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VATICANO, 17 Mai. 13 / 11:03 am (ACI/EWTN Noticias).- O Papa Francisco fez um chamado às autoridades civis a respeitar a liberdade religiosa em todo o mundo e acolher sem preconceitos as contribuições do cristianismo, ao recordar os 1700 anos do Decreto de Milão que concedeu a liberdade de culto aos cristãos em todo o império romano e pôs fim às perseguições religiosas.

O Santo Padre fez este chamado na mensagem que enviou ao Arcebispo de Milão, Cardeal Angelo Scola, para saudar o Patriarca Ecumênico Bartolomeu I, que visita esta cidade italiana com motivo do aniversário deste documento assinado no ano 313 por Constatino e Licinio, imperadores Ocidente e Oriente.

No texto, enviado através do Secretário de Estado, Cardeal Tarcisio Bertone, o Papa fez extensiva sua saudação a todos os que participam da comemoração desta histórica decisão que decretou “a liberdade religiosa para os cristãos, abriu novos caminhos ao Evangelho e contribuiu de forma decisiva ao nascimento da civilização europeia”.

Nesse sentido, expressou seu desejo de que “hoje como ontem o testemunho comum dos cristãos do Oriente e Ocidente, regida pelo espírito do Ressuscitado, contribua à difusão da mensagem de salvação na Europa e em todo o mundo e que, graças aos propósitos das autoridades civis se respeite em todos os lugares o direito à expressão pública da própria fé e se acolha sem preconceitos a contribuição que o cristianismo continua oferecendo à cultura e à sociedade de nosso tempo”.

No momento da promulgação do Decreto de Milão existiam no império romano 1500 sedes episcopais e entre cinco e sete milhões, dos 50 milhões de habitantes, eram cristãos.

 
 
 
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Lembrou o cardeal Bagnasco de Gênova em um congresso

Se a liturgia é teologia de vida, você precisa crescer nesta rotina “de acordo com o espírito e as normas de uma celebração correta” e “pensar que o personagem principal da liturgia não é o homem, mas Cristo”. Foi a mensagem do Cardeal Angelo Bagnasco, arcebispo de Gênova e presidente da CEI, concluindo esta manhã na Sala Quadrivium o trabalho da conferência em memória de Dom Ruggero De Mutta, que morreu de repente há um ano e autêntico “especialista” da liturgia, tendo conduzido há mais de 16 anos o escritório diocesano.

Bagnasco interveio após o relatório do Bispo Alceste Catella, bispo de Casale Monferrato e presidente da Comissão Litúrgica da Conferência Episcopal, que dedicou grande parte de seu discurso ao Movimento Litúrgico genovês que teve muitos expoentes ilustres e de De Mutta foi um representante valioso.

“Invocar o espírito celebrativo da liturgia é muito importante e eu tenho que dizer que nos últimos anos estamos testemunhando uma recuperação neste sentido”, disse, à margem, o cardeal genôves citando o trabalho feito, nesse sentido, pelo Papa Bento XVI e também enfatinzado como tudo isso é feito de forma harmoniosa, bem como no mesmo discurso hoje feito por Angelo Bagnasco foi absolutamente desprovido de qualquer polêmica contra certas distorções advindas da renovação que floresceu no Concílio Vaticano II.

Fonte: Vatican Insider, 24 de abril de 2013.

 
 
 

VATICANO, 10 Mar. 13 / 02:39 pm (ACI/EWTN Noticias).- Nesta segunda-feira 11 de março, às 17:30h (hora de Roma), os funcionários e empregados da Santa Sé que por diversos motivos estarão relacionados ao Conclave, jurarão guardar “segredo absoluto”, perante o Cardeal Camerlengo Tarcisio Bertone e, como testemunhas, dois Protonotários Apostólicos.

O juramento a ser realizado na Capela Paulina, de acordo aos numerais 46 e 47 da Constituição Apostólica Universi Dominici Gregis, será presidido pelo Secretário do Colégio Cardinalício, o Mestre das Celebrações Litúrgicas Pontifícias e um eclesiástico eleito pelo Cardeal que preside o Conclave para ajudá-los em seus trabalhos.

Também serão juramentados os religiosos homens e mulheres da Sacristia Pontifícia, sacerdotes de várias línguas para as confissões, médicos e enfermeiras, assim como as pessoas responsáveis pelos elevadores do Palácio Pontifício.

Além disso, o pessoal de serviços do refeitório e da limpeza, encarregados do transporte dos Cardeais eleitores da Casa da Santa Marta ao Palácio Apostólico, o coronel e um comandante da Guarda a Suíça e o diretor dos Serviços de Segurança e Defesa Civil, junto a alguns de seus colaboradores, pronunciarão o juramento.

O juramento que pronunciarão se encontra no numeral 48 da Universi Dominici Gregis, no qual lê-se o seguinte:

“Eu, N. N., prometo e juro observar o segredo absoluto e com toda a pessoa que não fizer parte do Colégio dos Cardeais eleitores, e isto perpetuamente, a não ser que receba especial faculdade dada expressamente pelo novo Pontífice eleito ou pelos seus sucessores, acerca de tudo aquilo que concerne directa ou indirectamente às votações e aos escrutínios para a eleição doSumo Pontífice.

De igual modo, prometo e juro de me abster de fazer uso de qualquer instrumento de gravação, de audição, ou de visão daquilo que, durante o período da eleição, se realizar dentro dos confins da Cidade do Vaticano, e particularmente de quanto, directa ou indirectamente, tiver a ver, de qualquer modo, com as operações ligadas à própria eleição.

Declaro proferir este juramento, consciente de que uma infracção ao mesmo comportará para a minha pessoa aquelas sanções espirituais e canónicas que o futuro Sumo Pontífice (cf. cân. 1399 do Código de Direito Canónico), julgar dever adoptar.

Assim Deus me ajude e estes Santos Evangelhos, que toco com a minha mão”.

 
 
 
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