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Pontífice falou aos peregrinos reunidos para rezar o Angelus


CIDADE DO VATICANO, domingo, 23 de janeiro de 2011 (ZENIT.org) – Bento XVI afirmou hoje, durante a oração do Angelus com os peregrinos no Vaticano, que o caminho para a unidade plena dos cristãos passa necessariamente pela conversão de cada um.

“O sério dever de conversão a Cristo é o caminho que conduz a Igreja, com os tempos que Deus dispõe, à plena unidade visível”, disse o Papa.

Citando a segunda leitura da liturgia deste domingo, a propósito das divisões existentes na comunidade cristã de Corinto, o pontífice quis recordar, com o apóstolo Paulo, que “toda divisão na Igreja é uma ofensa a Cristo”.

Ao mesmo tempo – acrescentou – “é sempre n’Ele, única Cabeça e Senhor, onde podemos voltar a nos encontrar unidos, pela força inesgotável de sua graça”.

“Só desta forma, permanecendo firmemente unida a Cristo, a Igreja pode realizar eficazmente sua missão, apesar de todos os limites e das faltas de seus membros, apesar das divisões”, explicou o Papa.

Para poder cumprir sua missão de ser “no mundo sinal e instrumento de união íntima com Deus e de unidade entre os homens” – acrescentou –, os cristãos devem fundar sua vida em quatro pilares: “a vida fundada na fé dos Apóstolos transmitida na viva Tradição da Igreja, a comunhão fraterna, a Eucaristia e a oração”.

 
 
 

Cardeal Scherer comenta decisão do Papa de criar departamento da nova evangelização

SÃO PAULO, terça-feira, 6 de julho de 2010 (ZENIT.org) – O arcebispo de São Paulo, cardeal Odilo Scherer, considera que hoje se vive um déficit de evangelização; trata-se de um novo tempo, que requer um novo anúncio do Evangelho.

Em artigo divulgado na edição desta semana do jornal O São Paulo, Dom Odilo comenta a decisão de Bento XVI de criar um Pontifício Conselho para promover, especificamente, a nova evangelização em toda a Igreja. É uma decisão “certamente muito significativa”, diz o arcebispo.

Com a criação desse novo organismo vaticano, o Papa “dá a entender a todos que este é um propósito seu, e deverá ser uma atitude da Igreja em todo o mundo, para responder aos desafios postos pela atual ‘mudança de época na história da humanidade”.

“Não podemos perder esta ocasião, se não queremos que a Boa Nova do Evangelho fique excluída da vida do povo – dos povos – e da nova cultura que está sendo gerada por muitos fatores”, afirma o arcebispo.

Dom Odilo considera que o novo Pontifício Conselho é especialmente importante para a Europa, “onde o Catolicismo foi historicamente muito importante e marcou a vida e a cultura daqueles povos, mas hoje enfrenta grandes dificuldades”.

Segundo o cardeal, o conceito de “nova evangelização” não deve ser mal entendido. “Não se trata de desconsiderar o trabalho evangelizador já feito pelas gerações que nos precederam, ao longo dos séculos”.

“Trata-se, ao invés disso, de valorizar ‘de novo’, aquilo que elas já fizeram e que, talvez, deixou de ser feito em muitos lugares. Estamos, claramente, diante de um déficit de evangelização em nossos dias”, afirma.

Por outro lado – prossegue o arcebispo de São Paulo –, “tempos novos requerem anúncio novo do Evangelho, novas sínteses culturais e o recurso a novas metodologias para evangelizar”.

“Não podemos considerar a evangelização, onde ela já foi feita, um fato consumado de uma vez por todas; a bem da verdade, cada geração necessita ser evangelizada novamente e até mais de uma vez ao longo da vida.”

“Tanto mais, se considerarmos que, atualmente, a passagem da fé, da ‘herança apostólica’ e da vida eclesial não acontece mais de forma automática. Há uma ruptura na corrente de transmissão da fé”, assinala o cardeal.

“Quanta dificuldade representa, para os pais, a evangelização dos filhos! E quantos pais católicos, lamentavelmente, já não consideram mais ser sua missão evangelizar os filhos! Eis, pois, como é necessária uma ‘nova evangelização’!”

(Alexandre Ribeiro)

 
 
 

Resultados de um estudo realizado na Itália, Espanha e França

ROMA, quarta-feira, 28 de junho de 2006 (ZENIT.org).- A difusão da Bíblia e do Novo Testamento experimentam um grande crescimento, mas ao mesmo tempo persiste o fenômeno de uma cultura religiosa frágil. São estes os resultados de uma pesquisa encarregada pela Aliança Bíblica Universal (ABU), dirigida pelo professor Luca Diotallevi, da Universidade «Roma Tres».

A pesquisa envolve um período de três anos e inclui a França, a Espanha e a Itália. A pesquisa, levada a cabo por Eurisko com uma mostra de 650 pessoas dos três países, inclui também entrevistas em profundidade com lideres da Igreja Católica, buscados a esse propósito, dos três países, com uma avaliação final dos dados recolhidos.

O professor Diotallevi, sociólogo, diretor da investigação, explicou em uma coletiva de imprensa celebrada em Roma em 26 de junho que, nos 40 anos seguintes ao Concílio Vaticano II, a Bíblia «entrou massivamente nas famílias de muitos cristãos, em casas onde antes não estava. A pena é que em muitos casos fica fechada, é um objeto sagrado ao invés de um Livro sagrado».

A pesquisa põe de manifesto que a difusão e conhecimento do texto bíblico se dá sobretudo através da missa dominical. O cumprimento do preceito festivo se vê em primeiro lugar na Espanha, com 49% dos fiéis. Segue a Itália com 29%, e a França, com 26%.

Da pesquisa se deduz que, entre estes praticantes, 55% dos franceses lêem a Bíblia, 52% dos espanhóis e 42% dos italianos. Entre quem participa em leituras de grupo, 21% são franceses, 17% italianos e 12% espanhóis. Segundo os entrevistados, a homilia é o instrumento mais difundido para fazer conhecer a Bíblia.

O conhecimento dos fatos bíblicos continua sendo muito parcial, reconhece o estudo. Nas entrevistas se fizeram perguntas nas quais se pedia para indicar quem entre os santos eram autores de um evangelho; 32% indicaram São Pedro e 49%, São Paulo, pondo de destaque a confusão entre evangelista, apóstolo e autor de epístolas.

Segundo os entrevistados nos três países, «o aspecto mais positivo da Igreja» é a paróquia (46% espanhóis, 42% franceses, 39% italianos). Em segundo lugar se assinala o Papa (26% Espanha, 25% Itália e 17% França), e em terceiro lugar estão os grupos leigos (França 13%, Espanha 11%, Itália 8%).

«Da pesquisa — sublinhou Diotallevi — emerge um conhecimento religioso frágil e nulo», com porcentagem de 56% na Espanha, 47% na Itália e 44% na França, e uma alfabetização bíblica baixa: 30% Itália, 22% Espanha, 21% França.

Diotallevi concluiu precisando que «em geral se experimenta a importância da Bíblia, mas é necessário empreender iniciativas que promovam mais sua difusão e seu conhecimento profundo, e poderão ser mais eficazes se católicos, protestantes e ortodoxos sabem colaborar juntos».

 
 
 
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