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VATICANO, 26 Jun. 12 / 04:34 pm (

O Papa Bento XVI nomeou o Arcebispo Augustine Di Noia como novo Vice-presidente da Pontifícia Comissão “Ecclesia Dei”, a designação foi considerada pela Congregação para a Doutrina da Fé como um sinal do forte desejo do Santo Padre por chegar à reconciliação com a Fraternidade Sacerdotal São Pio X.

“A nomeação de um prelado de alto nível neste posto é um sinal da solicitude pastoral do Santo Padre pelos católicos tradicionalistas em comunhão com a Santa Sé e de seu forte desejo de reconciliação com aquelas comunidades tradicionalistas que não estão em comunhão com a Sé de Pedro. O presidente da Comissão, é o Prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé, o Cardeal William J. Levada”, indicou o dicasterio em uma nota divulgada esta terça-feira pelo Vatican Information Service.

A nota recordou que a Pontifícia Comissão “Ecclesia Dei” foi fundada em 1988 pelo Beato João Paulo II para “facilitar a ‘plena comunhão eclesiástica de sacerdotes, seminaristas, comunidades religiosas ou indivíduos até agora ligados de distintas formas com a Fraternidade fundada pelo arcebispo Lefebvre’ e para promover a atenção pastoral dos fiéis que seguem a antiga tradição litúrgica latina da Igreja Católica“.

“Em 2009, a Pontifícia Comissão se vinculou estruturalmente com a Congregação para a Doutrina da Fé para tratar as questões doutrinais no diálogo permanente entre a Santa Sé e a Fraternidade Sacerdotal São Pio X”.

“O arcebispo Di Noia, respeitado teólogo dominicano, dedicou muita atenção a estas questões doutrinais, assim como à prioridade da hermenêutica da continuidade e a reforma na correta interpretação do Concílio Vaticano II; uma área de importância crítica no diálogo entre o Santa Sé e a Fraternidade Sacerdotal. Sob a direção do Cardeal Levada, com a assistência de Dom Guido Pozzo, secretário da Pontifícia Comissão, este diálogo tem sido constante durante os últimos três anos”.

“Previamente, o arcebispo Di Noia havia sido secretário da Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos, na qual junto com o prefeito, o cardeal Antonio Cañizares, supervisou a reorganização do dicasterio e a preparação de um novo ‘Regolamento’ seguindo as indicações do motu proprio ‘Quaerit Semper’ de Bento XVI (30 de agosto de 2011)”.

“A experiência e a contínua colaboração do arcebispo Di Noia com a Congregação para o Culto Divino facilitará o desenvolvimento de determinadas disposições litúrgicas durante a celebração segundo o ‘Missale Romanum’ de 1962”.

Do mesmo modo, a nota aparecida hoje no Vatican Information Service  indica que “o amplo respeito de que goza o arcebispo Di Noia na comunidade judia contribuirá a solucionar alguns problemas que surgiram no âmbito das relações católico-judias durante os progressos do caminho para a reconciliação das comunidades tradicionalistas”.

 
 
 

Torreciudad, 20 Set. 11 / 04:27 pm (

Em uma mensagem enviada aos mais de 16 mil participantes na 22ª Jornada Mariana da Família no Santuário de Torreciudad em Huesca (na Espanha), o Papa Bento XVI pediu que as famílias sejam “na sociedade atual sinal de esperança”.

Conforme informa a Rádio Vaticano, o Santo Padre se dirigiu assim aos participantes deste evento realizado no fim de semana. Aos esposos e pais de família o Papa alentou a “não retroceder em seu empenho de ser referentes de seus filhos, que precisam descobrir na perseverança e no sentido do dever, o rosto do verdadeiro amor”.

No Santuário que está sob o cuidado do Opus Dei, o Arcebispo de Madrid e Presidente da Conferência Episcopal Espanhola, Cardeal Antonio María Rouco Varela, assinalou que “a vida é uma história muito bela e ao mesmo tempo dramática, na qual será preciso ensinar aos filhos a lutar, a superar-se a si mesmos, a caminhar vencendo as insídias do mal”.

Na homilia da Missa que presidiu, o Cardeal disse que “a vitória consiste na santidade, a verdadeira vocação do homem”.

Por isso animou os fiéis a “confiarem na Virgem, nesse amor terno e maternal e Maria que nunca nos abandona, Mãe de Graça e de Misericórdia”.

O Arcebispo de Madrid destacou às famílias chegadas de distintos pontos da Espanha que “Deus está com o homem de uma forma extraordinariamente próxima, íntima, plena, para que o ser humano possa fazer do caminho de sua vida um caminho de salvação e de glória”.

Finalmente recordou a todos os presentes que “para descobrir essa proximidade é necessário dar um primeiro passo de fé, acreditar em Jesus Cristo “firmes na fé”, como dizia Bento XVI aos jovens há uns dias”.

 
 
 

Além dos cinco pontos que citei no post [Que parâmetros devemos ter para ler as Sagradas Escrituras?] para uma leitura correta das Sagradas Escrituras, encontrei algumas observações interessantes na Constituição Dogmática do Concílio Vaticano II sobre a Revelação divina, Dei Verbum, que recomenda três pontos ao se ler a Palavra de Deus:

1. Conteúdo e unidade da Escritura inteira – Quer dizer, não interpretar uma parte da Escritura fora do seu contexto integral. Muitas vezes um versículo só será bem entendido quando lido juntamente com outros.

Lembro-me de uma história que me contaram. Uma mulher estava com depressão, com vontade de morrer e resolveu “abrir a bíblia” para ver se havia um versículo que lhe desse uma direção. Ela abriu a bíblia e caiu no Evangelho…

Ele jogou então no templo as moedas de prata, saiu e foi enforcar-se. (Mt 27,5)

Óbvio que aquela Senhora assustou-se com a palavra. Resolveu pegar uma outra palavra. E veio esta:

…Vai, e faze tu o mesmo… (Lc 10,37)

Portanto, não podemos analisar a Bíblia fora do seu contexto. Um velho jargão nos ensina que: Um texto fora do contexto vira pretexto. Eu não posso sair por ai, interpretando a bíblia do meu jeito. Não posso sair “abrindo a bíblia” e interpretando um versículo isolado sem ler o contexto da palavra.

2. A Tradição viva da Igreja – A interpretação da Palavra de Deus nunca pode estar em desacordo com a Tradição da Igreja e vice-versa. A Palavra e a Tradição nunca andam desalinhadas. A palavra dos Papas, Santos Padres da Igreja e seus doutores estão sempre de acordo com a Palavra.

3. Analogia da fé – Como havia dito antes. Uma parte da Bíblia nunca poderá estar em desacordo com a outra. Precisamos sempre verificar a coesão das verdades da fé entre si. Uma não pode ser oposta a outra, pois o Espírito Santo não se contradiz.

 
 
 
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