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LIMA, 23 Mar. 15 / 06:47 pm (ACI).- Mais de meio milhão de peruanos participaram da histórica Marcha pela Vida 2015, celebrada no domingo, 22, na capital Lima, expressando a defesa da vida desde a concepção até a morte natural, e o absoluto rechaço ao aborto.

No Peru, o direito à vida desde a concepção é protegido pela Constituição, o Código Civil, o Código das Crianças e Adolescentes e a Convenção Americana sobre Direitos humanos.

No dia 25 de março se celebra no país o Dia do Nascituro. Data incorporada por lei ao calendário civil.

Nesta edição da marcha os jovens foram os protagonistas, tanto no papel de voluntários como de participantes, levando alegria e intensidade à Marcha pela Vida.

A numerosa manifestação duplicou a cifra do ano passado, quando 250 mil pessoas partiram para dizer “sim à vida, não ao aborto”.

Durante a primeira etapa do percurso, os participantes na Marcha pela Vida percorreram um quilômetro da Avenida Brasil, uma das principais da capital peruana. A conta no Twitter da agência ACI Prensa (@aciprensa) e a hashtag (etiqueta) #MarchaPorLaVida se converteram em tendência em todo o Peru.

Ao chegar ao final da avenida, as centenas de milhares de participantes seguiram o percurso até a Costa Verde, um espaço aberto à beira do mar da capital peruana. Os mais de 500 mil peruanos congregados na praia limenha recordavam a multidão reunida no Rio do Janeiro durante a Jornada Mundial da Juventude de Rio em 2013, com o Papa Francisco. Um grande número de participantes de igrejas evangélicas e outras denominações cristãs também uniram-se à Marcha pela Vida.

Ao apresentar-se sobre o estrado principal do evento, o Arcebispo de Lima e Primaz do Peru, Cardeal Juan Luis Cipriani, anunciou que os participantes na Marcha pela Vida tinham superado o meio milhão de pessoas.

O Cardeal Cipriani destacou que “esta é a geração forte e o futuro da pátria. Somos um Peru que defende a vida, o matrimônio e a família”.

A religiosa Irmã Cristina, ganhadora do concurso de canto The Voice na Itália, enviou também sua saudação e apoio à Marcha pela Vida, através de um vídeo.

Por sua parte, o Papa Francisco também enviou sua mensagem de ânimo aos participantes no evento, e encorajou-os a “dar testemunho com valor e anunciar sempre o caráter sagrado de todo ser humano”.

 
 
 

REDAÇÃO CENTRAL, 12 Jun. 12 / 02:30 pm (

O famoso sacerdote exorcista espanhol José Antonio Fortea remarcou a importância de que os sacerdotes vistam a batina, como um sinal de consagração a Deus e de serviço aos fiéis.

Numa entrevista concedida ao grupo ACI, durante sua visita ao Peru, onde participou da solenidade de Corpus Christi na cidade de Trujillo, na costa norte do país, o Pe. Fortea indicou que “os clérigos devem vestir-se da mesma forma que os sacerdotes mais exemplares se vestem nessas terras, porque ir identificado é um serviço”.

Depois de destacar que é obrigação da Conferência Episcopal de cada país determinar qual é o melhor sinal sacerdotal, o Pe. Fortea indicou que “a minha recomendação a respeito deste tema é que o sacerdote se identifique como tal”.

Em efeito, o Código de Direito Canônico, no artigo 284 indica que “os clérigos têm que vestir um traje eclesiástico digno, segundo as normas dadas pela Conferência Episcopal e segundo os costumes legítimos do lugar”.

Por outra parte, a Congregação para o Clero, no seu “Diretório para o ministério e a vida dos presbíteros”, expressou “que o clérigo não use o traje eclesiástico pode manifestar um escasso sentido da própria identidade de pastor, inteiramente dedicado ao serviço da Igreja“.

“Numa sociedade secularizada e tendencialmente materialista, onde tendem a desaparecer inclusive os sinais externos das realidades sagradas e sobrenaturais, sente-se particularmente a necessidade de que o presbítero, homem de Deus, dispensador de Seus mistérios, seja reconhecível aos olhos da comunidade, também pela roupa que leva, como sinal inequívoco da sua dedicação e da identidade de quem desempenha um ministério público”, assinala o documento vaticano.

O Pe. Fortea destacou que “não vamos identificados porque gostamos. Pode ser que gostemos ou não. Vamos (identificados) porque é um serviço para os fiéis, é um sinal de consagração, ajuda a nós mesmos”.

O presbítero reconheceu a dificuldade de que a um sacerdote a quem desde o seminário não lhe ensinou sobre o valor do hábito de usar a batina, mude depois, entretanto precisou que nos últimos isto anos “foi mudando para melhor”.

“É fácil mantê-lo (o hábito), é difícil começá-lo. Mas o sacerdote deve ir identificado”, assinalou.

Ao ser consultado se o costume de não usar a batina guarda alguma relação com a Teologia Marxista da Libertação, o Pe. Fortea assinalou que “agora as coisas já mudaram”.

“Foi nos anos 70, 80, onde todos estes sacerdotes se viam a si mesmos mais como pessoas que ajudavam à justiça social. Ali não tinha sentido o hábito sacerdotal, o hábito sacerdotal tem sentido como sinal de consagração”.

Para o famoso exorcista, “agora já passou isso, mas ficou o costume de não vestir-se como tal e claro, é difícil, eu entendo que é difícil. Mas estas coisas estão mudando pouco a pouco”.

 
 
 

Huaraz, 30 Ago. 11 / 02:50 pm (

O Bispo de Huaraz (Peru), Dom José Eduardo Velásquez Tarazona, celebrou no domingo passado uma Missa de desagravo pelo roubo que sofreu na madrugada do sábado 27 de agosto a paróquia Nossa Senhora de Belém na sua diocese de Huaraz, quando desconhecidos profanaram o Sacrário e levaram uma âmbula cheia de hóstias consagradas.

O Pe. Santiago León Quiñones, pároco de Nossa Senhora de Belém, informou do roubo mediante um comunicado à comunidade católica e à opinião pública em geral.

Terminada a Missa foi feita uma vigília, com cânticos e orações, também como um ato de reparação, no qual também se pediu pelos autores do roubo sacrílego.

Representantes da paróquia repudiaram este fato que atenta contra a fé dos católicos. Em sua homilia da Missa de ontem, Dom Velásquez repudiou o roubo sacrílego e pediu aos delinqüentes devolver as jóias levadas que têm um valor incalculável para a Igreja e para todos os católicos.

Ao fechamento desta edição e logo depois das investigações do caso que ainda continuam, a polícia local já teria cercados os autores do roubo.

 
 
 
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