE MARMOTEL:

• “O dinheiro e, mais do que tudo, a esperança da pilhagem são importantes entre este povo. Acabamos de verificar, no subúrbio de Santo Antônio, onde, com incalculável facilidade, o Duque D’ Orleans conseguiu que fosse saqueada a manufatura desse honrado revellion que, no mesmo subúrbio, provia a subsistência de 100 famílias. Mirabeau sustenta, zombeteiramente que, com um milhão de Luíses é possível armar uma boa sedição.

• “Teremos de Recear a hostilidade da maioria da Nação que ignora os nossos projetos e Pode não estar disposta a prestar nos o seu concurso?”

• “É claro que, nos seus lares, nos seus escritórios, nos seus gabinetes, nas suas oficinas, a maior parte desses pacato cidadão deve achar muito ousados esses planos destinados a perturbar-lhe o descanso e os divertimentos. Mas a sua desaprovação será tímida e discreta. Sabe porém, a nação o que quer? Faremos eles dizerem e querer o que nunca pensaram. E se duvidar, lhe Responderemos, como Crispim ao legatário: ‘ É a vossa letargia’.

• “A nação é um grande rebanho, ocupado só em pastar e que, com o auxílio de bons cães, os pastores podem dirigir a seu bel-prazer. Afinal, é para seu bem o que se quer, à sua revelia. Nem o antigo regime, nem o culto, nenhum os costumes, nenhum dos seus antiquados preconceitos merecem consideração. Tudo isso causa pena e vergonha há um século como o nosso; e, para traçar o novo plano, é indispensável limpar o terreno.

• “Para nos impormos à burguesia, teremos, se for necessário, essa classe que não tem nada a perder com a mudança e espera, pelo contrário, ter tudo a ganhar.

• “Para amotiná-la, contamos com os móveis mais poderosos: a carestia, a fome, o dinheiro, os boatos de alarme e de terror e o Delírio de medo e de Cólera com que se impressionam os espíritos.

• “A burguesia só produz oradores elegantes; todos eles nada são, comparados com esses Demóstenes a um escudo que, nas tabernas e nas praças públicas, nos Jardins e nos cais, anunciam estragos, incêndios, aldeias saqueadas e inundadas de sangue e conjurações para sitiar e esfomear Paris.

• “Assim o requer o movimento social. Que se obteria do Povo, amordançando-o com os princípios de honradez e de Justiça? Os homens de bem são fracos e tímidos; só os velhacos são resolutos. A vantagem do Povo, nas Revoluções, é não ter moral. Quem pode resistir a homens, para quem todos os meios são lícitos? Nem uma só das antigas virtudes nos serviria. O povo não precisa delas ou as requer de outra têmpera. Tudo o que é necessário para a Revolução, tudo o que lhe é útil, é justo: eis o grande axioma”.

• desde o princípio da revolução, para se proteger, a Maçonaria ordenará o fechamento de todas as lojas. Mas esta supressão aparente, simples medida de precaução, não lhe prejudicava a atividade, pois as lojas secretas continuavam a existir, como no passado, e as outras eram substituídas pelos clubes. Esta circunstância foi confirmada por um estudo de uma ação schaffer, publicado Em 1880, no boletim maçônico da loja simbólica escocesa.

• Não esqueçamos, aliás, que o papel da Maçonaria propriamente dito é mais criar o Estado de Espírito revolucionário do que combater abertamente, a testa de um movimento.

• A Maçonaria criar a esse estado de espírito e lançará os seus homens ao ataque. Estes, impregnados de princípios maçônicos, aplicaran-nos na Revolução, sem que fossem necessariamente dirigidos pela seita.

• Podemos observar que Adriano Duport conseguiu que a constituinte adotasse a emancipação dos judeus; antes de obter Este resultado, fizera 14 tentativas e só na véspera do encerramento da Assembleia a lei foi votada, depois que Régnault de SaintJean d’angely disse:

• “Requeiro que sejam chamados a ordem todos os que falarem contra essa proposta, pois estarão combatendo a própria Constituição”.

• O que significava: combater o judeus é combater a revolução. Vejamos agora qual foi o papel da maçonaria na França de 1793 aos nossos dias.

• Pela sua demasiada rapidez, a Maçonaria viu malograrem-se os seus fins. O problema foi o excesso do terror que provocou uma violenta reação no país. A Maçonaria Então fez o melhor que podia, reassumiu a sua atitude filosófica e observadora da Ordem Social.

• Apoio, portanto, Napoleão que, Aliás a serviu, espalhando o espírito revolucionário pela Europa inteira; ele proclamava com razão: • “Consagrei a revolução; incorporei-a às leis”.

• “Semeei copiosamente a liberdade, por toda parte onde implantei o meu código civil”.

• Numa palavra, Napoleão foi, para a Europa, o que a Revolução havia sido para a França.

• “Enquanto Bonaparte, General, foi o servidor da revolução, a Maçonaria francesa celebra-o unicamente como o Pacificador que, repelindo o estrangeiro, coloca-o na impossibilidade de prejudicar o desenvolvimento da República”.

• Os dois pontos importantes para a Maçonaria era a separação da igreja e do Estado e a supressão da monarquia absoluta. O regime constitucional foi, pois, instaurado na França e, com ele, a Maçonaria continuava a dominar.

• “Luiz XVIII, diz Bazot, secretário do Grande Oriente da França, concede A Carta; é o governo constitucional; este princípe protege-nos”.

• Em 1861, deu-se a cisão definitiva, após a nota do Senado relativa a manutenção do poder temporal do Papa. Os desastres de 1870 precipitaram os acontecimentos: a Maçonaria foi impedida a uma ação rápida do que teria desejado. Repetindo a experiência de 1789, quis com a violência da comuna, retomar as rédeas do governo. A 26 de abril de 1871, 55 lojas, um ar de 10.000 maçons, chefiados pelos seus dignatários, ostentando as suas insígnias, percorreram em cortejo os baluartes, onde achar um 62 das suas Bandeiras. Saudando, no Paço Municipal, o poder revolucionário, o maçom Tiriforque dissera aos amotinados:

• “A comuna é a maior das revoluções que o mundo pôde contemplar”.

• Isto deveu-se com a licença do termo, “a um monarca leigo”, leigo porque ele levou a França no caminho da revolução, era um império que seguia como uma república legal, este homem foi Napoleão III, um monarca bem estranho. Os Monarcas procuravam fazer esquecer o passado, este se vangloriava de ter sido elevado ao trono para demolir as monarquias Inclusive a sua.

• A Civilização Moderna

• A necessidade de suprimir a Igreja para assegurar o triunfo da civilização moderna foi o que Waldeck-Rousseau tinha dado a entender no discurso de Toulouse. Foi o que Viviani disse brutalmente, em 15 de janeiro de 1901, do alto da tribuna.

• “Estamos encarregados de preservar o patrimônio da Revolução de todo atentado… Apresentamo-nos aqui carregando em nossas mãos, além das tradições republicanas, essas tradições francesas atestadas por séculos de combate, nos quais, pouco a pouco, o espírito laico foi se insinuando nas fissuras da sociedade religiosa… Nós não estamos apenas frente à frente com as congregações, nós estamos frente à frente com a Igreja Católica… “Acima deste combate de um dia, não paira, mais uma vez, esse conflito formidável em que o poder espiritual e o poder temporal disputam prerrogativas soberanas, tentando, ao conquistarem as consciências, manter até ao fim a direção da humanidade?

• “Como eu dizia no início, credes que esta lei nos leva à última batalha? Mas esta é apenas uma escaramuça em relação às batalhas do passado e do futuro! A verdade é que aqui se reencontram, segundo a bela expressão do Sr. de Mun, em 1878, a sociedade baseada na vontade do homem e a sociedade baseada na vontade de Deus. Trata-se de saber se, nessa batalha, uma lei sobre as Associações vai ser suficiente para nós. As Congregações e a Igreja não vos ameaçam apenas por suas intrigas, MAS PELA PROPAGAÇÃO DA FÉ… Não temais as batalhas que se vos oferecerão, ide; e se encontrardes diante de vós essa religião divina que torna poético o sofrimento mediante promessa de reparações futuras, oponde-lhe a religião da humanidade que, ela também, torna poético o sofrimento, oferecendo-lhe como recompensa a felicidade das gerações.”

• Eis aí a questão claramente posta.

• Ouvem-se nessas palavras menos os pensamentos pessoais de Viviani do que os da seita anticristã. Ela declara lutar há séculos contra a Igreja Católica: ela se vangloria de já ter obtido que o espírito laico se insinuasse pouco a pouco nas fissuras da sociedade religiosa; diz que, no esforço feito para destruir as congregações, ela empenha apenas uma escaramuça, e que, para garantir o triunfo definitivo, ela deverá aplicar-se a novas e numerosas batalhas.

• Em seu nome, Viviani declara que na batalha atual trata-se de coisa muito diferente da “defesa republicana”, de um lado, e da aceitação da forma de governo, do outro. Eis do que se trata: “insinuar o espírito laico nas estreitezas da sociedade religiosa”, “tomar as rédeas da humanidade”, “e destruir a sociedade baseada na vontade de Deus, para construir uma sociedade nova, baseada na vontade do homem”.

• Eis por que a guerra declarada contra as congregações é apenas um alistamento. A verdadeira campanha é aquela que põe frente a frente a Igreja Católica e o Templo maçônico, isto é, a Igreja de Deus e a Igreja de Satã, conflito formidável do qual depende a sorte da humanidade. Durante o tempo em que a Igreja estiver de pé, Ela propagará a fé, Ela colocará no coração dos que sofrem – e quem não sofre? – as esperanças eternas. É somente sobre suas ruínas, pois, que se poderá edificar “a religião da humanidade, que promete a felicidade sobre esta terra”.

• A continuação da discussão, no Senado assim como na Câmara, apenas acentuou a importância dessas declarações. Algumas curtas citações mostrarão que o discurso de Waldeck-Rousseau e de Viviani têm exatamente o significado que acabamos de dar.

• Jacques Piou: “Aquilo que os socialistas querem, Viviani disse-o outro dia, sem rebuços, é arrancar as consciências do poder espiritual e conquistar a direção da humanidade”. O orador é interrompido por um membro da esquerda que lhe grita: “Não são somente os socialistas que o querem, são todos os republicanos”. Piou não o contradiz. Ele lê um discurso em que Bourgeois afirmara: “Desde que o pensamento francês se liberalizou, desde que o espírito da Reforma, da Filosofia e da Revolução entrou nas instituições da França, o clericalismo é o inimigo”. Bourgeois interrompe; Viviani replica: “A citação que fiz é exata, e Bourgeois mantém-na por inteiro. Ele a mantém porque ela constitui o fundo de seu pensamento; ela explica seu ardor em sustentar a lei sobre as associações, porque a lei sobre as associações é a vitória do espírito da Revolução, da Filosofia e da Reforma sobre a afirmação católica”.

• Na sessão de 22 de janeiro, Lasies repõe a questão em seu verdadeiro terreno, nestes termos: “Há duas frases, direi dois atos, que dominam todo este debate. A primeira frase foi pronunciada por nosso nobre colega Viviani. Ele disse: ‘Guerra ao catolicismo!’ Levantei-me e respondi-lhe: ‘Obrigado, eis o que é franqueza!’ Uma outra palavra foi pronunciada, é esta pelo digno Léon Bourgeois. A convite de Piou, Bourgeois afirmou novamente que o objetivo que ele persegue com seus amigos é substituir o espírito da Igreja, isto é, o espírito do catolicismo, pelo espírito da reforma, pelo espírito da Revolução e pelo espírito da razão.

• Quais devem ser essas medidas? Para onde devem tender? Viviane disse: “substituir a religião católica pela religião da humanidade”, ou segundoa fórmula de Bourgeois, “dar ao espírito da revolução, da filosofia e da reforma, a vitória sobre a afirmação Católica”: a afirmação Católica que mostra o fim do homem além deste mundo e da vida presente, e o espírito da filosofia e da revolução, que limita o horizonte da humanidade à vida animal terrestre. À grande questão é que essas palavras não foram pronunciadas em uma loja maçônica, mas foram foram ditas no congresso Francês, esta é uma questão que realmente deve ser levada a sério.

• Viviane ainda afirmou: ” Não estamos somente enfrentando o congresso, nós estamos face a face com a Igreja Católica”, para combatê-la, para dedicar-lhe uma guerra de EXTERMÍNIO.

• Em junho de 1903, a Verité Francaise relatava que Robótica, numa conversa íntima, falará da mesma maneira: “sei o que se prepara; conheço os detalhes as malhas da vasta rede que esta estendida. Muito bem, se a Igreja Romana escapar desta vez na França, isto será um milagre, milagre tão deslumbrante a meus olhos que me farei Católico convosco”.

• Nós vimos esse milagre no passado, e o veremos no futuro. Os jacobinos podiam crer-se muito seguros, mais seguros mesmo do sucesso do que nossos livre-pensadores; eles tiveram de reconhecer que se tinham enganado… e eles não se converteram. “Vi, disse Barruel em suas Mémoires, vi Cerutti acercar-se insolentemente do secretário do Núncio de Pio VI, e com uma alegria ímpia, com o sorriso da piedade, dizer-lhe: “Protegei bem vosso Papa; protegei bem este, e embalsamai-o bem após sua morte, porque eu vos anuncio, e podeis estar bem certo disto, não tereis outro”. Ele então não adivinhava, esse pretenso profeta, continua Barruel, que ele apareceria antes de Pio VI perante o Deus que, apesar das tempestades do jacobinismo, como apesar de tantas outras, nem por isso não estará menos com Pedro e Sua Igreja até o fim dos séculos”.

• Viviani disse que se a maçonaria queria aniquilar a Igreja, o seu objetivo era poder substituir a religião de Cristo pela religião da humanidade.

• Constituir uma nova religião, a “religião da humanidade”, é, com efeito, nós o veremos, o objetivo para o qual a franco-maçonaria direciona o movimento começado na Renascença: a libertação da humanidade.

• Numa obra editada em Friburgo, sob o título A deificação da humanidade, ou o lado positivo da franco-maçonaria, o padre Patchtler bem demonstrou o significado que a maçonaria dá à palavra “humanidade” e o uso que dela faz. “Essa palavra, diz ele, é empregada por milhares de homens (iniciados ou ecos inconscientes dos iniciados), num sentido confuso, sem dúvida, mas sempre, entretanto, como o nome de guerra de um certo partido para uma certa finalidade, que é a oposição ao cristianismo positivo. Essa palavra, na boca deles, não significa somente o ser humano por oposição ao ser bestial… ela coloca, em tese, a independência absoluta do homem no domínio intelectual, religioso e político; ela nega todo fim sobrenatural do homem, e requer que a perfeição puramente natural da raça humana seja encaminhada pelas vias do progresso. A esses três erros correspondem três etapas na via do mal: a Humanidade sem Deus, a Humanidade que se faz de Deus, a Humanidade contra Deus. Tal é o edifício que a maçonaria pretende erguer no lugar da ordem divina que é Humanidade com Deus.

• Quando a seita fala da religião do futuro, da religião da humanidade, é este edifício, este Templo que tem em mente.

• Em 1870, por volta do fim de julho e começo de agosto, realizou-se em Metz um congresso do qual participaram as lojas de Strasbourg, Nancy, Vesoul, Metz, Châlons-sur-Marne, Reims, Mulhouse, Sarreguemines, numa palavra, todo o Leste. A questão do “Ser supremo” foi colocada, e as discussões que se seguiram propagaram-se de loja em loja.

• Para resumir, o Monde Maçonnique, edições de janeiro e maio, fez a seguinte declaração: “A franco-maçonaria nos ensina que não há senão uma só religião verdadeira, e por conseguinte uma só natural, o culto da humanidade. Porque, meus irmãos, Deus, essa abstração que, erigida em sistema, serviu para formar todas as religiões, nada mais é do que o conjunto de todos nossos instintos mais elevados, aos quais demos um corpo, uma existência distinta; esse Deus é apenas o produto de uma concepção generosa, mas erroneamente, da humanidade, que se despojou em benefício de quimera”. Nada mais claro: a humanidade é Deus, os direitos do homem devem substituir os da Lei Divina, o culto dos instintos do homem deve tomar o lugar daquele rendido ao Criador, a procura do Progresso nas satisfações dadas aos sentidos deve substituir as aspirações da vida Futura.

• A Maçonaria começa a abandonar o véu e, em toda parte, celebra o seu Triunfo. Já em setembro de 1893, o Martin, que é considerado o reflexo das ideias predominantes no seio do Grande Oriente, diz francamente não dos seus artigos:

• “Pode-se afirmar, sem ousadia, que a maior parte das leis que estão subordinados os franceses — referimo-nos às grandes leis políticas — antes de aparecerem no officiel, foram estudadas pela maçonaria”.

• Acrescentava:

• “As leis sobre o ensino primário, sobre o divórcio e, entre outras, a lei sobre o serviço militar para os seminaristas alcançaram-se na rua Cadet (sede do Grande Oriente) para o palácio Bourbon: voltaram invioláveis e definitivas”.

• E concluía com este brado de triunfo:

• “Somos ainda onipotentes, mas com a condição de sintetizarmos as nossas aspirações numa fórmula. Durante 10 anos, avançamos, repetindo: ‘O clero é o inimigo!’ Temos, por toda parte, escolas leigas, os padres foram reduzidos ao silêncio, os seminaristas são soldados. Não é um resultado vulgar, para uma nação que se denomina a ‘filha predileta da igreja’. (Artigo do Marinheiro citado pela “maçonaria desmascarada; setembro 1893; Págs, 322-325).

• Na convenção de 1894, foi adotado o voto seguinte, publicado pela coleção Maçônica, página 308:

• “Todo profano admitido a receber a luz deverá antes Assumir o compromisso seguinte: seja qual for a situação política ou de qualquer outra Espécie a que possa chegar um dia, prometo pela minha honra, responder a toda convocação da Maçonaria e defender, por todos os meios ao meu alcance, todas as soluções dadas por ela às questões políticas e sociais”.

• Essa intromissão da Maçonaria nos negócios do Parlamento e o domínio exercido sobre grande número de deputados e senadores afirmou-se ainda mais, no ministério Herriot, após as eleições de 1924, nas quais resultou a vitória do Cartel.

• “Que é o Cartel? É, há mais de 30 anos e sob diferentes formas, a coalizão do partido socialista-radical e do partido coletivista S.F.I.O., aliança travada no seio da Maçonaria que é, desde 1871 a verdadeira Senhora da República.

• “O ramo radical da Maçonaria, que durante muito tempo dominou quase sozinho a grande organização Secreta, especializou-se sempre em extirpar do país o cristianismo por meio do Iluminismo ireligioso.

• Fizeram ouvir clamar que a escola leiga — aliás escola de livre pensamento — se tornou um viveiro de revoltados e fabrica, por séries, legiões de revolucionários; que a estirpação do cristianismo, por meio da escola leiga e das leis especiais contra as congregações religiosas, é a fonte da corrupção moral que penetra, gradualmente, em todas as camadas da nação e da assustadoras despovoação que nos reduziu, numéricamente, a uma nação de segunda ordem.

• ” Nada o desvia da aplicação implacável das leis ireligiosa, ditas leigas.

• “Quanto aos intuitos do partido coletivista S.F.I.O de Blum, segundo ramo da Maçonaria, com tendência a sobrepujar o ramo simplesmente socialista-radical, são bem conhecidos não é somente um partido anti-religioso, mas um partido de luta de classes, e de revolução social, que tem por objetivo a destruição do chamado regime capitalista, isto é, de propriedade individual, para substituí-lo por uma sociedade coletivista ou comunista, em que os bancos, as minas, as fábricas, os meios de transporte e as terras seriam exploradas pelo Estado proletário.

• “Ora, esse partido S.F.I.O. enviou à Câmara atual, cem deputados que concentraram sobre seus nomes, nas eleições de 1928, mil e setecentos sufrágios, sem contar com partido comunista, momentaneamente divorciado do Cartel, e que por sua vez reuniu 1.100.000 votos.

• “Eis o ponto a que chegamos.

• “E cada ano que passa agrava o perigo.

• “A cada ano que passa a escola leiga, entregue ao magistério cuja maioria professa as ideias da extrema-esquerda, prepara, para a vida pública, uma nova classe de jovens que vai engrossar as fileiras dos partidos revolucionários.

• “A cada ano que trascorre, uma nova parte dos ambientes populares é contaminada por I’Humanité e outros jornais revolucionários que podem, impunemente — como nós mesmos fazíamos no tempo do nosso iluminismo subversivo — solapar os alicerces da autoridade e as bases da sociedade.

• ” Finalmente, a cada ano que passa a natalidade diminui”.

• G. Michel publicou o livro “A ditadura da maçonaria na França” analisando as resoluções tomadas nos diferentes congressos maçônicos e, simultaneamente, a sua realização oficial, durante o ministério Herriot.

• 1ª)As lojas decretam a supressão da embaixada, junto Vaticano (boletim oficial da Grande Loja da França, Janeiro de 1923 página 39).

• 2ª) as lojas requerem a aplicação da lei sobre as congregações. (boletim oficial da Grande Loja da França, convenção de 1922, página 220).

• Primeira declaração ministerial Herriot, seguida de realização:17 de junho de 1924.

• 3ª) As lojas querem o triunfo das ideias leigas. (convenção do Grande Oriente, 1923, página 220).

• 4ª) As lojas reclamam Anistia plena e sem restrições para os condenados e os traidores, especialmente Marty, Caillaux, Malvy, Goldsky, etc., (Grande conferência na sede do Grande Oriente, Rua Cadet n°16, a 31 de janeiro de 1923 — boletim hebdomadário n°339 1923, página 13).

• 5ª) As lojas protestam contra os decretos-leis. (Grande Loja da França, fevereiro-abril de 1924, páginas 209 e 210).

• 6ª) As lojas querem o escrutínio dos distritos. (Grande loja da França, 1922, pág.287).

• 7ª)As lojas decretam a introdução do regime leigo na Alsácia-Lorena, apesar das promessas contrárias. (Convenção do Grande Oriente da França, pág. 271, 1922).

• 8ª)As lojas reclamam o estabelecimento da escola única e o monopólio do ensino. (Convenção do Grande Oriente da França, 1923, pág.265-266).

• 9ª) As lojas querem a continuação das relações com os sovietes. (Boletim oficial da Grande Loja, outubro de 1922, pág. 286).

• 10ª) As lojas querem instaurar um regime econômico, preparatório do socialismo. (Convenção do Grande Oriente da França, em 1922, pág. 246).

• 11ª) As lojas adotam uma política Colonial leiga e emancipadora. (Convenção do Grande Oriente da França, 1923, pág. 247).

• 12ª) As as lojas hostilizam o exército. (Convenção do Grande Oriente, 1922, pág. 142-143).

• 13ª) As lojas são favoráveis à reconciliação com a Alemanha e à Liga das Nações, para torná-la a internacional dos povos e a Federação Mundial. (Grande Oriente da França, 1923, pág. 97).

• Estas são etapas de um programa maçônico para o futuro que é:

• A DESTRUIÇÃO DO CATOLICISMO E O SOCIALISMO UNIVERSAL.

• Para finalizar este texto vamos mostrar as tendências atuais da maçonaria, segue um trecho de Albert Lantoine que nos mostra como ela as aplica e de que modo influencia a política francesa e mundial.

• “A instituição existe, para preparar constantemente o futuro, pelo estudo do presente, e não para impor uma ideia, pelo prestígio efêmero e sua influência.

• “Cabe às organizações profanas, mais aparelhadas do que a ordem Maçônica, a realização dessa ideia; e o seu evento ao insucesso não poderia atingir a Maçonaria, habilmente entrincheirada no seu papel especulativo. Os atos da vida pública nunca deveriam ser, para ela, um campo de ação, mas um campo de experiências, para a correção dos seus erros e o aperfeiçoamento de sua inteligência. Assim não haveria a política militante de que o Grande Oriente pretende, sem razão, se ocupar e pela qual a grande loja, contrariamente aos seus interesses bem compreendidos, tem às vezes, a fraqueza de se deixar influenciar. Haveria, apenas, política filosófica. Por este motivo, se devemos suprimir o artigo que interdiz, nas lojas, as discussões sobre a própria vida do país, devemos conservar zelosamente (Pois é a própria base da nossa instituição) o que só se preocupa com a sinceridade e a lealdade dos postulantes, sem averiguar as suas opiniões. Porque — note-se a desastrosa contradição — ousa-se escrever que se interdizem os assuntos políticos e, na prática, rejeita-se sistematicamente um Republicano demasiado tíbio ou um católico.

Bibliografia: conjuração anticristã, Monsenhor Delassus. As forças secretas da revolução, Léon de poncis








 
 
 
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