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Roma, 04 Out. 11 / 02:55 pm (

O jornal vaticano L’Osservatore Romano (LOR) criticou a decisão da cadeia televisiva britânica BBC de eliminar a referência histórica de “Antes e depois de Cristo”, para começar a utilizar o término “era comum”, com o objetivo de não “ofender” aos não-crentes, e qualificou a medida como “uma hipocrisia historicamente insensata”.

A BBC propôs começar a utilizar marcadores históricos como “era comum” e “antes da era comum”, o que foi fortemente criticado não só por alguns apresentadores da mesma BBC que hão dito que não vão aceitar a disposição, mas também por políticos como o prefeito de Londres, Boris Johnson, quem qualificou a postura como absurda.

No artigo publicado na edição de 5 de outubro do LOR, a jornalista Luceta Scaraffia comenta que vários porta-vozes não cristãos também expressaram que “não se sentiam de nenhuma forma ofendidos pela datação tradicional”.

Scaraffia assinala que “é bem claro que o respeito pelas outras religiões é apenas um pretexto, porque quem quer cancelar qualquer rastro de cristianismo da cultura ocidental são apenas alguns laicistas ocidentais”.

A jornalista recorda logo que não é a primeira vez que alguém quer mudar a datação tradicional. Já aconteceu com dois eventos historicamente anti-cristãos: a Revolução Francesa em 1789 e o golpe de estado do Lenin na Rússia em 1917. Em ambos os casos o calendário tinha esses anos como novos inícios da história.

Depois de qualificar estas tentativas como “péssimos antecedentes”, o artigo assinala que com a mudança que propõe a BBC “não se pode negar que realizou um gesto hipócrita. A hipocrisia de quem parece não saber por que se começa desde certo momento a contar os anos”.

“Negar a função historicamente revolucionária da vinda de Cristo sobre a terra, aceita também por quem não o reconhece como Filho de Deus, é um enorme disparate. E desde o ponto de vista histórico, sabem tanto os judeus como os muçulmanos”, afirma.

O artigo de Scaraffia recorda logo que com a vinda de Cristo o homem aprende que todos os seres humanos têm a mesma dignidade e que sobre essa base se “fundam os direitos humanos, em base aos quais se julgam os povos e governantes. Princípio que até este momento nenhum havia sustentado, e sobre o qual se apóia a tradição cristã”.

A partir de Cristo o mundo mudou, prossegue, e com o conhecimento de um Deus que transcende a natureza “nasceu a possibilidade para os povos europeus de descobrir o mundo e para os cientistas de iniciar o estudo experimental da natureza que levou a nascimento da ciência moderna”.

“Por que então negar as dívidas culturais que a civilização tem com o cristianismo? –conclui–. Não há nada mais anti-histórico e insensato, como os judeus e os muçulmanos compreenderam claramente. Não é um assunto de fé, mas de razão. Desta vez também”.

 
 
 

Chamado do patriarca coadjutor de Jerusalém

RÍMINI, quinta-feira, 31 de agosto de 2006 (ZENIT.org).- «Estamos todos chamados a trabalhar para construir pontes e eliminar o ódio dos corações», disse Dom Fouad Twal, patriarca coadjutor de Jerusalém dos Latinos, ao lançar um chamado desde o Meeting de Rímini, Itália.

Em sua intervenção, pronunciada em 25 de agosto, Dom Twal começou recordando que «a voz da Terra Santa quer ser o testemunho da experiência de fé das primeiras comunidades cristãs», apesar de que, com um desemprego que chega a 60% e a imigração, «a situação piora continuamente» para eles.

Nesta situação, sublinhou o patriarca, «a paz nesta terra é a exigência mais imediata» e é necessário realizar numerosos «esforços para conseguir que os cristãos permaneçam em sua terra».

«A paz e a confiança no futuro são o caminho para conter o fenômeno migratório», acrescentou Dom Twal. A tarefa fundamental, contudo, é a de «pronunciar uma palavra de esperança a partir da fé.»

Em uma realidade na qual falar é um risco, deve-se «falar menos e amar mais», indicou.

Quanto à relação com os muçulmanos, Dom Twal recordou que «se dá desde há treze séculos» e que os cristãos anunciam que «a cidade santa é mãe de todos os fiéis filhos de Abraão».

«Não se governa com as armas e com o terrorismo», disse, sublinhando que a Igreja é uma «voz de paz e de perdão» e por isto terá sempre um lugar destacado na Terra Santa, «no lugar no qual a humanidade foi alcançada pela presença de Deus».

Com relação às ameaças de guerra, Dom Twal explicou que «o conflito não é uma questão entre o Hizbullah e Israel, mas que faz parte de uma situação mais global de toda a área», e que «a debilidade de Israel consiste em confiar no aparato militar e não em outros recursos».

O patriarca auspiciou um futuro no qual exista o reconhecimento da liberdade assim «como Deus a quis, na oração de todos, no amar o outro, sem limites e sem barreiras».

Por último, Dom Twal disse que «apesar de tudo, a situação não é desesperada, as dificuldades são muitas, mas muitas são também as esperanças, confortadas pela ajuda dos amigos que não nos deixam sozinhos».

«Tenho o pressentimento — concluiu o patriarca — de que um dia o infinito se manifestará em Jerusalém.»

 
 
 
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