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João Paulo II

ROMA, 10 Jan. 13 / 11:58 pm (ACI).- Um dos colaboradores mais próximos do Beato João Paulo II, o Cardeal Giovanni Battista Re, relatou desde Roma uma anedota pouco conhecida da história da vocação sacerdotal do Beato João Paulo II.

O Cardeal Re foi substituto da Secretaria de Estado e posteriormente prefeito da Congregação para os Bispos. Em 9 de janeiro desde o Auditório Conciliazione, durante a apresentação do recital “O Papa e o Poeta”, inspirado na figura de Karol Wojtyla, desvelou um episódio inédito da vida do Pontífice.

O Cardeal explicou aos jornalistas que em 1939 o jovem Karol Wojtyla teve que abandonar a universidade e trabalhar em uma pedreira para sobreviver e evitar que o deportassem a Alemanha.

“Ali trabalhava com um mineiro que explodia as minas, e este um bom dia lhe disse ‘acho que você será um grande sacerdote’… João Paulo II nos dizia que até aquele momento ele nunca tinha pensado em ser sacerdote. Dizia, este homem com quem eu trabalhava, já me via como sacerdote”, assinalou.

Durante sua apresentação, o Cardeal destacou o papel do jovem Wojtyla como filósofo, teólogo, místico, mas especialmente sua faceta como poeta e ator: “A poesia é um elemento interessante que influenciou depois em seu serviço como Papa: muitas temáticas se refletem neste exercício da arte poética e o ajudou na capacidade de chegar às pessoas, de falar com as massas, de captar a atenção”, adicionou.

Neste sentido, explicou que na poesia de Wojtyla destacou-se a defesa dos direitos humanos, a temática do homem e da mulher desde o ponto de vista da dignidade humana, assim como o sentimento da irmandade e da solidariedade dentro de uma família universal.

“Suas poesias são sempre uma exaltação do homem… que elevam a alma a Deus”, acrescentou.

Quanto a possível Canonização do Beato Wojtyla, o Cardeal assinalou que lhe atribuem muitos milagres, e considerou possível esperar sua próxima canonização.

Na apresentação também participaram o diretor do recital di Gianfranco Migliorelli, e seu autor, o vaticanista Mimmo Muolo, quem recordou a João Paulo II como um homem “que plantou raízes lá onde se pensava que não poderiam frutificar, sua fé transpassou as montanhas, foi um professor daquela fé que sabe conjugar-se com todas as expressões da vida e, portanto com o teatro também”.

O recital “O Papa e o Poeta” mescla música, dança e poesia, e trata de responder ao convite do Papa Bento XVI para introduzir na cultura de hoje os conteúdos da fé, no marco do Ano da Fé, inclusive fazendo uso de outras linguagens específicas como a do teatro.

 
 
 

PARIS, 10 Jan. 13 / 11:19 am (ACI/EWTN Noticias).- No próximo dia 13 de janeiro as ruas da França estarão lotadas por 500 mil pessoas em defesa do autêntico matrimônio e que expressarão sua desconformidade com o projeto de lei para legalizar as uniões homossexuais e a adoção por parte destes casais, uma iniciativa promovida pelo presidente Francois Hollande.

Em declarações ao grupo ACI, um dos organizadores da chamada “Marcha para todos”, Lionel Lumbroso, assinalou que a marcha representa a grande diversidade da população francesa, porque participarão pessoas de diferentes religiões e crenças políticas “podemos ver que estamos unidos com os valores republicanos”.

Pediu-se aos participantes que estejam vestidos com as cores azul, branca ou rosa, como fizeram na marcha de novembro que reuniu em diferentes cidades da França a 250 mil pessoas.

A marcha de 13 de janeiro percorrerá três rotas distintas que se unirão em Champs de Mars terminando debaixo da Torre Eiffel. “Quanto mais sejamos, é mais difícil sermos ignorados pelo governo”, disse Lumbroso.

Neste contexto, um total de 50 líderes muçulmanos franceses assinaram uma carta onde fazem um chamado urgente a 5 milhões de habitantes dessa religião do país a unir-se à marcha em Paris. “Protestaremos em 13 de janeiro, unindo-nos a esta campanha pluralista para preservar o matrimônio tradicional”, assinalam.

O projeto de lei para legalizar as uniões homossexuais na França se debaterá no parlamento em 29 de janeiro, proposta que também pretende permitir a casais do mesmo sexo a que adotem crianças, trocando as palavras “mãe” ou “pai” por “pai 1” e “pai 2”.

Em 17 de novembro de 2012, nas principais cidades da França como Paris, Toulouse, Lyon, Marsella, Nantes, Rennes, Metz, Dijon e Burdeos 250 mil pessoas marcharam em defesa do autêntico matrimônio.

Derrubando o mito laicista de que a defesa do matrimônio é uma questão confessional, em Lyon marcharam juntos o Arcebispo, Cardeal Philippe Barbarin, e o reitor da mesquita muçulmana da cidade, Kamel Kabtane, quem assinalou que “compartilhamos os mesmos valores fundamentais e esses devemos defendê-los juntos”.

 
 
 

ROMA, 20 Nov. 12 / 02:23 pm (

ACI/EWTN Noticias).- O famoso e polêmico líder da banda rock U2, Bono, viajou ao Vaticano para agradecer à Igreja Católica pelo seu trabalho para livrar os países mais pobres da dívida externa, e assim poder dar educação a 52 milhões de crianças.

Na sexta-feira 16 de novembro, Bono conversou durante aproximadamente uma hora com o Cardeal africano Peter K. Turkson, Presidente do Pontifício Conselho Justiça e Paz.

No ano 2000, a Igreja respaldou a iniciativa “Dropt the debt” (Deixe a dívida) da qual Bono foi uma das figuras mais importantes. A campanha procurava que as nações mais ricas perdoassem a dívida externa dos países mais pobres. O êxito da mesma obteve que “52 milhões de crianças pudessem ir à escola”, referiu o cantor à emissora de Rádio do Vaticano.

Bono disse ainda à Rádio Vaticano: “Igreja esteve na linha da frente deste movimento e isso deve ser largamente reconhecido, esteve na vanguarda de um movimento que é também interreligioso e interdisciplinar”.

Segundo Bono, a Igreja merece “um incrível reconhecimento” pelo seu papel nesta iniciativa e que os católicos devem ser conscientes de que sua fé é importante nos seus esforços.

Papa João Paulo II recebeu Steve Bono pouco antes do início do grande Jubileu do ano 2000 para conversar sobre esta campanha. Logo depois da morte do agora Beato, Bono assinalou que “nunca teríamos erradicado completamente a dívida de 23 países sem ele”.

Como mostra do seu apreço pelo Pontífice, no ano 2005 o cantor fez aparições usando um Terço ao redor do pescoço, em uma silenciosa homenagem a João Paulo II.

No mesmo ano, Bono –criado por uma mãe protestante e um pai católico– disse em uma entrevista que está a favor de Cristo, da graça e da natureza da salvação.

Apesar de apoiar algumas causa controvertidas, o cantor assinalou que “no centro de toda religião está a ideia do carma. O que você dá volta para você: olho por olho, dente por dente; ou que cada ação física é respondida por uma similar correspondente. E ainda assim, temos a ideia de que a graça vai além de tudo isso. O amor interrompe, se quiser, as consequências de suas ações; o que no meu caso é uma grande noticia; já que cometi muitos erros estúpidos”.

Embora não tenha explicado quais foram esses erros, Bono admitiu que “estaria em um grave problema se o carma fosse seu juiz” “Isso não me exime dos meus erros. Sustento-me da graça. Sustento-me do fato que Jesus tomou meus pecados na Cruz. Eu sei quem sou e espero não ter que depender da minha própria religiosidade”, afirmou.

 
 
 
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