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SÃO GEORGE MTATSMINDELI – PROTETOR DA IGREJA ROMANA

O monge George Mtatsmindeli (Svyatogorets) nasceu em Trialeti, no sul da Geórgia, em 1009 (segundo algumas fontes, em 1014), em uma família de nobres governantes. Ele é conhecido principalmente como um intérprete que completou a edição da Sagrada Escritura em georgiano, que ainda é reconhecido pela Igreja da Geórgia como o único canônico e admissível para o uso litúrgico. Este santo passou parte de sua vida no Monte Athos, onde apareceu pela primeira vez em 1040. Já era reitor do mosteiro georgiano de Iversky quando precisou viajar para o Oriente, passando pela Terra Santa e visitando Antioquia e Constantinopla. Após este período, retornou à Geórgia, onde ajudou a melhorar a vida da igreja e introduziu seus trabalhos de tradução. No caminho de volta para o Monte Athos, em 1065, em Constantinopla e na presença do imperador bizantino Constantino X e do clero grego, George defendeu a Fé e a prática ritual da Igreja Romana, dizendo: “Ó rei, visto que muitas heresias entraram no meio cristão grego em tempos passados, os reis e o clero se uniram em diversos Santos Concílios onde puderam pesquisar delicadamente sobre a geração de Cristo, Nosso Senhor e de Sua aparência no Santo Sacrifício. Tudo isto foi feito para que pudéssemos levar ao povo a verdadeira doutrina de Cristo e para que não caíssemos nos erros do ímpio Apolinário que, agindo de modo carnal, chamava a carne de Cristo Senhor, sem alma e irracional, irracional e sem alma. No vinho, derramamos água para recordarmos que água e sangue saíram do lado de Nosso Senhor, como diz João Crisóstomo. Esta é a interpretação e causa de tantas discussões. Os romanos, após conhecerem a doutrina cristã, nunca mais abraçaram heresias e nenhum erro sequer entrou em seu meio, e como o próprio Senhor ensinou aos discípulos na noite da Ceia, eles também o fizeram. E não há divisão nisso, somente a Fé estaria certa ”. Em outras palavras: os gregos devem servir no pão levedado na refutação simbólica da heresia que existiu entre eles (vinda de Apolinário), mas os romanos, que nunca foram hereges, podem e devem manter seu costume, que remonta a São Pedro e ao próprio Salvador! No dia seguinte – 29 de junho, o mesmo dia em que a Santa Igreja Romana celebra a memória dos príncipes dos apóstolos, Pedro e Paulo – o asceta repousou. Seu corpo foi levado para Athos e enterrado lá.

(Citado por: Giorgi Mtsiri, Vida e Nacionalidade do Santo e Abençoado Pai de Nosso Giorgi Svyatogorets, Símbolo nº 38. 1997. Georgy Mtsiri é um historiador georgiano do século XI, autor de uma série de vidas e biografias).

 
 
 

1. AS CRUZADAS E A JIHAD ISLÂMICA

(Parte I)

2. Segundo os apologistas islâmicos os aqui dois cruzados a Jerusalém em 1099, usando as palavras do jornalista Amin maalouf no livro as cruzadas vistas pelos olhos árabes, foi o ponto de partida da hostilidade milenar entre o Islã e o ocidente. O intelectual e apologista islâmico John Esposito vai mais longe — culpa as cruzadas todas as guerras ditas Santos de trans tornar uma civilização pluralista: jogo de correr cinco séculos de convivência pacífica, até que acontecimentos políticos e um jogo de poder Imperial-papal desencadearam uma série de guerras ditas Santos que, por séculos, a fio, acirraram a cristandade contra o Islã e deixaram um legado de desentendimento e desconfiança.

3. Vamos entender se eles estão falando a verdade, em primeiro lugar as cruzadas não foram ataques gratuitos da Europa contra o mundo islâmico, e-sim respostas tardias a séculos de agressão muçulmana, que se mostrava mais feroz do que nunca no século XI. Não foram guerras de imperialismo religioso, elas visavam a recuperação de terras cristãs e a defesa dos cristãos, não foram convocadas para impor o cristianismo aos muçulmanos ou a quem mais fosse.

4. Maloouf parece que não considera essas hipóteses, ou desconhece a história, de que houve um austeridade milenar que começou com a ameaça velada que o Profeta Maomé lançou os líderes não muçulmanos vizinhos, imagens de 450 anos antes do saque cruzado a Jerusalém: “abraçai e o Islã e estareis a salvo”. Não vemos nenhum Muçulmano discutir a possibilidade de que os muçulmanos foram quem atiçaram essa hostilidade milenar ao tomarem pela força, séculos antes das Cruzadas, terras cristãs que chegaram a somar dois terços do que foi o Mundo Cristão. Podemos ver em mapas antigos que todo o norte da África era Cristão, até a mauritânia. Grandes centros cristãos estavam ali no norte da África, como Alexandria, hipona, Cartago entre outras cidades menores, além de várias regiões do Oriente Médio, da Pérsia até a Ásia Central, todos territórios cristãos atacados sucessivamente pelos muçulmanos. Os muçulmanos têm que entender que a sua origem e Cristã os seus antepassados são cristãos. Eles se renderam ao Islã por medo de morrer, pelas altas taxas de impostos, pelas humilhações, coisas que veremos com mais detalhes mais na frente, os cinco séculos de convivência pacífica que se refere Esposito foram ilustrados, segundo ele, pela Conquista muçulmana de Jerusalém em 638: “as igrejas e a população Cristã foram deixadas em paz”. Não se lembrou ele de mencionar o sermão de Sofrônio que pregou no natal de 634 queixando-se de como era “selvagem, Bárbara e Sangrenta a espada dos muçulmanos” e quão penosa aquela espada tornara vida dos cristãos.

5. AS CRUZADAS FORAM GUERRAS DEFENSIVAS DE ATAQUE SIMPLESMENTE?

6. A conquista de Jerusalém em 638 marca o início de século de agressão muçulmana. Entravam os cristãos na Terra Santa uma agitação de perseguição cada vez mais brutal. Vamos para alguns exemplos: no começo do século VIII, 60 peregrinos cristãos de Amório foram crucificados; pela mesma época, o governante muçulmano de cesareia aprisionou um grupo de peregrinos de Cônia e mandou executar todos eles por espionagem, exceto Uns poucos que se converteram ao Islamismo, muçulmanos exigiam dinheiro aos peregrinos, ameaçando pilhar a Igreja da Ressurreição caso eles não pagassem. Mais adiante, ainda no século VIII, um regedor muçulmano baniu exibições da Cruz em Jerusalém; além disso, aumentou o imposto anti-religioso cobrado aos cristão a jízia e proibiu-os de dar orientação religiosa, mesmo aos próprios filhos.

7. A humilhação e o rebaixamento dos cristãos virou norma geral na Terra Santa. Em 722 o Califa Almançor ordenou estampar a mão dos cristãos e judeus de Jerusalém com um símbolo distintivo. Cuidou-se das conversões ao cristianismo com particular severidade. Em 789 os muçulmanos decapitaram um monge convertido do Islã e fizeram a limpa no Monastério belemita de São Teodósio, matando aí mais uma porção de monges. Outros monastérios da região sofreram o mesmo destino. Em Inícios do século IX as perseguições agravaram-se tanto, que enormes quantidades de cristãos fugiram para Constantinopla e outras cidades cristãs. No ano 923 os muçulmanos procederam ã destruição de igrejas, e no domingo de Ramos de 937, para prestar seu respeito à data, fizeram um grande destruição em Jerusalém brilhando e depredando a Igreja do Calvário e a da Ressurreição.

8. Em reação contra a perseguição anticristã, os bizantinos passaram da postura defensiva ante os muçulmanos para a ofensiva, na tentativa de reaver alguns dos territórios perdidos. Durante a década de 960, o General nicéforo Focas( futuro Imperador Bizantino) comandou uma série de bem-sucedidas campanhas contra os muçulmanos, recuperando Creta, silícia, Chipre e parte da Síria; retomou ainda, em 969, a antiga cidade Cristã de Antioquia. Na década seguinte, os bizantinos estenderam essa campanha a toda a Síria.

9. Na teologia islâmica, qualquer Terra Que Chegou algum dia a pertencer a casa do Islã pertence-lhe para sempre, cabendo aos muçulmanos guerrear até reassumir o controle sobre ela. No ano 974, em Bagdá, confrontado com uma sequência de derrotas para os bizantinos, o Califa abássida (sunita) declarou JIHAD. Isto vinha em seguida a campanhas jihadistas anuais lançadas contra os bizantinos por Ceife Aldaulá, soberano da dinastia xiita hamdamida em Aleppo de 944 a 967. CEI Aldaulá solicitou aos muçulmanos que combatessem os bizantinos sob o pretexto de que eles estariam ocupando terras pertencentes a casa do Islã. Tão eficaz foi o apelo, que ocorreram às jihades com guerreiros muçulmanos vindo de terras tão remotas quanto a Ásia Central.

10. Todavia a desunião entre sunitas e xiitas acabou dificultando as jihades islâmicas, e em 1001 o Imperador Bizantino Basílio II assinou um armistício de 10 anos com o Califa fatímida (xiita).

11. Basílio, porém, logo descobreria como ela em vão assinar tais acordo de paz. Em 1004 o sexto califa fatímida, Aláqueme (985-1021), a todo pulso se voltou contra a fé cristã, que era a de sua mãe e de seus tios (dois deles patriarcas), ordenando a depredação de igrejas, a queima de cruzes e confisco de bens eclesiástico. Aos judeus também atacou-os com violência similar. No período de 10 anos seguintes, 30 mil igreja foram destruídas e um número incalculável de cristãos se converteram ao Islã um pelo único e exclusivo motivo de salvar a própria vida. Em 1009 o califa dá a mais espetacular de suas ordens anti-cristãs: manda destruir a igreja dos santo sepulcro, em jerusalém, junto com outras tantas, inclusive com a igreja da ressurreição. A igreja do santo sepulcro, reconstruida pelos de bizantinos no século VII depois de ter sido incendiada pelos persas, é aqui em serra o tradicional sítio do sepultamento de jesus (além disso, serviu de modelo para a mesquita de Al-Aqsa). O califa Aláqueme ordenou triturar o túmulo lá dentro até virar pó. Decretou que os cristãos usasem pendurada ao pescoço uma pesada cruz — e os judeus, um pesado toco de madeira em forma de bezerro. Foi expedindo um decreto mais humilhante que o outro, até chegar na determinação de que eles aceitassem o islã ou então deixassem aquelas terras”.

12. Mais tarde, o vagabundo Califa terminou por abrandar a perseguição aos não-muçulmanos, chegando mesmo a restituir à igreja muitos dos bens que havia confiscado. Essa mudança de atitude provavelmente se explica por uma relação mais tênue do cigano errante Califa com a Ortodoxia islâmica. Em 1021 ele desapareceu sob circunstâncias misteriosas; alguns do seu seguidores proclamaram-no divino e fundaram a seita baseada no mistério do desaparecimento e outros ensinamentos de esotéricos de um clérigo mulçumano, muhammad ibin Isma’il al-Darazi (a quem a denominação da seita drusa homenageia). Foi graças à mudança política de Alàqueme, continuada após sua morte, que os bizantinos tiveram permissão para reconstruir a igreja do santo sepulcro em 1027.

13. Ainda assim permaneciam cristãos em condição precária, e os peregrinos sob ameaça. Em 1056 os muçulmanos expulsaram 300 cristãos de jerusalém e proibiram a entrada de cristãos europeus na igreja do santo sepulcro. Quando os ferozes e fanáticos turcos seljútitas vieram levando saqueando tudo desde a Ásia central, impuseram um novo Rigor islâmico por onde passaram, tornando mais e mais difícil é árdua a vida tanto dos cristãos nativos como dos peregrinos (cujas peregrinações iam sendo bloqueadas). Após esmagarem os bizantino na batalha de Manziquerta e aprisionarem o imperador Romano IV Diógenes em 1071, a Ásia menor intereira foi aberta, é o avanço foi implacável. Em 1076 conquistaram a Síria; em 1077, jerusalém. O emitente seljúcida Atsiz bin Uwaq prometeu não fazer mal aos habitantes de jerusalém, mas os seus homens, tão logo adentraram a cidade, assinaram 3.000 pessoas. No mesmo ano, os seljúcidas criaram o sultanato de Rum (Roma, em referência à nova Roma, isto é, constantinopla) na cidade de Nicéia, perigosamente pertode constantinopla. Daí em diante não cessaram nada de ameaçar os Bizantinos e molestar os cristãos por toda a extensão dos seus novos domínios.

14. O império cristão de Bizâncio, que antes das guerras expasionistas do islã havia governado grandes territórios, incluindo a itália, áfrica setentrional, oriente médio e Arábia, ficou reduzido a pouco mais que a Grécia, e a sua morte nas mãos dos seljúcidas parecia iminente. A igreja ortodoxa de constantinopla considerava os Papas cismáticos e vinha e vinha evitando contato com eles já fazia séculos, mas o novo imperador Aleixo I Commeno (1081-1118) teve que engolir o orgulho e suplicou ajuda. Assim surgiu a primeira cruzada: foi um atendimento ao pedido de socorro do imperador bizantino.

 
 
 

1. O ISLÂMISMO MATOU A CIÊNCIA

2. Você já deve ter ouvido falar que a cultura islâmica inventou a álgebra, o zero, o astrolábio (antigo instrumento de navegação). desenvolveram novas técnicas na agricultura. Preservaram a filosofia aristotélica enquanto a Europa atravessava às cegas e aos Tombos as trevas medievais. Em quase tudo Campo cultural os antigos impérios islâmicos ultrapassaram de longe os seus contemporâneos não-muçulmanos da Europa e do mundo.

3. Isto é uma mentira, de tantas outras, a tão falada era de ouro da cultura islâmica foi em grande parte obra de não-muçulmanos. Elementos centrais da crença islâmica militaram contra o avanço científico e cultural. Só o Judaísmo e o cristianismo, não o Islã, proporcionam uma base viável para a investigação científica.

4. A MÚSICA E A ARTE NO MUNDO ISLÂMICO

5. Muito se ouve falar da literatura islâmica — no mínimo, algo sobre as mil e uma noites e o Poeta Sufi jalaluddin Rumi (1207 – 1273). Há também o poeta persa Abu Nuwas (762-814), Omar caiam, A filosofia de Omar Khayyām era bastante diferente dos dogmas islâmicos oficiais. Sobre jalaluddin Rumi cujas opiniões sobre a homossexualidade veremos mais adiante, Al-Mutanabbi (915-965), cujo sobrenome significa “aquele que se faz de profeta”; o heterodoxo Sufi turco Nesimi (1417); e o Poeta épico Persa Abu al-Qasim Ferdusi (935-1020), que diversificou e poetizou a história da Pérsia utilizando como fonte, crônicas cristãs e zoroastristas já há muito perdidas.

6. Muitos desses homens eram hereges islâmicos declarados; poucos parecem ter-se inspirado no Islã propriamente dito, com raríssimas exceções, Talvez o poeta Farid ud-Din Attar (1145-1220) com sua alegoria a linguagem dos pássaros. Eles legaram à humanidade numerosas obras magistrais, mas a maior parte delas não se faz notar pelo seu caráter islâmico, mas pela falta de um estilo islâmico, é inexistente. Dar créditos ao poder inspirador do Islã equivaleria dar créditos ao sistema soviético as obras de Mandelstam, Sakharove e Soljenitsin.

7. Mas e quando é os estudos islâmicos em outras áreas artísticas? Onde se encontram os Beethovens e os miquelangelos muçulmanos? Onde escutar o correspondente islâmico do concerto para piano nº 20 de Mozart ou apreciar a Monalisa ou a Pieta do Islã?

8. Melhor nem perder tempo procurando. É Claro que existe música e arte nos países islâmicos, e alguns muçulmanos respondem por feitos musicais e artísticos que causaram boa impressão, só que foi tudo sempre em contradição com o Islã, e nada que se compare as tradições musicais e artísticas desenvolvidas no ocidente, porque o direito islâmico proíbe a música e as representações artísticas de forma humana. Na música islâmica Não há nada como “a missa em si menor” de Bach, pois a criatividade musical não tem lugar no Islã. 9. A Sharia, ao abolir instrumentos musicais, invoca o próprio Maomé, citando vários Hádices:

10. “O sublime e Poderoso Alá enviou-me à guisa de orientação e misericórdia dos crentes e ordenou-me dar cabo de instrumentos musicais, flautas, cordas, crucifixos e tudo que tenha a ver com o período pré-islâmico da ignorância”

11. “No dia da Ressurreição, Alá verterá chumbo derretido no ouvidos daquele que se deleite com a voz das cantoras”.

12. “A música desenvolve a hipocrisia Como faz a chuva com a pastagem”.

13. “Esta comunidade verá alguns dos seus membros serem tragados pela terra; outros, metamorfoseadas em animais; outros mais, assolados por chuvas de pedra. Alguém perguntou: “isso quando será, ó mensageiro de Alá? E ele respondeu: “quando aparecerem cantoras e instrumentos musicais e for legalizado o vinho”.

14. “Haverá povos da minha comunidade que tomaram por legítima a fornicação, a Seda, o vinho e Instrumentos Musicais”.

15. Não se trata de leis antigas e hoje ignoradas por todos, como algum velho decreto municipal dos tempos coloniais proibindo cuspir na calçada. O Aiatolá iraniano Khomeini declarou com veemência os males da música — e não só rock e rap, Mas qualquer música.

16. A música corrompe as mentes da nossa Mocidade. Não Existe diferença entre música e ópio. Ambos, cada um a seu modo, criam letargia. Se quereis o vosso país independente, Bani vós a música. Música é traição a nossa Pátria e a nossa mocidade

17. E a arte? A proibição do Islã à arte representativa é ainda mais absoluta. Disse Maomé: “os anjos não entram em casa onde haja cão ou imagens (ou retratos etc.) de criaturas vivas (seres humanos, animais e etc.) palavras pouco e incentivadoras há um futuro Caravaggio.

18. É claro, os museus do ocidente, querendo fazer uma honra a arte islâmica, moveu céus e terras para expor do esmalte e da caligrafia — E além disso, obviamente, não há como transplantar as maravilhas arquitetônicas e artísticas do interior das mesquitas —, mas, em comparação à artística ocidental, só o mais tacanho multiculturalista se negaria a admitir que esse é um repertório um bocado limitado.

19. A CIÊNCIA E A CULTURA TEM POR BASES O MUNDO ISLÂMICO?

20. Na verdade, o Islã não foi a fundação de nenhum desenvolvimento cultural ou científico relevante. É inegável que ocorreu um grande florescimento cultural e científico no mundo islâmico no período da idade média, mas não há nenhuma indicação de ter qualquer parte desse florescimento brotado do Islã em si mesmo. O que existe são consideráveis indícios de que ele veio não do Islã, mas dos não-muçulmanos que influenciaram vários ofícios os seus senhores mulçumanos.

21. O projeto arquitetônico das mesquitas por exemplo, que é um grande motivo de orgulho entre os muçulmanos. É na verdade uma cópia do formato e estrutura das igrejas bizantinas. (E a construção de cúpulas e Arcos, é claro, já se tinha desenvolvido mais de mil anos antes de aparecer o Islã.) A Cúpula da Rocha, datado do século VII e hoje considerada a primeira grande Mesquita, não apenas foi copiadas de modelos bizantinas: Como foi construída por artesãos divertidos. Podemos notar como inovações arquitetônicas islâmicas surgiram de necessidades militares.

22. Temos uma quantidade de exemplos muito grande. Por exemplo, o astrolábio foi desenvolvido, ou talvez aperfeiçoado, muito antes de Maomé nascer. Avicena (980-1037), Averróis (1128-1198) e outros filósofos muçulmanos alicerçaram-se na filosofia grega Pagã de Aristóteles. Quem preservou a obra de Aristóteles das devastações medievais foram os cristãos, como o padre Probo de Antioquia, que nos século V apresentou Aristóteles ao mundo árabe. O Cristão Hunain Ibn Ishaq (809-873) baixar para o Ciríaco muitas obras de Aristóteles, Platão, Galeno e Hipócrates, que seu filho traduzir para o árabe. O Cristão jacobino (sírio) Yahya Ibn Adi (893-974) também traduziu obras de filosofia para o árabe e escreveu as suas próprias, como o Tratado “a reforma da moral”, que alguns atribuem erroneamente a vários de seus contemporâneos muçulmanos. Seu aluno cristão Abu Ali Isa Ibn Zur’a (943-1008) foi mais um a traduzir Aristóteles e outros escritores gregos do Ciríaco para o árabe. O primeiro tratado médico em língua árabe, foi produzido no ano 683, era de autoria de um padre cristão, com tradução para o árabe assinada por um médico judeu. No apogeu do califado abássida, o primeiro hospital de Bagdá foi construído por um cristão nestoriano, Jabrail Ibn Bakhtisthu. Cristãos assírios fundaram uma Pioneira escola de medicina em Bendosabora, na Pérsia. A primeira Universidade do mundo, certamente, não foi islâmica, como querem acreditar a ONU e os anti-católicos, que dizem que foi a faculdade Al-azhar, no Cairo mas a assíria escola de Nisibis.

23. Não quero com estas informações desfazer de tudo o mundo islâmico pedir sua cultura, Mas temos que ser honestos, e aplicar a seguinte premissa de que nenhuma cultura existe no vácuo. Todas as culturas se constrói sobre êxitos alheios e assimilam elementos daquelas com que tem contato. Apenas a documentação histórica não respalda a ideia de que o Islã inspirou uma cultura a sobressair entre as demais. Houve uma época em que a cultura islâmica se encontrava mais avançada que a dos europeus, mas essa superioridade corresponde exatamente ao período em que os muçulmanos foram capazes de aproveitar e desenvolver com oa descobertas e desenvolvimentos da civilização bizantina e outras. Para se ter ideia lá no século VII, Os Invasores muçulmanos da Pérsia, em relação àqueles que eles tinham convertido, eram tão atrasados que andavam a fazer câmbio com ouro, um material que nunca tinham visto antes, com a prata, e a utilizar cânfora, substância inteiramente nova para eles na culinária. Deveríamos mesmo acreditar que esses homens broncos pisavam em terras estranhas trazendo debaixo do braço novos e arrojados projetos artísticos e arquitetônicos?

24. A partir do momento em que eles já não tinham mais o que tomar de bizâncio e da Pérsia, é suficientes judeus e cristãos haviam sido convertidos ao Islã ou subjulgados em regra, o Islã mergulhou em um período de estagnação intelectual do qual até hoje não saiu. A pergunta que não quer calar é que: se o Islã de fato atingiu tão alto nível de realização cultural, por que entrou em declínio tão grande, que até hoje não voltou desse declínio tão prolongado?

25. EXISTIU UMA ÉPOCA DE OURO NO ISLÃ?

26. Sim é verdade, os muçulmanos já lideraram o mundo em diversas atividades, notadamente matemática e ciência. Mas essa era de ouro despencou de tal modo que dela mal restam Vestígios no mundo islâmico.

27. Um exemplo, as ciências médicas. Os muçulmanos estabeleceram as primeiras farmácias e foram os primeiros a exigir aos médicos e farmacêuticos padrões de conhecimento e competência por meio de exames. Ao tempo do quinto califa abássida, Haru al-Rashid (763-809), fundou-se o primeiro hospital de Bagdá, a que se seguiram muitos outros. No entanto quem veio a preparar o terreno para os avanços médicos modernos não foi um muçulmano, mas sim o médico e pesquisador belga Andreas Vesalius (1514-1564), ao publicar em 1543 a primeira descrição exata dos órgãos internos humanos, intitulada de humani corporis fabrica (a estrutura do corpo humano). Explica-se: vesalius ela livre para dissecar corpos humanos, enquanto no Islã essa prática era proibida. E mais: o livro dele está cheio de desenhos anatômicos detalhados — mas também proibidas no Islã eram representações artísticas do corpo humano.

28. Na matemática é a mesma história. Abu ja’far Muhammad Ibn Musa al-khwarizmi (780-850) foi um matemático Pioneiro cujo tratado sobre álgebra uma vez traduzido do Árabe, apresentou as gerações de europeus os refinados prazeres desse ramo da matemática. Abrir dizer os princípios das demonstrações de Al-khwarizmi já tinham sido descobertos séculos antes — incluso aí o zero, Que tantas vezes se atribui aos muçulmanos.

29. Até mesmo o que hoje chamamos “algarismos arábicos” não teve origem na Arábia, mas sim na Índia pré-islâmica — e já nem se usa mais na língua árabe. 30. Ninguém nega, contudo, a influência de Al-khwarizmi. A obra de Al-khwarizmi abriu novas cenas de exploração matemática e científica na Europa, fica então a pergunta, Por que Não surtiu ela o mesmo efeito no mundo islâmico? Os europeus acabaram usando a álgebra, em conjunto com outras descobertas, para promover avanços tecnológicos significativos, e os muçulmanos não. Por quê?

31. Uma resposta é que a Europa tinha, ao contrário do mundo islâmico, uma longa e sólida tradição intelectual que possibilitava essas inovações. Tiravam-se de conhecimento provenientes da Arábia usos desconhecidos aos próprios mulçumanos. As obras de Aristóteles, assim como a de seus comentadores mulçumanos Avicena e Averróis, eram estudadas em Universidades na Europa no século XII, e daí por diante, ao que no mundo islâmico eram desconhecidas em quase toda parte, a preocupação nas escolas islâmicas era ensinar o Corão e as leis islâmicas. 32. Porque eram avicena, averróis e outros eminentes filósofos islâmicos lidos no ocidente, mas ignorados nas suas próprias tradições? Porque nem mesmo se ensinava filosofia nas escolas islâmicas daqueles tempos?

33. A responsabilidade recai sobre o sufi Abu Hamid al-Ghazali (1058-1128). Ainda que fosse um notável Pensador, E tornou-se o principal porta-voz de uma onda anti-intelectualista que veio afogar muito do pensamento filosófico e científico islâmico.

34. Jogos alguns filósofos que resultavam em abraçar as verdades no porão observa a al-Ghazali. Abu Yusuf Yaqud Ibn Ishaq al-Sabbah al-Kindi (801-873), por exemplo, falar de religião e filosofia como duas vias separadas, mas iguais, para a verdade. Dito de outro modo, os filósofos não preciso prestar atenção em homenagem ao Corão, com o seu profeta interesseiro e o seu paraíso cheio de desejos carnais e lascívia. Abu Bark al-Razi (864-930), conhecido no ocidente como Rasis, chegara ao ponto de dizer que somente a filosofia conduz a verdade suprema. Outros filósofos muçulmanos andavam seguindo linhas de investigação igualmente perigosos.

35. Em a “incoerência dos filósofos”, al-Ghazali, por fim, acusa os filósofos muçulmanos de negar as leis reveladas e As Confissões religiosas e rejeitarem os pormenores do ensino religioso e sectário, acreditando tratar-se de leis humanas e artimanhas enfeitadas. A Avicena e Al-farabi acusou de desafiarem os princípios da religião.

36. No final da incoerência al-ghazali Faz uma pergunta retórica sobre eles todos: Dever-ser-á portanto dizer concludentemente que eles são infiéis e que se impõem matar os Defensores de crenças pessoais? E responde: pronunciá-los infiéis faz-se necessário por três Razões: O ensinamento de que o mundo existe eternamente; o de que Alá não conhece coisas particulares, somente universais; e o de que não existe ressurreição do corpo. Logo, consoante os ditames do direito islâmico, impõe-se matá-los. Não seria esse, porventura, o meio de incentivar uma tradição filosófica saudável.

37. Apareceram filósofos mulçumanos depois de al-Ghazali, mas nenhum que chegasse a estatura de um Avicena. Averróis ainda respondeu a al-Ghazali em um livro intitulado “a incoerência da incoerência”, afirmando que os filósofos não precisam prostar-se ante os teólogos, mas o estrago já estava feito. Os tais tempo áureos da filosofia islâmica tinham ficado para trás.

38. O ataque de al-Ghazali aos filósofos era a manifestação sofisticada de um senso comum que sempre atravancou o desenvolvimento intelectual no mundo islâmico: predomina nele a convicção de que o corão é um livro perfeito e a sociedade islâmica como civilização perfeita, demasiados muçulmanos jugaram passar bem sem conhecimentos provindos de outras fontes — certamente sem conhecimentos provindos de infiéis.

39. A MORTE DA CIÊNCIA DECRETADA POR ALÁ

40. Mas o golpe de misericórdia na investigação científica e filosófica islâmica terá sido dado pelo próprio Corão. O livro sagrado do islã caracteriza Alá como absolutamente soberano e a nada obrigado. Essa soberania, tão absoluta que é, anula um postulado que foi fundamental para estimular o desenvolvimento da ciência na Europa: os judeus e cristãos creem que Deus é bom, e que a sua bondade é constante. Logo, Ele criou o universo de acordo com leis Racionais, desvendáveis, tornando assim compensadora a investigação científica. Santo Tomás de Aquino explica:

41. Uma vez que os princípios de certas ciências — a lógica, a geometria, a aritmética, por exemplo — só se tomam dos princípios formais das coisas, dos quais a essência da coisa depende, resulta que Deus não pode fazer algo contra os princípios formais da mesma, como por exemplo, que o gênero não se redique da espécie ou Que as linhas traçadas desde o centro de um círculo até sua circunferência não sejam iguais, ou que os três ângulos de um triângulo retilíneo não sejam iguais a dois ângulos retos. ( Suma teológica contra os gentios, capítulo 25, seção 12)

42. Já no Islã, Alá é absolutamente Livre. al-Ghazali e outros sonhos e a própria ideia de que existem leis da natureza; tal coisa seria blasfêmia, uma negação a liberdade de Alá. Dizer que ele criou o universo de acordo com leis constantes, racionais, ou que ele não pode fazer isto ou aquilo — Como diz aqui São Tomás de Aquino —, seria por amarras a sua soberania absoluta. A vontade dele tudo controla, mas não se perscruta. 43. Assim aqui na Europa Cristã a ciência prosperou, mas não na casa do Islã. No mundo islâmico Alá matou a ciência.

44. MAS EXISTEM ALGUMAS COISAS QUE PODEMOS AGRADECER AO ISLÃ

45. Podemos atribuir dois feitos decisivos na história da humanidade: a descoberta do novo mundo e a Renascença na Europa.

46. Todos sabemos que em 1492 Cristóvão Colombo navegou o oceano e descobriu a América, quando procurar a seguir uma rota marítima inexplorada, ao Oeste, para a Ásia. E por que queria ele descobrir uma rota ocidental para a Ásia? Aqui a queda de Constantinopla, tomada pelos muçulmanos em 1453, obstruir a as rotas comerciais para o Oriente. Isso arrasara negócio dos Mercadores europeus, que até então viajavam para a Ásia por via terrestre, em busca de especiarias e outros produtos. A navegação de Colombo visava tirar a luz desta situação de aperto, possibilitando aos europeus passar longe dos muçulmanos e alcançar a Índia por via marítima. De sorte que a periculosidade e intransigência do Islã terminou por descortinar As Américas a Europa.

47. Outro efeito produzido pela longa Agonia do Império Bizantino e finalmente pela queda de Constantinopla foi a imigração de intelectuais gregos para Europa ocidental. A expansão territorial muçulmana às custas dos bizantinos impeliu tanto os gregos a buscarem Refúgio no Oeste, que as Universidades ocidentais se viram repletas de um número sem precedentes de plantonistas e Aristótelistas. Foi o que ocasionou a redescoberta da filosofia e da literatura clássica, é um florescimento intelectual e cultural como o mundo nunca vira antes e ainda não tornou a ver. Talvez até que o declínio e queda de bizâncio tenha sido uma maior contribuição muçulmana para a história da vida intelectual e filosófico ocidental do que a preservação de Aristóteles pelos árabes.

48. Esses dois Marcos históricos, é claro, não são realmente feitos islâmicos. São consequências da aplicação das violentas doutrinas islâmicas que temos examinados em textos anteriores. Porém, no que concerne aos verdadeiros efeitos produzidos sobre o mundo todo, eles montam a mais do que pilhas de tratados filosóficos islâmicos e um amontoado de caligrafias.

 
 
 
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