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” Em setembro de 1792, no que se chamou de Massacres de setembro, uma multidão irritada, provocada por líderes revolucionários afogou três bispos e mais de duzentos sacerdotes em Paris. Muitos sacerdotes e freiras foram executados em Lyon e centenas de sacerdotes foram presos em Rochefort. Também em 1792, em parte para ganhar fundos públicos e em parte para impedir administração dos sacramentos, o Comitê “confiscou grandes quantidades de chapa de metal, cálices, ciboria e candelabros das igrejas. Em janeiro de 1793, o rei Luís XVI foi decapitado, seguido por 16.594 vítimas em Paris e outros 25 mil em outros lugares da França. Além da rainha Maria Antonieta e tantos mais quanto os revolucionários puderam encontrar, os mortos incluíram alguns bispos e quase mil sacerdotes católicos.

Em 21 de outubro de 1793, foi aprovada uma lei que fazia que todos os que dessem abrigos aos sacerdotes fossem punidos. Em novembro de 1793, foi apresentado um calendário republicano francês, com o objetivo de “descristianizar” a França. Abolia o domingo, e cada mês foi feito com três semanas de dez dias para tornar difícil para as pessoas saberem qual dia era domingo.

Em 29 de setembro de 1795, um edital proibia todas as manifestações públicas de religiosas. Os sacerdotes não podiam usar roupas clericais em público nem os monges. Todos os serviços religiosos ao ar livre, procissões e adoração foram proibidas. Quando o padre Pierre-René Rogues foi visto carregando a Eucaristia pelas ruas de Vannes, na Bretanha, na véspera de Natal, ele foi preso e executado.

Onze dias antes da sua morte, Robespierre enviou dezesseis freiras Carmelitas de Compiègne à guilhotina. Em 1790, quando a Assembléia dissolveu todas as ordens religiosas, as freiras se recusaram a deixar seu convento. Mas o seu prédio foi confiscado e elas foram despejadas na rua. Obedecendo a nova lei, as freiras adotaram roupas comuns, mas se juntaram em alojamentos e continuaram sua vida de oração. Isso foi considerado criminoso e, eventualmente, elas foram presas, levados a Paris e condenadas. As freiras foram levadas para a guilhotina,e depois da morte eles foram jogadas nuas em uma vala comum. ”

A revolução francesa foi a grande tentativa de “descristianizar” a França e apagar todo seu passado cristão através do derramamento de sangue.

Bearing False Witness, Debunking Centuries of Anti-Catholic History – Rodney Stark

 
 
 

O Alcorão afirma que Jesus não morreu crucificado, que apenas alguém enganou a todos e morreu no seu lugar. (Ver Sura 4:157-58).

A morte na cruz de Jesus é muito bem atestada pelos 4 evangelhos e por todo o Novo Testamento. Foi um evento real ocorrido no primeiro século, atestado também por historiadores seculares. Todas essas fontes históricas independentes já refutam boa parte da teologia islâmica.

Vejamos:

“Os mais ilustres dentre os de nossa nação acusaram-no perante Pilatos, e este ordenou que o crucificassem.” (Antiguidades Judaicas 18.4 – Flávio Josefo)

“Consequentemente, para livrar-se da delação, Nero colocou a culpa e infligiu as mais terríveis torturas sobre uma classe odiada por suas abominações, chamada pelo populacho de cristãos. Christus, do qual o nome é originado, sofreu a pena capital durante o reinado de Pôncio Pilatos… Além de sua morte, houve zombarias de todo o tipo. Cobertos por peles de animais, eles foram rasgados por cães e pereceram, ou pregados a cruzes, ou condenados pelo fogo e queimados, para servir de iluminação noturna quando a luz do dia havia expirado. Nero ofereceu seus jardins para o espetáculo.” (Tático, Anais 15.44.)

“…o homem que foi crucificado na Palestina porque introduziu uma nova seita no mundo.” (Luciano de Samosata, O Peregrino Passageiro)

Sem mencionar os pais da igreja primitiva que tiveram contato direto com os apóstolos, e escreveram cartas e livros no primeiro e segundo século, que também afirmam a morte na cruz por Jesus. Entre eles, Clemente, Policarpo, Justino e Irineu.

Mesmo os judeus, inimigos de Cristo, séculos mais tarde escreveram que Jesus foi crucificado na véspera da Páscoa, por práticas de feitiçarias e conduzir Israel a apostasia. (Sanhedrin 43a). Sem mencionar a irracionalidade de que é obvio que os seguidores de Jesus notariam se alguém tivesse se passando por Jesus, conviveram mais de 3 anos juntos e não reconheceriam seu próprio mestre?

Em resumo, a evidência histórica é muito forte de que Jesus morreu por crucificação. Ela é atestada por uma série de fontes antigas, alguns dos quais são não-cristãos e, portanto, não tendenciosos em direção a uma interpretação cristã dos acontecimentos.

– Jesus profetizou sua própria morte

A partir das próprias narrativas dos evangelhos, Jesus predisse sua morte e ressurreição iminente várias vezes como visto em Marcos (8:31, 9: 9, 9: 30-31, 10: 33-34, 10:45, 12: 1-12 14 : 18-28), M (sinal de Jonas:. Mateus 12: 38-40), L (Profeta não pode morrer fora de Jerusalém: Lucas 13: 32-33) João (2: 18-22, 3: 13-14 ; 08:28; 12: 32-34), e, possivelmente, até mesmo dentro da fonte Q. Isto está bem estabelecido em várias e independentes fontes. Além disso, a profecia da Paixão e Ressurreição preditas por Jesus, cumprem o critério de embaraço. Lemos que no Jardim do Getsêmani, ele ora como se quissese escapar do evento inevitável de sua morte (Marcos 14: 32-40; Mateus 26: 36-46; Lc. 22: 39-46). Além de tudo isso, há o retrato bastante embaraçoso dos discípulos que não entendem a previsões de Jesus ou simplesmente não acreditavam nele (Marcos 8: 31-33; 9: 31-32; 14: 27-31; Lucas 24: 11, 21). Este, por sua vez, nos mostra que duas vezes Jesus e seus discípulos, são retratados em uma luz negativa. Neste assunto o antigo historiador Maier Comenta: “Se a história da Semana Santa foi uma invenção devota de escritores que queriam retratar um super-herói, essa cena nunca teria sido incluída.” (Maier, Paul. “Na plenitude dos tempos”.)

Sobre esta questão o Alcorão é equivocado. Historicamente Jesus realmente morreu por crucificação, algo que o Alcorão tenta negar por razões teológicas, não históricas.

Os Islã agora fica numa péssima situação, se Jesus realmente profetizou sua morte e ressurreição, como é abundantemente atestado por fontes antigas, e sabemos que de fato isso ocorreu, sendo que próprio Alcorão diz que Jesus era um Verdadeiro Profeta (2:87, 136, 253; 3:45; 4:171; 5:75; 57:27; 61:6). Como então eles vão contra toda a historia antiga e contra o próprio Jesus ao afirmar que Cristo não foi crucificado?

Se Cristo não foi crucificado, ele errou em suas profecias, portando não foi um verdadeiro profeta como afirma o Alcorão. Se Jesus foi de fato crucificado, como afirma toda a história, isso contradiz o Alcorão que afirma que esse fato não ocorreu.

Então, sabemos que qualquer caminho a ser tomado pelo Alcorão está errado e a teologia islâmica não passa de um engodo.

Bem profetizou Paulo: “Eles se recusarão a dar ouvidos à verdade, voltando-se para os mitos.” 2 Timóteo 4:4

 
 
 

Historicidade de Atos 18 e a relação do filósofo Sêneca com o apóstolo Paulo. “Mas, sendo Gálio procônsul da Acaia, levantaram-se os judeus concordemente contra Paulo, e o levaram ao tribunal.” Atos 18:12 Junius Gálio, foi procônsul da Acaia no ano de 52, sua historicidade é confirmada pela arqueologia e pelas cartas trocadas com seu irmão, o grande filósofo romano Sêneca. Em uma tese na Universidade de Paris, de 1905, Emile Bourget publicou quatro fragmentos de uma inscrição de Delfos. A inscrição menciona claramente Galio como procônsul (anthupatos) da Acaia e a 26º aclamação do César. Isso levanta a interessante possibilidade de datar o evento que Atos descreve. A 26ª aclamação do Caesar deveria ter ocorrido no primeiro semestre do ano 52. O procônsul normalmente servia apenas um ano e iniciava-se seu mandato na primavera. Portanto, esse fato coloca Atos 18 como uma fonte histórica sólida no ano de 52. Em um dos seus escritos, Sêneca escreve o seguinte: “A divindade está próxima de ti. Ela está contigo. Está em ti. Em nós, habita um espírito santo, observador e guarda do bem e do mal. Esse espírito nos estima na medida em que o tivermos tratado. Sem Deus, ninguém é um homem bom.” (Sêneca, Cartas a Lucílio).

Como sabemos, Gálio, irmão de Sêneca, era governador na Grécia, na região da Acaia, e naquele momento Paulo pregava em Corinto a religião do Cristo. A comunidade judia tentou fazer interditar a atividade do apóstolo, mas Gálio, no ano de 52, decidiu o conflito em favor de Paulo. É bem possível que Sêneca, nas cartas de seu irmão, tenha tido conhecimento daqueles acontecimentos. Os dois irmãos estimavam-se e Sêneca dedicou a Gálio várias de suas obras. Tempos depois quando Paulo foi preso e levado a Roma, ele ficou sob a guarda de Burrus, chefe da guarda pretoriana e amigo pessoal de Sêneca. Como conselheiro de Nero, é bem provável que Sêneca também estivesse presente durante o julgamento de Paulo em Roma. Não se sabe ao certo se os dois chegaram a se conhecer pessoalmente, mas as concepções ideais de Sêneca estavam tão próximas das ideias cristãs que se pensou mais tarde que esse sábio era cristão e que trocara correspondência com Paulo.

Fontes: http://users.wfu.edu/horton/r102/gallio.html Os Césares, Apogeu e Loucura – Ivar Lissner Heathen contact with christianity its first century and half – C.R Heines

 
 
 
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