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Foto da hóstia consagrada publicada pelo site da Arquidiocese de Guadalajara

GUADALAJARA, 02 Ago. 13 / 11:31 am (ACI/EWTN Noticias).- O Vigário Geral da Arquidiocese de Guadalajara (México), Monsenhor Ramiro Valdés Sánchez, informou que a Arquidiocese investiga o possível milagre Eucarístico que teria ocorrido em 24 de julho na paróquia Maria Mãe da Igreja localizada na colônia Jardins da Paz; enquanto isso, a hóstia consagrada não voltará a ser exposta.

Mons. Valdés Sánchez foi instruído pelo Arcebispo de Guadalajara, Cardeal José Francisco Robles Ortega, para que encabece a correspondente investigação.

O fato

O Pe. José Dolores Castellanos Gudiño, pároco da igreja, disse que em 24 de julho, enquanto fazia sua oração ajoelhado diante do Santíssimo, viu um brilho e escutou uma voz que lhe disse: “Toque os sinos para que venham todos, derramarei benções aos que estejam presente e todo o dia. Pega o teu pequeno sacrário de adoração particular e leva-o ao altar da paróquia, coloca também junto ao pequeno sacrário a custódia grande, não abra o Sacrário até as três da tarde, não antes, farei um milagre na Eucaristia, o milagre que se realizará será chamado o ‘Milagre da Eucaristia na Encarnação do Amor junto com nossa Mãe e Senhora’… Depois lhe disse que o transmitisse a seus apóstolos (os sacerdotes) para que lhes servisse em sua conversão e que encheria de benções a todas as almas.

O sacerdote, conhecido como Pe. Lolo, disse que não conseguiu falar nada mais que: “meu senhor sou seu servo, faça-se a tua vontade”.

Logo fez tudo o que lhe ordenou “e por volta das três da tarde as pessoas que estávamos reunidas, rezávamos uma estação ao Santíssimo Sacramento, quando perguntei se já eram três da tarde e todos me disseram que sim, aproximei-me do Sacrário e ao abri-lo a hóstia consagrada por nosso Senhor Jesus Cristo estava banhada em sangue”.

O Pe. Lolo explicou que Jesus quer que se adore seu corpo e seu sangue unidos à Virgem Maria todos os dias 24 de julho. “Escutei também que me disse (a voz) que lhe erigisse nesta comunidade um local onde estivesse à adoração de todas as almas e que se em algum momento querem mandar fazer estudos, podem levar uma parte para fazer todos os estudos que queiram”.

Jesus, disse o sacerdote, está aqui presente “e eu transmito somente o que escutei e junto com os que viram o que vi”.

A investigação

Mons. Valdés Sánchez indicou que os estudos se farão em Guadalajara. “Primeiro é necessário recolher o testemunho de três pessoas que estiveram no ato, obviamente neste caso, o testemunho do pároco. Depois, é necessário manifestá-lo por escrito.”, explicou.

Após esta primeira etapa, disse que “nomeia-se uma equipe técnica de peritos: médicos, químicos, biólogos, pessoas especialistas com técnicas científicas modernas que investiguem a que se deve a cor da Hóstia, se tem uma explicação ou se é inexplicável”.

“Enquanto isto ocorre, a Igreja de Guadalajara, através de seu Arcebispo Cardeal indicou que não se exponha ao olhar do povo essa Hóstia e se pede que se guarde em um lugar seguro, em um sacrário”, assinalou.

O Vigário Geral recordou que “a doutrina jurídica da Igreja Católica manifesta que quando houver um fato extraordinário, fora do comum, sejam tomadas as devidas precauções para conhecer se o fato pode explicar-se com causas naturais ou se é necessário investigar mais a fundo para conhecer se excede o natural e se constata como um fato milagroso ou não”.

 
 
 

O grande milagre é uma história inspiradora que revela a esperança e a fé. A história gira em torno de três personagens em crise: Monica uma viúva e mãe de uma criança de 9 anos faz todos os esforços para manter a sua casa. Don Chema, um motorista de transporte público que recebe a notícia de uma doença que pode levar a morte de seu filho e Dona Cata, uma velha que sente que sua missão na vida é longa. As histórias se entrelaçam quando sentem uma grande necessidade de estar na igreja. E o que não se pode imaginar é que eles estão prestes a mudar suas vidas para sempre. Com a ajuda de anjos da guarda, vai testemunhar o verdadeiro significado da Missa, uma luta constante entre o bem e o mal, o triunfo da fé.

 
 
 

Domingo da Divina Misericórdia é uma festa instituída e era fundamental para João Paulo II

Cidade do Vaticano (Sexta-feira, 14-01-2011, Gaudium Press) Após a confirmação da beatificação de João Paulo II, com a assinatura do Papa Bento XVI ratificando o decreto sobre milagre atribuído a seu antecessor, o Vaticano anunciou a data da cerimônia: 1º de maio, domingo da Divina Misericórdia.

O anúncio foi feito nesta manhã, em uma concorrida coletiva de imprensa, pelo porta-voz do Vaticano, Padre Federico Lombardi. O 2º Domingo de Páscoa, a Divina Misericórdia é uma festa instituída e “fundamental” para João Paulo II, daí a escolha da data para a cerimônia de beatificação.

“O rito de beatificação do Venerável Servo de Deus João Paulo II – declara o Padre Lombardi – terá lugar no Vaticano, no dia 1º de maio de 2011, II Domingo de Páscoa, da Divina Misericórdia, presidido pelo Sumo Pontífice Bento XVI”.

A Divina Misericórdia foi um período central e fundamental do pontificado wojtylniano. João Paulo II, em 1980, escreveu uma encíclica sobre a Divina Misericórdia, “Dives in Misericordia”. Durante a canonização de Faustina Kowalska, João Paulo II instituiu que o primeiro domingo após a Páscoa será celebrado como Domingo da Divina Misericórdia. Em sua última viagem a sua terra natal, a Polônia, em 17 de agosto de 2002, quando visitou o santuário de Lagiewniki, João Paulo II confiou todo o mundo em oração à Divina Misericórdia.

Ainda não foi estabelecida a data de sua memória litúrgica. O corpo também não será exposto ao público durante a cerimônia de beatificação; será, como já noticiado, disposto sob o altar da Capela de São Sebastião, com uma simples lápide de mármore com as palavras “o beato João Paulo II”. A Capela de São Sebastião é a segunda à direita à entrada da Basílica Vaticana.

Padre Lombardi ressaltou na coletiva que, até o momento, não se cogita a exposição do corpo de João Paulo II. Tampouco foram confirmadas informações sobre as relíquias que serão usadas na cerimônia.

O processo de beatificação de João Paulo II, aberto em 28 de junho de 2005 – apenas três meses após sua morte – durou cinco anos e seis meses.

 
 
 
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