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VATICANO, 04 Mai. 08 / 07:00 pm (

ACI).- O Papa Bento XVI sublinhou que a Virgem Maria é “o lugar de ancoragem para a própria existência”, que mostra sempre o caminho até Jesus, durante a oração do Regina Coeli este meio-dia (hora local) na Praça de São Pedro.

Perante milhares de peregrinos, o Santo Padre explicou que diante da pergunta sobre o que necessita o homem de todos os tempos como “lugar de ancoragem para a própria existência”, aparece o “sentido estupendo da presença de Maria em meio de nós”.

“Voltando o olhar para Ela, como os primeiros discípulos, somos imediatamente remitidos à realidade de Jesus: a Mãe nos indica ao Filho, que já não está mais fisicamente entre nós, mas que nos espera na casa do Pai”, precisou o Pontífice.

Depois de recordar que hoje se celebra a Solenidade da Ascensão do Senhor, e que os discípulos viveram esta experiência reunidos em torno da Mãe de Jesus, Bento XVI afirmou que “neste primeiro domingo de maio, mês Mariano, revivemos esta experiência também nós, sentindo mais intensamente a presença espiritual de Maria”.

“Em seus discursos de despedida aos discípulos, Jesus insistiu muito em seu ‘retorno ao Pai’, coroação de toda sua missão: Ele veio ao mundo para relacionar o homem a Deus, não no plano ideal –como um filósofo ou um mestre de sabedoria– senão realmente como pastor que quer reconduzir às ovelhas ao redil. Este êxodo para a pátria celeste, que Jesus viveu em primeira pessoa, o encarou totalmente por nós”.

“E por nós desceu do Céu e por nós ascendeu, logo de ter se feito em tudo similar aos homens, humilhado até a morte de cruz, e depois de ter tocado o abismo do máximo afastamento de Deus. Por isso o Pai se agradou nele e o ‘exaltou’, lhe restituindo a plenitude de sua glória, mas agora com nossa humanidade”, continuou o Papa.

“Deus no homem – o homem em Deus: esta é uma verdade não teórica senão real. Por isso a esperança cristã, fundada em Cristo, não é uma ilusão senão, como diz a Carta aos Hebreus, ‘nela temos como uma âncora de nossa vida‘, uma âncora que penetra no Céu onde Cristo nos precedeu”, adicionou.

“Jesus convida a não ficar olhando o alto, senão a estar sempre unidos na oração, para invocar o dom do Espírito Santo. Só a quem ‘renasce do alto’, quer dizer do Espírito de Deus, lhe é aberto o ingresso ao Reino dos Céus; e a primeira ‘renascida do alto’ é a Virgem Maria. A ela portanto nos dirigimos na plenitude da alegria pascal”, concluiu.

 
 
 

Em sua intervenção deste domingo, antes de rezar o Ângelus

CASTEL GANDOLFO, domingo, 27 de agosto de 2006 (ZENIT.org).- Fazendo-se próximo do sofrimento das mães pelo extravio de seus próprios filhos, Bento XVI propôs neste domingo, e tornou atual, o modelo de oração perseverante e de busca da verdade de duas grandes figuras da Igreja, mãe e filho: Santa Mônica e Santo Agostinho.

Ambos viveram no século IV, mas «seus testemunhos podem ser de grande consolo e ajuda para muitas famílias também de nosso tempo», reconheceu o Papa, calorosamente acolhido pelos peregrinos que lotaram o pátio da residência pontifícia de Castel Gandolfo.

De Santa Mônica, a quem a Igreja recorda no dia 27 de agosto, Bento XVI afirmou sua maneira exemplar de viver «sua missão de esposa e mãe»: por um lado, ajudando seu marido Patrício «a descobrir a beleza da fé em Cristo e a força do amor evangélico», e por outro, cuidando valentemente de seus filhos ao enviuvar precocemente.

O próprio Santo Agostinho, que ao princípio fez a sua mãe sofrer com seu temperamento rebelde, reconhecia que ela lhe havia gerado duas vezes. «A segunda — afirmou o Papa – exigiu uma longa tribulação espiritual, feita de oração e de lágrimas, mas coroada ao final pela alegria de vê-lo não só abraçar a fé e receber o Batismo, mas também dedicar-se inteiramente ao serviço de Cristo.»

«Quantas dificuldades existem também hoje nas relações familiares, e muitas mães estão angustiadas porque seus filhos se encaminham por sendas equivocadas!», lamentou Bento XVI.

A todas essas mães, Santa Mônica convida «a não desanimar-se, mas a perseverar na missão de esposas e de mães — propõe o Santo Padre –, mantendo firme a confiança em Deus e entregando-se com perseverança à oração».

Profundo conhecedor da figura e da espiritualidade de Santo Agostinho — do qual escreveu sua tese doutoral e a quem quis recordar em seu escudo pontifício –, Bento XVI sublinhou a «apaixonada busca da verdade» que traçou a existência de quem chegou a ser bispo de Hipona.

Em sua adolescência, Agostinho «lançou-se» «à beleza terrena» «de maneira egoísta e possessiva, com comportamentos que criaram não pouca dor em sua piedosa mãe», apontou o Papa.

Em um «fatigoso itinerário», e com ajuda da oração de sua mãe, «Agostinho abriu-se cada vez mais à plenitude da verdade e do amor», e ao final, «não sem uma longa tempestade interior, descobriu em Cristo o sentido último e pleno da própria vida e de toda a história humana», prosseguiu.

Por isso Agostinho — cuja memória a Igreja celebra na segunda-feira — é «modelo do caminho para Deus, suprema Verdade e sumo Bem», descreveu o Papa.

Expressou seu desejo de que Santo Agostinho obtenha também obtenha também para nós «o dom de um sincero e profundo encontro com Cristo», especialmente «para todos aqueles jovens que, sedentos de felicidade, a buscam percorrendo caminhos equivocados e se perdem em becos sem saída».

Antes de iniciar a oração mariana, em meio a um impressionante silêncio, Bento XVI encomendou à Virgem Maria «os pais cristãos, para que, como Mônica, acompanhem com o exemplo e a oração o caminho de seus filhos», e a juventude, para que, «como Agostinho, tenda sempre à plenitude da Verdade e do Amor, que é Cristo».

«Só Ele pode saciar os desejos profundos do coração humano», concluiu.

 
 
 

“Um só Senhor, uma só fé, um só batismo” (Ef 4,5)

A palavra eclesiologia vem do grego eclesia (=igreja) e logia (=estudo), sendo assim eclesiologia o estudo da Igreja.

Em debate com um pastor protestante, ele me afirmara que “A Igreja Coluna da Verdade é composta por todos os salvos pelo sangue de Jesus, independente das divisões doutrinárias”.

O protestantismo prega uma Igreja invisível, que abriga várias doutrinas até mesmo contraditórias entre si; que o importante é “aceitar Jesus”. Mas será que há verdade na eclesiologia protestante?

O Santo Apóstolo Paulo nos ensina que Deus ressucitou Cristo dos Mortos “pondo-o à sua direita nos céus” (Ef 1,20) e “o constituiu como cabeça da Igreja. Que é o seu corpo, a plenitude daquele que cumpre tudo em todos” (Ef 1,22-23).

E como uma Igreja invisível que abriga verdades até mesmo excludentes, pode ser “corpo, a plenitude daquele que cumpre tudo em todos”, o reflexo perfeito da verdade única (Jo 14,6) que é Cristo?

A Igreja ensinada pelos protestantes é falsa, formada de baixo para cima, formada por homens, e não por Cristo; invisível, sem governo e hirarquia.

E com é a Igreja verdadeira?

  1. É visível. Cristo fundou uma Igreja visível, “que não pode se esconder” e a compara a “uma cidade edificada sobre um monte” (Mt 5,14), portanto bem visível a todos. A visibilidade da Igreja não está em seus prédios, mas em seu governo, sua hierarquia.

  2. É única. A Igreja de Cristo confessa “Um só Senhor, uma só fé, um só batismo” (Ef 4,5).

  3. É Católica. Católica quer dizer universal. Ela é universal pois está no mundo inteiro, em todas as nações, como ordenou nosso Senhor: “Portanto, ide, ensinai a todas as nações, batizando-as em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo” (Mt 28,19).

  4. É Apostólica. Pois guarda a tradição dos apóstolos (At 2,42) e a sucessão regular dos bispos, dos apóstolos até os bispos atuais.

  5. É Romana. Foi necessário para o desenvolvimento do Cristianismo a transferência da sede de Jerusalém para Roma. São Pedro escreve sua primeira epístola como Bispo de Roma; o pseudônimo para Roma é Babilônia (1Pd 5,13).

Autor: Prof. Alessandro Lima Fonte: Veritatis Splendor

 
 
 
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Esta obra é inteiramente dedicada à Santíssima Virgem Maria!

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