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Termina o tradicional encontro do Papa com seus ex-alunos

CASTEL GANDOLFO, terça-feira, 30 de agosto de 2011 (ZENIT.org) – “Que o Senhor se mostre”: esta é a oração que o Papa Bento XVI dirigiu aos seus ex-alunos no final do tradicional encontro ocorrido em Castel Gandolfo de 25 a 28 de agosto.

O seminário estival do ex-alunos do Pontífice (Ratzinger Schülerkreis) tratou, este ano, do tema da nova evangelização.

No domingo, 28, pela manhã, Bento XVI presidiu a Missa no Centro Mariapoli de Castel Gandolfo. Introduzindo a Celebração Eucarística, pediu ao Senhor que se manifestasse aos seus fiéis.

“Neste tempo de ausência de Deus, quando a terra das almas é árida e as pessoas não sabem de onde vem a água viva, peçamos ao Senhor que se mostre”, convidou.

“Queremos pedir-lhe que, àqueles que buscam em todos os lugares a água viva, mostre-lhes que Ele é esta água e que Ele não permite que a vida dos homens, sua sede pelo que é grande, pela plenitude, se afogue e se sufoque no transitório.”

“Queremos pedir-lhe sobretudo pelos jovens: que a sede d’Ele viva neles e que possam reconhecer onde se encontra a resposta”, acrescentou.

“E nós, que pudemos conhecê-lo desde a juventude, podemos pedir perdão, porque não somos capazes de levar a luz do seu rosto aos homens; muito pobremente deixamos transluzir que ‘Ele é, Ele está presente e que Ele é a realidade grande e plena que todos nós esperamos’.”

“Peçamos o seu perdão; que nos renove com a água viva do seu Espírito e que nos permita celebrar os sagrados mistérios dignamente”, concluiu o Papa.

Nesta edição do encontro, participaram 40 pessoas, entre as que se destacam o cardeal Christoph Schönborn, arcebispo de Viena, Dom Hans-Jochen Jaschke, bispo auxiliar de Hamburgo, e Dom Barthélémy Adoukonou, secretário do Conselho Pontifício para a Cultura.

 
 
 

LONDRES, 08 Jun. 11 / 05:35 pm (ACI)

Na solenidade de Pentecostes, cerca de 60 pastores anglicanos serão ordenados sacerdotes católicos no Reino Unido. Eles devem servir no Ordinariato pessoal de Nossa Senhora de Walsingham, como previsto na Constituição apostólica “Anglicanorum Coetibus”, publicada pelo papa para atender ao anseio de alguns anglicanos de entrar em plena comunhão com Roma.

Os pastores, informou a Rádio Vaticano, frequentaram um programa de formação de 3 meses e meio e uma vez por semana passavam o dia no seminário de Allen Hall, em Chelsea.

O Ordinariato permite a seus membros anglicanos tornarem-se católicos mantendo algumas formas e tradições da liturgia anglicana. Ele foi instituído com um decreto em janeiro passado, quando foi também anunciado o nome do responsável, Keith Newton.

Os primeiros a ingressarem no Ordinariato são três ex-bispos anglicanos que foram ordenados sacerdotes para a Igreja Católica em janeiro passado e receberam o título de Monsenhor.

 
 
 

Bispos do EUA lançam um website de promoção vocacional

WASHINGTON, D.C., quarta-feira, 21 de abril de 2010 (ZENIT.org).- Um estudo sobre candidatos ao sacerdócio deste ano nos EUA demonstra que as vocações são resultado da colaboração entre o clero, as famílias e todo o Povo de Deus.

A Conferência Episcopal dos EUA informou a 16 de abril sobre a pesquisa The Class of 2010: Survey of Ordinands to the Priesthood.

Trata-se de um projeto de investigação anual encarregado pela conferência episcopal e realizado pelo Centro de Pesquisa Aplicada ao Apostolado, da Universidade Georgetown.

“A maioria dos que vão ser ordenados foi católica desde seu nascimento”, explica o presidente da Comissão para o Clero, Vida Consagrada e Vocações do organismo episcopal, cardeal Sean O’Malley, de Boston.

E continua: “quatro de cada cinco informam que seus pais são católicos; quase oito em cada dez foram animados por um sacerdote a considerar o sacerdócio”.

“Isso fala da função essencial que o conjunto da Igreja deve desempenhar na promoção das vocações”, afirma.

O cardeal destaca que quase três quartos dos seminaristas entrevistados neste ano afirmam ter servido antes como coroinhas, leitores, ministros da Eucaristia ou como outro agente paroquial.

“Uma tendência evidente neste estudo é a importância de uma formação permanente e um compromisso na fé católica”, assinala.

92% dos homens tiveram um trabalho a tempo completo – o âmbito da educação é o mais assinalado – antes de entrar no seminário.

Três em cada cinco homens que vão ser ordenados completaram estudos universitários antes de entrar no seminário, e um em cada cinco também recebeu um título de pós-graduação.

Um terço deles entrou no seminário quando estava na universidade. Na média, afirmam ter considerado a vocação sacerdotal ao redor dos 18 anos.

Família

O homem mais jovem que vai se ordenar este ano tem 25 anos, e 11 deles têm 65 anos ou mais.

37% dos que vão receber a ordenação sacerdotal têm um parente sacerdote ou religioso.

Dois terços da turma assinalam que rezavam regularmente o terço e participavam em adorações eucarísticas antes de entrar no seminário.

A maioria deles tem mais de dois irmãos, e 24% dizem ter cinco ou mais irmãos e irmãs.

70% indicam ser de ascendência americana/europeia/branca, enquanto que 13% se afirmam hispânicos/latinos; e 10%, asiáticos ou das ilhas do Pacífico.

Quase um terço da turma nasceu fora dos EUA. A maioria vem do México, Colômbia, Filipinas, Polônia e Vietnã.

A pesquisa foi enviada a 440 candidatos ao sacerdócio. Foi respondida por 291 homens que vão ser ordenados diocesanos e por 48 que pertencem a ordens religiosas.

A conferência episcopal publicou todo o informe em seu website, assim como em uma nova página da internet dedicada à promoção do sacerdócio.

 
 
 
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