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Yhonatan Luque

LIMA, 29 Jan. 13 / 09:42 am (ACI).- O criador da página Memes Católicos em espanhol, censurada dias atrás pelo Facebook, declarou ao grupo ACI que nunca transgrediu as políticas desta rede social e lamentou que tenham censurado seu espaço evangelizador.

A denúncia do fechamento do fanpage católico, feita pela agência ACI Prensa, do grupo ACI, foi ecoada também pelo Pontifício Conselho para as Comunicações Sociais na conta de twitter deste dicastério.

Na sexta-feira 25 de janeiro, sem dar explicações, Facebook eliminou a página criada pelo jovem peruano Yhonatan Luque e deixou seus mais de 115 mil seguidores sem poder acessar os memes.

“Ao querer ingressar na conta para seguir publicando material me dava com a surpresa de que Facebook já não me deixava fazê-lo, que já não tinha essa opção”, afirmou.

Em dezembro passado Facebook o notificou que vários usuários denunciaram seu espaço porque supostamente violava o numeral 3.7 da declaração de direitos e responsabilidades do Facebook sobre linguagem que incita ao ódio.? rede social deu-lhe a alternativa de conservá-la colocando a etiqueta [Humor polêmico] por causa do nome “Memes Católicos”.

“O numeral 3.7 das políticas de segurança do Facebook diz que está proibido subir material que incite ao ódio, material pornográfico, material que induza à violência, e supostamente para a rede social, mas Memes Católicos não está promovendo este tipo de conteúdos”, explicou Yhonatan.

Os “memes” são uma das formas mais populares e singelas para transmitir ideias no Facebook. São usualmente imagens com textos breves que oferecem mensagens concretas sobre distintos temas. Os desenhos de Yhonatan se fizeram muito populares entre os jovens católicos de distintos países da América Latina e em apenas nove meses superou os 115 mil seguidores.

Na notificação da sexta-feira passada “davam-me duas possibilidades, uma era que eliminasse eu mesmo a página como administrador, e a outra que envie uma foto escaneada de meu documento de identidade para que eles soubessem quem está por trás de Memes Católicos”. Apesar de que Yhonatan optou pela segunda opção, sua página foi suprimida.

“Minha pagina se centra em subir vinhetas para evangelizar, para catequizar, para mostrar o que a Igreja tem que dizer, para mostrar nossa doutrina tal e como ela é”, assegurou.

“Subo bastante material sobre apologética, sobre a Bíblia, sobre os documentos da Igreja, tudo em linha com a doutrina da Igreja sem faltar o respeito às demais crenças, nem aos protestantes, nem aos ateus”, acrescentou.

“Minha página só se centra em evangelizar a católicos, minhas mensagens são 100 por cento para católicos, nada que possa resultar ofensivo para outras crenças”.

Nos últimos dias diversos grupos anti-cristãos convocaram no Facebook campanhas para denunciar a página de Memes Católicos à rede social como “ofensiva”, simplesmente por não estar de acordo com as mensagens divulgadas. A reação do Facebook confirma que cedeu à enganosa campanha.

Falsas páginas

Yhonatan agradeceu as numerosas mostras de apoio que recebeu nestes dias e esclareceu que ainda não relançou sua iniciativa porque espera que Facebook revise o caso ante as massivas queixas feitas pela retirada da página e assim volte a colocar a página no ar. Entretanto, nos últimos dias surgiram falsas páginas que estão usando seu logotipo, alguns de seus memes e até seu nome sem seu consentimento.

 
 
 
As Irmãs da Santíssima Virgem Maria

LONDRES, 03 Jan. 13 / 03:55 pm (ACI/EWTN Noticias).- Onze religiosas da Comunidade da Santíssima Virgem, uma das primeiras ordens anglicanas criadas depois da separação da Igreja Católica no século XVI, uniram-se ao Ordinariato criado pelo Papa Bento XVI para receber a ex-anglicanos.

As tensões ao interior dos anglicanos estão ficando mais fortes a raiz de terem tentado aprovar a ordenação de mulheres bispos, disposição que foi aprovada pelos bispos mas rejeitada pelos leigos em novembro de 2012.

A Santa Sé anunciou, em janeiro de 2011, a criação oficial do Ordinariato Pessoal Nossa Senhora de Walsingham para a Inglaterra e Gales, como “uma estrutura canônica que permite uma reunião corporativa de tal modo que os ex-anglicanos possam ingressar na plena comunhão com a Igreja Católica preservando elementos de seu patrimônio anglicano”.

As ex-religiosas anglicanas, cujas idades variam entre os 45 e os 83 anos, foram recebidas na Igreja Católica em 1º de janeiro, e serão conhecidas daqui para frente como as Irmãs da Santíssima Virgem Maria.

Em sua homilia, o Pe. Daniel Seward, Pároco do Oratório de Oxford (Inglaterra), deu as boas-vindas às religiosas à Igreja Católica, e lhes assegurou que “ao que vocês se estão unindo não é nada estranho ou estrangeiro, mas é o seu próprio patrimônio”.

“O gênio espiritual de São Bento, cuja regra vocês vivem, o estudo e a prática da sagrada liturgia, e a veneração e amor à Mãe de Deus, Nossa Senhora de Walsingham, todas estas coisas são parte da antiga glória deste país, que foi uma vez uma ilha de Santos e de Maria”.

As religiosas permanecerão em sua atual residência de forma temporária, até que encontrem um lar permanente.

 
 
 

Autores: Michael Brendan Dougherty e Pascal-Emmanuel Gobry / Trad.: Bruno Moreno Fontes: http://www.businessinsider.com / http://conoze.com Tradução: Carlos Martins Nabeto

Diante das tentativas do presidente Obama de obrigar as instituições da Igreja a pagar esterilizações, anticonceptivos e abortos para os seus empregados, correm rios de tinta nos Estados Unidos. Graças a Deus, os bispos e praticamente toda a Igreja nos Estados Unidos estão, unidos, enfrentando esta imposição inaceitável do governo.

Trago hoje um artigo que me pareceu espetacular. Considerando que se trata de uma publicação econômica, o Business Insider, o título do artigo é realmente provocativo: “É hora de reconhecer: a Igreja sempre teve razão sobre o controle da natalidade”. Não deixem de ler porque vale a pena. É bom, breve e sem rodeios. Quisera eu tê-lo escrito; porém, pelo menos o traduzi para que os meus leitores dele desfrutem.

* * *

“Pintar a Igreja Católica como ‘distante do mundo atual’ é a coisa mais fácil do mundo com tantos chapéus cheios e igrejas douradas. E [para criticá-la] nada mais fácil que sua posição contra os anticonceptivos.

Muita gente – inclusive o nosso editor – se pergunta por que a Igreja Católica simplesmente não abandona esta regra. Apontam que a maioria dos católicos a ignoram e que quase todos os não católicos consideram que cria divisão ou está ultrapassada. ‘Acordem! Estamos no século XXI!’ – dizem; ‘Não percebem que é algo absurdo?’ – bradam.

Mas há algo que merece ser considerado: a Igreja Católica é a maior organização do mundo e a mais antiga. Sepultou todos os grandes impérios conhecidos pelo homem, do romano ao soviético. Conta com estabelecimentos em todo o mundo, literalmente, e está presente em todos os âmbitos da atividade humana. Deu-nos alguns dos maiores pensadores do mundo, de Santo Agostinho a René Girard. Quando faz algo, geralmente possui uma boa razão para fazê-lo. Todos têm o direito de discordar [dela], porém não se trata de um monte de homens brancos, velhos e loucos que ficaram amarrados à Idade Média.

Então, o que está ocorrendo?

A Igreja ensina que o amor, o matrimônio, o sexo e a procriação são coisas que caminham juntas. Isso é tudo. Porém, é muito importante. E ainda que a Igreja ensine isso há 2.000 anos, provavelmente nunca foi tão significativo como hoje em dia.

As regras contra o controle da natalidade foram reafirmadas em um documento de 1965 assinado pelo Papa Paulo VI, chamado ‘Humanae Vitae’. O Papa advertia que, se fosse aceito o uso generalizado de anticonceptivos, se produziriam quatro efeitos:

  1. Redução geral dos padrões morais;

  2. Um aumento da infidelidade e da ilegitimidade;

  3. Redução das mulheres a objetos empregados para satisfazer os homens;

  4. Coerção, por parte dos Governos, em assuntos reprodutivos.

Soa familiar? Porque realmente se parece muito com o que está ocorrendo nos últimos 40 anos.

Como escreveu George Akerloff em ‘Slate’ há uma década: ‘Ao converter o nascimento do filho em uma escolha física da mãe, a revolução sexual converteu o matrimônio e o sustento das crianças em uma escolha social do pai’.

Ao invés de dois pais responsáveis pelos filhos que concebem, uma expectativa defendida pelas normas sociais e pela lei faz com que agora nenhum dos pais seja necessariamente responsável por seus filhos. Considera-se que os homens cumprem as suas obrigações simplesmente pagando, mediante ordem judicial, a pensão alimentícia aos filhos. Trata-se de uma redução bastante drástica dos padrões da ‘paternidade’.

E que tal avançarmos no restante, desde que o ocorreu a revolução sexual? O matrimônio de Kim Kardashian durou 72 dias. Os filhos ilegítimos: estão aumentando. Em 1960, 5,3% de todos as crianças nascidas nos Estados Unidos eram filhas de mulheres solteiras; em 2010, a cifra subiu para 40,8%. Em 1960, as famílias baseadas em um matrimônio formavam quase 3/4 de todos os lugares; mas, segundo o censo de 2010, representam agora cerca de 48%. A coabitação fora do matrimônio multiplicou-se por 10 desde 1960.

E se você não acredita que as mulheres estão sendo reduzidas a objetos para satisfazer os homens, seja bem-vindo à Internet! Há quanto tempo você conhece a Rede? E no tocante à coerção do Governo: basta olhar para a China (ou para os Estados Unidos, onde o Governo estabeleceu uma lei sobre cobertura obrigatória da anticoncepção, que é o motivo pelo qual estamos agora falando disto).

Mas tudo isso se deve à Pílula? Obviamente que não. Porém, a ideia de que uma disponibilidade geral da anticoncepção não deu lugar a uma mudança social dramática ou que esta mudança foi exclusivamente para o bem é uma noção muito mais absurda do que qualquer coisa ensinada pela Igreja Católica.

Também é absurda a ideia de que é obviamente estúpido receber indicações morais de um fé venerável – E vai recebê-las de quem? De Britney Spears?

Passemos agora para um outro aspecto deste tema. A razão pela qual o nosso editor pensa que os católicos não deveriam ser frutíferos e multiplicarem-se tampouco se sustenta. A população do mundo – escreve ele – está em um caminho ‘insustentável’ de crescimento.

O Escritório de População do Departamento de Assuntos Econômicos e Sociais das Nações Unidas considera que a taxa de crescimento da população diminuirá nas próximas décadas e se estabilizará por volta dos 9 bilhões em 2050… e ficará assim até 2300 (e observemos que as Nações Unidas, que promovem o controle da natalidade e os abortos em todo o mundo, não são precisamente partidárias do ‘crescei e multiplicai-vos’).

Em termos mais gerais, a visão malthusiana do crescimento tem persistido, apesar de ter sido provado várias vezes que estava equivocada e que teria causado desnecessariamente uma grande quantidade de sofrimentos humanos. Por exemplo: a China caminha para uma crise demográfica e até para a deslocação social em razão de sua equivocada política do filho único.

O progresso humano são as pessoas. Tudo o que torna a vida melhor, da democracia à economia, passando pela Internet e a penicilina, foi descoberto ou criado por alguém. Mais pessoas significa mais progresso. O inventor da cura para o câncer poderia ser o quarto filho que alguém decidiu não ter.

Finalmente, para resumir:

  1. É uma boa ideia que as pessoas deem fruto e se multipliquem;

  2. Independentemente do que lhe parece a posição da Igreja sobre o controle da natalidade, é uma posição que se tem demonstrado ser profética.

 
 
 
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Esta obra é inteiramente dedicada à Santíssima Virgem Maria!

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