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Ao dirigir-se aos jovens que concluíram uma missão na Cidade Eterna

CIDADE DO VATICANO, domingo, 8 de outubro de 2006 (ZENIT.org).- Bento XVI propôs aos jovens neste domingo que se convertessem nos novos missionários nas ruas e praças das cidades.

O Papa dirigiu sua exortação ao cumprimentar os 350 jovens «missionários», como ele os chamou, que acabam de participar da terceira edição da missão «Jesus no centro», celebrada de 28 de setembro a 8 de outubro pelas ruas do centro histórico de Roma.

Os jovens se encontravam reunidos na praça de São Pedro, junto aos peregrinos que rezaram o Ângelus com o Papa. Este encontro se converteu no ato conclusivo desta experiência missionária.

«Queridos amigos, eu me alegro pelo seu gozoso compromisso de anúncio do Evangelho nas ruas e praças, nas escolas e hospitais, assim como nos lugares de diversão dos jovens romanos», reconheceu.

«Eu os alento a manter este estilo missionário na vida de todos os dias, aproveitando sempre as iniciativas formativas diocesanas», acrescentou.

No contexto da missão, organizaram-se encontros de oração e adoração eucarística em algumas das igrejas da cidade eterna, a Via Sacra desde a basílica de São João de Latrão até a basílica da Santa Cruz de Jerusalém, atividades nas ruas e a instalação da «barraca do encontro».

Abriu-se cada dia uma «Cidade do esporte» , com a possibilidade de participar de torneios de futebol e vôlei.

Não faltaram momento de festa e testemunho, com o concerto de abertura da missão que foi celebrado na Praça Navona, na noite do dia 30 de setembro.

Graças à primeira edição deste missão, surgiu em Roma uma «Escola de evangelização diocesana», aberta a pessoas de 18 a 35 anos, dedicada a aprender a orar, à escuta da Palavra de Deus, na qual se oferecem, além disso, «práticas de evangelização».

A missão foi organizada pelo serviço diocesano, pela pastoral juvenil do Vicariato de Roma e do Seminário Pontifício Romano Maior, em colaboração com algumas paróquias, associações e movimentos presentes no território da diocese.

 
 
 

Para entender o método didático que é usado em muitas seitas e também pelos protestantes, temos que entender bem o que é “lavagem cerebral”. A lavagem cerebral, também dita “Estupro da Mente” ou “Reeducação Ideológica” professa em três etapas diferentes:

1) Colapso forçado ou “Descondicionamento”: Trata-se de romper os laços do indivíduo com seu passado ou de apagar tudo o que possa prender ao seu berço e as suas origens.

2) Submissão e identificação: Depois do colapso, estimula-se a simpatia da vítima com o pastor, o missionário etc. Este aparece como o seu grande benfeitor e libertador, que o emancipa de um passado tenebroso e lhe oferece a oportunidade de levar uma vida nova e autêntica. A vítima passa a adotar o modo de pensar e agir do mesmo; torna-se um aparelho pronto para funcionar segundo os desejos do seu manipulador.

3) Recondicionamento: Explorando a situação, o Reeducador “Reconstrói” a mente da vítima segundo a ideologia que ele professa. O homem assim “Reeducado” ou “Robotizado” se torna incapaz de distinguir seu modo de pensar original das concepções que lhe são impostas.

Podemos dizer ainda que a programação do indivíduo incutida por muitos grupos consiste em enviar sugestões à mente dos seus adeptos de maneira constante, até aniquilar a capacidade de pensar dessas pessoas; apagam em suas vítimas a faculdade de discernir, tornam-lhes impossível as livres opções. As técnicas desses grupos religiosos são semelhantes às da juventude de Hitler e às dos Chineses dados à reeducação.

Não podemos esquecer que a lavagem cerebral explora certos instintos espontâneos do psiquismo humano, canalizando-os na direção do objetivo visado. Assim:

A) O instinto de conservação. A fim de conservar a sua própria existência, a vítima pode ceder a táticas totalmente estranhas à sua educação de berço.

B) O instinto gregário. O senso social do ser humano é um valor, já que ninguém se realiza senão na sociedade. Todavia esse senso pode ser distorcido na direção da gregariedade, ou seja, de seguir o grupo incondicionalmente ou de agrupar-se de maneira cega para não parecer diferente.

C) Instinto de predomínio. Há no ser humano uma tendência inata a dominar e comandar em posições de prestígio. Ora, essa tendência também é explorada pelos agentes da lavagem cerebral, que sabem desenvolvê-la como uma forma de condicionamento.

D) Conflitos emocionais. O processo de “reeducação” também excita os brios do “reeducando”, convencendo-o de que cometeu culpas graves… Esta convicção leva a vítima a aviltar-se, castigar-se e aceitar a condenação; aqueles que condenam, vêm a ser os seus “verdadeiros amigos e mestres”.

Além de explorar instintos naturais da pessoa humana, os agentes da lavagem cerebral recorrem a táticas que amedrontam, e a seu modo, condicionam a vítima.

O pesquisador Italiano Michele C. Del RE realizou longos e aprofundados estudo. Em seu livro, põe em evidência as suas peculiaridades. Uma nota freqüente desse percurso é o uso de táticas de coação (sob rótulos piedosos) para fazer adeptos. A sociedade de hoje talvez não tenha noção exata de quanto esse procedimento está em voga. O livro apresenta numerosos casos de lavagem cerebral exercidos nos novos movimentos religiosos.

O Protestantismo no Brasil

Distingue-se, na multidão de denominações protestantes, o conjunto das igrejas ditas “históricas”, fundadas no século XVI (Luteranismo, Calvinismo, Anglicanismo…) e o grande número de correntes oriundas nos séculos XIX E XX (Mórmons Testemunhas de Jeová, e pentecostais diversos). Aquelas são mais tranqüilas, ao passo que estas são fortemente proselitistas e fanáticas. No Brasil, porém, observa que o protestantismo, em geral, em que se vai tornando popular, se torna cada vez mais agressivo em relação à Igreja Católica. Existe até um plano de estratégicas dito “Amanhecer” para tornar a América Latina um Continente Protestante dentro de poucos anos.

Há a tentativa de tomar de assaltos as comunidades Católicas e seus membros incaucos; para tanto, são utilizados procedimentos semelhantes aos que caracterizam a lavagem cerebral “ideológica e a doutrinação sectária” , procedimentos atrás expostos. Com efeito, registra-se:

1) Forte campanha para desarraigar os Católicos das suas origens religiosas, levando-os a romper os vínculos com sua comunidade. Esta etapa compreende violentas campanhas de difamação do Catolicismo, campanhas de teor superficial, às vezes com base em mentiras, calúnias, notícias imprecisas… Tem-se a impressão de que os arautos do protestantismo repetem “chavões” sem saber justificar o que dizem; chavões interessam porque são agressivos, não porque sejam verídicos. Assim o Católico aprende a perder o amor á Santa Igreja Católica, a única que Cristo fundou.

2) Ao mesmo tempo os pregadores protestantes se apresentam como autênticos mestres, os únicos que conhecem a Bíblia e a podem explicar, São os “libertadores” da população Católica. As explicações da Bíblia que eles oferecem, são freqüentemente primárias, subjetivas, muito distante do sentido do texto Sagrado, que foi originariamente escrito em Hebraico, Aramaico ou Grego, e não em Português ou Inglês. Assim pretendem ganhar a simpatia e a amizade dos Católicos. Tocam fibras sentimentais e afetivas muito mais do que a inteligência, a lógica, a veracidade… Não raro cativam pela assistência que prestam no campo da saúde, da economia, do emprego…, atitudes estas que não raro atenuam ou apagam o senso crítico da pessoa beneficiada.

3) Aos poucos vai se modelando uma “reeducação” do crente, muito mais afetiva do que intelectual baseada em preconceitos não fundamentados. Certas palavras assumem enorme capacidade de impressionar e marcar… a veneração ( que maldosamente é dita “adoração” ) de imagens, Mariolatria, Papolatria…

A desprogramação do crente fanático é muito difícil por causa dos preconceitos que lhes foram incutidos. Acontecem, porém, casos em que as pessoas verificam ser vítimas de abusos e manipulações e reagem, se conservam um pouco de senso crítico. As vezes, porém o esgotamento físico e moral dos crentes é tal que se deixam subjugar indefinidamente pelos seu “pastores carismáticos”; querem “acreditar” nestes mestres, porque não sabem mais em quem ou em que acreditar.

Tal é a situação em que se vê a sociedade, no Brasil, do ponto de vista religioso. É uma alerta muito veemente aos fiéis Católicos para que tomem consciência do significado da verdade da fé, estudem o seu Credo (para tanto servirá, de modo excelente, o Catecismo da Igreja Católica) e procurem viver generosamente a sua vocação Cristã dentro da única Igreja que Jesus fundou e entregou a Pedro e seus sucessores.

Autor: Jaime Francisco de Moura Fonte: Veritatis Splendor

 
 
 

Com a presença do bispo de Setúbal

AMORA, quarta-feira, 28 de junho de 2006 (ZENIT.org).- Dar resposta aos desafios da Nova Evangelização é o motivo da abertura do primeiro «Café Cristão» em Amora (localidade de Setúbal, Portugal).

A sua inauguração, no fim de semana passado, foi o bispo local, Dom Gilberto Canavarro dos Reis.

Trata-se de um espaço para tomar um café «servido com amor», num espaço onde não são comercializadas bebidas alcoólicas, e com direito a uma mesa com Bíblia e um bloco de notas, ouvir música, presenciar um espetáculo teatral ou ler livros. Mas também é possível orar e se confessar.

«O fim de semana foi de festa, com muita música, teatro e dança», comentou à Agência Ecclesia Lina Andrade, uma das impulsionadoras deste projeto que surge, segundo os responsáveis, «como resposta aos desafios da Nova Evangelização».

Pelo que se conhece, o projeto é inédito na Península Ibérica; suscitou «reações positivas e de surpresa».

Neste espaço, que a partir de agora passa a estar aberto ao público, (ainda em horário provisório) de quarta a sábado entre as 16h e as 23h, e ao domingo, até às 19horas, existe uma Banda residente, mas «o espaço está aberto a intercâmbios» com outras bandas e grupos de música cristã.

«Queremos entrar em intercâmbio com outros grupos da Igreja para enriquecer esta forma de evangelizar», afirmou Lina Andrade.

Numa área de cerca de 400 metros quadrados, é possível encontrar uma sala de atendimento «para casos mais problemáticos», um cantinho infantil «para que os casais jovens possam trazer as suas crianças», uma biblioteca e um salão grande onde se desenvolvem as várias atividades e, onde está situada, também, uma pequena capela.

A partir do próximo sábado, o Café Cristão da Amora vai promover, semanalmente, um espaço de adoração ao Santíssimo Sacramento (16H-17:30H), e para o mês de setembro está programado o início da celebração mensal da Eucaristia.

 
 
 
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