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VATICANO, 17 Jun. 13 / 03:22 pm (ACI/EWTN Noticias).- Para o cristão, Jesus é “o seu tudo” e daqui deriva sua magnanimidade. Destacou o Papa Francisco na Missa desta segunda-feira na Casa Santa Marta. Ele recordou que a justiça que Jesus traz é superior àquela dos escribas, “olho por olho, dente por dente”.

“Se alguém bater na sua face, ofereça-lhe também a outra”. O Papa centrou sua homilia de hoje nas fortes palavras de Jesus dirigidas a seus discípulos. A história da bofetada, observou o Pontífice, “converteu-se em um argumento clássico para zombarem dos cristãos”. A lógica normal da vida nos ensina que “devemos lutar, devemos defender nossa posição” e se nos dão uma bofetada “nós daremos duas e assim nos defenderemos”.

Pelo resto, disse Francisco, quando aconselho os pais a repreender os próprios filhos digo sempre: “Jamais no rosto”, porque “o rosto representa a nossa dignidade”.

“A justiça que Ele traz –afirmou o Santo Padre– é uma justiça totalmente diferente do olho por olho, dente por dente. É outra justiça”. E isto, observou, podemos entender quando São Paulo fala dos cristãos como “quem nada possui, mas tendo tudo”.

Eis aqui então que a segurança cristã se encontra neste “tudo” que é Jesus. “O ‘tudo’ – adicionou é Jesus Cristo. O resto é ‘nada’ para o cristão”. Em troca, advertiu o Papa, “para o espírito do mundo o ‘tudo’ são as coisas: as riquezas, as vaidades”, “ter posições mais elevadas” e “o nada’ é Jesus”.

Portanto, se um cristão pode caminhar 100 quilômetros quando lhe pedem percorrer 10, “é porque para ele isso é ‘nada’” e, tranquilamente, “pode dar o manto quando lhe pedem a túnica”. Eis aqui o “segredo da magnanimidade cristã, que sempre vai acompanhada pela docilidade”, e o “tudo”, é Jesus Cristo:

“O cristão é uma pessoa que alarga o seu coração, com a sua magnanimidade, porque tem o ‘tudo’, que é Jesus Cristo. As outras coisas são um nada’. São boas, servem, mas no momento do enfrentamento escolhe sempre o ‘tudo’, com aquela docilidade, aquela docilidade cristã que é o sinal dos discípulos de Jesus: docilidade e magnanimidade. E viver assim não é fácil…”.

“Mas, o cristão é dócil, o cristão é magnânimo: alarga seu coração. Mas quando encontramos estes cristãos com o coração reduzido, com o coração encolhido, que não funcionam… isto não é cristianismo: isto é egoísmo, mascarado de cristianismo”.

“O verdadeiro cristão”, disse o Papa Francisco, “sabe resolver esta oposição bipolar, esta tensão entre o ‘tudo’ e o nada’, como Jesus nos aconselhou: ‘Buscai em primeiro lugar o Reino de Deus e a sua justiça e todas estas coisas vos serão dadas em acréscimo.’”

“O Reino de Deus é o ‘tudo’, o resto é secundário, não é o principal. E todos os erros cristãos, todos os erros da Igreja, todos nossos erros nascem daqui, quando dizemos ao nada’ que é o ‘tudo’ e ao ‘tudo’ que, parece que não conta… Seguir Jesus não é fácil, não é fácil. Mas tampouco é difícil, porque no caminho do amor o Senhor faz as coisas de forma que nós possamos ir para frente; o mesmo Senhor nos alarga o coração”.

Peçamos ao Senhor “que alargue nosso coração, que nos faça humildes, dóceis e magnânimos, porque nele temos o ‘tudo’; e que nos proteja dos problemas cotidianos ao redor de um nada’”, concluiu.

 
 
 

VATICANO, 26 Abr. 13 / 01:40 pm (ACI/EWTN Noticias).- O caminho da fé não é alienação, mas uma preparação cotidiana para a beleza do céu que é o destino definitivo ao que toda pessoa está convidada, explicou o Papa Francisco nesta manhã na homilia da Missa que celebrou na Casa Santa Marta.

Ante alguns empregados da Tipografia Vaticano, do Escritório de Trabalho da Sé Apostólica (ULSA) e membros do Corpo de Guardas presentes naEucaristia, Francisco comentou a frase que Jesus diz a seus discípulos no Evangelho de hoje: “Não se perturbe o vosso coração”.

“São palavras muito belas. Em um momento de despedida, Jesus fala com o coração na mão. Sabe que seus discípulos estão tristes e começa a falar para eles daquele que será seu destino definitivo, o céu. Diz-lhes ‘Tenham fé em Deus e também em mim’… como se fosse um engenheiro ou um arquiteto diz o que vai fazer: ‘vou preparar um lugar, na casa de meu Pai há muitas moradas’. E Jesus vai preparar-nos um lugar”.

O Santo Padre explicou depois que preparar um lugar “é preparar nossa capacidade de desfrutar da possibilidade –nossa possibilidade– de ver, sentir, entender a beleza do que está por vir, dessa pátria para a qual caminhamos”.

“Toda a vida cristã é um trabalho de Jesus e do Espírito Santo para nos preparar um lugar, preparar nossos olhos para ver… Os nossos olhos, os olhos de nossa alma, precisam ser preparados para verem o rosto maravilhoso de Jesus. É necessário preparar o nosso ouvido para ouvir as coisas e as palavras bonitas. Mas, principalmente, é preciso preparar o coração para amar, amar ainda mais”.

No caminho da vida o Senhor prepara os corações “com provações, consolações, tribulações, com as coisas boas… Toda a viagem da vida é um caminho de preparação”.

“Às vezes o Senhor tem que fazê-lo rapidamente, como fez com o bom ladrão: tinha só uns poucos minutos para prepará-lo e o fez. Mas na vida normal é de outra forma não é? É ir preparando-se para chegar a essa pátria, que é a nossa”.

Mas alguns podem pensar “que todos estes pensamentos são uma alienação… que a vida é esta, o concreto, e mais para frente não se sabe o que há… Jesus nos diz que não é assim: ‘Tenham fé em Deus e também em mim’, diz. O que te digo é a verdade: eu não faço armadilhas, não te engano”.

Finalmente o Papa assegurou que “preparar-se para o céu é começar a saudá-lo de longe. Isto não constitui uma alienação, mas uma verdade, é deixar que Jesus prepare o coração e os olhos para tamanha beleza, para o caminho de retorno à pátria. Que Deus conceda esperança, valor e humildade para deixar que o Senhor nos prepare um lugar!”

 
 
 

VATICANO, 14 Dez. 12 / 04:18 pm (ACI/EWTN Noticias).- O Papa Bento XVIexplicou nesta manhã que a Árvore de Natal, cujas luzes se acendem hoje na Praça de São Pedro, é um sinal da luz de Deus que ilumina a todos os homens em meio das trevas e das dificuldades.

Em seu discurso à delegação da região italiana de Molise, da qual procede este ano o abeto colocado em São Pedro, o Papa exortou a viver “com serenidade e intensidade o Natal do Senhor. Ele, segundo o célebre oráculo do profeta Isaías, apareceu como uma grande luz para o povo que caminhava nas trevas”.

Bento XVI recordou que “Deus se fez homem e veio entre nós, para dissipar as trevas do erro e do pecado, trazendo à humanidade a sua luz divina”.

“Esta luz altíssima, da qual a árvore natalina é sinal e lembrança, não só não perdeu intensidade com o passar dos séculos, mas também continua resplandecendo sobre nós e iluminado a todos os que vêm ao mundo, especialmente quando temos que passar por momentos de incerteza e dificuldade. Jesus mesmo dirá de si: ‘Eu sou a luz do mundo; quem me segue não andará nas trevas, mas terá a luz da vida’”.

O Papa recordou logo que “quando nas diversas épocas se tentou apagar a luz de Deus para acender fogos ilusórios e enganosos, começaram períodos marcados por trágicas violências sobre o ser humano. Isto porque, quando se tenta apagar o nome de Deus das páginas da história, o resultado é que se escrevem linhas tortas, nas que até as palavras mais belas e nobres perdem seu verdadeiro significado”.

“Pensemos em palavras como ‘liberdade’, ‘bem comum’, ‘justiça’ que desenraizadas de Deus e do seu amor, no Deus que nos mostrou seu rosto em Jesus Cristo, estas realidades muitas vezes ficam à mercê dos interesses humanos, perdendo seu vínculo com as exigências da verdade e da responsabilidade civil”.

Depois de agradecer à delegação pelo abeto branco e pelos outros menores destinados ao palácio apostólico e a diversos lugares do Vaticano, o Santo Padre assinalou que “esta árvore de Natal manifesta a fé e a religiosidade dos habitantes de Molise, que ao longo dos séculos preservou um importante tesouro espiritual expresso na cultura, na arte e nas tradições locais”.

“É tarefa de cada um de vós e de seus conterrâneos recorrer constantemente este patrimônio e incrementá-lo, para poder enfrentar os novos desafios sociais e culturais no curso da consolidada e fecunda fidelidade ao Cristianismo”.

Para concluir o Papa disse: “queridos amigos, agradeço-vos novamente de coração pelo gesto que realizastes. Vossa árvore e o Ano da Fé: que o Senhor recompense vosso presente, fortalecendo a vossa fé e a de vossa comunidade!”.

“Eu peço por intercessão da Virgem Maria, aquela que foi a primeira a acolher e seguir o Verbo de Deus feito homem, e de coração concedo a todos vós e às vossas famílias a Bênção Apostólica”, finalizou.

 
 
 
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