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Eventos futuros

Esta cronologia apresenta uma seqüência dos eventos bíblicos e extrabíblicos que refletiram sobre a formação do cânon da Bíblia, tanto do Antigo quanto do Novo Testamento. Afirma-se por aí que dois pesquisadores da Bíblia não conseguem concordar sobre uma cronologia apostólica… Com efeito, a cronologia que apresentamos aqui é aceitável para alguns, mas não pode ser considerada “universal”. Serve apenas para fornecer pontos de referência para os eventos que se sucederam e suas conseqüências [sobre o cânon das Escrituras].EVENTO DATAOBRAPregação de João Batista27Vinda do Espírito Santo sobre a Igreja30Estêvão é martirizado por lapidação36/37Conversão de Paulo e sua primeira viagem missionária45/49Concílio [Apostólico] de Jerusalém50Segunda viagem missionária de Paulo50/52511ª e 2ª Epístolas aos TessalonicensesTerceira viagem missionária de Paulo53/5854-57Epístola aos Gálatas571ª e 2ª Epístolas aos Coríntios58Epístola aos RomanosViagem [de Paulo] a Roma59/601ª prisão de Paulo em Roma61-63Epístola a FilemonEpístola aos ColossensesEpístola aos EfésiosEpístola aos FilipensesEpístola de Tiago65Evangelho de Marcos1ª Epístola a TimóteoEpístola a TitoO apóstolo Tiago é martirizado. Paulo é levado para Roma63/64Pedro em Roma (Pedro é o primeiro Bispo de Roma)641ª Epístola de Pedro2ª prisão de Paulo e martírio672ª Epístola a TimóteoMorte de Pedro. Lino é Bispo de RomaEpístola aos HebreusDestruição de Jerusalém68-7070sEvangelho de MateusEvangelho de Lucas e Atos dos ApóstolosAnacleto é Bispo de Roma7870s/90sEpístola de Judas90sEvangelho de João1ª, 2ª e 3ª Epístolas de JoãoLivro do ApocalipseClemente é Bispo de Roma92-1011ª Epístola de ClementeMorte do [apóstolo] João em Éfeso98Sínodo dos rabinos/judeus em Jâmnia99-100Cânon palestinense em hebraico1º Cânon Cristão do Antigo Testamentoc. 100Cânon alexandrino em grego100-1252ª Epístola de PedroDidaquéMelitão, bispo de Sardesc. 170Primeira tentativa cristã conhecida de relacionar o cânon do Antigo Testamento. Melitão lista os livros do AT segundo a ordem da Septuaginta, mas apresenta apenas os protocanônicos do AT, com exceção de Ester.Ireneu, bispo de Lião185Apresenta um cânon do Novo Testamento (sem 3João, Tiago e 2Pedro)c. 200Fragmento de Muratori apresenta um cânon semelhante ao do [Concílio de] TrentoEusébio, bispo de Cesaréiac. 325Escreve a “História Eclesiástica”; refere-se a Tiago, Judas, 2Pedro e 2-3João como “controversos, ainda que aceitos pela maioria”Concílio [Regional] de Laodicéiac. 360Apresenta um cânon de livros semelhante ao de TrentoPapa Dâmaso382Decreto listando os livros canônicos, da mesma forma que em TrentoConcílio [Regional] de Roma382Aceitação do decreto de DâmasoConcílio [Regional] de Hipona (norte da África)393Aprovado um cânon do Antigo e do Novo Testamento (igual ao de Trento)Concílio [Regional] de Cartago (norte da África)397Aprovado um cânon do Antigo e do Novo Testamento (igual ao de Trento)Exupério, bispo de Toulouse405Escreve ao papa Inocêncio I pedindo uma lista dos livros canônicos. Papa Inocêncio oferece uma lista idêntica ao cânon de Trento

Autor: Charles the Hammer Fonte: Catholicapologetics.Net Tradução: Carlos Martins Nabeto

 
 
 

JERUSALÉM, sexta-feira, 14 de abril de 2006 (ZENIT.org).- A Sexta-Feira Santa na Basílica da Ressurreição foi celebrada pelos freis franciscanos da Custódia da Terra Santa com uma cerimônia pouco conhecida: a Procissão fúnebre de Nosso Senhor Jesus Cristo.

O Santo Sepulcro estava repleto de peregrinos. A Procissão foi liderada pela totalidade dos franciscanos residentes na Cidade Santa (uma centena).

Tratava-se de um ofício que segue a tradição das representações medievais inspiradas nos Mistérios da Paixão de Cristo. Uma tradição típica da Basílica da Ressurreição onde se encontram agrupados em um mesmo edifício o Calvário, a Rocha da Unção e o Sepulcro de Cristo.

Isto faz deste Ofício uma imitação da deposição de Jesus da Cruz, de sua unção e de sua sepultura. Uma imitação que se desenvolve nos mesmos lugares de sua paixão, desde o cume do Gólgata ao Santo Sepulcro.

«Nesta Terra Santa, na qual o judaísmo e o islã tem proibido representar a Deus, a procissão fúnebre não significa ?fazer como se? assistíssemos ao enterro de Cristo, significa fazer memória de um evento», explica a Custódia da Terra Santa.

«Durante esta representação, nós nos descobrimos na escuta do Cristo que nos fala ao ouvido: ?homem sem inteligência e tardio de coração a crer em tudo aquilo que os profetas disseram! Não sabia que o Cristo devia sofrer para entrar em sua glória??», seguem explicando os custódios franciscanos.

 
 
 
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