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Em resposta aos devaneios autoritários e estatizantes dos socialistas e comunistas, muitas pessoas se posicionaram do lado oposto, passaram a idolatrar os princípios da economia capitalista, como se fossem “infalíveis” e responsáveis pela solução de todos os problemas da humanidade.

O capitalismo proporcionou muitos benefícios de fato, ajudou a movimentar a pirâmide social e trouxe inúmeros avanços. Mas deixado a si mesmo, ele é apenas um conjunto de leis e pressupostos necessários para que as interações econômicas entre indivíduos livres possam ocorrer. Indivíduos estes, que podem usar desse meio para oprimir e explorar o seu próximo.

O capitalismo se baseia basicamente na lei de oferta e procura, portanto, não opera pela moralidade ou justiça. Isso depende dos indivíduos, e é aí que o problema começa.

Indivíduos pecadores podem e irão usar o sistema para o mal. Não acredito que o capitalismo possa ser saudável sem uma visão de moralidade que o sustente. Existem coisas legais perante a lei que são imorais, o aborto por exemplo.

Tanto a tradição católica quanto reformada concorda que a moralidade é necessária para uma economia saudável.

A encíclica do papa Leão XIII, Rerum Novarum, é um marco nesse sentido, o papa diz que: ” Explorar a pobreza e especular com a indigência, são coisas igualmente reprovadas pelas leis divinas e humanas.”

A visão reformada é semelhante. Desde Calvino, Abraham Kuyper, Herman Dooyeweerd e os neo-calvinistas, defendem que Deus é o Senhor soberano de todas as esferas da sociedade, inclusive da econômica. Portanto, é a Deus que servimos, não as leis do mercado ou ao dinheiro.

A Bíblia também nos traz muitos ensinos sobre moral nas interações econômicas, somos chamados a agir com justiça e verdade quando compramos e vendemos.

O capitalismo pode proporcionar aumento de riqueza, segurança da propriedade privada, dentre outras boas coisas, mas também pode ser usado como uma ferramenta para o mal.

Não pense que o capitalismo, socialismo ou qualquer doutrina de outra espécie irá trazer tempos de paz e justiça perpétuos. Não! O problema do mundo não é econômico, é espiritual. É um coração não regenerado entregue aos ídolos. Do mesmo modo como socialistas idolatram o controle governamental, muitos capitalistas tomam a liberdade individual e o dinheiro como ídolos.

O cristão não serve a modelos econômicos ou ideologias políticas. Ele sabe, ou pelo menos deveria saber, que a salvação não é pela economia, intervenções estatais ou liberdades individuais, mas somente em Cristo, o único Senhor soberano sobre toda a criação.

“ Busquem, pois, em primeiro lugar o Reino de Deus e a sua justiça, e todas essas coisas serão acrescentadas a vocês.” (Mat 6:33) SOLA CHRISTUS

 
 
 

Versão áudio

Os anjos, os santos e a Virgem Maria possuem modos distintos de ação. Os anjos, uma vez que são puro espírito, não estão ligados a nenhum lugar específico e agem concentrando sua atenção espiritual em determinado lugar ou pessoa. Esse jeito vale tanto para os anjos quanto para os demônios.

Os santos, por sua vez, estão no céu, em Deus. Fazem parte da chamada Igreja triunfante e seu ofício é interceder a Deus pelos homens. Alguns se perguntam sobre a necessidade dessa intercessão, pois Deus sabe todas as coisas, conhece todos os corações e, portanto, sabe o que é melhor para cada um. Em resposta, Santo Agostinho dizia que as orações dos santos são necessárias para alargar o desejo para a graça de Deus que virá.

A Virgem Santíssima ocupa um lugar muitíssimo especial: está entre a Santíssima Trindade e os anjos e santos. Por um desígnio especial, foi escolhida por Deus para trazer ao mundo o Seu Filho. E Deus não muda. É por ela, portanto, que Jesus continua a ser gerado ao longo da história. Ela ouve os pedidos dos homens, mas, estando em Deus, participa por graça daquilo que Deus quer que ela saiba. Contudo, ela não é onipotente nem mesmo onipresente, mas, estando em Deus ressuscitada (corpo e alma) pode estar presente onde quer que o Corpo de Cristo esteja no mundo. A Virgem Maria faz parte da misteriosa economia salvífica de Deus.

Assim, cada um possui seu modo próprio de operar, segundo a graça concedida por Deus, para que os homens sejam salvos.

 
 
 

Edição ecumênica discute “Economia e Vida”

SÃO PAULO, quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010 (ZENIT.org).- Cerca de 10 mil pessoas participaram na manhã desta quarta-feira de Cinzas, no Santuário de Aparecida, da missa de abertura da Campanha da Fraternidade (CF) da Igreja no Brasil, que se estende pela Quaresma, sob o tema “Economia e Vida”.

A celebração, que compreendeu bênção e imposição das cinzas, foi presidida pelo arcebispo local, Dom Raymundo Damasceno Assis. Em sua homilia, ele explicou o objetivo geral da CF 2010.

“Colaborar na promoção de uma economia a serviço da vida, fundamentada no ideal da cultura da paz, a partir do esforço conjunto das Igrejas Cristãs e de pessoas de boa vontade, para que todos contribuam na construção do bem comum em vista de uma sociedade sem exclusão”, disse.

A CF, lançada em todo o Brasil, irá questionar como a fé cristã pode inspirar uma economia que seja dirigida para a satisfação das necessidades humanas e para a construção do bem comum, segundo informa a CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil).

A Campanha é realizada por cinco Igrejas cristãs, membros do Conselho Nacional das Igrejas Cristãs no Brasil (Conic). Além da Igreja Católica, participam do Conic a Igreja Presbiteriana Unida do Brasil (IPU), Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil (IECLB), Igreja Episcopal Anglicana do Brasil (IEAB) e Igreja Sirian Ortodoxa de Antioquia (ISO).

No centro das reflexões propostas pelas Igrejas está a concepção de uma economia a serviço da vida, no respeito à dignidade da pessoa humana e ao planeta Terra.

“O Conic não quer limitar-se a criticar sistemas econômicos. Principalmente, espera que a Campanha mobilize Igrejas e sociedade a dar respostas concretas às necessidades básicas das pessoas e à salvaguarda da natureza, a partir de mudanças pessoais, comunitárias e sociais, fundamentas em alternativas viáveis derivadas da visão de um mundo justo e solidário”, diz o texto base da Campanha.

Para alcançar os objetivos da CF, o Conic propõe como estratégias “denunciar a perversidade de todo modelo econômico que vise em primeiro lugar ao lucro”. Propõe ainda “educar para a prática de uma economia de solidariedade”, além de conclamar toda a sociedade “para ações sociais e políticas” que levem a uma economia de solidariedade.

O tempo da Quaresma, em que é realizada a Campanha da Fraternidade, favorece a conversão “social, eclesial, comunitária e pessoal”, destaca o Conic.

 
 
 
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