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Autores: Michael Brendan Dougherty e Pascal-Emmanuel Gobry / Trad.: Bruno Moreno Fontes: http://www.businessinsider.com / http://conoze.com Tradução: Carlos Martins Nabeto

Diante das tentativas do presidente Obama de obrigar as instituições da Igreja a pagar esterilizações, anticonceptivos e abortos para os seus empregados, correm rios de tinta nos Estados Unidos. Graças a Deus, os bispos e praticamente toda a Igreja nos Estados Unidos estão, unidos, enfrentando esta imposição inaceitável do governo.

Trago hoje um artigo que me pareceu espetacular. Considerando que se trata de uma publicação econômica, o Business Insider, o título do artigo é realmente provocativo: “É hora de reconhecer: a Igreja sempre teve razão sobre o controle da natalidade”. Não deixem de ler porque vale a pena. É bom, breve e sem rodeios. Quisera eu tê-lo escrito; porém, pelo menos o traduzi para que os meus leitores dele desfrutem.

* * *

“Pintar a Igreja Católica como ‘distante do mundo atual’ é a coisa mais fácil do mundo com tantos chapéus cheios e igrejas douradas. E [para criticá-la] nada mais fácil que sua posição contra os anticonceptivos.

Muita gente – inclusive o nosso editor – se pergunta por que a Igreja Católica simplesmente não abandona esta regra. Apontam que a maioria dos católicos a ignoram e que quase todos os não católicos consideram que cria divisão ou está ultrapassada. ‘Acordem! Estamos no século XXI!’ – dizem; ‘Não percebem que é algo absurdo?’ – bradam.

Mas há algo que merece ser considerado: a Igreja Católica é a maior organização do mundo e a mais antiga. Sepultou todos os grandes impérios conhecidos pelo homem, do romano ao soviético. Conta com estabelecimentos em todo o mundo, literalmente, e está presente em todos os âmbitos da atividade humana. Deu-nos alguns dos maiores pensadores do mundo, de Santo Agostinho a René Girard. Quando faz algo, geralmente possui uma boa razão para fazê-lo. Todos têm o direito de discordar [dela], porém não se trata de um monte de homens brancos, velhos e loucos que ficaram amarrados à Idade Média.

Então, o que está ocorrendo?

A Igreja ensina que o amor, o matrimônio, o sexo e a procriação são coisas que caminham juntas. Isso é tudo. Porém, é muito importante. E ainda que a Igreja ensine isso há 2.000 anos, provavelmente nunca foi tão significativo como hoje em dia.

As regras contra o controle da natalidade foram reafirmadas em um documento de 1965 assinado pelo Papa Paulo VI, chamado ‘Humanae Vitae’. O Papa advertia que, se fosse aceito o uso generalizado de anticonceptivos, se produziriam quatro efeitos:

  1. Redução geral dos padrões morais;

  2. Um aumento da infidelidade e da ilegitimidade;

  3. Redução das mulheres a objetos empregados para satisfazer os homens;

  4. Coerção, por parte dos Governos, em assuntos reprodutivos.

Soa familiar? Porque realmente se parece muito com o que está ocorrendo nos últimos 40 anos.

Como escreveu George Akerloff em ‘Slate’ há uma década: ‘Ao converter o nascimento do filho em uma escolha física da mãe, a revolução sexual converteu o matrimônio e o sustento das crianças em uma escolha social do pai’.

Ao invés de dois pais responsáveis pelos filhos que concebem, uma expectativa defendida pelas normas sociais e pela lei faz com que agora nenhum dos pais seja necessariamente responsável por seus filhos. Considera-se que os homens cumprem as suas obrigações simplesmente pagando, mediante ordem judicial, a pensão alimentícia aos filhos. Trata-se de uma redução bastante drástica dos padrões da ‘paternidade’.

E que tal avançarmos no restante, desde que o ocorreu a revolução sexual? O matrimônio de Kim Kardashian durou 72 dias. Os filhos ilegítimos: estão aumentando. Em 1960, 5,3% de todos as crianças nascidas nos Estados Unidos eram filhas de mulheres solteiras; em 2010, a cifra subiu para 40,8%. Em 1960, as famílias baseadas em um matrimônio formavam quase 3/4 de todos os lugares; mas, segundo o censo de 2010, representam agora cerca de 48%. A coabitação fora do matrimônio multiplicou-se por 10 desde 1960.

E se você não acredita que as mulheres estão sendo reduzidas a objetos para satisfazer os homens, seja bem-vindo à Internet! Há quanto tempo você conhece a Rede? E no tocante à coerção do Governo: basta olhar para a China (ou para os Estados Unidos, onde o Governo estabeleceu uma lei sobre cobertura obrigatória da anticoncepção, que é o motivo pelo qual estamos agora falando disto).

Mas tudo isso se deve à Pílula? Obviamente que não. Porém, a ideia de que uma disponibilidade geral da anticoncepção não deu lugar a uma mudança social dramática ou que esta mudança foi exclusivamente para o bem é uma noção muito mais absurda do que qualquer coisa ensinada pela Igreja Católica.

Também é absurda a ideia de que é obviamente estúpido receber indicações morais de um fé venerável – E vai recebê-las de quem? De Britney Spears?

Passemos agora para um outro aspecto deste tema. A razão pela qual o nosso editor pensa que os católicos não deveriam ser frutíferos e multiplicarem-se tampouco se sustenta. A população do mundo – escreve ele – está em um caminho ‘insustentável’ de crescimento.

O Escritório de População do Departamento de Assuntos Econômicos e Sociais das Nações Unidas considera que a taxa de crescimento da população diminuirá nas próximas décadas e se estabilizará por volta dos 9 bilhões em 2050… e ficará assim até 2300 (e observemos que as Nações Unidas, que promovem o controle da natalidade e os abortos em todo o mundo, não são precisamente partidárias do ‘crescei e multiplicai-vos’).

Em termos mais gerais, a visão malthusiana do crescimento tem persistido, apesar de ter sido provado várias vezes que estava equivocada e que teria causado desnecessariamente uma grande quantidade de sofrimentos humanos. Por exemplo: a China caminha para uma crise demográfica e até para a deslocação social em razão de sua equivocada política do filho único.

O progresso humano são as pessoas. Tudo o que torna a vida melhor, da democracia à economia, passando pela Internet e a penicilina, foi descoberto ou criado por alguém. Mais pessoas significa mais progresso. O inventor da cura para o câncer poderia ser o quarto filho que alguém decidiu não ter.

Finalmente, para resumir:

  1. É uma boa ideia que as pessoas deem fruto e se multipliquem;

  2. Independentemente do que lhe parece a posição da Igreja sobre o controle da natalidade, é uma posição que se tem demonstrado ser profética.

 
 
 

Sabemos que basta um caso de mudança de orientação sexual para provar que os homossexuais não são prisioneiros inevitáveis desse estilo de vida, e que a orientação sexual não é uma característica imutável, como a raça. Como diz o ditado, é impossível encontrar um ex-negro, mas agora se constatou que não é impossível encontrar um ex-homossexual.

Na verdade, há um monte deles por aí.

A pesquisa provando que é possível um homossexual corrigir sua situação foi publicada em uma revista científica. Tendo sido conferida pelos próprios interessados, isso invalida uma velhaca e irritante objeção alardeada pelo conluio de desviados sexuais.

Stanton L. Jones e Mark A. Yarhouse publicaram no Journal of Sex and Marital Therapy um estudo estatístico sobre mudança de orientação sexual por meios religiosos (Vol. 37, páginas 404-427). Apesar de os ativistas homossexuais insistirem em que a mudança de orientação é impossível, e que a tentativa de alteração é prejudicial, estes pesquisadores descobriram que de fato o oposto é que é verdadeiro.

No passado, a Associação Americana de Psicologia (APA) enfiou os dedos nos próprios ouvidos, e estupidamente entoou: “A homossexualidade não pode ser mudada – os riscos potenciais da terapia reparadora são grandes, incluindo depressão, ansiedade e comportamento autodestrutivo”.

Mas ela está absolutamente errada.

Jones e Yarhouse acompanharam durante 6 a 7 anos 61 indivíduos que completaram o trabalho de terapia reparadora com a Exodus International. Desses 61 homens e mulheres, 53% tiveram resultados bem sucedidos. Vinte e três por cento conseguiram uma conversão bem sucedida para a heterossexualidade, tanto na orientação como na funcionalidade, enquanto outros 30% alcançaram castidade comportamental bem como substancial “des-identificação” com a orientação homossexual (vinte por cento abandonaram o processo e aderiram totalmente à identidade homossexual).

Quanto a ser prejudicial o próprio tratamento, na média o sofrimento psicológico não aumentou, e para muitos houve melhorias significativas.

Os autores têm o cuidado de advertir contra projeções exageradas com base em suas pesquisas, mas evidentemente suas descobertas são uma dramática recusa para o estribilho de que a mudança é impossível, e que a própria tentativa de mudança é prejudicial.

Os autores ressaltam algumas atitudes a tomar. Uma delas é que, sendo a mudança de orientação sexual claramente possível, a decisão de pessoas que procuram mudá-la deve ser respeitada e sustentada.

Quais as probabilidades de ser confrontado pela comunidade homossexual com algo assim: “Já tomei minha decisão, não me confunda com os fatos”? A probabilidade está entre mínima e nenhuma, pois a esquerda é profundamente anti-científica, e sua reação a essas descobertas será previsivelmente anti-científica.

Da mesma forma, se os defensores do homossexualismo fossem honestos e acatassem os resultados da pesquisa científica, deixariam agora de invalidar a terapia corretora para pessoas interessadas em corrigir de orientação sexual. Infelizmente, o compromisso cego, irracional e emocional deles com a própria agenda torna isso impossível, exceto para os poucos dentre eles que não são preconceituosos.

Um desses poucos não preconceituosos é Nicholas Cummings, ex-presidente da American Psychological Association. Quando os pesquisadores publicaram seus resultados preliminares no livro “Ex-gays?”, Cummings afirmou: “Este estudo abriu novos caminhos […] e abre novos horizontes para a investigação. […] Esperei mais de trinta anos por este estudo refrescante, penetrante”. Em seguida passou a referir-se ao livro como “leitura obrigatória” para os terapeutas, conselheiros e psicólogos acadêmicos.

Essas descobertas refletem o que afirmou, em 2003, o psiquiatra Dr. Robert Spitzer, de Columbia, depois de estudar 200 ex-homossexuais que obtiveram algum grau de mudança: “As alterações que se seguiram à terapia reparadora não se limitaram ao comportamento sexual e ao reconhecimento da própria orientação sexual. Abrangeram atração sexual, excitação, fantasia, desejo, como também o sentir-se incomodado por sentimentos homossexuais. São mudanças que abrangem os principais aspectos da orientação sexual”.

Estas observações do Dr. Spitzer são particularmente importantes, pois foi ele quem liderou a campanha política que em 1973 retirou a homossexualidade da lista oficial de transtornos mentais da Associação Americana de Psiquiatria. A APA vai ter que atualizar seu website, pois contém esta declaração cientificamente incorreta: “Até esta data, não houve nenhuma pesquisa científica adequada para demonstrar que a terapia que visa mudar a orientação sexual […] é segura ou eficaz”.

Bem, agora existe a “pesquisa cientificamente adequada” para mostrar que a mudança é possível. Será que a APA vai afinal entrar no século 21 e admitir isso? Não alimente grandes esperanças.

O próprio procurador-geral, Eric Holder, está confinado na mentalidade depressiva e anti-ciência dos fundamentalistas, pois sustentou em fevereiro acreditar que “a orientação sexual é uma característica imutável”. Parece que precisamos de um novo procurador-geral.

Última linha: A mudança de orientação sexual é possível, e este estudo é a prova. Deixemos para trás a insensatez biológica e psicológica de que homossexuais “nascem assim”, e que nada se pode fazer sobre isso. Tanto a Sagrada

Escritura quanto a investigação científica dizem algo muito diferente.

*** Por Bryan Fischer

 
 
 

BRASILIA, 25 Ago. 11 / 03:03 pm (

O Movimento em Defesa da Vida no Brasil (MDV) denunciou que na quinta feira, 18 de agosto, a Frente Nacional contra a Criminalização das Mulheres e pela Legalização do Aborto, reuniu em Brasília representantes de diversas ONGs que promovem a legalização do aborto no país para a realização de uma plenária após a qual representantes destas organizações tiveram uma audiência pública no Auditório Petrônio Portela do Senado Federal para apresentar um documento favorável à despenalização do aborto no Brasil.

A audiência no senado foi convocada pela Senadora Lídice da Mata, do PT da Bahia, com o apoio da senadora Ângela Portela, do PT de Roraima, e da senadora Ana Rita, do PT do Espírito Santo. O tema da reunião, conforme a convocação oficial, era um “debate sobre os direitos sexuais e reprodutivos das mulheres.”

Conforme havia sido anunciado pela Senadora Marta Suplicy, as organizações que promovem o reconhecimento do aborto como um direito humano no Brasil, pesadamente financiadas por um conglomerado de fundações norte americanas, estão voltando o foco de suas atenções para o Senado Federal.

Dois dias após o término das eleições de 2010, ao ser questionada por uma repórter sobre “as chances, depois do que aconteceu nas eleições de 2010, do PT retomar bandeiras históricas como o direito ao aborto e ao casamento gay”, a senadora Suplicy respondeu: “certamente a prioridade do governo passará longe disso, e a presidente Dilma se comprometeu e não fará nenhum gesto neste sentido. Porém o congresso é outra coisa, e provavelmente deverá recuperar [o tema]”.

Segundo o MDV, durante a mencionada audiência no Senado, representantes de várias ONGs, entre as quais entre as quais está a Articulação de Mulheres Brasileiras, a Marcha Mundial de Mulheres, a Liga Brasileira de Lésbicas, a União Nacional dos Estudantes e a Central Única dos Trabalhadores, apresentaram aos senadores o documento da plataforma para legalização do aborto no Brasil.

O documento, distribuído no Senado, mas não divulgado pelos meios de comunicação, afirma, entre outras coisas que pretende-se retomar, no Brasil, “a proposta de legalização elaborada pela comissão tripartite, instituída em 2005 pela secretaria de políticas para as mulheres, retirando a prática de abortamento do código penal”.

Isto é, afirma o boletim do MDV, “o infame projeto elaborado pelo Governo Lula, apresentado sob a forma do substitutivo do PL 1135/91, que pretendia tornar o aborto legal durante todos os nove meses da gravidez, uma vez que, removido do Código Penal todas as figuras do crime de aborto, não haverá, no ordenamento jurídico brasileiro, qualquer tipificação de crime contra a vida antes do nascimento”.

A Plataforma insiste, porém, paradoxalmente, em “refutar a tese de que se pretende legalizar o aborto até o nono mês de gestação”.

A Plataforma afirma também que o aborto é apenas “o resultado da interrupção da gravidez até a 22ª semana de gestação e cujo produto pesa até 500 gramas”, discriminando o nascituro e ignorando que se trata de um ser humano completamente formado, dotado do mesmo direito inalienável à vida que qualquer outro ser humano, e não um simples produto que pesa até 500 gramas.

Ademais a Plataforma pretende “impedir que organizações religiosas participem na elaboração e controle social das políticas públicas, ou recebam recursos públicos para ação social que seja orientada por princípios religiosos”.

Segundo o MDV o documento pretende também “garantir a orientação sexual” nas escolas e “impedir a prática do ensino religioso na rede pública de educação”.

Para ver a notícia da reunião pró-aborto feita pela Agência Senado, visite: http://www.senado.gov.br/noticias/movimento-de-mulheres-critica-projetos-de-lei-contrarios-a-interesses-femininos.aspx

Para entender os desafios relacionados à defesa da vida no Brasil recomendamos também: http://www.votopelavida.com/defesavidabrasil.pdf

 
 
 
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