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LA PAZ, 24 Jul. 06 (ACI) .- Em insólitas declarações, a Ministra de Governo e interina de Relações Exteriores da Bolívia, Alicia Muñoz, afirmou que os bispos católicos chilenos apoiaram “a quem matava e faziam desaparecer pessoas” depois do golpe de estado de 1973 contra Salvador Allende.

Muñoz participou do foro “O estado e a religião na nova constituição política do estado” celebrado em Santiago do Chile. O jornal La Prensa publicou que recordando seus anos de estudante nos anos 70 na capital chilena, sem sustento algum a Ministra disse: “Eu me lembro de como os bispos da hierarquia da Igreja Católica davam seu apoio a quem matava e faziam desaparecer pessoas”.

Reação

Neste contexto, o Departamento de Imprensa do Episcopado Boliviano publicou hoje uma “elucidação pública” que reúne as declarações do Presidente da Conferência Episcopal do Chile e Bispo de Rancágua, Dom Alejandro Goic.

Em alusão a este episódio, Dom Goic afirmou que “as expressões da Sra. Muñoz são totalmente alheias à verdade do ocorrido” e lamentou muito este “profundo e grave equívoco“. “O povo do Chile e a comunidade internacional são testemunhas do sacrificado trabalho de defesa e promoção dos direitos humanos que a Igreja realizou em nosso país”, acrescentou.

O Bispo lembrou que “o comitê de Refugiados, dos dias seguintes a 11 de setembro (de 1973), a tarefa do Comitê pró Paz e então, quando este último teve que fechar a instâncias do governo militar, pela Pastoral da Solidariedade, permanecem na memória histórica como testemunhos do compromisso da Igreja no Chile com a defesa dos perseguidos“.

Do mesmo modo, indicou que “são incontáveis os exemplos de pessoas que, sem discriminação, receberam ajuda destes organismos que lhes permitiram salvar suas vidas, proteger sua integridade física e psíquica, recuperar sua liberdade e encontrar um espaço para iniciar a incansável busca de seus familiares desaparecidos”.

“Os numerosos reconhecimentos nacionais e internacionais de diversa índole e provenientes de amplos setores recebidos pela Pastoral da Solidariedade e outras instituições da Igreja, testemunham também o que assinalo”, precisou.

 
 
 

Jesus é o Messias e não devemos esperar outro! Nele cumpriram-se os sinais proféticos que identificam o Messias, Salvador do Mundo.

Não há outro nome dado aos homens sobre a terra para serem salvos. Não existe outro Mediador entre Deus e os homens senão Jesus Cristo, o Senhor, que tem todo poder no céu e na terra e enviou sua Igreja a anunciar a Boa Nova da Salvação e instaurar o Reino de Deus.

O Evangelho é o mesmo ontem, hoje e sempre, mostrando como Jesus Ressucitado continua dando provas de que está vivo e vivifica os que crêem em seu nome.

O mundo de hoje não necessita de um novo Evangelho, mas de uma nova evangelização com o poder do Espírito Santo, que mostra a vitória de Cristo sobre o pecado, a enfermidade e a morte.

Jesus é o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo.

Mantenhamos, pois, os olhos fixos em Jeus e somente em Jesus!

Autor: Carlos Martins Nabeto

 
 
 
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