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A velocidade do mundo atual nos faz agir, às vezes, como seres mecânicos e programados, a tal ponto que, quando nos levantamos de manhã, nossa mente nos envia a informação de todas as funções, ações, percursos, tarefas e atividades que devemos cumprir correndo contra o relógio.

Quando chega a noite e vamos para a cama, nós nos sentimos conformados ou frustrados, por termos cumprido ou não, em sua totalidade, o horário programado. E fazemos isso todos os dias, esquecendo-nos de algo muito importante: a oração em casal.

oração é o reconhecimento dos nossos limites e da nossa dependência: viemos de Deus, somos de Deus e retornamos a Deus. Por isso, quando oramos, e mais ainda quando o fazemos em casal, nossa união matrimonial se fortalece e nossa fé cresce, pois Deus se torna o centro da nossa vida e a Ele exprimimos nossas alegrias, tristezas, triunfos, fracassos, ideais e realidades.

Minha esposa e eu entendemos assim. Por isso, assumimos o compromisso de reservar um tempo para a oração, antes de dormir. Às vezes, o cansaço da jornada do dia nos convida a deixar isso de lado, mas a disponibilidade em casal nos permitiu que um dos dois possa se encarregar de dirigir a oração, enquanto o outro acompanha em silêncio.

A seguir, compartilhamos os 10 passos que seguimos para orar emcasal. Bastam alguns minutos, veja:

1. Estabelecer um horário para orar juntos. 2. Decidir quem vai guiar a oração. 3. Dar as mãos para orar. 4. Começar a oração agradecendo a Deus. 5. Pedir perdão. 6. Comprometer-se a consertar os erros. 7. Pedir aquilo de que mais precisam. 8. Afirmar que o que foi pedido se cumprirá. 9. Exprimir a Deus o quanto O amam. 10. Terminar a oração com um abraço.

E você, reza em casal? Como o faz? Compartilhe conosco!

 
 
 

Jerusalém, 07 abr (RV) – O Guardião da Terra Santa, Frei Pierbattista Pizzaballa, chama a atenção para a deterioração nas relações entre israelenses e palestinos na Terra Santa, e mais em geral em todo o Oriente Médio, onde se verifica um clima seguramente de tensão e também de cansaço.

Entrevistado pela Rádio Vaticano sobre como se está vivendo esta Páscoa em Jerusalém e nos Lugares Santos, o religioso afirma que a situação não é boa, acrescentando não prever, infelizmente, em breve ou a longo prazo, grandes mudanças em sentido positivo.

Frei Pizzaballa disse ser necessária uma pressão internacional, um mínimo de maior estabilidade. “A esperança – disse ainda – é de que Jesus que morre e ressurge justamente aqui em Jerusalém, justamente aqui em Jerusalém possa também convidar todos os homens que vivem aqui a viverem de modo mais reconciliado e mais sereno entre si.”

Referindo-se sobre a mensagem pascal que parte da Terra Santa para os cristãos, Frei Pizzaballa acrescentou: “Não é uma memória do que aconteceu dois mil anos atrás justamente aqui. É também seguramente isso, mas é uma incumbência, um impulso aonde Jesus nos precede, e nos precede em todos os lugares na Galileia, como no mundo inteiro.

A mensagem da Páscoa é justamente esta: é uma mensagem de alegria e de paz; Jesus entra no cenáculo e diz aos discípulos assustados: “A paz esteja convosco”. (RL)

 
 
 
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