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Congresso Internacional em Jerusalém

ROMA, terça-feira, 19 de setembro de 2006 (ZENIT.org).- De 17 a 18 de outubro se celebrará em Jerusalém um inédito Congresso internacional de estudos sobre «Direito judeu, direito da Igreja Católica e direito israelense».

O objetivo, segundo seus organizadores, consiste em «favorecer o intercâmbio cultural das experiências jurídicas judaicas, da Igreja Católica e dos israelenses, com o fim de promover o mútuo conhecimento e o desenvolvimento das relativas relações acadêmicas».

Entre outros objetivos, o Congresso, que reunirá em torno da mesma mesa especialistas no direito judeu, juristas israelenses e canonistas, «propõe-se também fazer emergir, a partir da comum raiz judaico-cristã, os elementos de atualidade nas respostas próprias dos ordenamentos jurídicos de matiz religioso, levando em conta os desafios da justiça no século XXI».

O fio condutor das duas jornadas de estudo será em especial o artigo 7 do Acordo Fundamental entre a Santa Sé e o Estado de Israel, firmado em 30 de dezembro de 1993, que diz assim: «A Santa Sé e o Estado de Israel reconhecem ter um interesse comum em promover e animar os intercâmbios culturais entre os institutos católicos em todo o mundo e os institutos de formação, de cultura e de investigação em Israel…».

Os trabalhos começarão em 17 de outubro na sede do Centro Notre Dame de Jerusalém e serão inaugurados pelo presidente do comitê diretivo, o professor Joaquim Llobell, da Universidade pontifícia da Santa Cruz de Roma.

Seguirá uma confrontação recíproca sobre «As fontes do Direito» nos três distintos ordenamentos (judeu, israelense e católico) e em especial o «Direito de Família» em suas implicações «paterno-filiais» e «matrimoniais».

No dia seguinte, na sede da Universidade Hebraica de Jerusalém, se refletirá, por outro lado, sobre questões relativas à relação «Religião e Estado», centrando a atenção nas «propostas do direito internacional e nos ordenamentos judaicos e católicos», tentando traçar uma confrontação com as propostas de matiz europeu.

Entre os palestrantes procedentes do Oriente Médio, destacam-se: o professor Henina Bem-Menache, da Universidade Hebraica de Jerusalém; o professor Yoram Shachar, do Centro Interdisciplinar Herzliya; o doutor Yechiel Kaplan, da Universidade de Haifa e a doutora Ruth Talperin-Kadari, da Universidade Bar-Ilan.

Da Europa intervirão o professor Robert Gahl, da Universidade Pontifícia da Santa Cruz de Roma; o professor Gaetano Lo Castro, da Universidade La Sapienza de Roma; o professor Sandro Gherro, da Universidade de Pádua; a professora Isabel Trujillo, da Universidade de Palermo; o professor David M. Jaeger, da Universidade Pontifícia Antonianum; o reitor magnífico da Universidade LUMSA (Roma), professor Giuseppe della Torre; o professor Javier Martinez-Torrón, da Universidade Complutense de Madri; o professor Szabolcs Szuromi, da Universidade de Budapeste e o professor Robert Ombres, da Universidade Pontifícia Santo Tomás de Aquino.

Promovem este encontro de confronto e estudo, o primeiro em sua sala, os reitores magníficos da Universidade Pontifícia da Santa Cruz, da LUMSA, da Universidade Católica Pázmány Peter, de Budapeste, e o decano da Faculdade de Jurisprudência da Universidade Hebraica de Jerusalém.

[A inscrição é gratuita e se pode realizar até o dia 25 de setembro. Pode-se pedir mais informação à secretaria do congresso: convjeerusalem@pusc.it]

 
 
 

Chamado do patriarca coadjutor de Jerusalém

RÍMINI, quinta-feira, 31 de agosto de 2006 (ZENIT.org).- «Estamos todos chamados a trabalhar para construir pontes e eliminar o ódio dos corações», disse Dom Fouad Twal, patriarca coadjutor de Jerusalém dos Latinos, ao lançar um chamado desde o Meeting de Rímini, Itália.

Em sua intervenção, pronunciada em 25 de agosto, Dom Twal começou recordando que «a voz da Terra Santa quer ser o testemunho da experiência de fé das primeiras comunidades cristãs», apesar de que, com um desemprego que chega a 60% e a imigração, «a situação piora continuamente» para eles.

Nesta situação, sublinhou o patriarca, «a paz nesta terra é a exigência mais imediata» e é necessário realizar numerosos «esforços para conseguir que os cristãos permaneçam em sua terra».

«A paz e a confiança no futuro são o caminho para conter o fenômeno migratório», acrescentou Dom Twal. A tarefa fundamental, contudo, é a de «pronunciar uma palavra de esperança a partir da fé.»

Em uma realidade na qual falar é um risco, deve-se «falar menos e amar mais», indicou.

Quanto à relação com os muçulmanos, Dom Twal recordou que «se dá desde há treze séculos» e que os cristãos anunciam que «a cidade santa é mãe de todos os fiéis filhos de Abraão».

«Não se governa com as armas e com o terrorismo», disse, sublinhando que a Igreja é uma «voz de paz e de perdão» e por isto terá sempre um lugar destacado na Terra Santa, «no lugar no qual a humanidade foi alcançada pela presença de Deus».

Com relação às ameaças de guerra, Dom Twal explicou que «o conflito não é uma questão entre o Hizbullah e Israel, mas que faz parte de uma situação mais global de toda a área», e que «a debilidade de Israel consiste em confiar no aparato militar e não em outros recursos».

O patriarca auspiciou um futuro no qual exista o reconhecimento da liberdade assim «como Deus a quis, na oração de todos, no amar o outro, sem limites e sem barreiras».

Por último, Dom Twal disse que «apesar de tudo, a situação não é desesperada, as dificuldades são muitas, mas muitas são também as esperanças, confortadas pela ajuda dos amigos que não nos deixam sozinhos».

«Tenho o pressentimento — concluiu o patriarca — de que um dia o infinito se manifestará em Jerusalém.»

 
 
 

Nas «Casas Novas» de Jerusalém e Belém

JERUSALÉM/BELÉM, sexta-feira, 18 de agosto de 2006 (ZENIT.org).- Seguindo o espírito e o desejo de São Francisco de Assis, seus freis da Terra Santa chegaram a dar acolhida a 2.300 desabrigados pelo sangrento choque líbano-israelense das semanas passadas.

A Custódia da Terra Santa confirma que, no recente conflito, as «Casas Novas» — hospedarias franciscanas para peregrinos — de Jerusalém e de Belém deram acolhida a quase 2.300 desabrigados, procedentes de pontos do norte da região, como Haifa, Nazaré, Acre, Safet ou Metula.

«Durante mais de três semanas, desde 20 de julho até 16 de agosto, a “Casa Nova” de Belém, com quase 1.500 desabrigados da guerra, foi a que levou o peso maior na ajuda a tantos necessitados», explica o vigário da Custódia, o Pe. Artemio Vítores, ofm.

Tratou-se da acolhida a muitas famílias, «especialmente a tantas crianças libanesas-maronitas residentes no norte de Israel, gregos, católicos, latinos e outros, que tinham tido de fugir de seus povos, de suas casas, que se haviam convertido em perigosas», declara.

A ação permitiu «dar-lhes um alojamento, às vezes toda a família em um quarto, a preços insignificantes, para ajudá-los a superar — da maneira menos traumática possível — seu “exílio”», descreve o Pe. Vítores.

E isso «pondo à disposição as instalações e sobretudo o carinho, e saber fazer dos trabalhadores — todos árabes cristãos, que viram neles a irmãos em dificuldade –, para que, sobretudo as crianças, se sentissem em sua própria casa». Buscou-se «trata-los como hóspedes importantes, porque o necessitavam de verdade», reconhece o franciscano.

«É o que queria São Francisco que fossem seus freis — recorda. Já dizia João Paulo II: os franciscanos, “conscientes de sua vocação primeira, foram generosos no serviço aos irmãos, sustentando os mais pobres e frágeis… por amor d’Aquele que tanto nos amou”. Deste modo, continuava o [então] Papa, “professaram sua fé e sua esperança”.»

«As palavras de agradecimento dos sacerdotes responsáveis que vinham com alguns grupos, e dos pais, a participação devota de tantos cristãos na Via Sacra pelas ruas de Jerusalém rezando pela paz, mas sobretudo o sorriso das crianças, tudo isso foi motivo de esperança para “uma paz duradoura”», reconhece.

Com o regresso dos desabrigados-refugiados às suas casas, as «Casas Novas» estão agora vazias.

«Esperam a chegada de tantos peregrinos, não importa o lugar de procedência nem a fé que os mova», para continuar oferecendo, como foi durante tantos séculos, «a calma do corpo e do espírito, a fim de poder recorrer, com o coração apaixonado, os Santos Lugares de nossa Redenção, seguindo assim “os passos de Jesus”», conclui o franciscano.

Um dos aspectos mais característicos — faz parte de sua missão — da presença plurissecular dos franciscanos na Terra Santa é tudo o que está relacionado com os peregrinos que vão visitar o país de Jesus. Por isso, as «Casas Novas» são parte importante desse trabalho, explica a Custodia.

Desde o século XIV até inícios do XX, eram praticamente os únicos lugares de alojamento para os fiéis cristãos que visitavam a Terra do Senhor.

Mas tais hospedarias estiveram também, e continuam estando, a serviço dos habitantes da Terra Santa, especialmente dos cristãos.

Isso ocorreu de um modo particular — como se voltou a constatar — nas épocas de guerras e de conflitos, «que, infelizmente, são tão freqüentes na Terra da Paz», lamenta a Custódia.

 
 
 
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