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Papa Francisco

VATICANO, 02 Set. 13 / 04:04 pm (ACI/EWTN Noticias).- Onde está Deus não há ódio, inveja e ciúmes, e não existem aquelas fofocas que matam os irmãos, disse o Papa Francisco nesta manhã na Santa Marta, onde voltou a celebrar aMissa com diversos grupos após a pausa para o período de descanso no verão europeu.

O encontro de Jesus com seus conterrâneos, os habitantes de Nazaré, como conta o Evangelho de São Lucas proposto pela liturgia do dia, esteve no centro da homilia do Papa.

Os nazarenos admiram Jesus, observou o Pontífice, mas esperam dele algo assombroso: “queriam um milagre, queriam o espetacular” para acreditar nele. Desta maneira Jesus destacou que eles não tinham fé e “eles ficaram furiosos, levantaram-se e o expulsaram da cidade.?Levaram-no até o alto do monte?sobre o qual a cidade estava construída,?com a intenção de lançá-lo no precipício”.

“Mas vejam como a coisa mudou: começaram com beleza, com admiração e terminaram com um crime: querendo matar Jesus. Isto por ciúme, inveja, todas essas coisas… Esta não é uma coisa que aconteceu há dois mil anos: isto acontece a cada dia no nosso coração, nas nossas comunidades. Quando em uma comunidade se diz: ‘Ah, que bom que veio esta pessoa!’. Se fala bem no primeiro dia; nem tanto no segundo, e no terceiro se começa a fofocar e terminam machucando-o”.

Assim os nazarenos “queriam matar Jesus”. “Mas aqueles que em uma comunidade falam mal dos irmãos, dos membros da comunidade, também querem matar: é a mesma coisa! O Apóstolo João, na primeira Carta, capítulo III, versículo 15, diz-nos: ‘Quem odeia seu irmão é assassino’. Nós estamos acostumados aos mexericos, às fofocas. Quantas vezes nossas comunidades, também nossa família, são um inferno onde se gera esta criminalidade de matar o irmão e a irmã com a língua!”.

“Uma comunidade, uma família -continuou o Papa- é destruída por esta inveja, que o diabo semeia no coração e que faz que um fale mal do outro, e assim se destrua”.

“Nestes dias -sublinhou- estamos falando tanto da paz”, vemos as vítimas das armas, mas é necessário pensar também nas nossas armas cotidianas: “a língua, as fofocas, os mexericos”. Cada comunidade, concluiu o Papa, deve viver com o Senhor e ser “como o Céu”.

“Para que haja paz em uma comunidade, em uma família, em um país, no mundo, é necessário estar com o Senhor. E onde está o Senhor não há inveja, não há criminalidade, não há ódio, nem ciúmes. Existe fraternidade. Peçamos ao Senhor para não matarmos jamais o próximo com nossa língua e estar com Ele, assim como estaremos todos com ele no Céu. Assim seja”.

 
 
 

Cardeal Foley exorta fiéis a enviar cartões de Natal ao Papa

LONDRES, terça-feira, 14 de dezembro de 2010 (ZENIT.org) – No último ano, os membros da Ordem Equestre do Santo Sepulcro de Jerusalém enviaram quase 11 milhões de dólares em donativos à Terra Santa.

Essa notícia foi referida pelo cardeal  John P. Foley, grão-mestre da Ordem, no dia 4 de dezembro, em Londres, durante um encontro sobre os projetos que a organização está apoiando.

O purpurado salientou o compromisso da Ordem “para que a presença cristã continue existindo na Terra Santa, definida como Israel, Jordânia, Territórios Palestinos e Chipre”.

Uma parte deste financiamento ajudou a apoiar a visita do Papa bento XVI a Chipre de 4 a 6 de junho. As doações também vão colaborar na construção de uma igreja católica latina em Aqaba (Jordânia).

O cardeal falou dos planos para projetos futuros, como a construção de uma igreja na atual Jordânia, sobre o Batismo de Jesus. Junto à igreja se construirão também um convento, um mosteiro e um centro para visitantes.

Ele também se referiu ao projeto de construir uma universidade em Madaba, Jordânia. A primeira pedra do instituto foi abençoada pelo Papa no ano passado, durante sua visita à Terra Santa.

Dom Foley lembrou que teve a possibilidade de participar da Assembleia Especial para o Oriente Médio do Sínodo dos Bispos no passado mês de outubro, em Roma. Naquela ocasião, observou a necessidade de apoiar a educação católica na Terra Santa.

Depois, apontou aos membros da Ordem um projeto em particular chamado “Um notebook para uma criança”, que pretende ajudar a oferecer aos estudantes das escolas católicas os benefícios da informática.

No mesmo dia, na catedral de Southwark, o purpurado pronunciou a homilia durante uma missa de investidura para os novos membros da Ordem, observando as normas da organização: auxiliar os mais fracos e necessitados, trabalhar pela justiça e a paz, defender os lugares santos.

“Ser um cavaleiro ou uma dama do Santo Sepulcro de Jerusalém é verdadeiramente uma vocação”, afirmou. “Uma vocação a progredir na santidade, uma vocação a animar e a ajudar os descendentes dos primeiros seguidores de Jesus Cristo nessa terra feita realmente santa por sua vida, morte e ressurreição, uma vocação à proclamação na Terra Santa, em nosso ambiente e no mundo inteiro”.

O cardeal exortou os novos membros a seguir o exemplo do Beato John Henry Newman, que “encarnou os ideais de nossa Ordem  – a sede de santidade, o amor pelo Senhor e pela terra que o viu nascer”.

No domingo, 5 de dezembro, na catedral de Westminster, o cardeal Foley também exortou os católicos ingleses, durante a homilia, a “acolher a Cristo nos refugiados da Terra Santa e dessas nações no Oriente Médio, na qual os cristãos são perseguidos e realmente martirizados”.

“Acolham-no nos pobres, nas pessoas sozinhas e atribuladas que no Natal, talvez, se sintam mais sós que nunca. Acolham-no nesses membros da Comunhão anglicana que estão entrando em comunhão com a Igreja católica”, acrescentou.

 
 
 
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