top of page

TODOS OS PRODUTOS

Eventos futuros

Está é uma pergunta bastante pertinente e apesar de antiga, nunca deixou de ser atual, aliás, ultimamente, com o apetite cada vez mais voraz que a mídia secular demonstra ter para escornear a Igreja Católica, ela torna-se ainda mais relevante. Sendo assim, vamos direto aos fatos, porque apesar de haver um grande número de “bem-intencionados” Judas Iscariotes,, sejamos francos, dentre eles são poucos os que são dados à leitura e à pesquisa. Assim, não é prudente que me extenda muito.

Mas Judas Iscariotes, um dos seus discípulos, aquele que o havia de trair disse. Por que não se vendeu este bálsamo por trezentos denários e não se deu aos pobres? (João 12,4-5)

A igreja Católica é a instituição mais antinga da terra. Se fosse uma empresa privada, seria a maior do mundo, não apenas em tamanho mas em termos de volume do seu patrimônio e sua riqueza e por sua presença em quase todo o país do mundo. Sua importância, porém, não se restringe ao seu tamanho e número de fiéis batizados. Foi a Igreja Católica que criou, por exemplo, o sistema universitário, os métodos de pesquisa científica ou a filantropia instituicional, sem a qual a palavra caridade, que significa amor, não teria sequer o sentido que têm hoje nas sociedade ocidentais. Contudo, apesar de inúmeros outros feitos de valor, o mais nótorio deles: a caridade da Igreja Católica, é infelizmente, ignorada tanto pelos católicos como não-católicos. Assim, a Igreja Católica é sistematicamente cristicada por sua riqueza.

Deus Caritas Est – Deus é Amor

“Mas se a Igreja é tão rica e poderosa, por que não vende tudo o que possui para ajudar aos necessitados?”

Vamos ao números e fatos:

A Igreja Católica mantém na Ásia: 1.076 hospitais; 3.400 dispensários; 330 leprosários; 1.685 asilos; 3.900 orfanatos; 2.960 jardins de infância. Na África: 964 hospitais; 5.000 dispensários; 260 leprosários; 650 asilos; 800 orfanatos; 2.000 jardins de infância. Na América: 1.900 hospitais; 5.400 dispensários; 50 leprosários; 3.700 asilos; 2.500 orfanatos; 4.200 jardins de infância. Na Oceania: 170 hospitais; 180 dispensários; 1 leprosário; 360 asilos;60 orfanatos; 90 jardins de infância. Na Europa: 1.230 hospitais; 2.450 dispensários; 4 Leprosários; 7.970 asilos;2.370 jardins de infância.

No Brasil, podemos seguramente dizer que a contribuição da Igreja Católica para a Saúde pública foi mais valiosa do que a de qualquer outro governo já existente no país. Na década de 50, quando a rede pública de saúde ainda não contava com uma capacidade operacional expressiva, eram as casas de caridade da Igreja Católica que cuidavam das pessoas que não tinham condições de se tratarem em um hospital. As Santas Casas de Misericórdia e Sanatórios eram e continuam a ser dirigidos e subsidiados pela Igreja Católica, e têm as freiras e religiosos católicos como sua principal fonte de recursos humanos.

Seria quase impossível listar e numerar as atividade e contribuições da Igreja Católica no campo da caridade. O vídeo abaixo mostra algumas maneiras pelas quais a Santa Igreja tem, ao longo dos séculos, posto em prática as palavras de Cristo sobre a caridade e o amor ao próximo.

“Tudo o que fizerdes ao mais pequeninos dos Meus irmãos, o fazeis a Mim.” (Mt 25:40) [youtube]http://www.youtube.com/watch?v=jZeH9OQkFlY[/youtube]
 
 
 

Vaticano, 31 Mar. 12 / 08:41 am (

VATICANO, 31 Mar. 12 / 09:05 am (ACI/EWTN Notícias).- O Papa Bento XVI saudou a iniciativa da Via Sacra que será realizada na prisão romana de Rebibbia, e exortou os reclusos a levantar-se de suas quedas no pecado com a ajuda de Cristo.

Em sua nota, emetida pela ocasião do Via Crucis, que será presidido pelo Vigário do Papa para a diocese de Roma, Cardeal Agostino Vallini, o Santo Padre manifestou que sabe “que esta Via Sacra quer ser um sinal de reconciliação”.

“Quando no Via Crucis vemos Jesus que cai no chão, uma, duas, três vezes, compreendemos que Ele compartilhou nossa condição humana. O peso de nossos pecados o fizeram cair; mas três vezes Jesus se levantou e prosseguiu o caminho para o Calvário”, assinalou.

O Papa sublinhou que a força para que Jesus se levante provinha de que “em seu coração, tinha a firme certeza de ser sempre filho, o Filho amado de Deus Pai”.

Bento XVI exortou os presidiários a não terem medo de percorrer sua via crucis pessoal e carregar sua cruz junto a Cristo, “porque Ele está conosco. E conosco está também Maria, sua mãe e nossa mãe, que permanece fiel também aos pés de nossa cruz, e reza pela nossa ressurreição, porque crê firmemente que, também na noite mais escura, a última palavra é a luz do amor de Deus”.

 
 
 

CASTEL GANDOLFO, 07 Set. 11 / 01:20 pm (

Na catequese da audiência geral desta quarta-feira e prosseguindo o ciclo sobre a oração, o Papa Bento XVI assegurou que Deus sempre escuta, responde e salva o homem da escuridão, da angústia e da dor.

Na presença de 11 mil peregrinos reunidos esta manhã na Praça de São Pedro e após explicar que hoje se inicia um ciclo de catequese sobre os salmos “o livro de oração por excelência”, o Santo Padre refletiu sobre o salmo 3, no qual o rei David eleva a Deus “uma súplica de profunda fé e confiança”.

O Papa disse que, com a oração, “o Homem não está mais sozinho, os inimigos não são imbatíveis como pareciam, porque o Senhor escuta o grito do oprimido e responde do lugar da sua presença, do seu monte santo”.

“O homem grita, na angústia, no perigo, na dor, o homem pede ajuda, e Deus responde”, afirmou.

O Santo Padre explicou logo que o grito humano “expressa a necessidade de ajuda e se confia à fidelidade do outro. Gritar quer dizer pôr um gesto de fé que se faz próximo e disponível à escuta de Deus”.

A oração, precisou logo o Sumo Pontífice, “exprime a necessidade de ajuda e se apela à fidelidade do outro; gritar quer dizer colocar um gesto de fé na proximidade e na disponibilidade de Deus”.

“Assim, o Salmista, que se sente assediado pela morte, confessa a sua fé no Deus da vida, que, como escudo, o cerca com uma proteção invulnerável; quem pensava que estava de uma vez por todas perdido, pode elevar a cabeça, porque o Senhor o salva. O orante, ameaçado e escarniado, está na glória, porque Deus é a sua glória”.

Com a oração, o salmista e com ele todo fiel, pode “dormir confiante” porque se sabe protegido pelo Senhor, que fica sempre ao seu lado. Rezando o salmo 3, disse o Papa, “podemos fazer nossos, os sentimentos do Salmista, figura do justo perseguido que encontra em Jesus a sua plenitude”.

“Na dor, no perigo, na amargura e na incompreensão e nas ofensas, as palavras do Salmo abrem o nosso coração à certeza confortante da fé. Deus é sempre próximo – também nas dificuldades, nos problemas, nas obscuridades da vida – escuta, responde e salva ao seu modo”.

É necessário por isso “saber reconhecer a sua presença e aceitar as suas vias, como Davi na sua fuga humilhante do filho de Absalão, como o justo perseguido do livro da Sabedoria e, por ultimo e completamente, como o Senhor Jesus no lugar chamado Gólgota”.

“Que o Senhor nos dê a fé, nos ajude na nossa fraqueza e nos torne capazes de crer e de rezar em meio a todas as angústias, nas noites dolorosas da dúvida e nos longos dias de dor, abandonando-nos com confiança nEle que é nosso escudo e nossa Glória. Obrigado”, concluiu.

Ao finalizar a audiência o Santo Padre retornou à sua residência de verão de Castel Gandolfo.

 
 
 
CONTATO
Avalie-nosRuimNão muito bomBomMuito bomÓtimoAvalie-nos

Agradecemos pelo envio !

© 2019 - 2023. INTERVENÇÃO DIVINA - Criado por Divino Design.

Esta obra é inteiramente dedicada à Santíssima Virgem Maria!

bottom of page
ConveyThis