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Agostinho de Hipona conhecido universalmente como Santo Agostinho, foi um dos mais importantes teólogos e filósofos dos primeiros anos do cristianismo cujas obras foram muito influentes no desenvolvimento do cristianismo e filosofia ocidental. Ele era o bispo de Hipona, uma cidade na província romana da África. Escrevendo na era patrística, ele é amplamente considerado como sendo o mais importante dos Padres da Igreja no ocidente. Suas obras-primas são “A Cidade de Deus” e “Confissões”, ambas ainda muito estudadas atualmente.

Confissões foi meu primeiro contato com as obras desse grande nome da história da cristandade. Podemos notar em seu intelecto extremamente afiado e curioso, um homem que luta contra si mesmo em busca de respostas. Não é um livro que eu diria ser fácil de ler lido, mas eu achei prazeroso conhecer um pouco mais sobre sobre sua história.

Confissões é sua auto-biografia, nessa obra vemos a busca incessante de Agostinho por respostas de suas questões existenciais, vemos que mesmo um dos mais brilhantes filósofos e mestres da retórica de todos os tempos teve seus tempos de angústia e crise existencial. Agostinho de forma brilhante e corajosa expressa toda sua emoção e seus pecados, desnuda todas as suas falhas,  e traz a tona toda sua angústia espiritual e toda sua busca pelo sentido que transformaria sua vida. Sua conversão mostra como Deus trabalha de forma misteriosa, mesmo depois de ser seduzido ao maniqueísmo e filosofias pagãs, ter se enveredado pelos prazeres da carne e viver um vida completamente libertina, Agostinho se tornou um dos grandes nomes da teologia cristã. Sua eloquência, perspicácia e principalmente sua teologia cristocêntrica foram fundamentais para moldar o cristianismo e combater as heresias da época. Seu pensamento ainda é muito influente na teologia cristã e suas obras ainda são muito estudas, tantos por católicos e protestantes.

Vou deixar um trecho do livro que para mim é uma das mais belas passagens que já li.

” Tarde te amei, Beleza tão antiga e tão nova, tarde te amei! Eis que estavas dentro de mim, e eu lá fora, a te procurar! Eu, disforme, me atirava à beleza das formas que criaste. Estavas comigo, e eu não estava em ti. Retinham-me longe de ti aquilo que nem existiria se não existisse em ti. Tu me chamaste, gritaste por mim, e venceste minha surdez. Brilhaste, e teu esplendor afugentou minha cegueira. Exalaste teu perfume, respirei-o, e suspiro por ti. Eu te saboreei, e agora tenho fome e sede de ti. Tocaste-me, e o desejo de tua paz me inflama.”

Ramon Serrano

 
 
 
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C.S Lewis é sem dúvida um dos maiores gênios da literatura moderna, seus livros são sempre cheios de lucidez e brilhantismo sobre diversas áreas do cristianismo. E nesse livro não poderia ser diferente, ao lidar com alguns dos temas mais difíceis que enfrentamos em nossa vida diária, as palavras afiadas e atemporais de C. S. Lewis fornecem um caminho ímpar para uma maior compreensão espiritual. Considerado por muitos como seu trabalho mais comovente, O peso de glória exalta uma visão compassiva do cristianismo e inclui discussões lúcidas e atraentes sobre perdão e fé.

Apesar de ser um livro pequeno, seu leitura não deixa de ser proveitosa e emocionante.

“…aquele que tem Deus e tudo o mais, nada possui que não possua aquele que apenas tem Deus. “

Ramon Serrano

 
 
 
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Ninguém gosta de nem mesmo falar sobre o inferno, mas nesse livro, C.S Lewis nos mostra as instruções de um secretário infernal a seu pupilo, um jovem tentador em serviço aqui na Terra. O assunto: conselhos sobre como conquistar as almas humanas, mesclados à maldade e ironia infernais. Nesse livro, Lewis traça uma surpreendente visão do Inferno e da alma humana. O livro retrata situações do dia-dia, em que somos tentamos a nos sentir superior, egocêntricos, orgulhosos, a viver preocupados e ansiosos em relação a tudo, e todas as outras situações mundanas que nos afastam cada vez mais do nosso foco principal e imperceptivelmente tiram Deus de nosso coração.

Já no prefácio do livro, Lewis abre com uma frase que já nos coloca para pensar:

” Há dois erros iguais e opostos no que diz respeito à matéria de demônios. Uma é desacreditar de sua existência. A outra é acreditar e sentir excessivo e doentio interesse por eles. Os demônios ficam satisfeitos pelos dois tipos de erros.”

Infelizmente, até mesmo cristãos caem nesse erro. Não podemos ignorar a existência dos demônios, mas também não podemos dar-lhes extrema importância a ponto de nos esquecer-nos nossa verdadeira vocação: louvar a Deus.

Lewis é sem dúvidas um dos meus autores preferidos, e esse livro, apesar de não ser um tratado teológico ou fazer exposições doutrinárias acerca do conceito do inferno, tenho certeza que lhe ajudará bastante a evitar erros que podem nos fazer cair em tentações.

Para encerrar, uma citação que gostei muito e achei brilhante:

“..todas as virtudes são menos formidáveis assim que o homem percebe que as tem, mas isso é especialmente marcante com relação a humildade…”

Para aquelas pessoas que se orgulham em ser humildes, o próprio orgulho mancha qualquer virtude e ela se torna um pecado em si mesma. O orgulho é a grande arma de satanás que cega os homens e os fazem ser orgulhosos da própria cegueira.

Ramon Serrano

 
 
 
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Esta obra é inteiramente dedicada à Santíssima Virgem Maria!

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