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CEP espera que Ano Sacerdotal seja “fecundo”

LISBOA, quinta-feira, 18 de junho de 2009 (ZENIT.org).- A CEP (Conferência Episcopal Portuguesa), reunida em assembleia plenária esta semana, em Fátima, na véspera da abertura do Ano Sacerdotal expressou seu agradecimento aos sacerdotes e disse esperar que este ano seja “fecundo”.

“A Igreja de Cristo é toda ela um povo sacerdotal. A vida e o ministério dos sacerdotes ordenados nasce do povo sacerdotal e a ele se destina, em dedicação plena de alma e coração”, afirmam os bispos em um comunicado final da plenária.

“Os sacerdotes são imprescindíveis para a vida da Igreja. Importa pôr sempre em relevo a beleza da sua entrega a Cristo e do seu serviço apostólico às pessoas e comunidades cristãs, abertos ao mundo.”

Os bispos de Portugal saúdam todos os sacerdotes, “desde os mais idosos que já não podem trabalhar, mas cuja oração e exemplo são ajuda e estímulo para todos, aos mais novos, de quem esperamos fidelidade criativa e dinamismo para a renovação da Igreja”.

Os prelados apelam “à generosidade das comunidades cristãs e das famílias para que abram horizontes vocacionais aos seus filhos e agradecem a solicitude e desvelo de todos os que trabalham na pastoral vocacional e na formação dos sacerdotes, particularmente nos seminários”.

 
 
 

Questiona o novo arcebispo do Rio de Janeiro

Por Alexandre Ribeiro

BRASÍLIA, terça-feira, 10 de março de 2009 (ZENIT.org).- O novo arcebispo do Rio de Janeiro, Dom Orani João Tempesta, considera que uma pergunta não foi feita no caso da menina brasileira de nove anos estuprada pelo padrasto, tendo ficado grávida e os fetos submetidos a aborto: «por que chegamos a isso?».

Antes de desenvolver o artigo em que comenta o caso –texto difundido ontem pela CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil)–, o arcebispo chama a atenção para o fato de que muito do destaque da mídia brasileira ao episódio foi dado por emissoras de comunicação «mandadas por grupos religiosos independentes».

Ao prosseguir seu artigo, Dom Orani questiona: «quando uma pessoa que, tendo seus desequilíbrios emocionais, é capaz de usar sexualmente e brutalmente de uma criança a sociedade deveria se perguntar: “por que chegamos a isso?”».

«Do modo que coisas se movem no mundo, é bem capaz que o que hoje é crime amanhã seja virtude, como já aconteceu em muitas outras situações – veja-se nesse caso toda a campanha pró-aborto.»

No caso da gravidez da menina, Dom Orani considera que «a magistratura só soube oferecer um tipo de ajuda: a de matar a criança por nascer e ainda ameaçando a mãe da menor que estava nessa situação. Fala-se tanto de direitos para todos e critica-se a Igreja por defender a todos».

«Interessante é o depoimento da mãe da adolescente, que testemunhou que o único lugar em que não foi maltratada e sim respeitada foi o escritório da Caritas. Em todos os demais lugares só recebeu acusações e maus-tratos», escreve.

Mas –prossegue Dom Orani– «a pergunta ainda continua: por que essas coisas acontecem? A nossa resposta está na mudança de época e de cultura que ora vivemos».

«A desvalorização da vida, da família, dos valores, da fé acabou conduzindo-nos a um estilo de vida hedonista, subjetivista, consumista e laxista, que parece não ter volta.»

«Mas nós acreditamos que o nosso mundo tem jeito! É essa nossa esperança e nossa luta!», escreve.

«As situações degradantes e complexas irão aumentar enquanto não avançarmos para uma sociedade moderna, onde as pessoas se respeitam, respeitam a vida e sabem cultivar valores.»

«Enquanto vivermos na “idade da pedra”, resolvendo as coisas matando os inocentes e criando violência em nossa frágil sociedade, o homem sempre terá saudade da utopia do “mundo novo”», afirma o arcebispo.

Dom Orani convida os católicos a pensarem «sobre esses caminhos por onde hoje andamos enquanto vivemos a Quaresma e a Campanha da Fraternidade, que questiona justamente as bases de nossa sociedade», ao discutir a questão da violência e da segurança pública.

«Da resposta que dermos a essas interrogações dependerá o nosso futuro», afirma.

 
 
 

Declaração vaticana à chanceler alemã Angela Merkel

CIDADE DO VATICANO, terça-feira, 3 de fevereiro de 2009 (ZENIT.org).- Bento XVI reconhece e condena o holocausto do povo judeu na época do nazismo, esclareceu o porta-voz da Santa Sé em resposta a declarações da chanceler alemã.

O Pe. Federico Lombardi S.J., diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé, respondeu aos novos pedidos de esclarecimento sobre a posição do Papa e da Igreja Católica, apresentados por Angela Merkel, citando as condenações públicas da Shoá que o Papa pronunciou neste pontificado.

A chanceler havia pedido «clareza» ao Papa e à Santa Sé sobre a controvérsia surgida ao levantar-se a excomunhão de quatro bispos tradicionalistas, entre os quais se encontra o bispo Dom Richard Williamson.

«Se uma decisão do Vaticano dá a impressão de que se pode negar o holocausto – afirmou nesta terça-feira a chefe do governo de Berlim em um encontro com os jornalistas –, esta deve ser esclarecida. Por parte do Vaticano e do Papa, é preciso afirmar muito claramente que não se pode dar nenhuma negação.»

O Pe. Lombardi explicou que «o pensamento do Papa sobre o holocausto foi exposto com muita clareza na Sinagoga de Colônia, em 19 de agosto de 2005, no campo de concentração de Auschwitz-Birkenau, em 28 de maio de 2006, na sucessiva audiência geral de 31 de agosto de 2006, e mais recentemente no final da audiência geral de 28 de janeiro passado, com palavras que não dão lugar a equívocos».

Em particular, o porta-voz repete as palavras pronunciadas nessa última ocasião pelo Papa: «Enquanto renovo com afeto a expressão de minha total e indiscutível solidariedade com nossos irmãos destinatários da Primeira Aliança, desejo que a memória da Shoá induza a humanidade a refletir sobre o imprevisível poder do mal quando conquista o coração do homem. Que a Shoá seja para todos advertência contra o esquecimento, contra a negação ou o reducionismo».

Segundo o Pe. Lombardi, «a condenação das declarações negacionistas do holocausto não podia ser mais clara, e pelo contexto é evidente que se referia também às posições de Dom Williamson e a todas as posições análogas».

«Nessa mesma ocasião, o Papa explicou claramente também que a revogação da excomunhão não tem a ver com uma legitimação de posições negacionistas do holocausto, que, como se pode ver, ele condenou claramente», conclui.

 
 
 
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